Continua ou contínua?
Primeiro, o candidato a vice. Agora, o candidato a prefeito. Não se pode reclamar que a mudança não é contínua.
Primeiro, o candidato a vice. Agora, o candidato a prefeito. Não se pode reclamar que a mudança não é contínua.

A reunião da coligação Barros-Pupin neste domingo teve a participação de pouco mais de 600 pessoas – embora os mais empolgados com o discurso messiânico espalhem que foram 1,5 mil pessoas. Realizado num auditório do Cesumar, reduto do vice impugnado, o encontro teve uma batida: Ricardo Barros, ainda apresentado como secretário da Indústria e Comércio de Beto Richa (o governador, gelatina como o outro, finge que não é com ele), falou que ele, o irmão – ambos condenados por improbidade administrativa – e, agora, o pupilo Carlos Roberto Pupin, são perseguidos por promotores e juízes. Em resumo, que a Justiça é o inimigo número 1 da coligação. Embora ninguém tenha ido em cana, como aconteceu com Antonio Belinati, a dupla (ou, agora, o trio) posa de perseguidos. Como Jim Jones, já que há quem acredite.
De Cícero Cattani:
Sem candidato a prefeito em Maringá, parece estar dando tudo certo para Ricardo Barros, finalmente, deixar campo livre para Enio Verri, do PT. Desde o ano passado que se especula uma aliança do PP com o PT em Maringá, sob as bênçãos de Paulo Bernardo. Barros chegou perto de um acordo, recebendo em troca um emprego no alto escalão da república. O escândalo do Contorno Norte acabou com o acerto. Barros que chegara a anunciar sua ida para Brasília, tratou de se recompor com o governador Beto Richa. Consta que tentou emplacar o irmão, o atual prefeito Silvio Barros, no secretariado. Outro escândalo, porém, abalou a pretensão: Barros foi flagrado em uma escuta telefônica. Restou a ele se licenciar da secretaria da Industria, Comércio e Mercosul, à qual não deve retornar. Negando registro de Pupin, o TRE pode levar Richa a apoiar Wilson Quinteiro e se livrar de vez do indesejado “companheiro”.
Coloque-se no lugar de um dos 170 candidatos a vereador pela coligação “A mudança continua”, e que daqui a dois dias vai aparecer na televisão, no horário eleitoral gratuito, pedindo votos do eleitorado maringaense. Amanhã continuará a campanha, indo às ruas e visitando casas e comércio. Só que os seus candidatos a prefeito e a vice estão com os registros indeferidos junto à Justiça Eleitoral. Qual será seu ânimo, qual será o ânimo da tropa? Fosse um jogo, seria como um time entrar em campo já perdendo de 1 a 0. Em política nada é imutável, mas a questão vai além da política – é essencialmente jurídica. E, até aqui, o resultado não foi nada animador para a turma, apesar do tom messiânico empregado pelos fratelli na cruzada contra as leis.
A coligação “A mudança continua” realizou reunião agora à tarde no Cesumar. A reunião estava agendada antes da decisão do TRE do Paraná de cassar a candidatura de Carlos Roberto Pupin (PP), cujo vice, professor Claudio Ferdinandi, diretor da instituição, havia sido cassado na última quinta-feira. Para os candidatos a vereador – são cerca de 170 – tentou-se passar a impressão de que está tudo bem, de que nada aconteceu e de que, apesar da decisão por goleada (seis votos a zero), existem chances de reverter a sentença em Brasília. O TSE tem até o próximo dia 7 para definir situações como essa e julgar o recurso que a coligação prometeu apresentar.
Só para lembrar: a situação de Ferdinandi e a do próprio Pupin era, óbvio, de conhecimento da assessoria jurídica da coligação da organização chefiada por Ricardo Barros. Pupin tinha a questão do terceiro mandado e Ferdinandi, as contas reprovadas no TCE. Para os dois casos, Barros deu a mesma “solução”: afirmou a todos que ele resolveria as questões junto à Justiça Eleitoral. “Deixa comigo, não se preocupem”, disse ele – mas, isso, antes das duas derrotas no Tribunal Regional Eleitoral.
O TRE do Paraná negou hoje provimento a recurso apresentado pelas coligações “Sarandi Pode Mais” e “PT/PCB Por Você Por Sarandi” e manteve as candidaturas de Carlos Alberto de Paula (PDT) e Luiz Carlos de Aguiar (PPS) a prefeito e vice daquela cidade. O advogado Cássio Prudente Vieira Leite fez sustentação oral e o relator Luciano Carrasco teve o parecer votado por unanimidade. A juíza eleitoral Elaine Cristina Siroti, no início do mês, havia deferido a chapa, diante da improcedência das impugnadas apresentadas, o que gerou o recurso,m julgado hoje. A Justiça Eleitoral considerou que o prefeito Carlos de Paula e seu vice Luiz Aguiar ainda não foram condenados por órgão judicial colegiado, conforme determinada a Lei da Ficha Limpa, o que poderá ocorrer quando o julgamento da apelação cível for retomado, “ou seja, quando não mais estiver pendente de julgamento o referido incidente de inconstitucionalidade”.
A assessoria do deputado estadual Enio Verri, candidato do PT a prefeito de Maringá, divulgou há pouco o sucesso de seu recurso junto ao TRE e que cassou a candidatura de Carlos Roberto Pupin (PP). Diz o release: “O Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR) indeferiu, em sessão extraordinária realizada na tarde deste domingo (19), a candidatura de Carlos Roberto Pupin (PP), da Coligação “A Mudança Continua”, à Prefeitura de Maringá. Por unanimidade (6 votos a zero), o TRE acatou o recurso apresentado pelo Ministério Público Eleitoral e pela Coligação “Maringá de Toda A Nossa Gente”, que apontou a inelegibilidade de Pupin por ter substituído o atual Prefeito de Maringá nos seis meses anteriores às eleições deste ano, desrespeitando os termos do artigo 1º, §2º, da LC nº 64/90. Nesta quinta-feira, o TRE já havia cassado a candidatura do vice de Pupin, Claudio Ferdinandi (PMDB), pela desaprovação das contas de gestão de recursos do Cesumar, onde é diretor, pelo Tribunal de Contas do Paraná”.
A coligação “A mudança continua” divulgou nota há pouco informando que vai recorrer ao TSE da decisão tomada hoje, por unanimidade, pelo TRE paranaense, e que indeferiu o registro da candidatura do vice-prefeito Carlos Roberto Pupin. A tese dos advogados do ex-secretário Ricardo Barros é de que o caso envolvendo Pupin é igual ao do então vice-governador de São Paulo Geraldo Alckimin (PSDB), em 2002. “Roberto Pupin segue normalmente sua campanha assim como seu vice, professor Claudio Ferdinandi, também alvo de interpretação equivocada da legislação pelo TRE do Paraná”, diz o texto, acrescentando que os candidatos “esperam que a eleição de Maringá seja resolvida pela consciência de seus cidadãos eleitores”.
Seguindo o estilo Barros, os advogados da coligação defendem atacando e dão como exemplo o caso de Alckimin, que assumiu com a morte do governador Mário Covas – algo diferente do que aconteceu em Maringá, já que, até onde se sabe, Silvio Barros II está muito vivo. Eis a íntegra da nota, sob o título “Decisão do STF garante candidatura de Pupin”:Continue lendo ›
O TRE reformou decisão do juiz Jacobucci Rueda Junior, de Campo Mourão, e concedeu o registro para a candidatura a vereador de Amadeu Anadison Ferreira, pela coligação “Campo Mourão para todos 2” (PSL/PSD). O registro havia sido negado por falta de quitação eleitoral (irregularidade na prestação de contas por apresentação extemporânea). O relator Rogério Coelho deu parecer pela concessão do registro, no que foi acompanhado pelos demais integrantes; houve sustentação oral do advogado Cássio Prudente Vieira Leite.
De Claudio Humberto:
Os gaúchos Humberto Ávila e Luiz Edson Fachin ambicionam uma das vagas de ministro do Supremo Tribunal Federal. O paranaense Luiz Régis Prado, especialista em Direito Penal, também entrou na disputa.
PS do Blog do Rigon – Luiz Régis Prado foi promotor em Maringá e professor da UEM.
O TRE do Paraná publicou há pouco a súmula do julgamento que cassou o registro de Carlos Roberto Pupin (foto) como candidato a prefeito de Maringá pelo PP. Por unanimidade de votos, foi dado provimento aos recursos interpostos pelo Ministério Público Eleitoral e pela Coligação “Maringá de Toda Nossa Gente”, nos termos do voto do relator, Rogério Coelho. Houve sustentação oral dos advogados. Guilherme de Salles Gonçalves pela coligação “Maringá de Toda Nossa Gente” (Enio Verri) e de Horácio Monteschio por Carlos Roberto Pupin. Com isso, a coligação “A mudança continua” está sem candidato a prefeito e a vice, já que o professor Claudio Ferdinandi (PMDB) havia sido impugnado na semana passada. A Justiça Eleitoral do Paraná, ao contrário do juiz local, entendeu que o fato de Pupin ter assumido no período de seis meses anterior às eleições em 2008 e 2012 faria dessa candidatura a busca do terceiro mandato, o que é vedado por lei. Ambos podem recorrer, apesar da decisão unânime de hoje, mas o estrago…
Esperando o resultado do julgamento, o coordenador-geral da campanha de Pupin e Ferdinandi, que reúne onze outros partidos políticos, marcou uma reunão geral no Cesumar às 17h deste domingo para discutir a estratégia dos impugnados.
Li no site do Paulo Vergueiro e reproduzo: “Antes de qualquer outra coisa, porque não tem identidade. Não dá para o eleitor dizer “ela é assim” ou “assado”. A chamada oposição senta-se a mesa cotidianamente e faz companhia a situação, faz oito anos. Interagem como parceiros. Os motivos são diversos; vão desde a necessidade de manter-se “vivo” na mídia até os mais íntimos e talvez impublicáveis interesses. O que se constata com mais certeza de errar menos é de que, cabe ao “peão de política” o serviço sujo de brigar em defesa de siglas que em verdade não expressam sentimento algum no eleitor a não ser o da indiferença. Leia mais.
Meu comentário (Akino): Se o Vergueiro estiver certo, e pode estar, só nos resta confiar na possibilidade de Pupin fazer o que prometeu para o Zago,Continue lendo ›
O resultado ainda não foi disponibilizado no site do tribunal, mas o blog ficou sabendo que o recurso contra a candidatura de Carlos Roberto Pupin a prefeito de Maringá foi aceito por unanimidade no TRE do Paraná – seis votos a zero. Detalhes em instantes.

A matéria está no arquivo de alguns jornais e no site da prefeitura: em fevereiro de 2010, o então secretário de Desenvolvimento Econômico, Valter Viana, apresentou para os membros do Codem, os projetos da administração municipal para ampliar o número de parques industriais de Maringá. Anunciou-se que o prefeito Silvio Barros II assinou decreto tornando um área de 77 alqueires de interesse público para a implantação de parques industriais lotes da Estrada Gleba Ribeirão Colombo. A justificativa era de que 121 empresas estavamo cadastradas no município aguardando a possibilidade de instalação, que seria suprida em 40 alqueires. Ou seja, atender-se-ia a demanda e haveria uma reserva. Leitor quer saber o que aconteceu com esse parque industrial, que foi trocado por um outro, desapropriado há pouco tempo, com suspeitas de ter beneficiado o ex-secretário Ricardo Barros, e que deve consumir nos próximos anos cerca de R$ 100 milhões só com infraestrutura. Aqui, em tamanho maior.
Tenho a impressão que o PMDB de Crispim, John, Grillo e cia sonha mais alto do que com o cargo de vice-prefeito. No fundo sabem que Pupin, se eleito, terá muitos problemas e que não será surpresa que tenha o mandato cassado por malfeitos articulados pelo chefão, mas que acabaram marcados por suas digitais. Cassado o prefeito, assumiria o vice, de preferência alguém sem a experiência de Cláudio Ferdinando, para ser manipulado pelo grupo, que na prática assumiria o comando, tirando fora até o então chefe, às essas alturas ferido pela degola de Pupin, ficaria fora de combate.
Corremos o risco de nos livrarmos dos Barros e cairmos nas mãos de outro grupo tão articulado quanto. Imaginem a gana que estarão John e Crispim, por exemplo, para se vingar do povo maringaense, pelo que ‘sofreram’ dos últimos tempos. Continue lendo ›
Os representantes do oito clubes leonísticos de Maringá, sob a presidência de Nestor Ribeiro, decidiram que promoverão encontro para ouvir as propostas dos candidatos a prefeito de nossa cidade. Nomeou-se uma comissão, composta pelos companheiros leões Gilberto Pavanelli, Verdelírio Barbosa, Raymundo Vermelho e Nivaldo Ricci, que irá definir as normas do encontro, incluindo local, horário e data. Já se decidiu que será um encontro que terá como convidados os associados dos clubes, seus familiares e demais interessados em ouvir as propostas. Os candidatos serão convidados através de ofício e a participação dependerá do interesse de cada um. Tão logo a comissão defina os procedimentos, haverá comunicado à imprensa e aos candidatos.
Agindo assim os Lions Clubes de Maringá acreditam que estarão contribuindo para auxiliar na escolha daquele que deverá administrar Maringá pelos próximos quatro anos e se inserir nos objetivos da campanha do voto conscientes, diz o presidente da comissão, Gilberto Pavanelli.
Li no blog do Diniz Neto, postagem de ontem, assim resumida: “Fiquei sabendo que a caminhada do candidato a prefeito Roberto Pupin, agora pela manhã, na avenida Pedro Taques, no Jardim Alvorada, agitou o bairro, com muita gente participando. Da praça São Vicente atá a avenida Colombo, Pupin recebeu muitas manifestações de carinho e apoio.”
Meu comentário: Estaria, nesta caminhada, em exercício, com andou fazendo nos últimos 100 dias ? Brincadeira à parte, gostei do ‘fiquei sabendo’. Quem teria contado para o Diniz? Imagino quantos comissionados, vereadores e candidatos estavam participando e quantas manifestações de apoio deram. Zebrão e John, certamente.
Akino Maringá, colaborador
Quem ouve o hoje candidato do Barros falar da gestão como sendo dele desde 2005, nem se lembra que no começo as relações eram complicadas. Em diversas oportunidades ele teria dito que se arrependera de ter entrada no barco. Hoje é quase um irmão dos outros dois, e talvez até chame dona Barbara de mãe. Vejam nota da coluna Mosaico em 19 de novembro de 2005:
Curuca – Não é somente a rebeldia do vice-prefeito Pupin que preocupa Sílvio II.
Arrumar dinheiro para pagar a segunda parcela do 13º do funcionalismo público tem prioridade.
O vice – Amigos apelidaram Pupin de José Alencar
Akino Maringá, colaborador
O Cesumar cometeu uma grande gafe na colação de grau dos formandos na noite de ontem, no ginásio da instituição, na avenida Guedner, Jardim Aclimação, em Maringá. Apesar de sua direção ser ligada a uma igreja evangélica, o pastor Nilton Tuller – ex-vereador e presidente da Ordem dos Pastores Evangélicos de Maringpa (Opem) – simplesmente não foi chamado para compor a mesa principal. Entre os formandos estava, vejam só, uma turma do curso de Teologia. A atitude revoltou vários pastores, para quem o Cesumar não é mais aquele.
Há três meses a Rádio Difusora AM de Maringá, que já foi uma das maiores da cidade, está fora do ar. Terminou o arrendamento feito a uma igreja evangélica – que agora arrendou a antiga Maia FM, transformada em Melodia – e a emissora, que tem entre seus donos a deputada federal Cida Borghetti e o ex-deputado federal Pinga Fogo de Oliveira, está fora do ar, sem planos de retorno.

Nelso Rodrigues, que foi comentarista esportivo em Maringá e Curitiba, e agora é advogado e dono de três emissoras de rádio, e Lindolfo Júnior, que foi vereador em Maringá, deputado estadual e candidato ao Governo do Paraná, estão na foto antiga da coluna de Verdelírio Barbosa em sua coluna do Jornal do Povo deste domingo.
Na próxima terça-feira vai começar o horário eleitoral, com apresentação de candidatos a vereador, que usarão o horário também nas quintas e sábados, enquanto candidatos a prefeito e vice ser apresentarão às segundas, quartas e sextas. O horário no rádio será das 7 às 7h30 e das 12 às 12h30. Na televisão o horário será das 13 às 13h30 e das 20h30 às 21 horas. Os candidatos terão direito ainda a mais 30 minutos para inserções de até 1 minuto, inclusive aos domingos.Continue lendo ›

O psicólogo Alfredo Welker Sobrinho, filiado ao Partido Verde de Maringá, está no centro de uma raridade político-eleitoral: ele protagoniza a insólita situação de ter dois vereditos da Justiça Eleitoral sobre sua candidatura a vereador. No último dia 3 o juiz José Cândido Sobrinho deferiu seu registro, pela coligação “Maringá de toda a nossa gente”, coligado com o PDT, informando que a documentação estava ok e não havia pedido de impugnação (processo 16136). No mesmo dia 3, no entanto, o mesmo juiz indeferiu outro pedido de registro do mesmo candidato, só que desta vez na chapa pura do PV, que tem Alberto Abraão Vagner da Rocha como candidato a prefeito. Sobrinho assinala que a documentação está correta, mas falta legitimidade partidária. Quem acessa o sistema de registro de candidaturas se depara com a esquisitice, como se vê abaixo: o mesmo candidato com o registro deferido e com o registro indeferido e aguardando julgamento.
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O Tribunal Regional Eleitoral tem sessão de julgamento marcada para a tarde deste domingo. Na pauta há pelo menos uma referência à campanha maringaense: o recurso de Letícia Lourenço Bento Soria Martos Peris, do Democratas, que teve seu registro indeferido em julho, por problemas relacionados à filiação partidária. A assessoria jurídica de Ricardo Barros (PP), porém, acredita que o caso da impugnação do registro da candidatura a prefeito de Carlos Roberto Pupin possa entrar em pauta já para a sessão de amanhã. Esta é, segundo o próprio ex-secretário de Indústria e Comércio, sua maior preocupação no momento.

Começou hoje de manhã e vai até amanhã à tarde o Encontro de Carros Antigos de Maringá. O evento acontece no Centro de Convivência, ao lado da prefeitura, e tem entrada gratuita. Há vários carangos bem interessantes como o da foto e outros de cidades próximas estão a caminho. Veja outras fotos do evento.
Uma coisa é preciso ressaltar, Heine não guardou mágoa de Pupin, basta ver como o defende hoje (ou seria defesa do chefe Ricardo?). Vejam que Pupin teve um papel importante da sua queda como secretário, como se vê em mais essas notas da coluna Mosaico:
Em dezembro de 2005:
Pupin para secretário de Saúde, já! – Às vezes a coisa é tão óbvia que a gente não vê.
Um amigo da coluna deu uma sugestão que deveria chegar ao prefeito Silvio II: por que não o vice, Carlos Roberto Pupin, para secretário de Saúde? Ele, que recentemente fez críticas ao secretário Heine Macieira, poderia ser o novo gestor da área. Começa aqui, portanto, a campanha “Pupin para secretário de Saúde, já!”.
Em setembro de 2005:
Pupin é candidato a federal – O vice-prefeito de Maringá, Carlos Roberto Pupin (PDT), confirmou nesta terça-feira que será candidato a deputado federal em 2006. Sua candidatura pode prejudicar a do irmão do prefeito Silvio II, o deputado Ricardo Barros, que nos bastidores era contra a saída de Pupin. O vice-prefeito, em entrevista a Luiz Fabretti, na Band, por sinal, ao se referir à saúde de Maringá disse que ela “não existe”.
Akino Maringá, colaborador