Meu Diário

Internet e produção de conteúdo

Hoje tirei um tempinho para mexer com o Facebook, com o qual tenho dificuldades de lidar. Para o blog, que vive de informações, é como o exercício do garimpo. Poucas interessaram e duas chamaram a atenção. Uma era a respeito de uma tal Bolsa Prostituição – uma brincadeira que saiu no blog de Joselito Muller há mais de uma semana e que até agora tem feito muita gente acreditar, inclusive um programa de televisão da TV Tibagi (Rede Massa/SBT). Outra, a respeito de livros didáticos novos queimados numa escola de Maringá, cidade onde até então o esporte da administração municipal era triturar livros velhos. O fato foi veiculado pela manhã no blog de Joice Hasselmann, e no Facebook a chamada trazia a foto do prefeito Pupin à frente de uma escola, como se ele fosse o responsável pelo fato, que aconteceu, no entanto, no Branca da Mota Fernandes, colégio da rede estadual. Ou seja, por mais que os meios disponíveis para comunicação sejam novos e dinâmicos, produzir conteúdo continua a exigir vários ingredientes, que nem sempre se encontra por aí.

Minha parte

Fiz minha parte. Acabei de fazer um depósito para ajudar João Bombeirinho e sua mãe, Ana, a terem uma estada digna durante o tratamento para transplente de medula óssea em Curitiba, já que o município de Maringá não está fazendo o que deveria.

Duas passagens sobre livros

A história dos livros descartados pela Secretaria de Cultura de Silvio Barros II e Carlos Roberto Pupin, esta semana, me fez lembrar duas passagens de minha vida. Quando, no início da década de 70, a Monareta da Monark era febre entre a molecada; ao fazer 10 anos de idade tive que escolher: ou ganhava uma bicicleta, como o resto dos garotos da quadra da rua Mandaguari, na Vila 7, ou então cinco volumes da Enciclopédia Trópico. Escolhi a enciclopédia (que, no total, tinha 15 volumes). Três anos depois, ao trabalhar com Ferrari Junior na Rádio Cultura AM, minha mãe me deu dinheiro para que eu pudesse trazer, na volta para casa, alguns quilos de feijão. Onde hoje é o HSBC, na avenida Getúlio Vargas, acontecia uma feira de livros usados. Gastei o dinheiro comprando três volumes (todos em estado ruim, um deles sem capa) de uma coleção sobre a história do mundo. Depois, quando caiu a ficha, chorei por ter gasto o dinheiro; me lembro da Maria Cristina e do saudoso Durval Leal me consolando e, claro, me ajudando a comprar o feijão. São duas histórias bobas, mas que mostram a relação que podemos ter com o conhecimento oferecido pelos livros – coisa que muita gente, ignorante, não compreende.

Reflexão sobre as voltas que o mundo dá

Tudo acontece na hora que tem que acontecer. Quem já foi perseguido, pessoal e profissionalmente, sabe o preço que se paga por ter opinião e postura e por muitas vezes defender o que é certo. O preço pode acabar sendo deixar de sonhar. Às vezes parece que a vida mundana nos empurra a ser malandros como muitos. O que nos anima e sustenta, sempre, é que Deus é Pai.

Novidades do tempo frio

1) O crescimento no número de acessos a este modesto blog (quase 20% em um mês) antecede uma decisão que devo tomar nos próximos dias. Recebi convites de dois portais, um deles da capital do estado, que me animaram inclusive a retomar o Twitter o Facebook (hoje, a terceira origem das visitas), o que devo fazer com a ajuda do Rafael.
2) Estou ajudando, como voluntário, a campanha do deputado estadual e médico Dr. Batista.
3) O blog vai abrir espaço para links de páginas de candidatos.

Correria

Dia corrido. Retomarei as postagens em breve. É muita coisa para dois ouvidos apenas. Tenho que tomar cuidado com o coração.

Para ficar maluco

Estou há mais de uma hora pendurado no telefone conversando com atendentes da GVT, tentando fazer instalar um pacote que me venderam há mais de duas semanas. Deveriam colocar psicólogas para atender os clientes, pois é fácil de ficar fora de esquadro depois de tanto tempo no telefone, repetindo toda a história, CPF, endereço…

Data errada

O Diário publicou hoje, numa série de matérias antigas, uma enquete sobre Getúlio Vargas onde este blogueiro foi ouvido, aos 14 anos de idade; juro que não me lembrava de ter sido ouvido. A ideia é interessante, mas o jornal errou a data: publicou que a enquete foi publicada em 1974, quando ela é de 1976 ou 1977. Em 74 eu tinha 12 anos de idade.

Maria Rosa Rigon

Faleceu agora à tarde minha tia Maria Rosa Rigon, filha do seu Camargo, mãe do Flávio e do Fábio. Ela estava hospitalizada havia alguns dias. Tia Maria Rosa era de Ourinhos (SP), onde ela e meu padrinho de Crisma, já falecido, tio Angelim, se casaram. É a vida, mas…

Meu presente


Comprei um iPig ontem, na Mega Store. Recomendo. Ouvindo agora Free (“All right now”). E vai servir de amuleto para o Palmeiras ganhar no domingo.

Troca de anos


Ontem foi meu aniversário e fiz ravioli de carne para comemorar. Arrematei o prato, à noite, frio, para lembrar uma vez que o Zeca Corrêa Leite me matou a fome, em Curitiba, com esse pastel. Gostei da passagem deste aniversário (49 anos, “jovem ainda”, como diria Milton Seixas) por ter recebido telefonemas e e-mails de pessoas que marcaram minha vida e algumas com as quais dividi parte da minha; significa que não sou tão ruim assim. Agradeço a todos pelas manifestações (o Paulo Vidigal deu até nota no blog dele, assim como o Agnaldo), à Toninha Siqueira, minha colega de natalício, e aos que por esses dias também fazem aniversário, como a Rosi Diniz, aniversariante desta terça-feira.

Eu e o prefeito em Campinas

Ontem à tarde, em Viracopos, entretido na leitura dum livro, só percebi o cutucão no ombro e um homem falando: “Aquele cartão ali no chão, é seu?”. Olhei primeiro para o cartão, para uso em telefone público, certamente usado, e em seguida me virei para a pessoa: “Não, alguém deve ter jogado”. E aí me deparo com o prefeito – este prefeito.

Comelli, técnico do CRB

Paulo Comelli
Este é Paulo Comelli, 51, técnico do CRB, de Maceió. Chegou em Maceió na segunda quinzena de setembro. Era conhecido como Paulinho Comelli quando foi técnico do Grêmio Maringá, no início dos anos 90, época em que o clube era presidido por Valdomiro Meger e tinha como diretor de Futebol o médico Julio Meneguetti. Ele estava no Remo quando foi chamado para levantar o time regatiano.

Torço para o CRB desde que vim para Maceió pela primeira vez; a sede do clube fica perto da pousada em que costumo ficar e seu mascote é o Galo – o de Campina, daí o vermelho e branco.

Memorial Teotônio Vilela

Memorial Teotônio Vilela
Este é o Memorial Teotônio Vilela, projeto de Oscar Niemeyer, localizado na Paçujara, em Maceió. O espaço é pequeno, e abriga uma linha do tempo, com fotos do senador, seus famosos óculos, bengala e chapéu, além de frases ditas durante sua vida.

Mezzo casa, mezzo calçada

Mezzo casa, mezzo rua
Em Maceió, dado ao tamanho das construções, muitos carros não cabem na garagem. O que se vê na foto é comum por aqui: o portão é fechado com uma corrente comprida, pois parte do veículo fica no passeio público.

Padim Ciço

padrecicero
Padre Cícero está em todo o lugar aqui em Alagoas. O cearense dá nome aos mais variados tipos de comércio e sua imagem está por todo o canto. Hoje estive numa clínica de equoterapia onde havia pelo menos três imagens dele. Clique para ampliar.

Dilema

Pajuçara, Maceió
Estou aqui pensando se vou à praia, se vou dar umas bandas de Celta ou se ficarei enfurnado no quarto limpando meu Gmail que entupiu de novo…

Balança

Voltei aos 76 quilos. Falta um para atingir a meta. Comi um espetinho de charque, tomei duas cervejas e devorei duas pipocas Bokus para comemorar.

Sábado de sol

Postagens, só daqui a pouco. Virei a madrugada vendo o Rock in Rio pela TV e lembrando de 26 anos atrás. Terminei a revista e a praia que se cuide.

Quinta-feira

Dia de novo PMDB em Maringá, dia de ficar de prontidão. Diz-se que Umberto Crispim está irritado,
Por aqui, dia de fim de trabalho. Fazia tempo que não gerava PDF para revista; a cada uma, aprendo alguma coisa.

Balança

A balança do Bompreço me deu uma boa notícia: estou abaixo de 77 quilos, finalmente. Para quem chegou em Maceió beirando os 80, há três semanas, está bom. Agora, segurar um pouco mais a boca e seguir rumo aos 75.

Sexta-feira

Hoje é feriado em Maceió. E está quase na hora de comer acarajé. Antes que tenha um infarto com o site e seu banco de dados muito louco.

Boa música de graça

A duas quadras da pousada, na orla da Pajuçara, tem show, de graça, de Zeca Baleiro. O espetáculo é por conta do aniversário de um colégio. Antes, tem Eliezer Setton, Mano Walter e Los Borrachos. A estrutura do palco chama a atenção. Já vou lá.

Relato da sexta

Está em andamento a mudança de provedor (estou de saída do UOL). Agradeço a todos que estão colaborando para a mudança. Estou terminando a primeira etapa do trabalho aqui em Maceió, mas devo ficar para assistir o jogo beneficente que trará Romário a Alagoas. Um time de amigos dele enfrentará os amigos da deputada Rosinha da Adefal, que tem entre seus assessores o camarada Carlos. Sem contar que em Maringá o dia não foi lá essas coisas, e por aqui o sol domina.