Midia

Pan News às 7h20

A primeira edição do Pan News, noticioso local e regional da Jovem Pan Maringá (101,3 FM), a rádio que virou TV, vai ao ar a partir das 7h20, com apresentação de Paulo Caetano e comentários de Agnaldo Vieira, Luiz Neto e deste jornalista. Para ouvir, clique aqui. Para acompanhar em vídeo, clique aqui.

Pan News às 7h20

A prefeita de Presidente Castelo Branco, Gisele Potila Faccin Gui, será a entrevistada do Pan News, que começa às 7h20 na Jovem Pan Maringá (101,3 FM), a rádio que virou TV. Ouça aqui. Para acompanhar em vídeo, clique aqui.

Pan News às 7h20

Às 7h20 começa a primeira edição do Pan News na Jovem Pan Maringá (101,3 FM), a rádio que virou TV, com notícias locais e regionais. Ouça aqui. Para acompanhar em vídeo, clique aqui.

A filha do filósofo

A TV Democracia, do jornalista Fabio Pannunzio, entrevistou hoje Heloísa de Carvalho, filha mais velha do autoproclamado filósofo Olavo de Carvalho, guru do presidente Jair Bolsonaro, autora de livro que está sendo lançado sobre seu pai.

Os números do INSS

Thiago Resende e Bernardo Caram, da Folha de S.Paulo, informam em reportagem que o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) tem um atendente para cada 3.100 segurados, enquanto o RH do Executivo federal tem um para cada 40.

A aposentadoria, no serviço público, sai em 15 dias; no setor privado, a espera é de 125 dias, com fila de 1,3 milhão de pessoas.

A falta de pessoal é apontada como uma das razões para a fila de espera por aposentadorias e benefícios do INSS, como auxílio-doença.

Cerca de 1,3 milhão desses pedidos aguardavam, em dezembro, a análise havia mais de 45 dias, descumprindo o prazo legal para resposta. Leia mais.

Munição de ninguém

De Cecília Oliveira, na newsletter do The Intercetp Brasil:

A quem interessa acabar com a numeração de munições no Brasil? Ao crime, com certeza, sim. Pois é exatamente isso que o deputado Alexandre Leite, do DEM paulista, está tentando fazer: ele defende um projeto de lei que prevê eliminar a regra que obriga polícias e Forças Armadas a comprarem munições com marcação de lote. A marcação é isso aqui:

O cartucho acima, por exemplo, nós recolhemos quando rodamos as ruas do Rio depois de tiroteios. Ele é do mesmo lote que matou Marielle. Como sabemos? Ora: porque a marcação existe.

Qual o impacto real da extinção dessas numerações?

Imagine que poderíamos simplesmente deixar de saber, por exemplo, que as balas que mataram Marielle Franco e Anderson Gomes vieram de um lote vendido para a Polícia Federal em 2006. E que as balas desse mesmo lote também foram usadas na maior chacina de São Paulo, numa disputa entre traficantes – ambas em 2015 – e num assalto no interior da Paraíba.

Como é que essa munição, que é de responsabilidade da Polícia Federal, foi parar nesses lugares?

Este tipo de informação pode sumir. E a quem interessa que não saibamos de onde vêm estas balas, para quem foram vendidas, onde deveriam estar?

O PL 3.723/2019, que incluiu o fim das marcações, foi enviado ao Congresso por Jair Bolsonaro após a derrubada de quatro dos oito decretos sobre armas que chegaram a vigorar em 2019 – o que o Ministério Público Federal chamou de “caos normativo”.

A medida que anula a obrigação da munição marcada, no entanto, passou de maneira discreta pela Câmara dos Deputados em novembro passado, tramitando com urgência. Três normas foram incluídas na calada do dia anterior à votação: o que significa que os deputados não tiveram tempo hábil para destrinchar seus efeitos práticos.

O intuito era aumentar o volume de munições que poderia estar em um mesmo lote – o que já seria horrível –, mas o deputado Leite substituiu um trecho que invalida o artigo 23 do Estatuto do Desarmamento – e, com isso, tirou a obrigatoriedade da marcação das munições. Se foi astúcia ou uma cabeçada, não saberemos. Hoje em dia, pode tranquilamente ser qualquer uma das duas coisas.

O projeto enviado por Jair deveria determinar as regras para o porte de armas dos colecionadores, atiradores desportivos e caçadores, os chamados CACs. Mas o deputado paulista deu essa ajudinha – a quem?

Na nossa reportagem do ano passado, quando explicamos que recolhemos 137 cápsulas em 27 bairros do Rio para entender de onde vêm as balas, mostramos que a maioria delas (94) foi fabricada aqui no Brasil.

Identificamos, por exemplo, a origem de um cartucho disparado no dia 3 de julho de 2018 em um tiroteio entre policiais da UPP de Manguinhos, na zona norte do Rio, e traficantes do Comando Vermelho. O projétil faz parte do lote BNS23, comprado pela Marinha em 2007. Mas não havia operação da Marinha ali, e eles disseram que não houve extravio desse lote. Então, como isso foi parar lá?

A gente precisa dessa informação para saber quem matou quem, e com uma munição que deveria estar… onde? Foi roubada? Vendida? Extraviada? Desviada? Contrabandeada?

No fim do ano passado, eu entrevistei o Levi Inimá, tenente-coronel reformado do Exército e autor do livro “Balística forense: do criminalista ao legista”. Ele me disse: “Quando a polícia mata, ela desfaz o local do confronto e finge prestar socorro”. Levi fez incontáveis perícias. O deputado paulista Leite quer facilitar o trabalho sujo deste tipo de policial denunciado por ele?

Nós não podemos abrir mão desse tipo de informação em um país onde cerca de 43 mil pessoas são mortas por armas de fogo anualmente e onde o índice de elucidação de homicídios é baixíssimo.

De novo: a quem interessa não saber de onde vêm e para onde vão – ou deveriam ir – essas munições? Vocês podem perguntar ao deputado Alexandre Leite.

Aqui está seu e-mail: dep.alexandreleite@camara.leg.br

Aqui está o telefone de seu gabinete: (61) 3215-5841.

Semanário noticia oficina do MDB

O jornal Impacto Paraná desta semana aponta a possibilidade de mudanças no secretariado do governador Ratinho Junior. Algumas peças seriam movidas; as mudanças atingiriam, segundo soube o blog, até cinco secretarias.

O jornal – que pode ser acessado aqui – traz na página 5 notícias de Maringá, entre elas a de que a Fundação Ulysses Guimarães, do MDB, realizará oficinas para os pré-candidatos do partido. Aqui, o encontro será coordenado pelo vice-prefeito Edson Scabora.

Biatto no Pan News

Hoje, na primeira edição do Pan News, que começa às 7h20 na Jovem Pan Maringá, o entrevistado será o secretário municipal de Saúde, Jair Biatto.

Depois, às 9h, ele estará na sala de reuniões do paço municipal para apresentar as medidas já adotadas de prevenção e combate à dengue “e ouvir a comunidade para reforçar e ampliar as estratégias de ações contra a doença”.

“O município decretou guerra à dengue e a cada dia cerra fileiras no combate ao mosquito transmissor da doença, com ações pontuais de prevenção, como ‘arrastão’ para recolhimento de bens inservíveis, ampliação do horário de atendimento em unidades básicas de aaúde, distribuição de material informativo e ciclo de palestras na rede municipal de ensino. A proposta da reunião é reforçar essa agenda, conectando ideias da sociedade organizada para fortalecer o pacto contra a dengue”, diz texto distribuído pela prefeitura.

O blog faz sua parte, reproduzindo pela terceira vez foto de uma montanha de entulhos na rua das Acácias, no Borba Gato, deixada na calçada por ex-moradores. Há de tudo ali. Como os apelos para que o poder público resolvesse a situação, o blog pede publicamente ao secretário de Saúde que encaminhe a demanda.

Tudo para atender o Observatório

O Observatório Social de Maringá, que quando se chamava SER teve como primeiro ato processar jornalistas e não agentes públicos, solicitou toda a documentação sobre os gastos da prefeitura com publicidade em 2019.

Lembre-se que a atual administração só conseguiu realizar concorrência para publicidade no início do ano passado, depois de dois anos e meio sem gastar um tostão com veículos de comunicação.

Além do tempo e do trabalho de servidores (o processo está disponível na internet ), o pedido consumirá cerca de mil páginas.

Pena que o OSM não mostrava tanto interesse de fiscalização na época em que a prefeitura gastava milhões, com direito a decisões salomônicas beneficiando agências de propaganda.

Dengue: Volpato defende multa para ‘sujismundos’

O prefeito de Sarandi, Walter Volpato, voltou a enfatizar a necessidade de cidadania por parte das pessoas que não fazem sua parte no combate à dengue. Ele pensa em enviar projeto aos vereadores estabelecendo uma multa maior a quem não cuida de seus imóveis. No final de semana a cidade realizou uma grande ação contra o mosquito.

Dicas para Glenn

Celso Daniel, em 1988

O jornalista e escritor Larry Rohter, ex-correspondente do New York Times no Brasil e que Lula quis deportar após um livro que citava sua predileção pelo álcool, em trecho de artigo na Época diz ter dicas para Glenn Greenwald :

Olha, se Glenn deseja investigar um escândalo ainda maior do que a aparente conivência entre Moro e Deltan Dallagnol, tenho uma sugestão. O sumo mistério político brasileiro do século XXI continua sendo o assassinato de Celso Daniel, prefeito de Santo André e coordenador da campanha de Lula, em 2002. Quem o matou e por quê? Sempre sustentei que a verdadeira razão pela qual Lula tentou me expulsar em 2004 era que o PT sabia que eu estava investigando o caso: numa entrevista a mim, um dos irmãos do prefeito havia citado Gilberto Carvalho e José Dirceu, assessores íntimos de Lula, como chefes de um esquema de corrupção maciço de arrecadação de fundos. Isso bem antes do Mensalão ou da Lava Jato.

Talvez Glenn não tenha ouvido falar do caso, sendo que o assassinato de Celso Daniel ainda incomoda — e quiçá implica — alguns dos correligionários dele. Mas o caso permanece sem resolução, assombrando a política brasileira, e como tal deve chamar a atenção de qualquer repórter que se preze de fazer jornalismo investigativo.

Glenn, se você topar investigar, se tiver a coragem de contrariar os interesses de seus companheiros, me ligue e eu atendo. Tenho dicas para você.

Maurício Borges fala da morte de Magó

O publicitário Maurício Borges foi o entrevistado da primeira edição do Pan News, na Jovem Pan Maringá, e falou da morte de sua filha, a bailarina Maria Glória, assassinada domingo passado em Mandaguari.

Esclarecedora e imperdível, a entrevista serviu também para detalhar a bandeira de Borges daqui para a frente: o combate ao feminicídio. Amanhã às 16h, na praça da Catedral, haverá uma grande manifestação contra a violência contra a mulher, que culminará com a celebração de missa de sétimo dia de Magó, às 19h30, na Catedral.

Deu polícia na praça

No início desta tarde deu Polícia Militar na praça Pio XII, conhecida como praça das Antenas, nos altos da Zona 5, em Maringá.

Seria algo a ver com a RTV Canal 10, pois lá estavam o ex-proprietário João Cioffi e o pastor Sandro, representante da Igreja Batista Renovada, que adquiriu a emissora há algum tempo. Na praça ficam as torres das antenas e parte dos equipamentos de transmissão das emissoras de televisão da cidade. (Atualizado)

O tempo estava meio quente.

Pan News às 7h30

Começa às 7h30 a primeira edição do Pan News na Jovem Pan Maringá (101,3 FM), com notícias locais e regionais, com apresentação de Paulo Caetano. Ouça aqui. Para acompanhar em vídeo, clique aqui.

Hospital voltará a atender pelo SUS

Ex-prefeito de Mandaguaçu, José Antonio Gargantini falou hoje, em entrevista ao Pan News, sobre a grande possibilidade de o Hospital São Lourenço reabrir o atendimento pelo sistema público de saúde nos próximos dias.

Gargantini disse que não quer saber mais de disputar cargos políticos e que em outubro de 2019 desfiliou-se formalmente do PSDB.

Confira a entrevista:

É daqui, mas…

Gente da mídia tradicional pede para registrar: a Cocamar continua prestigiando publicações de fora (acima, um jornal de Londrina), afastando sua identidade com a cidade onde nasceu.

Jornalismo de excelência

Editorial darevista Veja desta semana:

O que vem sendo chamado de “era digital” tem um sinônimo incontornável: “era da informação”. Em nenhum outro momento da história humana foi possível saber com tanta facilidade — pela tela do celular, por exemplo — o que está ocorrendo em qualquer ponto do planeta. Ao contrário do que se poderia supor, o fenômeno, creditado, com razão, à internet, não traz apenas benefícios aos meios de comunicação; na verdade, impôs a eles desafios monumentais. O maior é que continuem imprescindíveis para o seu público, diante da avalanche de notícias postas em circulação por um sem-número de agentes e de interesses às vezes inconfessáveis, disso decorrendo a explosão das fake news.

Para enfrentar o novo cenário, VEJA se vale daquilo que a transformou na mais influente revista do país: o jornalismo de excelência nas diversas plataformas que levam sua marca. Reflexão a respeito dos fatos e revelações de interesse público sobre os poderes que movimentam a sociedade (os “furos”, no jargão da imprensa) estão no DNA das reportagens de VEJA, que, em sua natureza interpretativa, abrigam informação e opinião.

É com esse norte que, na presente edição, a revista se debruça sobre um variadíssimo leque de assuntos. No âmbito político, analisa o imbróglio surgido depois que o agora ex-secretário de Cultura Roberto Alvim divulgou um vídeo em que flertava com o nazismo, desencadeando uma crise que ecoou muito além de Brasília. No plano da economia — a face boa de um governo que notadamente comporta luz e trevas —, VEJA mostra como o ministro Paulo Guedes buscou difundir no Fórum de Davos, na Suíça, a ideia de um Brasil aberto aos investimentos estrangeiros. No campo da música, a revista faz uma detida radiografia do sucesso empresarial de Anitta, a prima-dona do funk.

Mas duas reportagens de saúde merecem destaque neste número. A primeira aborda a ameaça do coronavírus que apareceu na Província de Wuhan, na China, e, ao provocar mortes, começou a espalhar pânico em outras regiões. A segunda traz uma ótima notícia: as novas formas de tratamento do câncer estão contribuindo para derrubar a quantidade de óbitos provocados por ele — isso em um nível jamais visto na medicina —, na contramão do estigma representado pela doença. Saúde, a propósito, é tema recorrente em VEJA, que se tornou referência na cobertura do assunto graças à sua apuração atenta dos avanços nessa área. Na era da informação, o conhecimento transmitido com responsabilidade e rigor é um ativo fundamental para o cidadão. Entregar tal tipo de conteúdo regularmente a seus leitores — e representá-los na defesa incondicional da democracia — é a razão de ser da revista.