Leitura
Triverso primaveril
Nova publicação
Trova
“Jesus vai ao McDonalds” em inglês

O professor e escritor maringaense Luiz Alexandre Solano Rossi recebeu ontem a confirmação de que uma editora dos Estados Unidos publicará seu livro “Jesus vai ao McDonalds”, de 2008. Trata-se da Cascade Books (uma divisão da Wipf and Stocks Publishers). Será o primeiro título em inglês de Luiz Alexandre, que já possui outros oito títulos publicados em espanhol e em coreano.
Um novo sucesso
O escritor Laurentino Gomes, nascido em Maringá, autor de 1808, está na revista Veja desta semana, que anuncia seu novo livro, 1822. O assunto também está no site Último Segundo, onde ele comenta sobre a expectativa de repetir o sucesso do primeiro livro, que vendeu 600 mil exemplares.
Livro conta história do PDC chileno

“Don Carlos Eduardo Perez LLewellyn – 40 años de lealdad a la Democracia Cristiana de Chile”, da escritora e poetisa Aninha Caligiuri sobre o PDC chileno, fez sucesso na 21ª Bienal do Livro, conta Lígia Leal. O livro se baseia na luta do militante LLewellyn e sua dedicação ao partido. A escritora pesquisou com profundidade a história do PDC do Chile e nomes como o do ex-presidente do Chile, Eduardo Frei, não foram esquecidos. Leia mais.
houver possibilidade divulgue o livro da Aninha Caligiuri, que aliás foi um sucesso na 21 Bienal. Obrigadão Sucesso Ângelo…SEMPRE! Lígia A atual obra literária da escritora e poetisa de Ibiporã-PR, Aninha Caligiuri fez sucesso na 21ª Bienal de São Paulo, ocorrido entre os dias 11 à 22 de agosto. O livro intitulado: ” Don Carlos Eduardo Perez LLewellyn- 40 años de lealdad a la Democracia Cristiana de Chile” se baseia na luta do militante LLewellyn e sua dedicação ao partido. A escritora pesquisou com profundidade a História do PDC do Chile e nomes como o do ex-presidente do Chile, Eduardo Frei, não foi esquecido. |
Detalhes do Hino Nacional
O grande A. A. de Assis explica versos do Hino Nacional Brasileiro, poema de Osório Duque Estrada que apresenta “alguma dificuldade de compreensão”.
Microconto de maringaense premiado em SP
O maringaense Bruno Vicentini, que cursa Direito na UEM, foi o segundo colocado no concurso de microcontos da 21ª Bienal Internacional do Livro, realizado pela Fundação Volkswagen, pelo Twitter. Vicentini explica em seu blog como conseguiu a façanha. O microconto premiado: “Vendeu os cabelos para comprar um chapéu”.
O vencedor, que receberá um baú com 25 livros, foi Felipe Valério, de São Paulo, que escreveu: “Esta é a vista que prometi. Agora, pula”.
Trova
Livro de maringaense é lançado no Japão

Foi publicado no Japão o livro de odontologia “Invisível: Restaurações Estéticas Cerâmicas”, de Sidney Kina, primeiro dentista brasileiro, descendente de japoneses, que conseguiu fazer esse tipo de publicação em língua japonesa. O livro Invisível foi lançado no Brasil em 2007 pela Editora Dental Press, de Maringá, e já foi publicado em cinco línguas – português, inglês, espanhol, russo e italiano. A publicação em japonês é motivo de grande orgulho para o dentista.
Noite de autógrafos

Aconteceu ontem no miniauditório da Aduem a noite de lançamento e sessão de autógrafos do livro “Retratos da Região Metropolitana de Maringá – Subsídios para a elaboração de políticas públicas participativas”, organizado por Ana Lúcia Rodrigues e Celene Tonella, professoras do Departamento de Ciências Sociais da UEM e editado pela Eduem. A obra apresenta oito trabalhos de pesquisadores das três áreas que compõem as Ciências Sociais – Antropologia, Ciência Política e Sociologia -, da Educação, da Arquitetura, da Estatística e da Geografia.
(Foto: Marco Antonio Deprá)
A verdadeira história de Aucione, a menina que outrora sonhou ser cantora e atriz
Quando criança, a menina Aucione sempre sonhou ser cantora e atriz. Depois de grande, Aucione conheceu uma numeróloga, que disse para ela mudar de nome. “Coloque um L no lugar do U”, disse a numeróloga.Aucione assim fez, e mudou seu nome para Alcione.
Tempos depois, Alcione lembrou que também sonhava ser atriz. Leia o resto da história clicando aqui.
O “risco” dos gramáticos amadores
A matéria de capa da revista Veja desta semana – sobre falar e escrever bem – foi baseada nas tentativas de homicídio à língua portuguesa cometida pelos candidatos a presidente no debate da Band, na semana passada. Entre os “odoriquismos” (de Odorico Paraguaçu) existentes hoje no português, relacionados pela publicação, está o fim a expressão “risco de morte”. E explica: “A proscrição de “risco de vida” – que aparece em obra de Machado de Assis e Aluísio Azevedo – é um modismo instaurado por gramáticos amadores, que ignoram um fato simples: as línguas não são estritamente lógicas. A expressão “pois não”, por exemplo, tem sentido afirmativo. No caso de “risco de vida”, tem-se uma figura de linguagem chamada elipse: a supressão de um termo, que fica subentendido. Todo mundo entende perfeitamente que se trata de risco de perder a vida”.
Nos passos de Maria
Trova
Final infeliz
De Júlia Medeiros:
daqui vejo o amor escorrer silencioso. e por mais que faça isso sem alardes, meus poros sentem sua partida. veneno vagaroso. cortante, ardente, escaldante. e nada sangra mais que essa paz de trincheiras. nada mata mais que essa sua guerra fria. antes me atravessasse o cinete às entranhas. antes me torturasse com mil crueldades. me bata! se zangue! o amor evapora, fumaça, neblina e você nem se move. e nada fere mais que esse riso vazio. um frio me rasga a espinha ao vê-lo amável e passivo. antes fosse cínico, rude, covarde. antes urrasse e me estilhassasse assim em milhares de partes. e mesmo que você não tentasse encontra-las eu teria ouvido o seu grito de guerra, seu coração em disparate. o amor se esvaindo, o amor desvanecendo, o amor… indo. e mesmo que ele morresse, não seria letal: se você lutasse. bandeira branca. amor, descanse em paz. só não me olhe como se lamentasse.
Maringá na Copa do Mundo

JC Cecílio resgata a história de “Maringá na Copa do Mundo”, livro de Altino Borba, editado em 1967, um ano depois do fiasco da seleção brasileira na Inglaterra. Aqui.
Procura-se
Um lugar no planeta
Onde a vida seja sempre uma festa
Onde o homem não mate
Nem bicho nem homem
E deixe em paz a vida nas florestas.
Procura-se um lugar no planeta
Onde a vida seja sempre uma dança
E que mesmo as pessoas mais sérias
Tenham no rosto, um olhar de criança.
(De Isabely Martins, da 5? série B do Colégio Estadual Padre Arnaldo Jansen, de Ponta Grossa)
Meio século depois

Até os mais envolvidos com a máquina se surpreendem com o extraordinário progresso da televisão em seu estágio atual. É impressionante como o veículo passou a ser parte integrante de nossas vidas, e o que ele envolve de alta tecnologia e criatividade. Alguém
já disse: “toda a caminhada começa pelo primeiro passo”. É gratificante saber que nos primeiros passos desse processo, nós e nossos abnegados colegas no passado, abrimos os caminhos, para que as novas gerações e também nós os que estamos ainda vivos, possamos desfrutar do milagre da televisão. A solenidade de lançamento do livro Meio Século Depois – Televisão Pernambucana 1960-2010, foi um evento marcante. Continue lendo ›
Ter ou não ter namorado, eis a questão
De Artur da Távola:
Quem não tem namorado é alguém que tirou férias remuneradas de si mesmo. Namorado é a mais difícil das conquistas. Difícil porque namorado de verdade é muito raro. Necessita de adivinhação, de pele, saliva, lágrima, nuvem, quindim, brisa ou filosofia. Paquera, gabira, flerte, caso, transa, envolvimento, até paixão é fácil. Mas namorado mesmo é muito difícil.
Namorado não precisa ser o mais bonito, mas ser aquele a quem se quer proteger e quando se chega ao lado dele a gente treme, sua frio, e quase desmaia pedindo proteção. A proteção dele não precisa ser parruda ou bandoleira: basta um olhar de compreensão ou mesmo de aflição. Continue lendo ›
Tudo sobre o truco

“O Jogo de Truco”, do médico maringaense João Batista Leonardo, traz um conteúdo que abrange todas as nuanças do jogo como: história do baralho e do truco, técnica e tática, artimanhas, empate, blefe, psicologia no truco, folclore, regras para campeonatos etc, no que parece ser um livro inédito no país. A impressão foi paga pelo Lions Clube Maringá e o livro será vendido, com arrecadação revertida integralmente para o Marev, entidade que trabalha na recuperação de dependentes químicos, sob regime de internação.
O lançamento será no próximo dia 11, com cerimonial a cargo de outro imortal, Ademar Schiavone.
Trova
Trova
Trova
Panorama Bíblico
Migalhas
Velha Faculdade
dos tempos coloniais…
Quantas vezes, quantas!
levado pela saudade,
ao sabor da nostalgia,
pus-me a espreitar as curvas macilentas das arcadas.
E, quantas vezes, quantas! , vi passar Azevedo,
silente, encurvado, merencório,
sorvendo numa taça de tormentos
O “spleen” das “Noites da Taverna”.
Velha Faculdade
que vive comigo
numa grande saudade!
Hoeppner Dutra
(Turma de 1936)
Cultura, religião e sociedade

Foi lançado na última terça-feira em Curitiba o novo livro do professor Luiz Alexandre Solano Rossi, Cultura, Religião e Sociedade. Um pequeno trecho: “A cada dia, a sociedade atual nos interpela á procura de novas respostas. Dentro deste contexto, que se mostra de maneira bastante plural, é imprescindível compreender e articular Cultura, Religião e Sociedade. Trata-se de um momento novo para a história humana, pois aquilo que culturalmente se apontava distante, hoje está próximo. A religião do outro, anteriormente estranha, atualmente penetra em nossos lares. Com isso, toda a sociedade muda e necessita compreender-se dentro dessa nova visão d mundo. Deste modo, é importante um diálogo entre difernetes saberes que resgate as riquezas de uma história construída pela humanidade e que ainda continua fazendo seu caminho. Muitas vezes perdmeos a capacidade de ver o diferente e dialogar com ele. Caímos, consequentemente, num erro brutal. Pensamos que o diferente é sinônimo de “esquisito’ ou de “errado” e, ao invés de construir relações dialógicas e tolerantes, preferimos o caminho da intolerância., da conquista e da colonização cultural. Esse livro deseja fomentar um debate aberto à construção de uma sociedade onde caibam todos”.
Panorama Bíblico será lançado hoje
Migalhas
O Trabalho
Tal como a chuva caída
Fecunda a terra, no estio,
Para fecundar a vida
O trabalho se inventou.
Feliz quem pode, orgulhoso,
Dizer: “Nunca fui vadio:
E, se hoje sou venturoso,
Devo ao trabalho o que sou!”
É preciso, desde a infância,
Ir preparando o futuro;
Para chegar à abundância,
É preciso trabalhar.
Não nasce a planta perfeita,
Não nasce o fruto maduro;
E, para ter a colheita,
É preciso semear…
Olavo Bilac
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