
Na crise da água, em janeiro deste ano, descobrimos que tanto ela como a Secretaria de Saneamento Básico, não serve para nada. Na época, pelo menos a AMR, não tinha custo, pois o cargo de superintendente era acumulado por Manzato, sem remuneração.
Pois agora conta com um superintendente – Adolfo Cochia Junior – e um diretor geral, Rogério Malheiros Guedes, custando aos contribuintes maringaenses entre salários e encargos algo em torno de R$ 25.500,00 mensais, ou R$ 306.000,00, no ano, ou ainda, se continuar na próxima gestão, em 4 anos R$ 1.224.000,00, aproximadamente, só em salários para os dois servidores.Continue lendo ›