Meu Diário
Em Caraguá
Bombas
Canafístula, 9 anos

Este aí de cima sou eu, o blogueiro, dias após ter sofrido uma cirurgia cardíaca, em 2007. Acreditaram que nesta situação os homens mandados pelo prefeito de Maringá não teriam coragem de cortar uma canafístula de 120 anos. Ledo engano.
Aproveitando o Dia do Meio Ambiente, uma postagem para novo registro da história, dedicada em especial a todos os envolvidos nela – em especial o ex-prefeito Silvio Barros (PP), que mandou pôr abaixo, em novembro daquele ano, uma árvore centenária numa casa construída em 1945 pelo primeiro prefeito de Maringá.
Infelizmente muitas fotos perderam-se porque estavam num serviço gratuito que fechou, mas ainda há outras e vídeos produzidos na época. Segue:
Continue lendo ›Aos navegantes
Homens e animais
Banho-protesto
Sentindo na pele
O tempo passa
Nas mãos da GVT

Na semana passada minha internet deu problema, e a GVT programou para ontem a visita técnica para fazer o reparo. Ontem a situação ficou crítica, o sinal sumiu de vez à tarde – e nada da GVT cumprir o combinado, que seria até as 18h, o que me obrigou a ficar à disposição dela durante todo o dia.Continue lendo ›
Mococa
Mar, ô mar…
Trindade
Morro de Santo Antonio
Em Caraguá
Assuntos do Nordeste
Duas chamadas de capa do Diário do Nordeste, principal jornal de Fortaleza (e que mudou a logo), no último dia de férias no Ceará: os pedidos de seguro-desemprego caíram 48% no mês passado; por falta de água, a safra de grãos no estado este ano terá redução de 78%.
Em Jeri
Litoral nordestino
Na dita cidade verde…
Uma das lembranças que tenho da praça Napoleão Moreira da Silva – que JC Cecílio considera a mais bonita do Paraná – reavivou hoje, quando passei por lá. Lembrei-me da grama entre as placas de concreto da parte mais alta da praça; era uma grama fofa, verdíssima, que sobressaía no cimento e permitia que a criançada corresse sem muito medo de cair. Pois a grama foi substituída por mais cimento, na gestão do irmão mais velho, Silvio Barros II (PHS), o homem da canafístula. Pensa numa tristeza invadindo o coração…
Luta não é poupança
Fui fã do cartunista Ziraldo, que esteve ontem em Maringá, fã de colecionar tudo o que ele produzia, de ter pôster autografado e de chegar a visitá-lo em seu apartamento, no Rio de Janeiro, no longínquo 1980. Até o episódio da chamada bolsa-ditadura. Sobre a qual escreveu Reinaldo Azevedo, em 2010: “O cartunista Ziraldo, que ficou rico com o jornal Pasquim, recebeu R$ 1 milhão a título de pagamento retroativo e tem pensão mensal de R$ 4.375. Por quê? Jaguar, seu amigo e sócio, não ficou tão rico porque, confessadamente, diz ter bebido tudo o que ganhou. A ditadura proibia as pessoas de dizer certas coisas, é verdade. Mas não impunha a ninguém que bebesse a própria fortuna. Millôr Fernandes, que também foi do Pasquim, não pediu indenização e afirma que luta contra a ditadura não era poupança”.
Dia amarrado
Descobri porque esta segunda-feira tem sido tão estranha, travada, errada pra mim. Faz um ano dos tiros. A propósito, a polícia não descobriu o autor. Mas o blog, sim. E segue o jogo.
Adorno Reis – 1
Ao lamentar a morte de Damião Adorno Reis, 65, ocorrida no final da tarde de ontem em Maringá, muita gente se preocupou com os animais que ele criava, em seu comércio de botijões de gás, na rua Antonio Carniel, no Maringá Velho. No blog, a presidente da Sociedade Protetora dos Animais de Maringá, Maria Eugênia Moreira Costa Ferreira, informou que a entidade – que chegou a ser presidida por ele, num curto período – vai ajudar no encaminhamento dos animais. Adorno, que foi dono da SKM e da Casa do Lanche, era figura muito ligada ao esporte maringaense, tinha muitos amigos e principalmente adorava seus animais, que com ele tinham tratamento de primeira. Conversei com ele por duas vezes na semana passada; estava revoltado com uma matéria que havia saído num jornal local sobre as doenças que pombos transmitem aos humanos. “E os humanos? Eles são muito mais nocivos para transmitir doenças e fazer o mal”, reclamou Adorno, que diariamente levava milho para os pombos da praça Raposo Tavares.
Adorno Reis – 2
São várias as histórias em torno de Adorno Reis, sepultado nesta tarde. Todas mostram bem o quanto ele prezava os animais. Desde retirar a formiguinha que se afogava na água do banho até ir à delegacia registrar queixa contra o prefeito (Silvio Barros II, que havia apoiado, inclusive), porque ele não tinha uma política séria de atendimento aos animais de rua. Adorno sempre carregava ração em seu carro para alimentar os cães; quando via cães seguindo uma cadela no cio, descia, pegava o animal e levava para a castração, para só então devolvê-lo à rua. Uma vez parou um carroceiro que usava um cavalo sem ferraduras e não teve dúvidas: apresentou-se como fiscal e deu prazo (curto) para que o problema fosse resolvido. E foi. Em seu carro sempre havia ração; e cães e gatos devolviam a ele esse amor, que não se mede, que não se repetirá mais.
Umuarama completa 59 anos nesta quinta
Aos navegantes
Copa do Mundo 2014
Caso Vartanian: Google retira postagem

O médico José Guilherme Vartanian, conhecido aqui por causa de um jovem da família Kawamoto que trabalhava no Japão e morreu quando passava o final de ano com a família em Maringá, conseguiu que o Google retirasse do meu blog antigo uma postagem de abril de 2008, poucos dias antes do STJ julgar a extinção de sua punibilidade, por prescrição. Antes, de comum acordo, promovi alterações em algumas postagens e outras acabaram retiradas, tudo por causa da expressão “matou a chutes”. O blog antigo está no Blogger, que pertence ao Google. Há algum tempo textos do blog foram usados (e alterados) e virou uma infestação por e-mail. Quem quiser saber detalhes do fato pode acessar esta matéria de Roberto Silva em O Diário, que diz no lead que o então estudante de Medicina “em janeiro de 1993 matou, a chutes, o dekassegui Marcos Takashi Kawamoto, 20, de Maringá”.
Marco Beschizza

Com Marco Antonio Beschizza (foto), que morreu no último dia 7, aprendi a fazer revista. Fiz dezenas com ele, na maioria das vezes incluindo a diagramação, fotografia e texto. Duas em particular nos deixaram bastante contentes: a com a bailarina Andrea Luz, que resultou em entrevista ao Jô Soares, e uma para a Amusep, a primeira de 68 páginas totalmente em cores produzida inteiramente em Maringá. Marco deixa saudades.
Quinta-feira corrida
Agenário Victor Batista
Foi sepultado no final da tarde de hoje, no Cemitério Parque, em Maringá, o corpo do cirurgião plástico Agenário Victor Batista, falecido aos 67 anos de idade, no Hospital Paraná. Dr. Victor tinha clínica na avenida Tiradentes. Dele guardo um episódio: em 1994, quando sofri acidente automobilístico e tive fratura de crânio, ele fez todos os preparativos para a cirurgia plástica, com direito a enxerto, mas naquela semana faleceu um parente seu em Minas Gerais. Ao retornar, uma semana depois, dr. Victor constatou que o ferimento na minha cabeça havia se fechado mutio bem com a medicação, o que me levou a desistir da cirurgia. Ele atuou por cerca de 30 anos em Maringá e lutava contra um câncer na próstata,
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