Meu Diário

In memoriam

Trabalhei 10 anos com Odílio Balbinotti, de 1992 a 2002. Fui seu primeiro assessor de imprensa, indicado que fui pelo saudoso jornalista Waldir Pinheiro. Na foto, Balbinotti e Oscar Batista de Oliveira, que foi chefe da 13ª Ciretran, vereador e diretor-geral da Câmara de Maringá. O momento de alegria entre eles é daqueles que se deve guardar quando se perde bons amigos.

Samurais

Djavan, que fará 77 anos em janeiro, num hotel da cidade, no meio do jornalista e diagramador Roberto de Freitas (Pardal) e Angelo Rigon, nos anos 1980. Não sou de tirar foto com entrevistados, mas essa foi o Pardal que fez questão.

‘Mistura fina!’

A foto acima tem 10 anos e a frase de Vidal Balielo Jr. ao comentá-la no Facebook resume: “Pai, viola e Paranazão. Mistura fina!”. Felizes os que puderam conhecer o grande homem que gostava de música e do rio. Saudades desses tempos…

Eu estava lá

Morreu Ozzy Osbourne, ex-Black Sabbath, o Príncipe das Trevas. Nos dias 16 e 19 de janeiro de 1985 eu estava na Cidade do Rock, no primeiro Rock in Rio, acompanhei e fotografei seus shows. Num deles, jogaram uma galinha, pra ver se ele repetia o que fez com o morcego. Não posso dizer que passo pela vida em vão.

Saudades

Dilma, filha da saudosa Mel (também conhecida por Ximbica), nos fez felizes por longos anos. Ela me escolheu e agora está onde gostava de estar, no ‘sitião’.

Mimos

Ganhei hoje a logo da Jovem Pan, feita em acrílico, do famoso Alexandre Mota, o Carioca, dono da melhor playlist do rádio maringaense e, claro, apaixonado pela JP. Ao fundo, outro presente que preservo: “Millôr Definitivo – A Bíblia do Caos”, que ganhei do também famoso Rogério Rico, em março de 1996.