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Túnel do tempo

O acervo de JC Cecílio

Em São Paulo, o maringaense JC Cecílio aproveita o tempo para catologar seu acervo físico sobre a cidade. Livros e revistas já passaram de 300. Acima uma rara foto aérea de seu acervo, mostrando a construção da Codemar (hoje, Sanepar), inclusive a conhecida ‘caixa d´água”.

Blog

Café: a doação de JC Cecílio

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De JC Cecílio:
Em minha visita a Maringá, deixei como doação um kit de amostras de grãos reais, naturais de café. Pasme! amostra da safra de 1952/1953. Em estojo adquirido nos EUA. Mais uma de uma série de itens que sempre que posso, colaboro com o melhor museu da cidade, o “Acervo Cocamar” sob a direção de Reynaldo Costa. Um dos itens contém aproximadamente 100g de grãos de café do Norte do Paraná da mesma época. “Quase jurássico!” (risos) – Com mais de sessenta anos, estou tentando cultivar algumas sementes, porém sem muita esperança de germinação, mas, quem sabe… Aqui.

Midia

JC Cecílio, garimpeiro da história

Propaganda
Fuçando e pesquisando para seu blog, JC Cecílio achou o anúncio acima, quase profético: uma propaganda da companhia aérea paquistanesa PIA, que mostrava a sombra de um avião sobre as torres gêmeas, publicada na revista francesa Le Point de 19 de marçde 1979. Abaixo, o produto de sua garimpagem sobre os anúncios da CTNP publicados no Estadão. Clique para ampliar.
Cia. de terras

Memória

JC Cecílio e o “Pavão”

Voltando a comentar sobre a história do norte do Paraná, JC Cecílio apresenta em seu blog  o “Pavão” N° 53 da “Empreza Rodoviária Garcia & Garcia Ltda.” , hoje Viação Garcia. Fabricado pela GMC, em 1942, o colorido ônibus fazia os percursos Londrina-Maringá e Londrina-Paranavaí, com a distância de 207 quilômetros, levando 16 horas, nos idos dos anos 1940. O ônibus era movido a gasogênio – eram os tempos da Segunda Guerra, quando a gasolina estava racionada. Leia mais.

Memória

JC Cecílio e a rodoviária

Mais fotos de JC Cecílio, tiradas no sábado: o trator exposto como tanque de guerra dentro da antiga estação rodoviária, um senhor contemplando a má ação dos homens e, ali perto, na praça Raposo Tavares, palavras que não tocam a todos.

Memória

JC Cecílio e a rodoviária


Perto das 10h um imbecil começou a retirar os cartazes, faixas e flores do alambrado da arena dos horrores e a jogá-los ao chão, com uma atitude de muita raiva, e ainda nem recolhendo a um recipiente de lixo.


Observe alguns trabalhadores sem o mínimo de proteção, fumando sobre tratores e botijões de gás de solda. Havia muitos palpiteiros sem capacetes.

Memória

JC Cecílio e a rodoviária

Os cartazes da manifestação ainda estavam no alambrado, havia apenas o vigia no local, afixei o meu, pois na sexta eu não pude estar lá. Cheguei de viagem e fui logo ver aquela aberração da administração. Charlatã.


Lá pelas 8h um miniexército de homens com e sem trajes apropriados chegaram com suas temíveis maquinas de construir, mas agora para destruir a memória de um povo heróico.

Memória

A sugestão de JC Cecílio

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JC Cecílio enviou a seguinte sugestão [antes de saber da suspensão da demolição] ao vereador Humbero Henrique (PT): “Como admirador de teu trabalho junto a comunidade de Maringá, quero opinar para um projeto de resgate com o mínimo de impacto, depois desta nossa perda irreparável, por motivos até então desconhecidos e atropelados. Sugiro a dos arcos da antiga Rodoviária – imagino que seja  reproduzido na mesma escala, cor e formato, na praça Raposo Tavares, o mais próximo possível da rua Joubert de Carvalho, na mesma direção dos originais, com isso a harmonia estaria preservada, mesmo que parcialmente no centro da cidade-canção. Tentarei enviar um esboço em breve para a preciação da idéia apresentada. Um abraço. José Carlos Cecilio – Cidadão maringaense (50 anos),  contribuinte  e investidor nesta cidade”.

É dele a foto acima, que mostra uma das laterais do prédio histórico, destruída pelo prefeito Silvio Barros II, e que parecem escombros de guerra.

Blog

JC Cecílio: “Vou dar um tempo”

Recebi de JC Cecílio:

Tentei nestes últimos  3 anos divulgar e compartilhar a história desta cidade, ainda que meio distante dela, tenho quase toda minha família residindo ai, e vou com alguma frequência. Mesmo longe, estou sempre antenado nos blogs e jornais regionais, principalmente no teu site e antigo blog. Criei meu blog para poder compartilhar as coisas que curto e para as causas que luto, sem partidarismos. Mas confesso que vou dar um tempo, pois de nada adianta mostrar imagens e contar história e estórias de uma cidade que a maioria não dá a mínima. A memória de uma cidade não é um álbum de figurinhas, quem leva a história a sério, deve lutá-la para mante-la viva e de pé, e não sei se continuo com este vírus que contrai, contaminado pela história de nossos antepassados. O crime cometido neste mês, em pleno aniversário, foi de arrasar. Veja o que ouvi dizer, imagina, que a demolição se deu porque o Rigon não estava na cidade para impedir a destruição.

[Óbvio que foi um exagero do JC Cecílio, mas sua revolta não é diferente da minha, apesar de estar temporariamente distante de Maringá. Leiam mais do que ele escreveu aqui e aqui. A foto é da antiga estação ferroviária, nos anos 60, derrubada nos anos 90 pelo irmão mais novo do atual prefeito, que não quer saber de preservar a história da cidade]

Maringá

Vem abaixo-assinado por aí

O pesquisador JC Cecílio pensa em mobilização para impedir a mudança da cor da Capela Santa Cruz, como querem 5 membros da Comissão Especial de Preservação do Patrimônio Histórico, Artístico e Cultural de Maringá. Um abaixo-assinado seria o primeiro passo para evitar que mais um bem tombado seja desfigurado.

JC Cecílio

Cine em 1951

Cartazes no hall do Cine Rian (esquecido) no Maringá Velho, em 1951. Mostram os filmes Os 3 Patetas, Revólver de Prata, Sangue e Espada e Paixão de Cristo. Do acervo de JC Cecílio, cujo tio, Fausto, era o projecionista.

Eu Amo Maringá

Era o top

O interior do famoso Bar Colúmbia, de Américo Dias Ferraz – segundo prefeito da cidade e o único a não ter nome em próprio público desde que derrubaram a rodoviária municipal -, na avenida Getúlio Vargas, em foto colorizada, do acervo de JC Cecílio.