Busca: "Ricardo Barros"

Akino

Ulisses em cargo estadual

Acho que o Fuji matou a charada. Ulisses Maia deve ir para um cargo estadual. Lembro que no governo Lerner ele foi chefe do Núcleo de Educação, agora poderá ter um cargo na Copel, levado pelo futuro presidente Ricardo Barros. Há informações de que o quase ex-deputado já teria mandado pagar aquela conta da Rádio Jornal (energia de 26 meses),  com a empresa de energia elétrica, para evitar problemas.

Akino Maringá, colaborador

Akino

Uma Mesa Diretora respeitável

Presidente Hossokawa; 1º vice Humberto; 2º vice Marly; 1º secretário Heine; 2º secretário Flávio Vicente; 3º secretário W. Andrade. Esta é minha sugestão para uma chapa de consenso que formaria uma Mesa Diretora respeitável, voltando o respeito à proporcionalidade de representação os partidos, com pessoas preparadas, na Câmara Municipal de Maringá. Fala-se que Zebrão estaria esperneando junto a Ricardo Barros para conseguir manter o seu lugar. Minha opinião: Zebrão deve ficar quietinho, pois além de reunir condições ‘técnicas’ para ocupar cargo na mesa, outras circunstâncias não aconselham a insistir no assunto.

Akino Maringá, colaborador

Akino

Amigos na Sanepar e na Copel

As noticias de que  Gustavo Fruet está cotado para ser o presidente e Sanepar e Ricardo Barros para a Copel, se confirmadas, podem consolidar ainda mais a amizade que surgiu entre os dois que disputaram, com muita harmonia, vagas para o Senado. Intrigas tentaram desestabilizar esta amizade e a parceria poderá render bons frutos. Aliás, Maringá tem tudo a ver com Copel e Sanepar. Com a Copel, porque poderá vender a energia que obterá com a transformação o lixo, na megausina que o prefeito pretende instalar e com a Sanepar pelo fato dela deixar os encargos que tem com a cidade, que assumirá os serviços de água e esgoto, terceirizando-os.

Akino Maringá, colaborador

Akino

Grupo dos cinco sem cargo não deve ser ignorado

Diferentemente de janeiro de 2009, nesta eleição para a mesa diretora da Câmara de Maringá o grupo dos cinco vereadores que não disse amém às imposições de Ricardo Barros e John e ficou totalmente alijado de participação na Mesa e nas comissões não deve ser ignorado. Explico: Flávio Vicente, do PSDB, e Marly Martin, do DEM, são ligados ao grupo de apoio ao governador eleito e uma marginalização de ambos, como foi feito antes, pode trazer problemas. Já Humberto, Verri e dr. Manoel são da base da presidente eleita e não será bom isolá-los, após a traição política do PP dos Barros e diante  da necessidade de se recuperar a boa vontade da nova  administração federal.

Akino Maringá, colaborador

Akino

Execução da dívida

A propósito das postagens (1 e 2) do Rigon sobre o fato do deputado Ricardo Barros, que estaria sendo cotado para a presidência da Copel, procurei na movimentação do processo 773/2006 da 5ª Vara Cível e encontrei o seguinte despacho:
Publicado Despacho em 30/07/2010
Cobrança-Rito ordinário-773/2006-Copel Distribuição S/A x Rádio Jornal de Maringá Ltda.-Despacho de fls. 296 “Intime-se a parte executada na pessoa de seu procurador para que, no prazo de 15 dias, pague o valor exeqüendo, sob pena de, não fazendo, incidir no pagamento de multa de 10% sobre o montante da condenação, afora eventual penhora pelo sistema Bacen-Jud, em caso do requerimento da parte credora” -Advs. do Requerido José Buzato, Horácio Monteschio e Paulo Lemos.

Akino Maringá, colaborador

Blog

Calote na Copel: apelação negada

A respeito da ação de cobrança que a Copel move contra a Rádio Jornal de Maringá, que pertence ao deputado federal Ricardo Barros (PP), candidato derrotado ao Senado, o último movimento disponibilizado na internet é de 13 de abril deste ano, um mês depois de a ré ser condenada a pagar mais de R$ 235 mil de contas de energia atrasadas. Barros, que pode ser indicado por Beto Richa para presidir a empresa que não pagou por 26 meses, também não fez o pagamento das taxas.

Diz o texto no site  da 5ª Vara Cível: “1. Conforme se vê da leitura da certidão retro, a parte ré apresentou o recurso de apelação de fls. 253/288, porém, não efetuou o necessário preparo (portes de remessa e retorno). Desta forma, ante a ausência do recolhimento das referidas taxas, com base no artigo 511, do CPC, declaro deserta a apelação interposta pela parte ré. 2. Certifique-se o trânsito em julgado. 3. Intimem-se as partes desta decisão, inclusive a parte autora para que informe no prazo de trinta (30) dias se pretende executar o julgado. 4. Providências necessárias”.

Blog

Copel pode ficar com quem lhe deu calote

Que tal ficar mais de dois anos sem pagar a conta de luz, responder ação de cobrança da Copel, ser condenado a pagar a dívida mas, depois, a convite do governador Beto Richa (PSDB), presidir a empresa que você caloteou?

Pois a possibilidade existe: segundo o Política em Debate, do Jornal do Estado, o multiprocessado Ricardo Barros, condenado por improbidade administrativa, pode ganhar a presidência da Copel no governo Richa. Em março passado, este modesto blog revelou que a Rádio Jornal de Maringá (emissora que hoje chama-se Rádio Nova Ingá e pertence a Barros e ao seu sócio, ex-deputado federal Pinga Fogo de Oliveira), ficou sem pagar a conta de luz por “apenas” 26 meses e em março último foi condenado pelo juiz Siladelfo Rodrigues da Silva, da 5ª Vara Cível, a pagar R$ 235.321,16 de faturas de energia elétrica não pagas entre agosto de 1994 e outubro de 1996.

PS – A sentença na íntegra.

Akino

O melhor candidato para a Câmara

Concordo com o Fuji que seria bom que o presidente da Câmara de Maringa fosse um vereador independente, da oposição, mas reconheço que isto é difícil de acontecer. Assim sendo, entendo que o  melhor candidato, no momento, é mesmo Mário Hossokawa, que está realizando uma boa gestão, embora com as amarras de dever sua eleição, em parte, a Ricardo Barros e John. Agora é diferente. Se quiser, terá o apoio dos cinco dissidentes  da última eleição. Basta que lhes dê merecidos assentos na Mesa Diretora, respeitada a representação de cada partido e nas comissões. São cinco votos, mais o do próprio, e de John, que disse claramente, em sessão (está gravado), que o seu candidato é Mário Hossokawa, serão 6 votos, faltariam dois. Paulo Soni? Luiz do Postinho que se declarou independente? Reafirmo, reitero, o melhor candidato nas atuais circunstâncias é mesmo Mário Hossokawa. O que esperar dele? Que não ceda a pressões e não nomeie pelo menos 20 cargos comissionados, apresentando uma proposta de reforma que promova a extinção deles. Que fixe em no máximo 5 assessores por verador, padronizando a remuneração. Que publique a relação de todos os comissionados e efetivos. Se assim não for continuará vendendo, em parte, a alma para os ‘diabos’, fazendo o jogo sujo de alguns. Vale a pena?

Akino Maringá, colaborador

Verdelírio

Chefe de gabinete

José Roberto Ruiz, ex-prefeito de Floresta, atual secretário de Administração da Prefeitura de Maringá, e que foi o coordenador da campanha de Evandro Júnior para deputado estadual, recebeu convite para assumir a Chefia de Gabinete de Evandro Júnior, na Assembleia.Continue lendo ›

Akino

Eleição na Câmara de Maringá

O presidente Hossokawa é candidato à reeleição, isto é certo. Conta com dois votos garantidos, o dele e de John, que já declarou publicamente, em sessão (está gravado), seu apoio a ele. Com o voto de John, certamente terá os de W. Andrade e Luiz do Postinho, muito ligados e admiradores do ex-presidente. Já são 4 votos, faltam outros 4, que serão facilmente conseguidos. Fala-se que o dr. Heine também sonha com o cargo e estaria se mexendo junto ao líder de quase todos, Ricardo Barros, para convencer Mário a abrir mão da candidatura, invertendo as posições com o atual 1º secretário. Por outro lado, os independentes (mais ou menos) somam 5 votos e com mais 3  debandadas dentre os 10 da turma do amém  podem fazer o presidente. O importante é que continuando o atual presidente, o 1º vice seja alguém que  pelo menos um pouco articulado (saiba ler e falar razoavelmente). Que as comissões sejam para valer e não um ‘faz de conta’, principalmente na CCJ e Finanças e Orçamento. Que seus membros tenham noções em matéria e direito, administração, contabilidade pública. Já pensaram se colocassem o Tiririca na CCJ da Câmara Federal? Ou na Comissão de Orçamento?  Representar o povo, tudo bem, mas tudo tem limite. Maringá  é uma cidade grande e não pode passar a vergonha de ver certos presidentes (vice em exercício) dando vexame em solenidades públicas, em virtude do analfabetismo, ainda que funcional.

Akino Maringá, colaborador

Blog

A vez dos vereadores

O Gaeco ouvirá amanhã a maior parte dos vereadores investigados por manterem assessores fantasmas na Câmara Municipal de Maringá; ontem, alguns servidores foram ouvidos. Vereadores e assessores foram grampeados, desde abril deste ano, pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado, como revelou este blog na semana passada.

O vereador Evandro Junior (PSDB), neto do presidente do Tribunal de Contas, Hermas Brandão, e deputado estadual eleito, pediu uma outra data para ser ouvido. Se o pessoal do Gaeco fez a coisa certinha, o neófito Evandro será confrontado com uma situação ocorrida nas últimas eleições: dois de seus assessores, pagos com dinheiro do contribuinte maringaense, batiam ponto no relógio biométrico do Legislativo e iam correndo fazer campanha no escritório dos deputados Ricardo Barros e Cida Borghetti (Evandrinho é fã do multiprocessado deputado federal).

Opinião

“Hoje, qualquer miserável tem um carro”


O comentarista Luiz Carlos Prates, da RBS/RS, que fez sucesso ao falar sobre os deputados que gostam de gastar dinheiro público (a partir de uma afirmação do maringaense Ricardo Barros), é acusado de dar uma derrapada ao comentar sobre os mortos no feriadão. Ao falar sobre imprudência, disse que hoje “qualquer miserável tem um carro” e que isso é “resultado desse governo espúrio, que popularizou pelo crédito fácil o carro para quem nunca tinha lido um livro”.

Blog

Caso Aeroservice: MP é contra recurso

A Procuradoria Geral de Justiça do Paraná manifestou-se pelo desprovimento do recurso do deputado federal Ricardo Barros (PP) e de três de seus ex-assessores quando prefeito de Maringá (89-92) que foram condenados, em primeira instância, por improbidade administrativa, no caso Aeroservice. Além de Barros e da empresa paulista, são réus os ex-secretários Ademar Schiavone, Luiz Turchiari Junior (falecido na semana passada) e Julio Cesar Coelho Pallone. No último dia 9, o juiz substituto Edison de Oliveira Macedo Filho foi convocado relator da ação, que tramita em grau de recurso na 5ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Paraná.

A condenação dos envolvidos veio 15 anos depois que Barros, dois meses antes do término de seu mandato, contratou sem licitação a empresa para fiscalizar, supervisionar e gerenciar obras do Hospital Metropolitano de Maringá, que nunca foi construído. Mesmo sem realizar os serviços, a empresa de consultoria (hoje doadora de recursos para campanhas da família) recebeu parte do contrato. A sentença é de 27 de setembro de 2008. O processo foi movido pelo município (gestão Said Ferreira) e Serviço Autárquico de Obras e Pavimentação. Devido aos valores que os condenados devem devolver aos cofres públicos (Cr$ 465.788.130,00, mais correção monetária e juros), este é considerado um dos maiores escândalos da administração pública da história de Maringá.

Política

Ex-vice-líder com depressão?

De Lauro Barbosa:

– Bateram que o Ricardo Barros está meio deprê. Passa o dia todo calado fechado em seu escritório. E é besteira se alguém tenta consolá-lo dizendo que ele teve uma votação extraordinária com mais de dois milhões de votos. Dizem que ele fica uma “arara” e responde ao pé da letra, “de que adianta seu eu não ganhei a eleição?” Não quer saber de trólóló.

Verdelírio

Casa cheia

O escritório político do deputado federal Ricardo Barros e da deputada estadual Cida Borghetti foi tomado ontem pelo secretariado municipal. José Luiz Bovo, Guatassara Boeira, Walter Guerlles, Edith Dias, Valter Viana, Márcia Socreppa, Dorival Dias e até o deputado estadual Wilson Quinteiro, estiveram com Ricardo e Cida.Continue lendo ›

Blog

A serviço de chineses?

Oficialmente, o casal de deputados Ricardo Barros e Cida Borghetti foram à China em outubro último, logo após o término do primeiro turno das eleições deste ano, visitar a filha, Maria Victória, que estaria realizando um trabalho naquele país, segundo nota de Verdelírio Barbosa. Nos bastidores, porém, corre que o candidato derrotado ao Senado – sem imunidade parlamentar a partir do início de 2011 – trouxe no paletó procuração para defender os interesses de uma petroleira chinesa que tem interesse em investir no Brasil.

Além do paranaense, um político gaúcho também estaria empenhado na defesa da mesma empresa.

Blog

Ele vai se divertir muuuuiiiiiito

Beto Richa ainda está em viagem, mas tem gente apostando que o deputado federal Ricardo Barros (PP), condenado por improbidade em terceira instância e multiprocessado, vai se divertir muito no próximo governo estadual. Do blog de  Zé Beto:

A cota de Ricardo Barros – No Centro Cívico é dado como certo que, no novo governo, o deputado federal Ricardo Barros (PP) ficou com a cota da Sanepar e terá apoio para tentar ser presidente da Federação das Indústrias do Paraná. A conferir.

Akino

Intermediário por que?

Segundo nota do Verdelírio, o deputado federal Ricardo Barros quer intermediar junto ao novo governador Beto Richa a duplicação da PR-323 ( Maringá/Iporã). Por que? Não temos deputados estaduais? Mudando de assunto, a Sanches Tripoloni já teria demonstrado interesse em participar da concorrência.

Akino Maringá, colaborador

Blog

As aventuras do Leitão Vesgo

Ontem, numa das mensagens pelo Twitter, contra a tentativa da família Barros de comandar a água e esgoto de Maringá, o senador eleito Roberto Requião escreveu: “Primeiro o Leitão Vesgo se meteu de sócio na água rara do Peninha, agora ele quer pôr a mão na água do resto dos maringaenses”.

Referia-se, claro, ao deputado federal Ricardo Barros, que inovou no esquema que outrora chamavam propina: passou a ser sócio das empresas que dependem daquela força política junto aos escalões do governo federal. No caso em questão, a água do Peninha dependia do DNPM, assim como o inventor Divino Bortolotto precisou do Detran para liberar seu semáforo de ciclo visual. Num país sério, um homem desse seria proibido de exercer atividades políticas, mas, em governos que não prezam pela probidade, seria convidado para ser vice-líder, com certeza.

Blog

Ele pode “abraçar a causa”

A ressureição da CPMF pode ser a senha para que o maringaense Ricardo Barros, mesmo sem mandato, possa estar mais presente na vitrine da política nacional. É que em 2008, quando ainda um dos vice-líderes do governo Lula, ele chegou a se colocar à disposição e tornou-se um dos poucos a defender a volta da CPMF – ideia que, felizmente, a maioria dos parlamentares resolveu arquivar.

Agora, para não ficar relegado ao ocaso que aguarda os que perdem nas urnas, Barros pode voltar a abraçar a proposta do tributo – pelo menos o final de seu mandato ou, quem sabe, na próxima legislatura com a mulher, Cida Borghetti, que já fez questão de sinalizar que quer ser da base governistas o quanto puder.

Blog

Plantando, dá!

Um cargo no governo Beto Richa que cairia bem em Ricardo Barros, sem mandato e sem imunidade parlamentar a partir de 2011, seria o secretário da Agricultura.

Ele tem uma plantação de laranjas na região do Novo Centro que é viço só… Até os cachorros da cidade sabem do laranjal, menos, é claro, quem deveria saber.

Akino

Elogios ao dr. Manoel

Elogios ao Dr. Manoel

Às vezes discordo do vereador dr. Manoel por sua postura ‘barrista’, que leva a uma miopia política em relação ao mal que representa para a política maringaense a atuação de Ricardo Barros, por exemplo. No caso da verba para a Feira do Empreendedor isto ficou claro. Por lado admirou-o por sua, sensibilidade social, inteligência e cultura, bem como conhecimento da história política do país, que expressa nos bons discursos que faz,sobretudo a humildade que demonstra dando boas indiretas em outro barrista, o seu colega dr. Heine, como o fez numa das últimas sessões ao dizer: “Se não fosse o sapateiro, o médico andava descalço”.
Contando este episódio para dois amigos, ouvi elogios ao médico dr. Manoel, pela maneira com que atende os pacientes do posto de saúde onde trabalha. Disseram-me que ele levanta-se de sua mesa, vem até a porta, chama os pacientes pelo nome e bem humorado faz brincadeiras salutares para descontraí-los. Esses amigos o adoram e confessaram que há uma “briga” de pacientes querendo ser atendidos por ele.
Parabéns dr., passei a admirá-lo ainda mais. Voltando à questão Barros, espero que o senhor tenha conhecido melhor o Ricardo, depois do que aprontou com nosso amigo Lula nestas últimas eleições.

Akino Maringá, colaborador

Verdelírio

Os tucanos

Beto Richa, governador eleito do Paraná, esteve ontem com Dilma Rousseff, a presidenta eleita. Ficou definido que o relacionamento será de respeito. Geraldo Alckmim, o tucano que se elegeu governador do Estado de São Paulo, telefonou para Dilma Rousseff, cumprimentado-a pela eleição e elogiando o seu discurso da vitória.Continue lendo ›

Akino

Dados intrigantes

A candidata Cida Borghetti, a exemplo do marido Ricardo Barros, declarou que não gastou em centavo sequer de recursos próprios na campanha eleitoral. Já Edmar Arruda declarou ter gasto R$ 2.922.299,25 de recursos seus. Dinheiro que se fosse aplicado na poupança renderia R$ 14.610,00, mensais, praticamente o mesmo salário de deputado, e ao final dos 4 anos continuaria com o mesmo valor inicial. Só pode ser muita vontade de servir o país, pois não há outra explicação.

Akino Maringá, colaborador

Akino

Gastos eleitorais dos principais candidatos a estadual

Foram declarados: Evandro Junior R$ 196.6753,00; Dr.Batista R$ 140.672,53;  Enio Verri R$ 520.488,56; Ulisses Maia R$ 182.556,75; e Wilson Quinteiro R$ 200.679,23. Curiosidades: Segundos os dados informados foram gastos de recursos dos próprios candidatos: Evandro R$ 78.750,00, Dr. Batista R$ 2.000,00, Enio Verri R$ 44.750,00, Ulisses Maia R$ 57.087,69 e Wilson Quinteiro R$ 44.563,00. Inexplicável é que o candidato Ulisses Maia declarou um patrimônio de R$ 459.000,00, formado por R$ 300.000,00 em imóveis; R$ 145.000,00 em veículos e R$ 14.000,00 em dois planos de previdência. Não consta que tinha recursos financeiros disponíveis e na prestação de contas declarou que  arrecadou e gastou R$ 57.087,69 de recursos próprios. Ou seja, além de ficar 6 meses sem receber os salários de secretário, porque teve que se afastar (deixou de receber cerca de R$ 44.520,00), ainda gastou  R$ 57.087,69, que não tinha ou esqueceu de declarar. Pior de tudo, não foi eleito. São mistérios da política. Ricardo Barros não coloca um centavo de recursos próprios e Ulisses tudo, mais de R$ 57 mil.

Akino Maringá, colaborador