Opinião

Falou tudo

Da Regina Marazaki, a Regina Zeladora da Câmara de Maringá, sobre o Mega Feirão do Brás:

Aí o maringaense enche uma carriola de goiaba para vender vem mais de 10 guardas municipais e os fiscais da prefeitura e levam tudo. E quando os maringaenses reclamam dessa atitude, eles dizem que não pode, que os comerciantes reclamam, que eles não pagam impostos. Aí vem um bando de comerciante de fora, com apoio de alguém, pois sem que fosse permitido eles não viriam, se instalam sem pagar nada, a não ser o aluguel do terreno, aí a prefeitura, seus fiscais e a guarda municipal não fazem nada?

Domicílio eleitoral

Do advogado Anderson Alarcon:

anderson alarconA advocacia é meu sacerdócio. A defesa, minha paixão. Após semana de dedicação exclusiva aos escritórios e a nossos clientes, estou concluindo um parecer sobre a comprovação do domicílio, para fins eleitorais. Estamos com um caso, de uma comunidade assentada há vários meses numa cidade, em que as pessoas, apesar de domiciliadas naquele local, não se encontram em condições dignas de moradia, desprovidas de energia elétrica e água encanada regulares, o que não lhes faz possuir, portanto, comprovantes de endereço (contas de consumo de água, luz, telefone etc). Baseado na falta destes comprovantes, o cartório eleitoral local se recusa a regularizar seus títulos. A prefeitura e delegacia permanecem inertes no fornecimento de declaração de domicílio. Mas e aí, o que fazer? Há saídas? A resposta é sim.Continue lendo ›

A vez dos ‘bate-pau’

Mais de dez seguranças particulares teriam sido contratados pela chapa 1 para acompanhar a eleição no Sindicato dos Servidores Municipais de Maringá. A chapa é ligada à CUT. “Com a presença destes contratados nas mesas coletoras de votos ao pleito sindical estamos presenciando situações de constrangimento, ameaças, coação, intimidação e barbárie”, comentou Robson Gibim, militante dos movimentos sociais da cidade há mais de 20 anos, em denúncia ao movimento sindicalista no Facebook.
Para ele, “esta prática envergonha a Esquerda Socialista de Maringá, mancha a História do Sismmar, demonstra o grau de degeneração e burocratização da CUT Paranaense e em nada contribui ao avanço da Democracia Operária entre nós trabalhadores”.

Filho de secretário também cita ‘retaliação política’

Cido

De Alisson Gusmão, filho de Cido Polícia, no Facebook:
Peço orações a todos pelo meu pai pelo ocorrido de hoje. Como diz o ditado popular, “ninguém chuta cachorro morto”. Meu pai sempre esteve à disposição da população sarandiense, foi responsável, juntamente com sua equipe, pela redução de 80% da criminalidade da cidade e cerca de 60% dos homicídios em Sarandi. Continue lendo ›

Assim a vida segue

Comentário do leitor Profeçor, a respeito do cancelamento da linha Cuiabá-Maringá-Porto Alegre, da Azul:

Air Fiocco vai assumir tudo isso. Afinal, somos um polo aeronáutico. Emirates já está procurando um barracão para colocar sua base aqui na Dallas Brasileira. Já temos até avião caça superlixo da FAB de plantão nas proximidades do Cesumar. Quem mais está indo embora daqui? Ah, sim. Comerciantes da Av. Brasil. Estão até mandando prás cucuias o Colégio Gerardo Braga. Poizé, e assim a vida segue.

E o Brasil segue desgovernado

Por Luiz Carlos Hauly:

14/02 - Sessão plenáriaO Brasil de hoje faz lembrar o Titanic navegando em mares revoltos, sem ninguém no comando. Por todos os lados ouvimos falar da crise política, econômica e da crise moral. Mas na verdade, o Brasil enfrenta uma crise muito maior: a crise da falta de liderança e de credibilidade. O desgoverno é geral, e mesmo diante do desastre fatal, por absoluta falta de liderança, ninguém no Executivo Federal sabe o que fazer, exatamente como o exército de Brancaleone. Continue lendo ›

‘Medida populista’

Trecho de artigo de Anderson Donizete dos Santos, presidente da subseção de Paranavaí da OAB, depois de citar o deputado federal Ricardo Barros (PP) como relator do projeto que extingue o Exame de Ordem:

É irresponsável e inconsequente a iniciativa de extinguir o Exame de Ordem. É uma medida totalmente populista, quando na verdade o Exame de Ordem deveria servir de exemplo para os demais conselhos profissionais, que deveriam aplicar exame de suficiência e testar os seus futuros profissionais. Leia na íntegra.

‘A quem devemos recorrer?’

Da jornalista Lígia Leal no Facebook:
EdifícioA terceira maior cidade do Paraná atravessa como toda cidade de médio porte, no Brasil, um avanço na criminalidade. Estupros estão sendo cometidos pela manhã e tarde. Principalmente na região da UEM. É só a Polícia Civil divulgar a prisão de um meliante que surgem mais estupradores que atuam no centro e em bairros afastados. E agora outra prática que tem crescido é o arrombamento de residências. Ontem a tarde, o Edifício Tereza Cristina foi arrombado pela segunda vez. O primeiro arrombamento ocorreu há menos de 1 mês, e agora o outro ocorreu quase no mesmo horário, cerca das 16 horas. O irônico de tudo é que defronte ao edifício arrombado moram políticos, como a vice-governadora do Paraná. Os cidadãos de bem estão à mercê de bandidos, sejam dos pés rapados como dos engravatados que atuam no governo e no Congresso. Por que somente os vigaristas têm acesso à segurança pública, se somos nós, cidadãos, quem pagamos a conta? Como pagadores de impostos, a quem devemos recorrer?

Por que Londrina não é tão promissora como Maringá?

londrina

Do advogado londrinense José Roberto Brunassi na seção de cartas do Jornal de Londrina, nesta quinta-feira, repetindo algo que por décadas era um discurso maringaense:
– Geograficamente situada em uma região estratégica, com sol, água, infraestrutura e uma belíssima população, Londrina, a meu ver, não está aproveitando tudo isso, a exemplo da cidade promissora de Maringá, que, ao contrário, faz seu eficaz marketing atraindo o progresso para lá. Se a natureza nos privilegia e estamos a passos de tartaruga, onde estamos falhando? Continue lendo ›

Iniciativa irresponsável e inconsequente

De Juliano Breda:
Juliano BredaQuando Émile Zola publicou seu histórico libelo J’Accuse, no caso Dreyfus, em 1898, declarou que seu ato era uma expressão revolucionária para apressar a explosão da verdade e da justiça. Em nome da Ordem dos Advogados do Brasil, Seção Paraná, acuso de atentatório à qualidade técnica e ética da advocacia o Projeto de Lei 2.154/2011, que pretende extinguir o Exame de Ordem.
A iniciativa de extinção do Exame de Ordem, instrumento de averiguação da aptidão técnica e ética do bacharel em Direito para o exercício da advocacia, é contrária aos interesses elevados da nação, na medida em que permite o exercício despreparado da advocacia.Continue lendo ›

A letalidade da roubalheira do Carf

De Elio Gaspari, hoje na Folha de S. Paulo:
Operação ZelotesA Operação Zelotes, conduzida pelo Ministério Público e pela Polícia Federal, está comendo o pão que o Tinhoso amassou. Ela começou em março e explodiu uma quadrilha de ex-conselheiros, parentes e amigos de conselheiros que vendiam decisões do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais, um órgão do Ministério da Fazenda. Depois de dois anos de investigações sigilosas e 2.300 horas de escutas telefônicas, foram cumpridos 41 mandados de busca e apreensão.
Passados na peneira, separaram-se 74 processos com cheiro de queimado, todos de peixes gordos. Num grampo autorizado pela Justiça, um ex-conselheiro disse o seguinte: “Aqui no Carf só os pequenos devedores pagam. Os grandes, não”. Ou, noutra versão, mais crua: “Quem não pode fazer acordo, acerto –não é acordo, é negociata– se fode”. Continue lendo ›

Sergio Moro, político

De Demétrio Magnoli, na Folha de S. Paulo:
Sergio MoroSergio Moro transfigurou-se, domingo passado, em ícone político. Nome e rosto estampados em meio às multidões, ele ocupou o lugar que, até há pouco, pertencia a Joaquim Barbosa. Repetindo as injúrias desfechadas contra o ex-presidente do STF, os “jornalistas” palacianos acusam-no de conduzir uma campanha de perseguição política. De fato, o juiz de Curitiba fundamenta seus atos em sólidos argumentos legais, que têm encontrado amparo nas instâncias jurídicas superiores. Contudo, ao mesmo tempo, suas manifestações, bem como as dos procuradores e delegados da força-tarefa da Lava Jato, estão permeadas pelo timing e pela gramática da linguagem política. Existe um Moro político, cujos contornos devem ser buscados na tensão dilacerante entre o ideal da república democrática e a realidade da “república dos companheiros”. Continue lendo ›

De que lado ficará Luizinho Gari?

De Paulo Vidigal, servidor público e candidato a presidente do Sismmar:
A abertura da CPI do Lixo conta com as assinaturas de quatro vereadores: Ulisses Maia, Humberto Henrique, Mario Verri e Dr. Manoel. A situação da coleta de lixo é caótica há tempos. Em 2007 uma frente popular conseguiu impedir a privatização da coleta do lixo. Privatizar significa passar as mãos de empresários um serviço que a Administração deveria realizar. Privatizar significa que a população vai ter que pagar por esse serviço, que nesses moldes fica mais caro do que se o município prestasse o serviço. Significa também fim de concurso público, menores salários e condições de trabalho precarizadas.
De que lado ficará o vereador Luizinho Gari? Assinará a favor da abertura da CPI do Lixo como a população espera? Ou não assinará, se posicionando ao lado da Administração, que não quer a abertura da CPI do Lixo?

Tudo pela visibilidade

Nota publicada ontem pelo Conselho Federal da OAB e pelos presidentes de seccionais da Ordem dos Advogados do Brasil
Diretoria do Conselho Federal da OAB enfatiza que o Exame de Ordem protege os direitos do cidadão, mas não cita o relator do projeto, Ricardo Barros (PP). O texto confirma que o mentor da extinção do Exame de Ordem é o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), acusado de agredir a entidade e defender uma bandeira eleitoreira.
Barros é conhecido na Câmara Federal por aceitar qualquer missão que lhe dê visibilidade, por mais impopular que seja – um office-boy de poucos. No seu primeiro mandato, por exemplo, fechou com os cartórios ao se tornar o único paranaense a votar contra a concessão gratuita de certidões de nascimento e óbito para pessoas carentes.

Frei Betto, PP, PT

Trecho da entrevista de frei Betto na Folha de S. Paulo deste domingo:
– Embora eu ache a Lava Jato extremamente positiva –era preciso vir uma apuração da corrupção no Brasil séria como tem sido feita–, tem coisas que me desagradam. O partido mais envolvido é o PP. Mas parece, na opinião pública, que é só o PT.

Maringá podre

De Nilson Souza, professor em Paiçandu:
Pois é maringaenses, vocês estão felizes se livraram do minipresídio da 9ª SDP…. se livraram como sempre fizeram empurrando pra Paiçandu e Sarandi suas questões berrantes no quesito social. A PEM (Penitenciária Estadual de Maringá) e a CCM (Casa de Custódia de Maringá), 99,99% da população não sabe onde fica, mas fica aqui vizinha de bairros de Paiçandu, é nosso poder público que arca com todos os problemas que isso acarreta, como receber famílias de presidiário, dar creche, saúde, etc… e vocês, maringaenses, recebem segurança, viaturas, etc por terem presídio, só que somos nós paiçanduenses que arcamos com o ônus. Cadê a mídia, cadê os religiosos de Maringá, pastores, padres, bispo pra puxar a responsabilidade. Hipocrisia é pouco.

Dilma, a Priscila do Deserto Moral

Do jornalista Reinaldo Azevedo no artigo “Dilma, a Priscila do Deserto Moral”, publicado hoje na Folha de S. Paulo:
“As esquerdas, que produziram vasta literatura sobre a indústria eleitoreira da miséria, agora pretendem negar as suas próprias constatações. O Nordeste servia como emblema dessa relação quando o quase extinto PFL dava as cartas na região. Hoje, apontar o óbvio seria sinal de preconceito e demofobia. (…) Os imbecis falam em separatismo. Os decentes têm de pensar em como libertar os pobres da chantagem e da vigarice”. Leia mais.

De São Paulo a Paris

De José Luiz Boromelo:
aguaEm viagem à capital francesa, uma conhecida apresentadora da televisão brasileira sentiu na pele as contingências da cidade-luz, onde o cidadão se viu impelido a mudar de comportamento para superar as adversidades locais. A hospedagem num dos mais conceituados hotéis europeus proporcionou, além do luxo e do conforto, uma inesquecível aula de cidadania. Eis que no desfrute de um demorado banho, o fornecimento de água foi subitamente interrompido. Sua cota disponível havia se esgotado e o jeito foi improvisar, removendo a espuma das fragrâncias aromáticas parisienses com água mineral. Se no Velho Mundo a coisa funciona como deveria, no Brasil ainda não se chegou a um consenso quando o assunto é a valorização dos recursos naturais. É inaceitável a constatação de que o desperdício de água da estação de tratamento ao consumidor final se aproxime de vergonhosos 40%, por conta de vazamentos e outros problemas nas redes de distribuição. Em Tóquio essa perda é de 7%. Continue lendo ›

Goela abaixo

De José Luiz Boromelo:
horário de verãoTeve início no dia 19 desse mês a 39ª edição do horário brasileiro de verão. Originalmente implantada na década de 1930, essa medida polêmica passou a ser adotada sistematicamente a partir de 1985, quando o sistema nacional de energia apresentou sinais de esgotamento. Por conta da interferência arbitrária do Estado no ritmo normal de vida do cidadão, todo ano os brasileiros (essa edição abrange 10 estados e o Distrito Federal) são chamados compulsoriamente a alterar os hábitos cotidianos, girando para frente (a contragosto) os ponteiros do relógio. O decreto governamental não tem o poder de convencer, muito menos de cotizar a população para a economia de energia elétrica, supostamente um instrumento eficiente para evitar a sobrecarga no consumo nos horários de pico, diminuindo assim o risco dos indesejáveis apagões ocorridos num passado recente. Segundo o secretário de energia elétrica do Ministério de Minas e Energia Ildo Grüdtner, a economia prevista nessa temporada é de R$ 278 milhões, com redução esperada de 4,5% na demanda em todo o País no horário de maior consumo.Continue lendo ›

Sem sinal

De José Luiz Boromelo:
AnatelDe acordo com a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), o número de linhas ativas de telefonia celular no País ultrapassou os 277 milhões, com um acréscimo de 1,26 milhão no oitavo mês desse ano. As linhas pré-pagas são maioria (76,73%) e as pós-pagas representam 23,27 do total. A densidade de celulares atingiu a marca de 136,7 para cada grupo de 100 habitantes e a maior densidade está no Distrito Federal, com 218,7 linhas para cada grupo de 100 pessoas. Entre as maiores operadoras no mercado brasileiro se destacam a Vivo na liderança com 28,85% de participação seguida da TIM com 27,05%, da Claro com 25,01% e da Oi com 18,56%, de um total de oito empresas do ramo. Os números superlativos mostram que o Brasil ainda é um mercado promissor, com a expectativa de crescimento em ascendência constante, justificando os volumosos investimentos estrangeiros no setor. Na onda da versatilidade móvel os fabricantes de aparelhos celulares nunca lucraram tanto. Continue lendo ›

Os cones na sede da OAB

cones OAB
Em frente à OAB Maringá haviam dois cones guardando vaga de estacionamento. Fiquei esperando, do outro lado da avenida JK, meu ônibus passar. Nisso fiquei matutando, matuto que sou. Bem, matuto como sou tratado. Mas sou sabido e, acima de tudo, um forte, certo, Euclides da Cunha? E fiquei pensando… pode isso? Quem fiscaliza? Quem detém a competência ou a atribuição ou a jurisdição ou qualquer nome afrescalhado para “responsabilidade”, de quem é a responsabilidade pela via pública, pombas?Continue lendo ›

E o Bolsa-Patrão?

Do leitor:
O Bolsa-Patrão consome dinheiro público infinitamente maior do que o Bolsa-Família que, no comparativo, não passa de uma mísera gorjeta. Bolsa-Patrão: juros agrícolas a 6% ano ano, redução drástica de IPI para montadoras de veículos, financiamentos elevadíssimos a juros fortemente subsidiados pelo BNDES, IPI baixo para produtos da linha branca, incentivos enormes (com redução de impostos) para exportadores, alíquota zero para alimentos básicos.Continue lendo ›

Compromisso com a democracia

De José Luiz Boromelo:
Urna eletrônicaNo dia 5 de outubro o eleitor tem o maior dos compromissos com a democracia ao eleger seus representantes. É o momento esperado pelo cidadão para externar suas vontades, desejos e expectativas direcionadas àqueles contemplados com uma extraordinária instituição de poder e que determina os rumos dos acontecimentos na vida de uma sociedade. O voto é o inalienável direito e o imprescindível dever cívico que cada um deve exercer com toda a propriedade, alicerçado em convicções pessoais e estratificado durante o período de propaganda eleitoral gratuita. É a oportunidade para analisar quais candidaturas oferecem subsídios razoavelmente suficientes para que o eleitor escolha (com o discernimento necessário) aqueles que haverão de representá-lo pelos próximos quatro anos.Continue lendo ›

Estão de brincadeira!

De Edivaldo Magro:
Sou um modesto assalariado, igual no bolso e na penúria a milhões de brasileiros que não deveriam depender, por não precisar, dos bancos. Mas por esses caprichos das circunstâncias, somos reféns do ‘sistema’. Filas enormes, atendimento precário, taxas absurdas, juros então… O quadro se torna mais caótico ainda quando bancários recorrem à greve para obter percentuais miseráveis de aumento. Na pauta, colocam lá algum item como ‘mais contratações, fim de metas abusivas’ para tentar tornar a paralisação, digamos, mais ‘politicamente correta’. Não sei quanto ganha um bancário, mas deve ser uma mixaria, não diferente de outras categorias profissionais. Mas se especializaram de tal forma em paralisações que se rivalizam apenas com os professores – das instituições de ensino superior, em particular. Gostaria de saber quais foram os ganhos reais que os bancários obtiveram com as últimas greves? O percentual deve ser miserável. Continue lendo ›

Os nanicos excluídos

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De Rodrigo Contessotto:
A lei eleitoral é clara: as emissoras não são obrigadas a convidar aos debates os candidatos de partidos sem representação no Congresso (deputados federais ou senadores). Por isso, Eymael (PSCD), Iasi (PCB), Pimenta (PCO) e Zé Maria (PSTU) não participam das pelejas televisas. Os três últimos representam a esquerda tradicional. Como tenho muitos colegas canhotos, vários deles compartilharam um texto exigindo que a Globo convide todos os candidatos para o último debate entre os presidenciáveis.Continue lendo ›

Imoralidade

De José Luiz Boromelo:
recesso-dentroVolta e meia o contribuinte paranaense toma conhecimento das estripulias de seus representantes no legislativo estadual. A última notícia sobre os nobres deputados vem comprovar o que todos sabem, mas fingem ignorar pela dificuldade natural em se fiscalizar aquela instituição, que originalmente teria como função principal a defesa dos interesses da população. Conforme a assessoria de imprensa da Assembléia Legislativa do Paraná (ALEP), as sessões plenárias serão suspensas a partir do dia 23 de setembro e só retornam após o primeiro turno das eleições. A justificativa oficial para essa iniciativa chega a ser comovente para os ouvidos mais sensíveis: “… para que os candidatos possam dar prioridades às campanhas e também porque não há pautas urgentes para serem votadas”. Complementa a nota que dos 54 deputados, 46 tentam se reeleger e outros quatro são candidatos a deputado federal. Continue lendo ›

Sempre na espera…

Trecho de artigo de Paulo Vidigal:
Por que a administração municipal não adquire uma caminhonete para ser usada como “suporte avançado de vida” pelo Samu? Ou, por que uma das várias caminhonetes adquiridas pelo município não foi repassada ao Samu? Na verdade trata-se de uma questão de prioridade e a administração municipal deve avaliar. Não pode passar em branco o fato que alguns vereadores prometeram intervir nessa questão. Mas ao que parece suas palavras foram levadas pelo vento. Na íntegra.

Pinheiros, quero-os de volta ao meu Paraná!

Março2008 322
Texto e foto: Cezar Lima
Sempre encantaram-me os pinheirais vistosos e altaneiros, desafiando a imensidão das terras férteis do Paraná, Estado em que cheguei, menino, aos 8 anos de idade, oriundo das “terras das alterosas”, Minas Gerais. Lembro-me do deslizar e do sacolejar do “trem de ferro”, a famosa “Maria fumaça”. Os bancos, de madeira, eram desconfortáveis, mas na janela as paisagens extraordinárias aguçavam minha imaginação ao ver, pela primeira vez, as famosas araucárias, os famosos pinheiros do Paraná e no Grupo Escolar Dr.Oswaldo Cruz, em Maringá, aprendi a cantar o Hino do Paraná e a saber que o pinheiro é o símbolo do Paraná. Hoje, chegando aos 70 anos, que triste saber que o famoso pinheiro, por culpa de seguidos governadores, está sumindo de nossas paragens, de Sul aos extremos do Estado e a continuar essa devastação das araucárias, a imponente árvore somente será vista nos papéis timbrados do governo e no tremular de nossa bandeira!Continue lendo ›