Má-ringá

Cena administrativa maringaense

A administração municipal de Maringá, que só fala em projetos milionários, como fábrica de aviões e helicópteros, não consegue fazer o básico. Nesta quinta-feira, por exemplo, novamente, só há uma viatura do Samu que está realizando atendimentos. Outras quatro estão no pátio, paradas.
PS – Durante a recente greve, e apesar dela, o número de viaturas à disposição da população era maior.

As lousas ficaram

Lousa
Lousas feitas com material de primeira qualidade estão abandonadas nas instalações da desativada Escola Municipal João Gentilim, na Estrada Pinguim, em Maringá, defronte o Parque Industrial Barros. Há quadros-negros ainda nas paredes (como esta, numa sala com água) e outras no chão, todas com o tombo da prefeitura municipal. A propósito, o local não recebeu nenhuma melhoria para receber as famílias que ocuparam casas no Moradias Atenas, condição de decisão judicial.

O perigo mora debaixo do viaduto

No início desta noite motociclistas derraparam sobre uma grande quantidade de lama embaixo do viaduto do Contorno Norte, no cruzamento com o córrego Mandacaru. O local não tem iluminação nem sinalização. Outros acidentes costumam acontecer rotineiramente por ali. Hoje, novamente, a turma acionou as autoridades e uma retirada da lama foi prometida para esta noite. Sem iluminação nem sinalização, o local continuará oferecendo risco para quem passa por ali.

Sobrou as para as árvores…

Unidade Polo
No canteiro da ampliação do Colégio Unidade Pólo, no Jardim Alvorada, em Maringá, o mau exemplo: a placa com as informações sobre as obras, que serão feitas pela Regente e custarão quase R$ 1 milhão, foi pregada numa árvore, o mesmo acontecendo com parte do tapume, como indicam as setas.

Recape onde não tem necessidade

asfalto
Do blog do Carlão:
É inadmissível o que a prefeitura de Maringá está fazendo com os bairros. A prefeitura de Maringá está realizando o recapeamento asfáltico de praticamente todas as ruas centrais de cidade, ruas até que não tem necessidade nenhuma pois estão em boas condições; em contraponto, nos bairros está sendo realizado somente a operação tapa-buracos, quando se faz. Por que esta discriminação? Leia mais.

Farroupilha às escuras

Uma das principais praças de Maringá, a Farroupilha – localizada no Jardim Alvorada, o maior bairro da cidade – está às escuras desde a última quinta-feira. Comerciantes e moradores estão preocupados com a sorte da praça nesta administração.

Horários para esmolar

Do conselheiro tutelar Vandré Fernando, no Facebook:
Atenção crianças e adolescentes de Maringá, por favor não esmolar ou comercializar balas e doces no semáforos durante os períodos das 11 às 12 horas e das 20 às 8 horas porque o órgão responsável por fazer as abordagens e encaminhamentos – o Creas, Centro de Referência de Assintência Social de Maringá – não atende nos horários citados. Agradecemos a compreensão da população de Maringá que paga impostos e não tem os serviços públicos que precisa.

‘Chantagem’ do PP paralisa obras na UEM

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O fantoche de plantão na Prefeitura de Maringá vem seguindo à risca as ordens do capo Ricardo Barros (PP), que na gestão anterior mandou que seu irmão  suspendesse os alvarás de construção para os novos blocos da UEM, mesmo os que cujas obras já se encontravam em estágio avançado, enquanto a instituição não liberasse sua transposição através uma avenida de trânsito pesado em frente a biblioteca. De forma desrespeitosa, na semana passada, o secretário de Beto Richa fez de tudo para que o ministro Aldo Rebelo (PCdoB) não ficasse sabendo da ‘chantagem de gabinete’. Não adiantou: numa reunião do PCdoB municipal, o ministro ouviu tudo sobre o fato, que o atual reitor prefere fingir que não existe. O caso é relatado por Luiz Modesto (aqui) e há um detalhe: o presidente da câmara, Ulisses Maia (PP), estava presente e disse que a atitude da prefeitura é lamentável e que isso precisa ser solucionado o mais rápido possível. Cumprimentou os professores e se disse à disposição para ajudar naquilo que puder.

Sem médico para atender emergência, UPA Zona Sul pede socorro ao Samu

saude
O Sindicato dos Servidores Municipais de Maringá informou que recebeu, por volta das 13 horas de hoje, denúncia de que a UPA Zona Sul está sem médico. Com paciente em estado grave, a unidade contatou o Samu, pedindo que o médico do serviço se deslocasse, urgentemente, à unidade de pronto-atendimento. O problema é que o Samu, por prestar um serviço de emergência, também não pode ficar sem seu médico. O Sismmar cobra que a situação é grave e a falta de médico na UPA Zona Sul merece explicações da administração municipal – que, enquanto isso, manda caravana de CCs a Brasília para bater palmas para o secretário de Saúde.

“Um tapa na cara do maringaense”

Nas redes sociais foram postadas dezenas de fotos de funcionários que ocupam cargos de indicação política na Secretaria de Saúde de Maringá que seguiram para Brasília – custeados, segundo o blog soube, pelo erário – para bater palmas, na última segunda-feira, para o secretário de Saúde, Antonio Carlos Nardi, reeleito para a presidência do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde. O prefeito Pupin estava em Brasília acompanhando o evento. “As fotos são um tapa na cara do maringaense”, disse leitor que teve acesso a elas. A confraternização acontecia enquanto em Maringá iniciava-se a greve de servidores do Samu, hoje em seu terceiro dia.

Prefeitura não faz sua parte e Fest Alvorada deve ser cancelado

Florentina
Carlão informa em seu blog que o tradicional Fest Alvorada pode não acontecer este ano – e por culpa da Prefeitura de Maringá. Dona Florentina F. Azevedo (foto), vice-presidente da Associação Comunitária do Jardim Alvarada, maior bairro da cidade, disse que há lentidão da prefeitura em realizar mudanças no prédio da Casa da Cultura e na biblioteca, solicitadas pelo Corpo de Bombeiros há muito tempo, assim como mudanças no salão comunitário; os bombeiros interditaram a praça, mas não os prédios que são frequentados diariamente por jovens e crianças. O Fest Alvorada está programado para acontecer de 8 a 11 de agosto. Leia mais.

Invasão de calçada e meio-fio

calcada
Na travessa Japurá, Zona 8, em Maringá, a calçada e parte do asfalto foram invadidos pela Construtora Transamérica. Se fosse por um curto espaço de tempo, seria tolerável, conta leitor, mas há mais de um ano que permanece o problema e, ao invés de diminuir, tem aumentado. Ou seja, está na hora de a fiscalização agir.

A mudança continua

samu
Foto disponibilizada no Facebook do Samu de Maringá – cujos servidores devem parar no próximo dia 8 – com o seguinte comentário: “Realmente a prefeitura dando estrutura: de papelão, esparadrapo,etc.” Como diria aquele observador: “E o bonitãoviajando…”.

O aviso é o perigo

Buraco na pista
Um cavalete da Setrans foi colocado no cruzamento (de grande fluxo) das avenidas Cerro Azul com Perimetral, onde, na rotatória, próximo ao cemitério, existia até esta manhã um expressivo buraco no asfalto. “Estamos vendo a institucionalização da falta de planejamento, onde o aviso é perigo, não para com o buraco na pista, mas para com quem deveria cuidar e não faz”, comenta leitor que enviou a foto.

Mictórios retirados

wcrodo
Postado hoje no Face de Andye Iore:
Banheiro masculino da rodoviária de Maringá sem os mictórios, que foram retirados. Mais um capítulo da prefeitura “O povo que se dane…”

Mais 90 dias para a reforma do Hospital Municipal de Maringá

A Krum Construções e Incorporações Ltda. agora tem até agosto para entregar as obras de reforma (7.903,93 m2) e adequação do Hospital Municipal de Maringá. Licitada em 2010, a obra – orçada em R$ 2,3 milhões – deveria estar concluída em 300 dias, em dezembro de 2011. O 12º aditivo foi assinado no final de maio pelo prefeito Carlos Roberto Pupin (PP), aumentando em mais 90 dias o prazo para a entrega.

Risco de acidente na Morangueira

Quem transita pela avenida Morangueira, em Maringá, lembra leitor, corre um risco enorme de acidente por causa da quantidade de buracos na pista. Desvia-se de um e cai em outro. “Qualquer gota de chuva destampa os buracos, imagina com esse tempo todo de chuva”, observa. Uma boa parte da cidade vive a mesma situação, mas não procede a informação de que o motorista que conseguir transitar pela avenida sem cair num buraco concorrerá a um fogão de quatro bocas oferecido pela administração do PP.
PS – Passei à noite nas imediações do Supermercado Cidade Canção, na Morangueira. A coisa é pior do que o leitor pintou. É caso de polícia. A importância que os homens públicos dão à vida do maringaense é zero.

PEC de Iguatemi: conclusão adiada

Quem achou que com a implantação da Secretaria Municipal de Obras Públicas a coisa fosse andar mais rápidas na Prefeitura de Maringá, enganou-se. No último dia 4 o prefeito Carlos Roberto Pupin e o secretário Fernando Maia Camargo assinaram o quinto aditivo com a Engedelp Construções Civis e Incorporações Ltda., esticando de novo o prazo para a conclusão de uma Praça dos Esportes e da Cultura (PEC 3000 m²), no distrito de Iguatemi. A obra, cuja contrato foi assinado há no dia 5 de junho do ano passado, era para ter sido concluída e entregue em dezembro de 2012. Agora, a empreiteira – a mesma que construiu a ciclovia milionária da avenida Mandacaru – tem mais 90 dias, a contar da data do último aditivo, para executar a obra, feita com recursos do governo federal, para variar.

Coletor valorizado, guarda municipal desvalorizado

GMM
A administração Pupin abriu concurso público para coletor, motorista e professor. O concurso deixa ver a importância dos guardas municipais para o grupo que está no poder pelo terceiro mandato seguido. Para o coletor são oferecidos R$ 683,85, mais R$ 200,00 de abono salarial, mais R$ 9,95 de abono variável, mais R$ 300,00 de gratificação de produtividade e desempenho e um adicional de insalubridade de R$ 271,20. Total: R$ 1.465,00. Um guarda municipal recebe R$ 683,85 mais R$ 200,00 de abono, totalizando R$ 883,85. Uma diferença considerável. De vez em quando, como aconteceu na semana passada por duas vezes, ainda tem que cuidar do paço municipal para o prefeito de plantão não sentir na pele a turba irada. Um detalhe: o concurso para coletor é nível fundamental incompleto quando da posse, e a GM de Maringá é ensino médio completo.

Uma situação vergonhosa

Os quase nove anos de administração Barros/Pupin não foram suficientes para o planejamento da questão do cemitério municipal – e só quem perde ente querido sabe o quanto irrita a incompetência dos políticos em coisas aparentemente simples como esta, que tem levado muito maringaense a sepultar familiares em cemitérios de cidades vizinhas. No final de semana, um maringaense ficou indignado ao tentar sepultar um ente querido no cemitério municipal; não há vagas, só para quem não tem condições (e, neste caso, em ossário), não restando outra alternativa a não ser pagar três vezes mais em cemitério particular. A reação foi instantânea quando a pessoa foi informada da situação: “Então vou enterrar no apartamento do Pupin!”. Como diriam os colunistas de antanho: gulp!…

Parque do Japão fechado

parque do japaoDepois que o especialista em turismo foi responsável pelo fechamento de pontos turísticos de Maringá, o não especialista faz o resto do serviço. Leitor do blog conta que no sábado à tarde levou a esposa para conhecer o Parque do Japão. “Chegamos lá às 14h e o parque estava fechado. Em contato com moradores dali, disseram que ultimamente anda sempre fechado. Detalhe: No site do parque não tem nenhum aviso de que estaria fechado; não havia nenhuma placa no portão dizendo o motivo do fechamento. As pessoas chegavam e iam embora frustradas. Ficamos com o Parque do Ingá fechado por um tempão (só abriu por pressão popular), o Horto Florestal há décadas está fechado e agora o novíssimo Parque do Japão também fecha? O que está acontecendo?”, diz, indignado.

Equipamentos hospitalares expostos ao tempo no Hospital Municipal

Hospital Municipal de Maringá
Vários móveis hospitalares estão expostos ao tempo há dois dias no estacionamento do Hospital Municipal de Maringá. Tomam sol e chuva escadas, cadeiras, suportes para soro e até o que parece ser um aparelho de raios-x.
PS – A direção do hospital informou que as intempéries não atingiram os equipamentos, que foram retirados temporariamente, até que se conclua o forro de um depósito do HM. A lona foi colocada por causa da chuva e foi parcialmente tirada pelo vento, mas, garante-se, não houve prejuízo ao material.

Na escuridão

Ciclovia
Boa parte dos 3,6 quilômetros da milionária ciclovia da avenida Mandacaru está às escuras. Breu pior, só o que existe no Contorno Norte.

Levantamento topográfico

Avenida Brasil
Na sexta-feira, mais medições foram feitas na avenida Brasil, em Maringá. Isso lembra o relotamento dos engenheiros da Prefeitura de Maringá e a determinação do capo Ricardo Barros de tornar a avenida Brasil em mão única, em direção ao Aeroporto antigo, por causa do empreendimento com Jefferson Nogaroli, mesmo contra pareceres técnicos, inclusive referentes ao corte dos Ipês que estão no canteiro central.

O CCZ no Dia do Meio Ambiente

ccz
De leitora (postagem que deveria ter sido feita no início da tarde de hoje):
O Hoje é Dia do Meio Ambiente e o Centro de Controle de Zoonoses de Maringá está tentando recolher um cão amarelo, grande, de rua e eutanasiá-lo, como assim foi dito para a protetora que está acompanhando esse animal. Que projeto o CCZ tem para esse cão, além da eutanásia? não deveria castrá-lo e vaciná-lo contra raiva e então aceitar a ajuda das ongs de proteção para ajudarem na adoção do animal castrado e vacinado? Por que a Vigilância Sanitária não quer, por enquanto, falar com as ongs ou aceitar uma parceria, se o único destino que eles podem dar a esse cão é a eutanásia depois de três dias?

Vê se pode…

caminhão
No Facebook, Claudio Correa publicou a foto do caminhão da Secretaria de Serviços Públicos de Maringá, observando as condições: o veículo está rodando sem as setas laterais e com farol quebrado. E pergunta: se o carro fosse do leitor já teria levado multa? Via Radar Maringá.

Um filme de terror

Cine Teatro Plaza
Leitora maringaense diz que presenciou ontem um pouco do descaso cometido com o Cine Teatro Plaza, defronte a praça Raposo Tavares, no centro de Maringá. “Em frente ao teatro sempre vemos muitos moradores de rua dormindo e muito lixo naquele local. Em seguida chegou uma Kombi de apoio à população de rua, que pediu apoio à Guarda Municipal e quiseram levar os moradores de rua para dormir no albergue, mas eles se recusaram e ainda saíram xingando por terem sido “acordados” tão cedo, às 10h da manhã. Além de pessoas dormindo ali, o que também incomoda é a quantidade de lixo que tem por dentro das grades do teatro, o que dá a impressão de abandono e até ouso dizer “filme de terror”. Será que nada pode ser feito para salvar esse patrimônio de Maringá”.
Lixo na praça

Local que deveria ser área de lazer pode dar lugar a novos túmulos

Cemitério municipal
O Instituto Ambiental do Paraná já recebeu o alerta de que a prefeitura e a nova direção do cemitério municipal (Pupin colocou na chefia do local um cargo comissionado que já foi denunciado por concussão pelo Ministério Público Estadual, uma pessoa que ele já havia promovido na famosa interinidade dos 100 dias, ano passado) pretendem aumentar a capacidade do cemitério, um acabado exemplo da falta de planejamento e desprezo pela população. O aumento inclui aquela área na ponta das ruas Saulo Porto Virmond e Mem de Sá (a rua do IML), local que moradores há anos querem ver como uma área de lazer, com quadra poliesportiva, ATI e parque infantil, já que a região teve um grande avanço populacional nos últimos anos (há muitos prédios residenciais por ali). Um morador preocupado também questiona o aspecto ambiental, “pois se houver este novo aumento do cemitério municipal seus jazigos e túmulos  ficarão praticamente a 10 metros de janelas dos prédios circundantes, inclusive havendo risco de contaminação de poços artesianos na região”. Resta aguardar uma posição do IAP.

E lá se vão quatro anos…

Portão 2 do Parque do Ingá
O Portão 2 do Parque do Ingá, o portão da avenida Paissandu, é mais um factoide perfumado criado na gestão Silvio Barros II/Pupin. Foi inaugurado com pompa, com gastos que incluíram uma passarela em ferro. Fechou logo depois. Assim como a reabertura do próprio parque, virou piada.