Opinião

Não encanta mais

botocorderosa

Do leitor:

Em meio a variados frutos e espécies da fauna marinha utilizados como iguarias à mesa e servida excepcionalmente a grupos seletos detentores de finos paladares em comemorações em geral, nessas ocasiões um assunto proibido tem a ver com um exemplar de outra espécie (de água doce) em extinção, portanto, não levada à mesa, pois pode causar desconforto. Continue lendo ›

Quantos CCs terá a gestão Ulisses?

Ulisses Maia

Na campanha ele falou em 150 no máximo, isto é fato. Mas pode ser bem menos, menos que 100, penso.
Se a ideia for acabar com com clientelismo, com os cabos eleitorais pagos com dinheiro público, com acertos com vereadores que indicavam pessoas de suas confiança, sem necessidade, o número poderá ficar entre 50 e 100, como é em Londrina. Continue lendo ›

Quanto custará cada gabinete de vereador?

Fachada da Câmara

Falamos dos vereadores de Maringá.
Se não forem alterados o número de assessores e os salários vigentes, hoje em quatro por gabinete, sendo um chefe de gabinete R$ 7.683,81; um assessor parlamentar R$ 6.211,43; e dois assessores de gabinete R$ 4.693,09, cada um, o custo final, entre salários e encargos, mensalmente, será de R$ 31.429,88 só com assessoria.Continue lendo ›

Subsídio de vereador não muda

cifrão

Depois de uma iniciativa demagógica do vereador Luizinho Gari, que propôs reduzir os salários dos vereadores em Maringá, e que nem foi votada por vício de origem, não mais se falou no assunto e não dá mais.
Portanto, o subsídio (salário) dos vereadores de e Maringá, para a próxima legislatura, continuará em R$ 8.697,21. Continue lendo ›

Cai o número CCs na PMM

torneira

A posição em 31 de outubro passado era de 117 CCs servidores efetivos e 316 de fora do quadro, totalizando 433. Este número cresceu em novembro, com as novas nomeações. Enquanto quase todas as prefeituras exoneram CCs, a Prefeitura de Maringá nomeia novos, certamente, não por necessidade do serviço, para atender interesses eleitorais.
Alino Rebouças, colaborador

Em ano santo de misericórdia…

divino espirito santo

Do leitor:

Num ano onde a Igreja Católica anuncia o Ano Santo da Misericórdia decidido pelo papa Francisco a Igreja católica de Maringá parece se posicionar contra as decisões superiores.
Observa-se a disparidade entre o que a Igreja Católica na figura do seu pontífice decide para a humanidade e os fatos que acontecem aqui.Continue lendo ›

Assessor de coisa nenhuma

CC

Aprendi em 1973, salvo engano com o pessoal do Pasquim (lembram ?), a expressão ‘aspone’, que significa assessor de p* nenhuma, mas em respeito aos leitores mudei o título.
Assessor de coisa nenhuma, assim podemos classificar, se não a totalidade, 99% dos Assessores I, II, II e IV, cargos criados no final de 2012 e que durante 4 anos consumiram muito dinheiro do contribuinte maringaense.Continue lendo ›

Acabará a farra de assessores

Com a posse de Ulisses, e o fim da administração Pupin/Barros, acabará uma verdadeira farra com o dinheiro do contribuinte maringaense, que é a nomeação e pagamento de salários de CCs, em cargos denominados Assessor I, II, II e IV, criados para dar salários R$ 7.140,83, R$ 4.509,89, R$ 3.163,43 ou R$ 1.970,82, a critério dos donos da cidade, de plantão ora Ricardo Barros, Silvio II, dizem que até Dona Luiza Pupin e o prefeito Pupin, além de outros outros.Continue lendo ›

Por que tantas nomeações agora, Pupin?

paço

Fizemos um levantamento e encontramos 307 nomeações de concursados para Seduc, de julho a outubro 2016. No mês período, aconteceram 135 exonerações. Ou seja, houve um acréscimo de apenas 172, média de 43 por mês. A se confirmar que nos meses de novembro e dezembro seriam nomeados 800 concursados, o prefeito precisa explicar muito bem, pois tudo indica que seria mesmo para complicar a gestão de Ulisses.
Alino Rebouças, colaborador

Uma promoção que precisa ser explicada

pupin-juliana

Até o último dia 31 de outubro, consta no Portal da Transparência da PMM que Juliana Rosa Bogo Braz era diretora de Escola-CMEI, com função gratificada.
Servidora desde 14 de março de 2000, tem um salário base de R$ 1.802,18, para 20 horas semanais, e recebeu brutos R$ 4.860,00, no mês setembro. A partir de 1° de novembro, foi exonerada do cargo que ocupava e nomeada como CC, para Assessor I, com salários de R$ 7.140,83. Como explicar esta promoção?Continue lendo ›