Leitura

Livro de maringaense pode virar minissérie

O escritor Laurentino Gomes, autor de “1808” e “1822”, ao passar por Maringá, onde nasceu, no final de semana, adiantou que está preparando seu novo livro “1889” para meados de 2013 e que suas obras estão despertando o interesse de emissoras de televisão. “É possível que, em breve, tenhamos uma minissérie inspirada em um dos livros”, disse ele, que participou do concurso literário “Cidade de Maringá”, promovido pela Academia de Letras de Maringá, evento patrocinado pela concessionária Viapar. Leia mais.

Nos Passos de Pedro

Este é o novo livro do professor e escritor maringaense Luiz Alexandre Solano Rossi, ainda no prelo da Editora Paulus. “A história de Pedro é grávida de Jesus e, por isso, podemos ver e celebrar, desde já, as transformações que ocorreram nele e que certamente ocorrerão em nós quando começarmos a caminhar pelos mesmos caminhos”, diz a contracapa.

Laurentino Gomes em Maringá

Autor dos best sellers “1808” e “1822”, que recontam a história do país durante grande parte do período imperial, o escritor José Laurentino Gomes volta a Maringá, sua cidade-natal, no próximo sábado em Maringá, acompanhado da esposa Carmen. Junto com os integrantes da Academia de Letras de Maringá, ele participará da 5ª edição do Concurso Literário Cidade de Maringá, do qual a Viapar é uma das apoiadoras. Ele será um dos homenageados do evento. Em Maringá, Laurentino deve falar um pouco sobre os dois livros e autografar exemplares de suas obras. “Temos uma imagem associada ao incentivo à cultura do município e o apoio a essa importante realização da Academia de Letras faz parte disso”, afirma o presidente da empresa, Marcelo Machado.

Memória

Amar o perdido
deixa confundido
este coração.

Nada pode o olvido
contra o sem sentido
apelo do Não.

As coisas tangíveis
tornam-se insensíveis
à palma da mão

Mas as coisas findas
muito mais que lindas,
essas ficarão
(Carlos Drummond de Andrade)

O mais premiado do Brasil

O maringaense Antonio Augusto de Assis vai receber novamente o Troféu Lilinha Fernandes, outorgado pela União Brasileira de Trovadores de Porto Alegre (RS). Ele recebeu 1.400 pontos, vencendo trovadores de Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo e Paraná. A vitória foi confirmada na manhã de hoje. O prêmio é concedido ao trovador mais premiado em todo o país no ano anterior. A. A. de Assis é, como se diz, habitué.

Livro de maringaense lidera venda na Folha.com

Da Folha de S. Paulo online:

“Nihonjin” ficou no topo dos livros de ficção mais vendidos na Livraria da Folha em sua semana de estreia. O volume conta a história de Hideo Inabata, um japonês que chega ao Brasil para captar recursos para seu país. O romance, escrito pelo professor paranaense Oscar Nakasato [de Maringá], venceu a primeira edição do Prêmio Benvirá de Literatura, narrativa que conquistou Ana Maria Martins, Nelson de Oliveira e José Luis Goldfarb, os juízes do concurso.

O nome da coisa

O Gustavo Teramatsu também deu a notícia: Eliane Rose Maio, psicóloga, sexóloga, doutora em educação escolar e professora do Departamento de Teoria e Prática da Universidade Estadual de Maringá, gravará o programa de Jô Soares na próxima terça-feira para falar do seu livro “O Nome da Coisa” (Editora Unicorpore). O tema da obra, base de sua tese, não é inédito mas sempre dá o que falar: são os nomes utilizados pelas pessoas para se falar sobre o pênis e a vulva. A repressão sexual, durante muito tempo, foi responsabilizada pela existêndia da grande variedade de apelidos dos órgãos sexuais.

Sobre Paulo Coelho

Li postagem de Ivana Veraldo aqui sobre Paulo Coelho. Se ele está ou não em queda nas vendas de livros pouco importa. Nós, brasileiros, temos problemas com o sucesso. Se alguém se destaca em algo, logo repudiamos. Num país onde não se tem o hábito de leitura, os livros de Paulo Coelho cumprem importante função. Conheço gente que começou a ler os livros dele e se aventurou pela literatura. Virou leitor de obras mais qualificadas. Portanto, feliz do país que tem um Paulo Coelho. Ele é importante, sim.

Donizete Oliveira

Para o meu amor, de coração

Um novo livro do maringaense Luiz Alexandre Rossi foi publicado. Desta vez pelas Edições Paulinas e tem como título: “Para o meu amor, de coração”. É um livro-presente de poesias com 80 páginas para o Dia dos Namorados. A primeira edição é de 10 mil exemplares.

Lançamento em Curitiba

Convite para o lançamento do livro “Jesus vai ao McDonald´s”, do escritor maringaense Luiz Alexandre Solano rossi, que acontecerá na Livraria Curitiba, em Curitiba, na próxima quarta-feira.

Uma crítica ao livro “21 dias…”


Guilherme Adriano, do blog Culto Racional, disponibilizou há dois meses o livro “Como recuperar seus 21 dias jogados fora”, uma crítica ao livro do pastor catarinense Michel Aboud, “21 dias para transformar sua vida”, uma campanha que começa hoje envolvendo algumas igrejas evangélicas de Maringá. “Se Michael pode lançar um lixo como aquele livro, eu posso lançar esse”, escreveu no final de janeiro. Em resumo, aponta que o livro prega a Teologia da Prosperidade, está vinculado a falsos mestres, apresenta um Evangelho diferente, faz falsas promessas, ensina heresias, prega um Cristo diferente, põe Deus a serviço do homem e usa a Palavra de Deus como meio para se ficar rico.

Chuva adia Semana do Livro

A Semana do Livro da Universidade Estadual de Maringá foi adiada em um dia por causa da chuva. Ela começa amanhã a partir das 9 horas, na área coberta da cantina do Restaurante Universitário. A organização decidiu estender o evento até dia 19. Nesse período, será possível adquirir, a preços atrativos, as diversas publicações com o selo da Editora da UEM (Eduem).

Antologia traz poemas de maringaense

Cinco poemas da pedagoga e escritora maringaense Angela Ramalho fazem parte da antologia “Palavras sem Fronteiras”, obra de apresentação que será divulgada na 37ª Feira do Livro de Buenos Aires, que acontece de 20 de abril a 9 de maio na Argentina. O livro, confeccionado em duas edições (português e espanhol), será lançado primeiramente na Livraria Eterna Cadência, em Buenos Aires, amanhã. O lançamento oficial no Brasil será na Câmara Municipal de Niterói, em 8 de junho, em noite de autógrafos. A obra também será divulgada  na Livraria Boulevard, como parte do III Sarau Poético de Cabo Frio (RJ). “Palavras sem Fronteiras” conta com a parceria da Academia de Letras de Goiás, da Associação Fluminense de Belas Artes e do selo Valladares Books.

Uma nova edição

A segunda edição revista de Jesus vai ao McDonald’s, livro do professor maringaense Luiz Alexandre Solano Rossi, foi lançada na última segunda-feira pela Champagnat. A obra investiga o impacto do consumismo na igreja e na teologia a partir de uma abordagem inovadora. Para o autor, “a McDonaldização da sociedade” torna-se uma lúcida metáfora para mostrar como a teologia tem se tornado escorregadia, superficial e não saudável. Jesus vai ao McDonald’s é uma clara demonstração de que a teologia latino-americana continua a produzir uma sólida exegese bíblica, uma crítica social cortante e uma fascinante reflexão teológica, que enriquecem a igreja mundial.

Assis, o haicai com humor e leveza

“Costumo pensar que a trova é o haicai brasileiro… ou o haicai é a trova japonesa. São duas maneiras de em poucas palavras dizer com graça e criatividade o suficiente. Duas modalidades de poesia adequadas aos tempos modernos, talvez as únicas com chance de sobrevivência em meio à lufa-lufa das novas gerações”, afirma o escritor maringaense A. A. de Assis em entrevista ao poeta e escritor curitibano José Marins, para quem A. A. de Assis, mestre da trova (o trovador mais premiado do Brasil), “é também um haicaísta dono de estilo que cativa com humor e simplicidade. E quando penso em karumi (leveza e fluência), lembro do Assis. Seus poemas mais longos, as trovas, os haicais, trazem a nuança do contentamento. Seus “triversos” veiculam um humor fino e satírico.” Leia mais.

(Foto Rafael Silva)

Sucesso editorial

??A Paulus Editora prepara a quarta edição do livro motivacional “A Arte de Viver e ser Feliz”, do professor maringaense Luiz Alexandre Solano Rossi. O livro já conquistou outras fronteiras, sendo publicado também em espanhol e em coreano.

“Repensando…” sai agora pela Eduem

O jornalista e sociólogo Sérgio Gini está lançando o livro “Repensando… A construção da hegemonia empresarial nos 10 anos que mudaram Maringá (1994–2004)” pela Ediora da UEM. A obra é o resultado da dissertação defendida, em 2007, no Programa de Pós-Graduação em História da UEM. A obra, que já teve uma primeira edição limitada e publicada a partir da iniciativa do Gini, está focada em um período recente da história de Maringá, marcado pelo envolvimento da classe empresarial numa tentativa de elaborar um projeto político de desenvolvimento para a cidade. Esse projeto foi institucionalizado em 1996 com o sugestivo nome Movimento Repensando Maringá, porém havia se desenhado antes, desde 1994, com uma série de ações e discursos dos empresários ligados à associação comercial, com o apoio de professores da UEM. Leia mais.

Mais Coamo na mídia

Gallassini_anúncio CBOT (jun08)

Passando por Salvador (BA), na semana passada, JC Cecílio teve sua atenção chamada pela revista IstoÉ Dinheiro Rural de fevereiro, que traz o presidente da Coamo, José Aroldo Gallassini, como tema de reportagem de capa. A matéria, intitulada “Ele fez a Coamo decolar”, escrita pela jornalista Viviane Taguchi, mostra como a cooperativa se transformou num dos grandes empreendimentos da atualidade sob o comando de Gallassini, que aparece acima num comercial da Bolsa de Chicago, de 1998, veiculado em vários veículos de comunicação do mundo (aqui, em melhor resolução).

Já Marta, a maior jogadora de futebol do mundo, aparece na capa da edição internacional da revista Newsweek de fevereiro.

Não sei o quanto de mim sou mulher

Não sei o quanto de mim sou mulher
Se na lágrima que deita calada
numa manhã cinzenta
Se na inconstância do desejo
que nuveia a tristeza
Não sei o quanto de mim sou mulher
Se no querer-me livre
assim como os outros
Se no querer-me onipresente
assim como Ele
Não sei…
Sei que de tanto gostar
carregá-la em mim
faz-me feliz

(Ricardo Cabús)

Trova

Diz, defendendo o garoto,
ao diretor, um sujeito:
– Eu conheço esse canhoto,
garanto que ele é direito!
(Pedro Ornellas)

Revista O Cruzeiro

Em 1928 foi lançada a primeira revista ilustrada brasileira: O Cruzeiro, do grupo Diários Associados, comandado por Assis Chateaubriand. A revista polemizou, escandalizou e emocionou o leitor brasileiro; ditou moda, normas e conceitos, num período em que o país se urbanizava e passava por transformações. Nos anos 60, O Cruzeiro entrou em declínio e surgiram novas publicações, como as revistas Manchete e Fatos & Fotos. Deixou de ser publicada em julho de 1975, no mesmo período em que a televisão se consagrava.

Aqui você pode ler o original do primeiro editorial da revista O Cruzeiro de 10 de novembro de 1928.

Ivana Veraldo

O som da fábrica de metal

Por Marcos Lauer Amaral Camargo:

1) alambrados e rolamentos
Um conforto passageiro pode não ser exatamente o de um passageiro confortavelmente sentado em sua poltrona do voo inaugural Maringá – Nova Iorque, confirmado para as 21h30 desta quinta-feira. Um conforto passageiro pode sucumbir ao barulho de alumínio, roldana e aço das portas de lojas fechadas ao soar dos relógios às 18 horas. Sem expediente as pessoas caminham com ingênua lentidão para suas casas, numa quase nítida vontade de não chegar tão rapidamente. Parecem torcer para que algo as detenha nas ruas, tempo suficiente de espantar os fantasmas do fogão e da louça de metal amontoada sobre a pia. A aproximação ao lar não desce tão bem quanto à cerveja do bar do Azevedo, especialista em contos fora de moda e polvilho azedo. A superestrutura do mercado, organizado em turnos de trabalho, compõe a rotina das pessoas que, sem perceber, ajudam a montar uma partitura única. Não estou falando dos passageiros que vão embarcar no voo inaugural Maringá-Nova Iorque que sai nesta quinta-feira as 21h30. Não se trata de propaganda e sim de uma constatação em que a frase repetida sugere a certeza do embarque.   Continue lendo ›

Nova edição, nova capa


Esta é a capa da nova edição de “Jesus vai ao McDonalds: teologia e sociedade de consumo”, do maringaense Luiz Alexandre Solano Rossi. A nova edição, além de ser revista e ampliada, será publicada pela editora Champagnat (editora da PUCPR) em março. Em julho “Jesus vai ao McDonalds” será publicado em inglês pela Cascade Books. O livro estará à venda nas livrarias, em sites especializados ou com o autor pelo email: luizalexandrerossi@yahoo.com.br

Sonho de Pedro nas cavernas – RPCTV

De Sergio dos Santos:

Ligação para RPC:
Pedro em sua caverna, começa a sonhar com um tal de carnaval, e uma coisa chamada estudar! Sonho…
Em sua caverna vendo aquela caixinha falante, que dizia ligar para um número e dar idéias brilhantes!
Apos ver uma reportagem fantástica, que mudaria sua vida para sempre a qual falava do glorioso e famoso carnaval, que comemoramos como se não existisse o banal… Resolveu pegar sua pedra que talhara uns números…
Depois de bater com a pedra na orelha a ate seus tímpanos sangrarem conseguiu falar com uma operadora de telemarketing bem educada e prestativa…Lógico que manipulada pelo sistema de coisas. Se falasse algo que não os interessassem, ou que fosse lutar contra isso…Não adiantaria ligar, já estão programadas por uma tal neurolinguistica… A favor do mandatário capitalista. Isso não chegou ainda à caverna de Pedro, ate então ele era um sortudo de não ser como nos disso herdeiros…
Ligação!
— RPCTV portal de sugestões bom dia! Leia mais.

Beijo eterno

De Castro Alves:

Quero um beijo sem fim,
Que dure a vida inteira e aplaque o meu desejo!
Ferve-me o sangue.
Acalma-o com teu beijo,
Beija-me assim!
O ouvido fecha ao rumor
Do mundo, e beija-me, querida!
Vive só para mim, só para a minha vida,
Só para o meu amor!Continue lendo ›

Biblioteca

Hora de agradecer aos últimos livros que recebi: “Drogas – Perguntas e Respostas”, do médico João Batista Leonardo, quarta edição, patrocinado pelo Lions, realmente esclarecedor; “Meio Século Depois – Televisão Pernambucana/1960-2010”, de Jorge José B. Santana, exemplar entregue por Edmundo Albuquerque, que faz parte da história do vídeo de Pernambuco; e “vida, verso e prosa”, de A.A. de Assis, que em abril faz 78 anos. A obra, com prefácio de Jeanette Monteiro De Cnop e orelhas de Olga Agulhon e Eliana Palma, traz uma biografia, contos, crônicas, fotos, versos e trovas (incluindo parte da famosa Missa em Trovas).

Maringaense vence Prêmio Benvirá

Com o romance “Nijohin”, sobre a história da imigração japonesa no Brasil, o paranaense Oscar Fussato Nakasato foi anunciado como o vencedor do primeiro Prêmio Benvirá de Literatura, que recebeu 1.932 inscrições. Nascido em 1963, Oscar é neto de imigrantes japoneses. Seus avós se instalaram em fazendas de café no interior de São Paulo para trabalharem como colonos, na esperança de enriquecerem e retornarem ao Japão, o mesmo pano de fundo histórico de seu romance. Desfeito o sonho de voltar ao país natal, a família Nakasato migrou para o interior do Paraná, onde adquiriu um sítio. Preocupados com a educação escolar dos filhos, seus pais transferiram-se para Maringá. Nakasato cursou Direito por dois anos e meio na Universidade Estadual de Maringá, que trocou pelo curso de Letras, na mesma instituição. Fez mestrado e depois doutorado em Teoria da Literatura e Literatura Comparada na Universidade Estadual Paulista e hoje é professor de Literatura e Linguagem no Ensino Médio e Superior na Universidade Tecnológica Federal do Paraná, campus de Apucarana. É casado e pai de dois filhos. Ele vai receber R$ 30 mil e terá o livro – seu primeiro romance – publicado em abril pelo Benvirá, selo de literatura da editora Saraiva. Leia mais.

Troque o Big Brother por um livro

O site Livraria da Folha organizou o concurso “Troque o Big Brother por um Livro” e o tuíte vencedor foi: “Ler um livro é melhor que BBB porque Diadorim, Riobaldo, Macabéa, Capitu e Iracema não estão participando do programa”. Segundo a redação do site os personagens clássicos da literatura brasileira chamam a atenção por seus perfis complexos e misteriosos e isso representa uma crítica indireta à superficialidade dos participantes do “reality show” da Rede Globo. Riobaldo e Diadorim são personagens de “Grande Sertão: Veredas”, de Guimarães Rosa. Capitu, dona de olhos de ressaca, aparece em “Dom Casmurro”, de Machado de Assis. Iracema é a índia dos lábios de mel do romance homônimo de José de Alencar. Macabéa, a jovem datilógrafa, foi eternizada em “A Hora da Estrela”, de Clarice Lispector.

Ivana Veraldo