Sexo virtual com o porteiro?
De Maria Newnum:
Essa história retrata fatos da vida pós-moderna. Eduarda* descobriu-se traída na Web. Nem cabe discutir o termo “traição virtual”. Parte-se do pressuposto que a perfídia seja em pensamentos, atos ou omissões, causa dor e dano. A Du ficou arrasada. Chorou muito, mas logo partiu para a ação: resolveu vingar-se, pagando na mesma moeda. Abandonou a condição de cyber-analfabeta, contratando uma assessora de assuntos virtuais; algo bem diferente de hackers, diga-se de passagem. Aprendeu os primeiros passos sobre salas de bate-papo, perfil de MSN, sonico e toda parafernália cibernética que se conhece. Em 20 dias transformou-se numa “fera!”.Continue lendo ›
*/ ?>





