Busca: "Ricardo Barros"

Akino

Gastos de campanha: valores declarados

Consultando o site do TSE verificamos os seguintes gastos declarados pelos candidatos ao Senado pelo Paraná: Ricardo Barros, R$ 2.025.045,95; Gleisi,  R$ 7.944.235,19;  Fruet R$, 2.187.957,15; Requião, R$ 3.098.943,36. Curioso é que Ricardo Barros declarou que não colocou um centavo sequer de recursos próprios na campanha e gastou redondos R$ 30.000,00, com pessoal.

Akino Maringá, colaborador

Akino

Eleições na Câmara de Maringá

Qual seria a chapa articulada por John? É certo que ele quer um lugar para o seu pupilo W. Andrade, neste caso sairia Zebrão. Flávio Vicente ganha força por ser do PSDB, pode ganhar o lugar de Evandro Junior. Mário Verri pode ter espaço, saindo Paulo Soni. Segundo o vidente Juscelino,na ausência do ‘polvo’, a chapa completa ficaria assim: Presidente Mário Hossokwa, 1º vice Saboia; 2º W. Andrade; 1º secretário Heine Macieira; 2º Flávio Vicente; 3º Mário Verri. Zebrão seria o líder do prefeito. Nas comissões participariam dr. Manoel, Marly e Humberto Henrique, afinal o PMDB é parceiro do PT e do PCdo B, e o DEM e Beto Richa. Teríamos uma eleição por aclamação, sem muita interferência de Ricardo Barros, que aprovaria as participações de Humberto, Marly, Verri e dr. Manoel, pensando em não ficar tão mal com o Governo Dilma.

Akino Maringá, colaborador

Verdelírio

Duas do Verde

O fim do  mundo

Estão comentando nos meios políticos locais que Umberto Crispim de Araujo, Miguel Grilo e John Alves Correa, nomes fortes do PMDB maringaense, serão prestigiados pelo grupo dos irmãos Barros, Ricardo e Silvio. Eles teriam interesse em contar com o apoio do PMDB de Crispim, incluindo-se aí Mário Hossokawa, presidente da Câmara.

Namorada do doutor

Sócrates Brasileiro Sampaio de Souza Vieira de Oliveira, o médico e famoso dr. Sócrates, da Democracia Corintiana e que brilhou também na Seleção Brasileira, está namorando uma maringaense. A mãe da moça foi secretária de Educação do Município.Continue lendo ›

Akino

E as articulações para eleição na Câmara?

Volta e meia, nas sessões, o eterno ex-presidente John dá uma tiradas, junto ao presidente Hossokawa. Na última disse que estava conversando com Bravin sobre a vice-presidência. Outro dia disse ao Zebrão para aproveitar que seus dias de substituição do presidente estavam chegando ao fim. Desmentiu o Verdelírio dizendo que não apoia Mario Verri para presidência, que o seu candidato é o Hossokawa. Como andam as articulações? John manda mesmo? Bravin, Zebrão, W. Andrade, estão mesmo sob o seu comando? Em quem mais ele manda? Paulo Soni, Sabóia? Quem manda mais: John ou Ricardo Barros?
Minha opinião: Acho que a presidência fica com Mário Hossokawa mesmo. Entendo que deveriam tomar mais cuidado com o vice. Pela lógica seria o Sabóia o primeiro. O segundo? Bravin? Não dá e ele sabe disso. W. Andrade? Depende dos acertos. Claro que estamos falando da hipótese quase certa de se deixar de fora os que deveriam ser os escolhidos, dentro os quais destacamos os cinco excluídos – Humberto, Marly, Verri, Manoel e Flávio. Se bem que Flávio Vicente, agora com a eleição de Beto Richa, pode ter chance. De certo mesmo só a manutenção de Heine Macieira como 1º secretário e líder do prefeito, pois ele não abre mão e acredita que faz por merecer.

Akino Maringá, colaborador

Akino

Por onde andam?

Vamos lembrar que algumas pessoas bastantes conhecidas, que andam ‘sumidas’: Toninho Batista da Câmara, nunca mais o vi, aposentou-se, voltou a ter cargo comissionado, o que aconteceu com ele, que era influente nas gestões anteriores? Aparecido Baptista, famoso Cidão, com quem travamos alguns embates democráticos. Ferrenho defensor de Ricardo Barros, numa mais ouvi falar dele, nem de seus pitacos. Será que trabalhou pela eleição do seu senador? Devanir Almenara, o que aconteceu com suas denuncias, também anda apagado? Sorvos, o secretário de Relações Interinstitucionais (só em Maringá existe), trabalhou por Osmar ou Beto? O que a sua secretaria tem feito de bom? Esqueci o nome agora, um empresário que ganhava todas as licitações para cortes de árvores? Muito ligado ao Ricardo Barros, o primeiro nome é Joaquim (esqueci o sobrenome)? Nunca mais ouvi falar dele? Nereu Vidal Cézar? Nunca mais apareceu nos noticiários? Certamente há outros.  Paolichi, Jairo Giaonto, os outros envolvidos naquele escândalo.

Akino Maringá, colaborador

Verdelírio

Missão cumprida

Durante toda a campanha eleitoral no primeiro turno com Beto Richa e José Serra, e agora no segundo só na campanha presidencial Jurandir Rodrigues de Oliveira se empenhou ao máximo, e praticamente passou toda a campanha morando em Maringá. Certo de ter cumprido sua missão, ontem ele voltou a Curitiba, onde agora vai aguardar o resultado do trabalho realizado em Maringá e região.Continue lendo ›

Akino

Qual é a do dr. Heine?

A insistência do líder do prefeito de Maringá em provocar o pessoal do PT, principalmente Humberto e Mário Verri, em relação às eleições, declassificando a candidata Dilma, ofendendo-a, mesmo, nos deixa em dúvida sobre qual o seu verdadeiro papel. Estaria ele fazendo jogo do partido, o PP, digo Barros, para passar a impressão de que este está realmente com Serra? Não vemos tanta contundência da parte de Ricardo e Sílvio II.  Seria uma atuação por convicção pessoal? Neste caso pode desagradar aos chefes, pois complicaria uma aproximação posterior, que só espera a proclamação do resultado.
Esta é apenas uma análise de quem procura ler nas entrelinhas. Acho que é jogo de equipe e aconselho Humberto Henrique a não cair na armadilha. Ontem o nobre vereador perdeu as estribeiras (sabe quando o marcador, zagueiro rude,  fica provocando o craque, tentando levá-lo à expulsão?). Só espero que o PT tenha hombridade, caso Dilma seja eleita, de não dar espaço para o sr. Ricardo Barros e equipe. Será, desculpem a expressão, ‘falta de vergonha na cara’. Perderei o resto de admiração que ainda guardo pelo partido que era a esperança do fim da corrupção.

Akino Maringá, colaborador

Verdelírio

Flávio Arns em Maringá

O senador Flávio Arns, agora vice-governador eleito do Paraná pelo PSDB, estará hoje em Maringá, onde cumprirá agenda bem extensa. Visitará a Apae, participa de reunião com professoras no Cesumar e participará de um jantar no Parque Internacional de Exposições, com dirigentes da Apaes de Maringá e região.Continue lendo ›

Blog

Verri quer candidato único

O maringaense e deputado estadual Enio Verri, presidente estadual do PT, disse há pouco  na internet que trabalha para uma candidatura única a prefeito de Maringá dos partidos aliados, aí incluindo PDT (do vice de Silvio Barros II, Pupin), PSC (de Edmar Arruda, ex-tesoureiro dos Barros e ex-companheiro da administração José Cláudio) e PMDB (do grande companheiro e compadre José Miguel Grillo) – ele não citou o PP de Ricardo Barros, abençoado de seu mais influente amigo, Jefferson Nogaroli, O Grande. Para quem entende que um pingo é letra, não precisou dizer quem será o candidato do partido.

Verri disse que a elite é representada pelos Barros (o Nogaroli certamente vai lhe passar um pito!) e admitiu que a campanha pró-Dilma em Maringá tem que receber uma sacudida nesta reta final.

Geral

Fraude na Previdência

Dezoito pessoas foram denunciadas por fraudes contra a Previdência Social em Campo Mourão. O trabalho de investigação foi iniciado em 2005 e serviu como base para a Operação Campo Fértil, informa Marcus Ayres na Gazeta Maringá. É aquela famosa operação que levou 21 para a cadeia em Maringá, e que no mapa feito pela Polícia Federal trazia Ricardo Barros e José Borba como beneficiários do esquema.

Verdelírio

Boia fraca

Uma grande competição esportiva realizada em município que integra a Amusep ainda pode dar dor de cabeça. É que foram contratadas refeições ao preço de R$ 20,00 por pessoa para as pessoas envolvidas na competição, mas acabaram fornecendo um lanchinho que custou R$ 5,00.Continue lendo ›

Akino

Haveria um plano B

Há quem diga que na sessão municipal não está descartada a possibilidade de acordo de Ricardo Barros envolvendo o apoio a Enio Verri para prefeito.  Confirmada a vitória de Dilma, com o PP na base do governo, Cida seria vice-líder do governo. Ricardo seria nomeado para um importante cargo, talvez a Presidência da Itaipu ou ministro dos Transportes. Seria aprovada a duplicação do Contorno Norte, construção do Contorno Sul Metropolitano, o rebaixamento da linha férrea continuaria até Cianorte. Tudo isso com uma enxurrada de recursos, com a Sanches Tripoloni ganhando todas as licitações. Neste caso o plano B seria o apoio a Enio Verri para prefeito, para não caracterizar uma denominação da família.

Akino Maringá, colaborador

Akino

Observatório Social é modelo de combate à corrupção

Esta é uma das manchetes do Hoje Notícias e a matéria afirma que a constatação é da ONU,  ressaltando que a Comissão Econômica  da Organização das Nações Unidas propôs o modelo  como exemplo para a América latina. Com uma foto do candidato derrotado ao Senado, Ricardo Barros, o texto diz que o mesmo lembrou que esta é uma experiência que deu certo em Maringá e se multiplicou pelo Brasil. Que o resultado vem da união do trabalho da sociedade organizada e que uma das principais diretrizes da administração Sílvio Barros é a transparência.
Minha opinião: Resumidamente: Que bom, se fosse verdade.

Akino Maringá, colaborador

Política

Operação Navalha

O segundo turno em Alagoas, entre o atual governador Teotônio Vilela e o ex Ronaldo Lessa, caminha pesado. As acusações mútuas são cada vez mais fortes. Na moda, agora, está arrolar o adversário na Operação Navalha, aquela que envolveu a Construtora Gautama, cujo proprietário Zuleido Veras brindou vários parlamentares com caros presentes, incluindo o maringaense Ricardo Barros, então um dos vice-líderes de FHC, que recebeu uma vistosa gravata. Ele e José Borba, atual prefeito de Jandaia do Sul, foram os únicos paranaenses presenteados por Veras.

Akino

(…) é a favor do casamento gay

É bem provável que esta seria a manchete de alguns jornais e revistas caso fosse de Dilma a declaração feita por Serra, ontem, dizendo que é  favorável à união civil de pessoas do mesmo sexo. Serra foi perfeito ao dizer que é uma questão legal e a justiça já vem decidindo assim e que o problema religioso e questão de cada igreja. Dilma não disse nada de diferente e nem poderia. Dizer que se pode fazer uma lei obrigado padres e pastores a realizarem casamentos entre pessoas do mesmo sexo é brincar com a inteligência dos mais atentos e com a sensibilidade de  tradicionais e religiosas, como a minha mãe, por exemplo, que acaba acreditando. Foi isto que eu quis dizer, quando o então candidato ao Senado Ricardo Barros usou na sua campanha, dizendo-se um paladino da defesa da família, só para explicar, mais uma vez, a uma leitora que ficou indignada.

Akino Maringá, colaborador

Akino

John: “Este nome tem poder”

Na sessão desta quinta-feira o ex-presidente John desmentiu a nota de que pretendia lançar Mário Verri para a Presidência da Câmara de Maringá. Falou que o seu candidato é o atual presidente Mário Hossokawa, só precisa acertar a questão do vice. No final deu a entender que seu candidato, para este cargo, não é Zebrão. Quem seria o indicado? Sabóia? Mário Verri? W. Andrade?
Minha opinião: O vice deve ser uma pessoa preparada para assumir a Presidência, e com todo respeito ao nobre vereador Zebrão, não este o seu caso. Alguns vereadores, desculpem, não podem fazer parte da mesa, por falta de, como diria o caboclo, leitura ou jeito, dentre eles citaria, com todo respeito, Zebrão e Bravin, este último reconhece suas limitações e não pleiteia nada, mas Zebrão precisa ligar o ‘desconfiômetro’. Entre os, aos quais falta jeito, citaria Luz do Postinho.  Outra situação que precisaria ser acertada é o acúmulo do cargo de 1º secretário com o de líder do Prefeito. Não vou insistir que a mesa deveria mudar, que o presidente deveria ser alguém do grupo dos 5 ( Humberto, Marly, Verri, Manoel e Flávio Vicente), porque seria malhar em ferro frio.
PS: Pelo visto, como diriam alguns: “John, este nome tem poder”. É líder de Ricardo Barros.

Akino Maringá, colaborador

Blog

Perde e ganha

Independente do resultado, as últimas eleições operaram um verdadeiro milagre. Pela primeira vez viu-se o deputado federal Ricardo Barros defendendo valores morais, por mais retrógados que fossem. Ao longo dos seus mandatos na Câmara Federal, o pessoal acostumou-se a vê-lo perfilado com grandes empresários, banqueiros, empreiteiros, cimenteiros e tudo o que se referisse a grandes grupos econômicos. Além de não militar com a mesma ênfase na defesa de questões como meio ambiente e direitos sociais, ainda votou contra a concessão gratuita de certidão de nascimento e óbito para os desfavorecidos.

O parlamentar, que foi à China pedir votos para José Serra, pode ter perdido o mandato, mas, quem sabe?, pode ter ganhado mais em natureza humana.

Verdelírio

No mesmo terreno

Amanhã, José Serra, e Dilma Rousseff, que disputam a Presidência da República, respectivamente pelo PSDB e PT, estarão disputando o mesmo terreno político. Dilma estará com o presidente Lula realizando comício e José Serra cumprirá ato de campanha, na cidade de Londrina.Continue lendo ›

Akino

Qual o ramo industrial?

Li no blog do Lauro Barbosa que o quase ex-deputado Ricardo Barros pretende ser presidente da Federação das Indústrias do Paraná. Qual o ramo que ele atua? Engarrafamento de água mineral, ramo que teria entrado, segundo dizem, em virtude do trabalho que teria feito ao órgão responsável pela autorização, em Brasília, a pedido do dono da mina, é índústria? Confesso minha dúvida.

Akino Maringá, colaborador

Política

O uso político da Fiep

De Cláudio Osti:

Empresários da indústria do Paraná está preocupados com o rumo que pode ter a sua entidade máxima, a Federação da Industria do Estado do Paraná. Há décadas a Fiep vem sendo usada politicamente para interesses bem próprios. José Carlos Gomes de Carvalho, o Carvalhinho, que morreu em 2003, usou e abusou da entidade durante seus vários mandatos. Seu sucessor, Rodrigo Rocha Loures, também não perde tempo. Nesta campanha a instituição foi acusada de usar seu mailing list para a campanha de Osmar Dias cujo vice é filho de Rocha Loures.
Agora o medo está crescendo. O deputado Ricardo Barros, que foi candidato ao Senado, ameaça ser candidato à presidência da Fiep. Barros é um dos vice-presidentes da entidade.

Verdelírio

Está fora

Jaime Dallagnol, que foi coordenador geral da campanha de Edmar Arruda para deputado federal, diz que Edmar irá cumprir mandato de quatro anos, respeitando a confiança que os companheiros dos municípios depositaram nele, que estará na mesa para participar das decisões sobre as próximas eleições municipais, tanto em Maringá como em outros municípios, mas não será candidato a prefeito de Maringá.Continue lendo ›

Akino

Vereadores cobram por apoios?

Ouvi, na rádio Cultura, o deputado Nishimori dizer que não teve apoio de nenhum vereador maringaense na sua campanha porque pediram muito. Será que algum candidato pagou? Quais foram os vereadores que trabalharam em campanhas?  Teriam sido pagos legalmente ou por caixa dois? Sei que W. Andrade pediu até licença para trabalhar numa campanha. Bravin, Zebrão e Luiz do Postinho teriam  apoiado Evandro Junior. Quanto se gastou efetivamente? Vereadores cobram por apoios? Eu não acredito, acho que eles não queriam apoiar Nishimori e deram essa desculpa. Vereadores são voluntários, como voluntários são todos os cabos eleitorais de Cida e Ricardo Barros.
PS: Estaria eu sendo ingênuo? Não consigo ver maldade na atuação de políticos, principalmente esses missionários que largam tudo, empregos, empresas, para se dedicarem exclusivamente ao povo.

Akino Maringá, colaborador

Verdelírio

Menos, menos…

No PT local, fala-se na possibilidade de Ênio Verri voltar para o Ministério do Planejamento. Primeiro é preciso que Dilma Roussef se eleja presidente da República. E depois será que o Paraná seria maioria no ministério com Ênio Verri, Paulo Bernardo, Osmar Dias, Orlando Pessuti, Jorge Sameck e outros?Continue lendo ›

Verdelírio

Não quer mais

Depois de 24 anos exercendo mandatos, e por não ter conseguido garantir reeleição para deputado federal, Afonso Alves de Camargo Neto, resolveu abandonar a vida pública. “Afonsinho” disse que, se for chamado como suplente, vai renunciar à suplência.Continue lendo ›

Verdelírio

Profecia

Logo que começou a campanha eleitoral, o vereador Mário Hossokawa, do PMDB, previu que Maringá elegeria dois deputados federais e três deputados estaduais. Terminadas as apurações no Estado, verificou-se que sua profecia fora cumprida.Continue lendo ›

Akino

O último dos primeiros e o primeiro dos últimos

Se no Campeonato Brasileiro de Futebol um time fica em quarto lugar, dentre os vinte, podemos dizer que teve uma excelente colocação. Já na disputa para o Senado, onde efetivamente só tínhamos quatro candidatos disputando, o quarto colocado na verdade foi o último. Esta é a situação de Ricardo Barros, perdeu até para o desgastado Requião. Mas teve 2,1 milhões de votos e se firma como uma liderança no estado, dizem alguns analistas políticos da imprensa amiga. E daí? Passou quatro meses em campanha antecipada. Visitou, com ele mesmo diz, todos os municípios, gastou não se sabe quanto, e esses 2,1 milhões podem ser divididos por 2, já que votamos para dois senadores.
Minha opinião: Penso diferente dos acham que foi uma vitória. Na verdade foi uma derrota fragorosa. Fosse no Brasileirão teria sido rebaixado para a série B e disputaria com Timossi e outros candidatos dos partidos nanicos. Resumindo: foi o último dos primeiros e o primeiro dos últimos.

Akino Maringá, colaborador

Akino

Com uma ‘salinha’ em Brasília?

Pelo que ouvi, Pinga Fogo e Verdelírio não querem Ricardo Barros com uma secretaria de estado. Preferem que ele atue em Brasília. Verde disse que com uma salinha em Brasília ele faz mais por Maringá.
Minha opinião: Ricardo Barros vai continuar sendo deputado federal, através da esposa, com a mobilidade de um lobista e sem os perigos dos processos que na vida pública está sujeito, isto se não for condenado, agora que perde o foro privilegiado. Uma coisa é certa: se depender do irmão não será candidato a prefeito, pois Silvio II prefere alguém temente a Deus.

Akino Maringá, colaborador

Akino

O nome seria Wilson Matos

Assisti o Verdelírio no Pinga Fogo e  nunca ouvi falar tão bem de Ricardo Barros, Borba, Evandro Junior. Para os dois, são pessoas sensacionais. Pelo que pude entender o nome da pessoa temente a Deus, citada por Sílvio II, seria Wilson Matos, do Cesumar.
Falando de Borba e Ricardo, para Pinga Fogo e Verdelírio são dois das melhores pessoas do mundo, verdadeiros fenômenos da política. Por que será? Não consigo enxergar todas essas qualidades.

Akino Maringá, colaborador

Akino

Radicalismo religioso atrapalhou

Não tenho dúvidas de que um dos fatores importantes para a não eleição de Dilma no primeiro turno foi o radicalismo religioso de alguns. Em muitos lugares, inclusive pela internet, alguns padres e pastores pediram para que não se votasse nela e muitos fiéis atenderam. Alguns demagogos pegaram carona, e não me surpreenderiam se ficasse constatado que boa parte dos votos de Ricardo Barros veio desses eleitores e depois do seu discurso moralista em da defesa da família. Só para deixa bem claro, sou contra o aborto, mas acho que não pode ser considerado crime, aliás, aborto no Brasil é como o jogo do bicho, é proibido, mas encontramos em todos os lugares.  Gostei de uma sugestão que vi no Jornal da Massa, de que devíamos fazer um plebiscito em que só as mulheres votassem. Se eu fosse da campanha de Dilma, reuniriaria todas as igrejas e deixaria com elas a solução. Firmaria um compromisso.

Akino Maringá, colaborador