Má-ringá

O usuário que se dane

Como alguns outros pontos de ônibus de Maringá, este, na avenida Tuiuti, próximo à Alexandre Rasgulaeff, está em más condições. O mato toma conta e não se fala em multa, como a prefeitura anunciou dias atrás.

(Foto Bruno Siqueira)

Discurso e prática

De Lauro Barbosa:

– Dá gosto a gente ouvir o prefeito falar ‘com a boca cheia’, que nunca se arrecadou tanto IPTU como agora. Que os cofres estão até a tampa. Que nossos deputados, estaduais e federais, estão cumprindo com “grandeza e responsabilidade” seu papel, conquistando mais e mais recursos para a cidade. Que tudo está um céu. Uma maravilha. Aí a gente olha para a realidade da cidade e vê outra coisa: buracos se acumulando cada vez mais em quase todas as vias, principalmente no Contorno Sul, que só perde para a Colombo, filas quilométricas nos postos de saúde a espera de consultas e exames especializados, gente roubada e assaltada a quase todo instante por causa da insegurança que campeia solta, árvores condenadas caindo aos montes a cada tempestade, e os pedidos se acumulando na prefeitura, e etc… etc… e etc… Das duas uma: Ou o prefeito é munheca demais e não quer abrir o cofre, ou só está fazendo discurso.

O caos prenunciado

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Uma máquina trabalha na transformação do valorizadíssimo terreno da antiga estação rodoviária de Maringá em estacionamento, a “grande” obra da administração cidadã. Morador da área central observa que  existem vários estacionamentos particulares na região e que, com mais este, o trânsito por ali deve piorar. “Será um caos”, reforça.  Aqui, em melhor resolução.

E pensar que neste país pouco se lê…

O vídeo feito por Rafael Pereira é desanimador, mas, quem sabe?, pode sensibilizar as pessoas sobre o que deve ser preservado e o que deve ser reciclado. Foi feito ontem à tarde, quando ele voltava da casa de parentes e deparou-se com alguns livros em bom estado de conservação dentro de uma lixeira para recicláveis, do lado de fora de um condomínio da rua Martim Afonso, no Jardim Novo Horizonte. Ele conta: “Perguntei aos porteiros de dois condomínios vizinhos, e nenhum dos dois reconheceu a propriedade da lixeira em questão, e portanto nem insisti mais. A lixeira estava trancada com cadeado, impedindo que eu pudesse retirar aqueles livros dali, afinal de contas se estavam no lixo, dificilmente poderiam ser considerados propriedade alheia, não?”.