Geral

Vapt-vupt

Vapt – Será que finalmente Maringá saberá quanto o pessoal do adula recebem dos cofres públicos?

Vupt – Gleisi Hoffmann participa de evento sobre desenvolvimento rural sustentado e solidário.

Akino

Localizei o processo

Corrigindo a informação anterior, localizei o processo no site do do TJ-PR, estava nos inativos, pois realmente já transitou em julgado e voltou à Vara de Origem.  Na ementa consta que ficou configurada a improbidade administrativa.

Akino Maringá, colaborador

Expressão

Migalhas

Um homem só deve falar, com impecável segurança e pureza, a língua da sua terra : – todas as outras as deve falar mal, orgulhosamente mal, com aquele acento chato e falso que denuncia logo o estrangeiro – Eça de Queirós

Blog

O blog de Sidnei Telles

A advogada Jacheline Batista Pereira está colaborando na pré-campanha de Sidnei Telles, pré-candidato a deputado estadual pelo PSC. Ela tem ajudado a atualizar o blog do ex-secretário e ex-deputado. Um dos destaques mais recentes da página é a regulamentação da função de cabo eleitoral pela Assembleia Legislativa do Paraná.

O Observador

A culpa é dos menos abastados

Foi brilhante a fala do líder do prefeito, ontem, na questão do trânsito caótico de Maringá. Segundo ele, a culpa é do acesso de classes menos abastadas ao mercado de carros. Ou seja, pobre comprando carros e colocando-os para rodar na cidade – aí estava o nó da questão do trânsito da Cidade Canção. Uma pérola. Ah: e ainda concluiu dizendo que no futuro o problema vai se agravar mais.

Akino

Os elogios de Belinati

Usando a tribuna da Assembleia Legislativa, Antonio Belinati elogiou o presidente do PP Ricardo Barros por ter percorrido todos os municípios do Paraná na ‘caravana progressista’ e sua participação decisiva na aliança com PSDB.
Nossa opinião: Esta forma de fazer política é muito manjada. Dizer que viajou o estado todo e que colheu proposta dos municípios e só para enganar incautos. Aqui mesmo em Maringá eles fazem isto. Soube de fonte confiável que na eleição para prefeito o esquema era mandar alguém a uma determinada região entrevistando eleitores, como se fosse de outro candidato ou da imprensa, ouvir as reivindicações e depois a caravana passava prometendo tudo o que foi pedido. Como disse o Fuji, numa época de comunicação fácil, com os recursos da internet, visitar cidade por cidade é desperdício de dinheiro. Falando em dinheiro, de onde saiu? O deputado pediu licença por 4 meses? Quem o bancou e as todas as despesas? Será que os contribuintes maringaenses com colaboraram forçosamente, involuntariamente? Beto Richa perde muito com a aliança.

Akino Maringá, colaborador

Opinião

A história da rodoviária

Em  1962, ano da inauguração da Estação Rodoviária Municipal de Maringá, o Brasil fervilhava com o milagre econômico do qual a nova capital, Brasília, é o marco mais expressivo. Com o slogan de “50 anos em 5”, Juscelino Kubitschek propunha a colonização do interior e uma aceleraçao do crescimento econômico do país. Esta década é marcada também pelo início da ditadura, em 1964, e pela instituição do AI-5, em 1968, suprimindo as liberdades individuais.
A construção da rodoviária, com o projeto do engenheiro Gelson E. Gubert, iniciada durante a gestão de Américo Dias Ferraz que lhe dá nome, foi concluída por João Paulino Vieira Filho. Em 1984, o edifício sofreu uma reforma que cobriu o pátio de manobras em frente às duas fachadas, revestindo as marquises com lambris metálicos e escondendo a beleza estrutural dos arcos. Estes arcos, que sustentam a casca da cobertura e conferem um vão de 25 metros à laje de concreto da entrada do saguão, eram o portal da cidade que acolhia viajantes de ônibus e de trem. O projeto da estrutura metálica sobre os pátios foi elaborado pelo engenheiro Ubiratan Claudino Soares, durante a gestão de João Paulino Vieira Filho e ruiu por conta da falta de manutenção.
Oficialmente, esta rodoviária é a segunda da cidade. A primeira foi um simples telheiro de quatro águas, sustentado por oito colunas de tijolos, situado na praça Napoleão Moreira da Silva (Santos, 1975). Apesar da sua rusticidade e simplicidade, é a imagem do telheiro que está associada à busca do eldorado no interior do estado. É esta cobertura singela a que emoldurou a primeira impressão dos pioneiros sobre o lamaçal ou sobre a terra poeirenta onde eles iriam plantar o sonho de uma vida melhor. Infelizmente, esta edificação não foi conservada.

Valter Tadeu Dubiela

Geral

Ideia antiga não vingou

Pra quem está exultante com o projeto aprovado ontem na câmara municipal sobre as regras para construção dos edifícios-garagem em Maringá: há muitos anos a então vereadora Edith Dias (PP) propôs uma série de medidas para incentivar a construção dessas garagens, incluindo benefícios no IPTU – coisa que o projeto do Executivo não contempla. Não virou.

Blog

Quando a estupidez surra a história

Montagem que fiz há alguns anos, quando o irmão mais velho interditou a rodoviária dizendo que ela iria cair – um dos motivos que inventou para consolidar mais uma pisada no tomate à frente da administração da cidade. A Marta Bellini resgatou e o Messias replicou numa postagem que tem título sugestivo, que eu reproduzo nesta aqui.

Blog

A volta do leitão vesgo

Do deputado federal André Vargas sobre a aliança PP-PSDB no Paraná:

– É oportunismo principalmente do Ricardo Barros, que se beneficiou ser lider Lula. Maringá foi uma das cidades que mais recebeu recursos federais. Na última hora pulam do barco. É o leitão vesgo. Mama em uma teta com o olho na outra.

Blog

JC Cecílio: “Vou dar um tempo”

Recebi de JC Cecílio:

Tentei nestes últimos  3 anos divulgar e compartilhar a história desta cidade, ainda que meio distante dela, tenho quase toda minha família residindo ai, e vou com alguma frequência. Mesmo longe, estou sempre antenado nos blogs e jornais regionais, principalmente no teu site e antigo blog. Criei meu blog para poder compartilhar as coisas que curto e para as causas que luto, sem partidarismos. Mas confesso que vou dar um tempo, pois de nada adianta mostrar imagens e contar história e estórias de uma cidade que a maioria não dá a mínima. A memória de uma cidade não é um álbum de figurinhas, quem leva a história a sério, deve lutá-la para mante-la viva e de pé, e não sei se continuo com este vírus que contrai, contaminado pela história de nossos antepassados. O crime cometido neste mês, em pleno aniversário, foi de arrasar. Veja o que ouvi dizer, imagina, que a demolição se deu porque o Rigon não estava na cidade para impedir a destruição.

[Óbvio que foi um exagero do JC Cecílio, mas sua revolta não é diferente da minha, apesar de estar temporariamente distante de Maringá. Leiam mais do que ele escreveu aqui e aqui. A foto é da antiga estação ferroviária, nos anos 60, derrubada nos anos 90 pelo irmão mais novo do atual prefeito, que não quer saber de preservar a história da cidade]

Blog

MP apura irregularidades de vereadores

No último dia 18 o promotor José Aparecido da Cruz, da Promotoria de Defesa do Patrimônio Público, instaurou inquérito civil público, que leva o número 21/2010, para apurar denúncias de irregularidades nas justificativas de falta por parte de vereadores da Câmara Municipal de Maringá. Nos últimos meses muitos vereadores começaram a faltar que é uma barbaridade, sob as alegações mais estranhas possíveis.

Quem representou contra os vereadores foi o Observatório Social de Maringá – o mesmo que levantou um esquemão na lavagem superfaturada de carros da prefeitura municipal mas preferiu não denunciar.

Maringá

Dois anos depois…

A Secretaria de Habitação de Maringá liberou ontem, terça-feira, a primeira etapa do Condomínio do Idoso. Os idosos que se habilitaram aos imóveis poderão, finalmente, ocupá-los.

Construído com dinheiro da Caixa, embora a placa com detalhes do financiamento tenha sido arrancada, o Condomínio do Idoso é mais uma obra superatrasada da administração municipal, mau exemplo em planejamento: foi anunciado em janeiro e prometido para ser entregue em 2008, ano eleitoral. Importavam os votos, não os velhos.

Memória

Maringá

Outra foto do acervo do poeta A. A. de Assis mostra a rodoviária de Maringá nos anos 70. A foto, já publicada aqui antes, era na verdade um postal.

Blog

Entidades devem protestar contra demolição

Um grupo de entidade está se mobilizando para protestar, de forma pacífica, contra a decisão da família Barros de derrubar o prédio da antiga estação rodoviária de Maringá, último prédio histórico da área central da cidade. Integrantes do Fórum Maringaense pelo Direito às Cidades, que ontem divulgou uma nota em que pede a suspensão do desmonte por uma série de razões, devem promover algumas atividades nas imediações do prédio, cercado por alambrado pela prefeitura, até o final desta semana.

Política

“Clima geral é de indignação”

Do deputado Abelardo Lupion (DEM), ontem, pelo Twitter:
– Estou agora no gabinete do senador Osmar Dias (PDT) com os deputados Gustavo
Fruet (PSDB) e Ratinho Júnior (PSC). Acho que não serei indiscreto se contar que
um dos assuntos é a decisão do PSDB de acolher e embalar para presente o PP, de
Ricardo Barros. Também penso que não tem nada de mais comentar que o clima geral
é de indignação. E finalmente acho que já nem é um furo contar que o PSDB irá
recorrer na Executiva Nacional contra a união com Ricardo Barros.

Akino

Condenado por improbidade

Consultei mais uma vez o processo 1.113.843- PR, no STJ, que tem como recorrente Ricardo José Magalhães Barros e lendo o acórdão não tenho dúvidas que o deputado está condenado por improbidade administrativa, com sentença transitada em julgado no último dia 23/10/2009, embora tenha se livrado de ressarcir os cofres públicos por ter contratado servidores públicos sem concurso, na sua gestão como prefeito de Maringá.
Vejamos um trecho do acórdão:  ‘ A leitura do inciso II do art 12 da Lei 8.429/92 não deixa pairar qualquer dúvida de que a imposição de ressarcimento em decorrência de ato ímprobo perpetrado por agente público só é admitida na hipótese de ficar efetivamente comprovado o prejuízo material (…)  Logo, ressoa evidente que os servidores , apesar de contratados sem concurso público, prestaram serviço, de modo que inexiste prejuízo a ser reparado’.  Recurso especial conhecido e parcialmente provido.
Ou seja, não teve que ressarcir o prejuízo, mas não deixou de ser considerado responsável pela prática de ato ímprobo. Intrigante é que o processo original do TJ-PR, o 145.212-0 não mais foi localizado.

Akino Maringá, colaborador

Política

Quinteiro defende fim de reeleição da mesa

O deputado estadual Wilson Quinteiro (PSB), que é coautor da PEC que acaba com a reeleição da mesa diretora da Assembleia Legislativa, discursou por mais de 15 minutos na sessão de ontem sobre a inclusão em pauta da proposta e menciou que como deputado tem feito o máximo para exigir a transparência dos atos parlamentares. Leia mais.

Akino

Outros dois heróis

Se o líder Heine Macieira ficou emocionado e considerou o dr. Eli Diniz um herói por ter patrocinado  uma ação popular que evitou  que o município ressarcisse a Companhia Melhoramentos por terrenos no Novo Centro, que dirá de José Antonio Francisco de Oliveira, autor, e Walter Alexandrino, advogado que também, com  uma ação popular, cujo recurso do TJ- PR tem o número 131.164-4, obtiveram a condenação do ex-prefeito Ricardo Barros, João Celso Sordi e  outros a devolverem aos cofres públicos valor de descontos que concederam, indevidamente, no pagamento de impostos por alguns privilegiados contribuintes? Será que se  emocionaria da mesma maneira? Tiraria cópia do acórdão e passaria para o seu assessor, jovem advogado, como um exemplo a ser seguido?

Akino Maringá, colaborador

Memória

Um marco do crescimento de Maringá

De Jorge Villalobos:

Se as primeiras rodoviárias haviam recebido as levas de migrantes gaúchos, catarinenses, paulistas, mineiros e estrangeiros que vieram colonizar a região, pela Estação Rodoviária Américo Dias Ferraz passaram os filhos destes pioneiros, que partiram para estudar na capital. Foi esta cobertura em abóbada de berço que recebeu os primeiros estudantes paulistas, mineiros e gaúchos atraídos pela qualidade do ensino da Universidade Estadual de Maringá. Foi também sob este portal com seu sugestivo luminoso de boas-vindas que passaram os exilados da zona rural, que vieram fazer crescer esta cidade, expulsos pela erradicação do café que sucedeu a geada negra e o grande incêndio de 1975, pela expansão das pastagens e introdução da mecanização agrícola da soja. Pode ter sido por esta estação que boa parte dos novos migrantes partiu em direção ao Mato Grosso e outros estados do norte do Brasil, na eterna busca do sempre novo Eldorado.
A originalidade do projeto é dada pela estrutura que suporta o trecho da marquise sobre as entradas das duas fachadas do saguão. O engenheiro Gubert utilizou o princípio estrutural das pontes de concreto, onde a via carroçável é atirantada em arcos, para obter um vão livre superior a 25 metros. Este vão, ainda hoje insuperado por obras de arquitetura na região, é cortado por duas juntas de dilatação, prevenindo a fadiga da estrutura pela ação da variação da temperatura.
A leveza da fina laje da marquise permitiu uma estrutura esbelta que apóia ainda uma casca em concreto armado. Esta casca serve de contraventamento da fachada, proporcionando acabamento à cobertura metálica do saguão.

(Fotos: Viação Garcia/Kenji Ueta)

Opinião

Uma lição que vem de Cianorte

De Eleutério Langowski, de Cianorte:

Enquanto Maringá perde uma referência visual da sua história, Cianorte ganha a preservação do antigo armazém vermelho da Agef. O armazém ficou para a Prefeitura, que havia deixado uma dezenas de negociantes de sucatas tomarem o lugar. Depois de completamente degradado, o grupo Morena Rosa assumiu o lugar por concessão de uso e está, por sua conta, reformando o antigo armazém construído em 1959, mantendo suas cores e características originais, porém com utilizade moderna. Será a sede da Joy Moda Infantil, que o grupo Morena Rosa adquiriu recentemente. O lugar vai ficar um brinco.
É uma pena que o prefeito de Maringá só pensa em destruir a Rodoviária e empreender especulação imobiliária no local. Poderia pelo menos manter a fachada e a galeria, com reformas estruturais.