Meu Diário
Um registro
Hoje fui ao médico, pois a gripe vai completar duas semanas e não quer ir embora. Na sala de espera vi, depois de muitos anos, o sr. Marcos Mauro Penna de Araújo Moreira, que foi presidente do Grêmio de Esportes Maringá quando o time foi campeão estadual pela última vez, em 1977. Em 1997 o Antonio Roberto de Paula fez uma grande matéria sobre os vinte anos de conquista do título, e consegui até colocar um pôster naquela edição da revista Maringá M9; o ex-presidente me ajudou com as fotografias, já que os negativos ninguém sabia onde estavam. Hoje ele está com 85 anos e enfrenta problemas de saúde. Ver o carinho demonstrado pelos familiares para com seu Marcos foi emocionante.
Trocando o notebook
Faltando apenas uma parcela (até agora foram 17!) para pagar do meu notebook mais novo, um Samsung de 1 tera, vou finalmente passar a usá-lo para postar no blog. O antigo, da Intelbras, vai ficar para o entretenimento; está pesado, lento, por mais que eu libere espaço e memória. Pode ser que não, mas, por via das dúvidas, já sofro com a transferência de alguns programas e, principalmente, a dificuldade que vai ser achar algumas senhas.
Para quem não viu
Duas coisas que me chamaram a atenção durante a semana e que muitos amigos não sabiam: a previsão de esvaziamento do Facebook até 2017 (realmente, às vezes é como se fosse a cozinha de uma casa de doidos, onde nada é levado a sério) e a reportagem do SBT sobre o delegado da Polícia Civil que levou uma adolescente ao motel usando carro oficial.
Sábado de prainha
Cena do trânsito de Maceió

Um acidente, há cerca de meia hora, envolveu uma motocicleta e um veículo de passeio, perto do hotel, aqui em Maceió (AL). Uma mulher que estava na carona caiu e chorava muito, deve ter quebrado o braço. Chamou a atenção a impaciência dos demais motoristas com a interrupção parcial da pista para o atendimento da vítima.
Três meses
Hoje faz três meses do atentado a tiros contra a residência em que moro. O principal suspeito está morto, mas o autor intelectual está livre. Até onde sei, o exame de balística para comprovar a suspeita ainda não foi feito; o governo Beto Richa teria dificuldades para fazê-lo. A Criminalística de Londrina teria equipamentos, mas não recursos humanos; a de Maringá teria gente, mas não equipamentos.
Aos navegantes II

Cheguei em Maceió junto com uma boa notícia, relacionada a processo judicial em que o blog foi absolvido. Devido a este motivo de comemoração (muito obrigado, dra. Marta Medeiros), ao reconhecimento da área e ao fato de ter combinado com alguns camaradas de que tomaria uma por eles na Pajuçara às 14h30, as postagens vão demorar um pouquinho hoje. Aqui são agora 14h10, portanto tenho que cumprir o compromisso. Acima, a visão que tenho da praia da sacada de hotel.
Aos navegantes
Aos navegantes
Um mês atrás
Hoje faz um mês que a residência em que moro foi atingida por cinco tiros. Até onde sei, o principal suspeito foi morto dias depois; para confirmar a autoria faltaria ainda o exame balístico, centralizado em Londrina e, por isso, demorado (o Paraná Seguro de Beto Richa é lento). Continuo confiando no trabalho da polícia. A propósito, dentre as inúmeras demonstrações de solidariedade que recebi estão duas de imortais: um, que me enviou uma trova emocionante, e outro, uma oração.
Na Midia & Saúde
A mais recente edição da revista Midia & Saúde, do meu ex-vizinho de sala Alderi Rabêlo, circula hoje e traz uma entrevista de quatro páginas com este modesto blogueiro. E feita pelo grande Messias Mendes. O que querer mais? Só agradecer o carinho e preocupação de todos.
Outro ritmo
Segredo de justiça
No seu site, o jornal Gazeta do Povo publica comunicado com o seguinte teor: “Em respeito a seus leitores, a Gazeta do Povo esclarece que está sendo acionada judicialmente pelo presidente do TJ-PR, desembargador Clayton Camargo. Entretanto, como o processo tramita em segredo de justiça, o jornal não pode se manifestar sobre o assunto.”
O fato me faz lembrar que o ex-presidente da Acim, Ariovaldo Costa Paulo, conseguiu segredo de justiça em processos (foram quatro) contra este modesto blogueiro, em razão de uma reportagem defendendo associados da entidade que ele presidiu por dois mandatos. Por anos não pude tornar públicas as ações, que, bancadas pela entidade, buscavam reparação de suposto dano moral; a decretação do sigilo neste caso não é comum. Vencemos todas as ações.
Era uma vez o Kadafi
Relutei em ter animais depois da morte do Big Boy, dois anos atrás. Mas a Mel, da minha mãe, engravidou e peguei dois irmãos, a Dilma (branquinha) e o Kadafi, o maiorzão da ninhada, nascido de rabo cotó e com carenagem nas patas. Os dois inventaram o MMA de cachorro – fiz algumas imagens, acima. Davam-se tão bem que doía pensar que pudesse um ficar sem o outro. Isso aconteceu por 24 horas, devidamente registradas no blog. Há pouco mais de um mês o Kadafi começou a emagrecer e, por mais tentativas que se fizeram, não resistiu e morreu. O nosso cabrito alegre (ele dava pulos verticais impressionantes) parou de sofrer, usou de sua carenagem para pegar velocidade e foi pular no portão do céu, como me escreveu a Elizângela.
Sanfonas e sanfoneiros
A morte de Dominguinhos, ocorrida ontem, é de se lamentar. Eu me orgulho de ter entrevistado três dos principais sanfoneiros do país, que passaram por Maringá em datas diferentes: Luiz Gonzaga, Dominguinhos e Oswaldinho do Acordeon, que fez uma versão inesquecível de Assim falou Zarasthustra, de Richard Strauss. Uma sanfona que ganhei do meu pai, quando tinha 8 anos, numa caixa linda, aveludada, criou o gosto pelo instrumento.
PS – Zé Roberto Balestra escreveu: “A sanfona sem seu príncipe“.
Nos tempos do Lobo

(Atualizao) Oscar Batista de Oliveira desencavou esta foto, de 1995, no Bingo do Mário Pintado, no bairro Aeroporto, em que entrego o troféu para o centroavante Adriano, do Maringá Futebol Clube, que se sagrou campeão da Segunda Divisão do Paraná. No Facebook, o pessoal passou a dizer que o goleiro era Luiz Fabretti. Em tempo: Vanderlei tinha o apelido de “Feio”.
De volta, felizmente
O blog ficou quase 30 horas fora do ar, o mesmo acontecendo com o blog de Joaquim de Paula, de Paranavaí. Estamos no mesmo servidor, e um problema técnico atravancou a vida dos dois. Felizmente desta vez não teve nada a ver com ataque de vírus, como muitos suspeitaram. Agradecemos a compreensão de todos.
Sobre algo que prometi não escrever
A respeito da postagem abaixo, do Akino Maringá, e o covarde referido (o tal colunista nunca cita a pessoa que agride), farei seu jogo e, sem citar seu nome, espero encerrar esse episódio por aqui – mas preservando seus patrões, um dos quais entrou em contato comigo ontem à noite: o sujeito não é apenas homofóbico, tem uma fixação doentia, pois me persegue há anos. Chegou a assinar um acordo judicial, quando lhe movi um processo, mas nunca cumpriu o escrito; preferi esquecer o fato e ignorá-lo, o que, por sinal, pretendo continuar a fazer depois deste desabafo. Quando terminei um relacionamento, ele escreveu e falou (sempre de forma covarde) que eu não tinha família; quando me casei, entrou em crise, até se armou para me matar, ameaça que fez inclusive ao finado cartunista Lukas. Há uma série de outras bobagens, futricas e ameaças, frutos de pura inveja, protagonizadas pela mesma figura, que prometi esquecer. É o mesmo que abriu espaço para que eu fosse agredido quando ameaçou parar de escrever, jogando a culpa em mim; ele, que dizia que blogueiro era bandido, virou blogueiro. Agora ele insinua, com o aval do veículo em que trabalha, que sou homossexual, como se minha sexualidade fosse fundamental para sua existência. Talvez o Luiz Modesto possa explicar para a personagem em questão o que essa fixação significa; eu imagino. Agora, desabafo feito, voltemos à nossa programação normal.
As cataratas, Deus e políticos
Abelhas na cômoda
http://youtu.be/bQdvok9gKRY4
No final de semana, abelhas entraram num dos quartos da casa da dona Dora, na Vila Santa Isabel, e se juntaram dentro de uma cômoda. Arrepia de ver. Quando pequeno, levei dezenas de picadas de abelhas, em Paranacity, e desde então tenho muito respeito pelo inseto. Aproveitei para fazer o primeiro vídeo com a câmera nova.
Rodoviária virtual
Problemas no blog
Pela terceira vez nas últimas semanas o site foi invadido por um vírus. Todas as providências para que o fato não se repita foram tomadas. Agradeço aos leitores que, preocupados, informaram sobre o que estava acontecendo. O fato me lembrou 2008, quando, segundo um secretário do atual prefeito Pupin, um político teria contratado um rapaz de Curitiba para provocar problemas no blog.
Internet e produção de conteúdo
Hoje tirei um tempinho para mexer com o Facebook, com o qual tenho dificuldades de lidar. Para o blog, que vive de informações, é como o exercício do garimpo. Poucas interessaram e duas chamaram a atenção. Uma era a respeito de uma tal Bolsa Prostituição – uma brincadeira que saiu no blog de Joselito Muller há mais de uma semana e que até agora tem feito muita gente acreditar, inclusive um programa de televisão da TV Tibagi (Rede Massa/SBT). Outra, a respeito de livros didáticos novos queimados numa escola de Maringá, cidade onde até então o esporte da administração municipal era triturar livros velhos. O fato foi veiculado pela manhã no blog de Joice Hasselmann, e no Facebook a chamada trazia a foto do prefeito Pupin à frente de uma escola, como se ele fosse o responsável pelo fato, que aconteceu, no entanto, no Branca da Mota Fernandes, colégio da rede estadual. Ou seja, por mais que os meios disponíveis para comunicação sejam novos e dinâmicos, produzir conteúdo continua a exigir vários ingredientes, que nem sempre se encontra por aí.
Nunca tão em voga
Minha parte
Fiz minha parte. Acabei de fazer um depósito para ajudar João Bombeirinho e sua mãe, Ana, a terem uma estada digna durante o tratamento para transplente de medula óssea em Curitiba, já que o município de Maringá não está fazendo o que deveria.
Duas passagens sobre livros
A história dos livros descartados pela Secretaria de Cultura de Silvio Barros II e Carlos Roberto Pupin, esta semana, me fez lembrar duas passagens de minha vida. Quando, no início da década de 70, a Monareta da Monark era febre entre a molecada; ao fazer 10 anos de idade tive que escolher: ou ganhava uma bicicleta, como o resto dos garotos da quadra da rua Mandaguari, na Vila 7, ou então cinco volumes da Enciclopédia Trópico. Escolhi a enciclopédia (que, no total, tinha 15 volumes). Três anos depois, ao trabalhar com Ferrari Junior na Rádio Cultura AM, minha mãe me deu dinheiro para que eu pudesse trazer, na volta para casa, alguns quilos de feijão. Onde hoje é o HSBC, na avenida Getúlio Vargas, acontecia uma feira de livros usados. Gastei o dinheiro comprando três volumes (todos em estado ruim, um deles sem capa) de uma coleção sobre a história do mundo. Depois, quando caiu a ficha, chorei por ter gasto o dinheiro; me lembro da Maria Cristina e do saudoso Durval Leal me consolando e, claro, me ajudando a comprar o feijão. São duas histórias bobas, mas que mostram a relação que podemos ter com o conhecimento oferecido pelos livros – coisa que muita gente, ignorante, não compreende.
Reflexão sobre as voltas que o mundo dá
Tudo acontece na hora que tem que acontecer. Quem já foi perseguido, pessoal e profissionalmente, sabe o preço que se paga por ter opinião e postura e por muitas vezes defender o que é certo. O preço pode acabar sendo deixar de sonhar. Às vezes parece que a vida mundana nos empurra a ser malandros como muitos. O que nos anima e sustenta, sempre, é que Deus é Pai.
Novidades do tempo frio
1) O crescimento no número de acessos a este modesto blog (quase 20% em um mês) antecede uma decisão que devo tomar nos próximos dias. Recebi convites de dois portais, um deles da capital do estado, que me animaram inclusive a retomar o Twitter o Facebook (hoje, a terceira origem das visitas), o que devo fazer com a ajuda do Rafael.
2) Estou ajudando, como voluntário, a campanha do deputado estadual e médico Dr. Batista.
3) O blog vai abrir espaço para links de páginas de candidatos.
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