Busca: "Silvio Barros II"

Verdelírio

Partido Verde

O advogado Alberto Abraão Wagner da Rocha, presidente do Partido Verde em Maringá, disse que está trabalhando na elaboração da chapa de candidatos pelo PV maringaense. Alberto disse que não é fácil montar chapa, mas está confiante que o Partido Verde estará na disputa com uma chapa competitiva.Continue lendo ›

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Nós já sabíamos…

A propósito do que o Akino Maringá escreveu abaixo, no último dia 11 publiquei esta postagem a respeito da intimação do prefeito SIlvio Barros II. Um trecho: “Outra informação, não confirmada, é de que haveria uma tentativa de retardamento da comunicação, para que o Executivo pudesse enviar um projeto de lei ao Legislativo para contornar o motivo da ação”.

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A vingança da árvore

Um leitor, ao conferir os interessantes detalhes do relatório que constatou o superfaturamento e outras irregularidades na construção do Novo Centro, especialmente na gestão Silvio Barros II (PP), diz que só falta ali uma acusação de crime ambiental. Ele acha que a revelação de todas as irregularidades pode ser  chamada tranquilamente de “a vingança da  canafístula centenária”, derrubada pela administração há alguns anos, movida apenas por interesses pecuniários.

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As irregularidades detalhadas

Eis o acórdão completo, de 49 páginas, detalhando as irregularidades nas obras do Novo Centro de Maringá, com os indícios de superfaturtamento. O documento é do Tribunal de Contas e traz pormenores, alguns até então desconhecidos. Considerando que na semana passada o prefeito Silvio Barros II divulgou nota culpando apenas o governo do PT, e em sua nota dizia não ter detalhes, e como um dos principais responsáveis pelo convênio, o deputado licenciado Ricardo Barros, também afirmou que não tinha conhecimento do documento, o blog presta sua colaboração. Aliás, é interessante o prefeito ler o item 2, que aborda justamente o superfaturamento (98,46!); ali é citado o nome de um só político responsável: “Responsáveis: Senhor Sílvio de Magalhães Barros II (prefeito atual) em solidariedade com as empresas Vega Engenharia e Consultoria Ltda. e C.R. Almeida S/A, representadas pelos senhores José Eustáquio de Matos e Luiz Dario Milani, respectivamente. O prefeito é responsável
porque é o ordenador de despesas e responsável pelos pagamentos dos serviços por valor acima do equivalente ao preço de mercado e as empresas são responsáveis solidárias porque uma atestou para pagamento (Vega Engenharia e Consultoria Ltda.) e outra recebeu os pagamentos”.

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Cooperativas: cinco anos de promessas

O vereador Humberto Henrique (PT) diz em seu portal que falta sensibilidade e vontade política para melhorar as condições de vida do pessoal que coleta recicláveis em Maringá. Passados cinco anos, como de resto se vê de outras promessas, na área das cooperativas de material reciclável tudo não passa de firula política. O vereador maringaense, que tem percorrido a região conhecendo e avaliando projetos nesta área, coloca em sua página até a fala do prefeito Silvio Barros II (PP) fazendo a papagaiada de sempre. A falta de interesse da administração em ajudar o pessoal fez com que duas cooperativas encerrassem as atividades – esta deve ser a contribuição da administração para a importante questão da coleta seletiva.

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Bazar para o Parque do Japão

A Acema vai realizar bazar beneficente para levantar fundos para o Parque do Japão, de 26 de fevereiro a 7 de março. A obra, que recebeu um volume imenso de dinheiro público (inclusive R$ 600 mil que seriam para reformar a praça da Catedral, nosso maior atrativo turístico junto com o Parque do Ingá, fechado há tempos), agora ganha uma forcinha da Receita Federal. Não dá para saber para qual entidade a mercadoria foi doada, porque o órgão não disponibilizou nenhum relatório deste ano.
Aliás, a propósito de doações, o poder é mesmo doce. O Instituto Brasileiro para a Saúde Preventiva, ONG da família do prefeito Silvio Barros II, recebeu título de utilidade pública em 28 de novembro de 2006 e na semana seguinte, em 8 de dezembro, ganhou R$ 94.042,67 em mercadorias apreendidas pela Receita Federal para realizar um bazar. De lá para cá, emplacou doações anuais: em outubro de 2007, R$ 5.176,50 em eletrônicos; em novembro de 2008, doação de brinquedos e eletrônicos no valor de R$ 11.515,72; em março de 2009, mais R$ 4.571,50 da Receita para a ONG, que não é beneficente, em material de escritório; e, em agosto, outros R$ 13.732,89 em eletrônicos.

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Prefeitura pode acabar com a Gráfica Municipal

O prefeito Silvio Barros II (PP) retomou projeto do irmão mais novo, Ricardo, e determinou estudos para a extinção da Gráfica Municipal, que funciona há mais de 40 anos na prefeitura e possui cerca de 10 funcionários. A primeira vez que aventou-se a possibilidade de acabar com o órgão foi na gestão de Ricardo Barros como prefeito de Maringá, mas uma mobilização política impediu a rpoposta. Desta vez, o estudo está sendo realizado pelas secretaria de Administração e de Fazenda. “Vai depender do custo. Se o custo de manutenção da gráfica não compensar, ela será extinta”, confirmou o diretor-geral da Secretaria de Administração, José Ângelo Salgueiro.

O ex-prefeito Said Ferreira foi o chefe de Executivo que mais investiu na Gráfica Municipal, por considerar que ela produz material gráfico a preço de custo e, portanto, representa economia para a máquina administrativa. Somente para a Secretaria de Saúde, por exemplo, são feitos ali cerca de 600 impressos diferentes. A gráfica, que já funcionou no paço, hoje funciona em prédio alugado na avenmida Colombo. A exemplo do Almoxarifado, ela deveria se mudar para os barracões do antigo IBC, na avenida Centenário, mas é possível que não vá, já que os estudos devem apontar a inviabilidade econômica do órgão. Contraditoriamente, recente concurso público da prefeitura contratou impressor gráfico. Hoje a gráfica não imprime mais o Órgão Oficial do Município, que é publicado somente na internet.

Extinguir a Gráfica Municipal em ano eleitoral é altamente suspeito.

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Quando vai devolver?

Pegando carona numa postagem de Lauro Barbosa: agora que a edição de janeiro da revista Seleções Reader´s Digest incluiu a Catedral de Maringá entre os 100 melhores destinos do pais, quando o prefeito Silvio Barros II (PP), o especialista em turismo, vai devolver os R$ 600 mil originalmente destinados à reforma da praça da Catedral e dos quais se apropriou, há dois anos, para enfiar no Parque do Japão?

(Foto: PMM)

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De olho no caso

Interessa a vários políticos maringaenses o acompanhamento do caso Gilberto Kassab. Trata-se de dinheiro de fonte vedada usada na campanha – mesmo caso verificado inclusive com o prefeito Silvio Barros II (PP), que a Justiça Eleitoral local relevou. Com outros dois que passaram pela mesma situação – Mário Hossokawa (PMDB) e dr. Batista (PMN) -, houve condenação em primeira instância e absolvição no TRE-PR.

Verdelírio

Ciro na televisão

O PSB realiza nesta quinta-feira o seu programa nacional de rádio e televisão, tendo como principal figura o deputado federal Ciro Gomes, pré candidato do partido à Presidência da República. Além de Ciro Gomes, participam do programa os governadores de Pernambuco, Ceará e Rio Grande do Norte. O deputado estadual Wilson Quinteiro, do PSB de Maringá, não participa. O PSB apresenta seu programa de hoje com o lema: Escolha certo, escolha o PSB.Continue lendo ›

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A prioridade do prefeito de Maringá

A avenida Brasil, em Maringá, trava na maior parte do dia, por conta do sistema binário, ainda incompleto. As mudanças na Brasil dependem dos recursos do Banco Mundial, e devem demorar um pouco. Mas poderia ser feito um projeto temporário, que diminuiria a dor de cabeça do motorista maringaense (possivelmente, até do pedestre). O paliativo em questão – na verdade, uma antecipação da obra de revitalização daquela avenida – custaria no máximo R$ 1 milhão.

O prefeito Silvio Barros II (PP), porém, prefere gastar R$ 5 milhões com propaganda este ano do que fazer a obra.

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Silêncio pelos lados do PT

O diretório municipal do Partido dos Trabalhadores, que está sob nova direção há alguns dias, ainda não se manifestou sobre a nota oficial do prefeito Silvio Barros II (PP), que ignora o julgamento do Tribunal de Contas da União e joga somente nas costas do PT a responsabilidade pelas irregularidades na construção do Novo Centro. O TCU aponta superfaturamento no convênio de 2008, assinado por Silvio II, mas na nota ele faz menção apenas aos contratos de 2003 e 2004, quando o PT estava no poder. Enquanto a mídia amiga reproduz a nota sem questionar seu conteúdo, a população deve imaginar que prevalece o ditado de que quem cala, consente.

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Novo Centro: administração joga a culpa no PT

Nota oficial divulgada pela Assessoria de Comunicação da Prefeitura Municipal de Maringá, a respeito do superfaturamento das obras do Novo Centro, informa que as irregularidades referem-se à administração do Partido dos Trabalhadores. “Os indicativos de irregularidades se referem a convênios, licitações e contratos assinados em 2003 e 2004. Embora não sejam da atual gestão, entendemos que a obra é de interesse de toda a comunidade e portanto os problemas precisam ser resolvidos para que ela seja concluída o mais rápido possível”, diz a nota.

PS – Quem ler o acórdão do TCU na íntegra verá que são citadas – pelo menos três vezes – irregularidades como superfaturamento no convênio assinado em 2008, gestão Silvio Barros II. A nota é mais que capenga, é malandra. [Postagem com título refeito]

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Uma nova ação contra a administração cidadã

O prefeito de Maringá, Silvio Barros II (PP), deve ter sido notificado na tarde de hoje de mais uma ação civil pública ajuizada pelo Ministério Público contra sua administração (pelas contas do prefeito, seria a 19ª ação). A ação deu entrada na 4ª Vara Cível, no primeiro dia de fevereiro, e no dia 4 foi expedido mandado de notificação, recebido pelo oficial de justiça no dia 5. Informação que chegou ao site hoje é de que o oficial designado, Hermindo Sergio Pavão, esteve no paço municipal para a notificação. Outra informação, não confirmada, é de que haveria uma tentativa de retardamento da comunicação, para que o Executivo pudesse enviar um projeto de lei ao Legislativo para contornar o motivo da ação.
Não há detalhes do teor da nova ação proposta, mas pelos movimentos na Câmara de Maringá parece que tem algo a ver com a nomeação de cabos eleitorais em cargos comissionados.

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Licença para viagem internacional será votada hoje

A Câmara Municipal de Maringá vota hoje projeto de decreto legislativo que concede licença ao prefeito Silvio Barros II (PP) para se afastar do cargo por uma semana para viajar a Cranford, em Nova Jersey, Estados Unidos. Ele irá visitar a Chinook Energy, empresa de reciclagem dedicada à energia renovável de combustível e metal, onde será acompanhado de Rifat Chalabi, co-fundador e presidente da Chinook Science. Esta é a terceira viagem que Silvio II faz ao exterior para conhecer sistema de tratamento de lixo e a segunda específica sobre o assunto aos Estados Unidos. Da primeira vez, em junho de 2005, ele foi conhecer o sistema de tratamento de lixo com gases em estado de plasma. À época, a Fundação Inaciana, de São Paulo, já dominava a técnica, mas ele preferiu conhecer a dos EUA.
Da mesma forma, agora, fica-se sabendo que a Usina Verde, do Rio de Janeiro (RJ), é pioneira no Brasil no desenvolvimento de tecnologia e processos para a implantação de usinas de tratamento térmico de resíduos sólidos urbanos com recuperação de energia. Mas o prefeito vai preferir ir aos Estados Unidos, ainda mais que é a Chinook que vai pagar todas as despesas.

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‘Maioridade’ na improbidade

Inconveniência e destempero marcaram a solenidade de repasse de recursos públicos para entidades assistenciais, na manhã de hoje no paço municipal de Maringá. O prefeito Silvio Barros II (PP) usou a cerimônia para destacar o ex-prefeito de São Jorge do Ivaí, José Luiz Bovo, atual secretário de Fazenda e tido como candidato da família Barros em 2012. Não bastasse isso, voltou a atacar o Ministério Público – desta vez, porém, sem chamar ninguém de psicopata.
O prefeito, que se considera um enviado divino e o maior chefe do Executivo que já pisou na Cidade Canção, revelou que responde a 18 ações por improbidade administrativa. O discurso não cabia no evento, mas pelo menos o pessoal saiu da sala sabendo que Silvio II, em relação à má gerência o dinheiro público, já atingiu a “maioridade” perante o MP.

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Lixo: cuidado com novos prejuízos

Leio no blog de Lauro Barbosa que o prefeito de Maringá, Silvio Barros II (PP), vai continuar tratando pessoalmente da questão do lixo – como se já não estivesse fazendo, o que gerou despesas para o município se defender de ações judiciais. A propósito, ele e o irmão incluíram o sistema Biopuster, que nunca havia sido testado no país, no programa de governo do PP; agora, vai aos Estados Unidos, na terceira viagem internacional para conhecer um outro sistema.
Para o Biopuster, implantado na marra, ao arrepio da lei, sobraram dívidas. Pior: fornecedores e trabalhadores dificilmente serão ressarcidos, pois os equipamentos arrestados não foram nacionalizados, a importação foi temporária. Sobrou até para o empresário curitibano Joel Malucelli (TV Maringá, aquela punida várias vezes pela Justiça Eleitoral por fazer campanha irregular para os Barros), que teria investido, sem retorno, cerca de R$ 1,5 milhão na brincadeira. Há que se tomar precauções para que a próxima aventura não dê novos prejuízos.

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Memorex

Há um ano, funcionários municipais da Prefeitura de Maringá faziam as vezes de garotos-propaganda da Biopuster. Eram uma espécie de vendedores da tecnologia que não prosperou. Especialista em franchising, a administração maringaense vai mudar o foco do lixo, com a nova viagem do prefeito Silvio Barros II aos Estados Unidos para conhecer uma outra tecnologia.

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Um Legislativo sem oposição

O prefeito Silvio Barros II navega em águas calmas porque não tem oposição nem na Câmara Municipal de Maringá. A opinião é do vice-presidente da casa, Zebrão (PP), que analisou, do alto de seu terceiro mandato, e concluiu: na época do governo do PT havia vereadores que ocupavam a tribuna para criticar a administração de forma contundência – e ele citou a si e a Dorival Dias, pelo menos, como dois dos críticos mais constantes. “Hoje, na câmara, não tem oposição. O Silvio II está tranquilo em relação aos vereadores da oposição”, comentou.

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Lixo: prefeito viaja novamente ao exterior

O prefeito de Maringá, Silvio Barros II (PP), pediu licença ao Legislativo para viajar para Cranford, Nova Jersey (EUA), de 27 de fevereiro e 6 de março para conhecer o sistema de reconversão de energia a partir de resíduos, na Chinook Energy. A tecnologia extrai gases do volume orgânico do lixo, gerando energia e permitindo a reciclagem do material excedente. Leia mais.

Esta é a terceira vez que o prefeito fala em conhecer tecnologia de lixo no exterior. Antes, ele havia viajado para o Japão, Estados Unidos e Alemanha para tratar do assunto. Já havia voltado entusiasmado com a possibilidade de transformar o lixo em plasma e, depois, adotou a tecnologia do Biopuster, incluída até no programa político estadual do PP, e que finou-se recentemente em meio a muitas dívidas. Em todas as vezes, prometeu levar a tecnologia aos municípios da região. A legislação brasileira obriga a realização de licitação para a escolha de métodos de tratamento de lixo.

Política

No TRE-PR

O deputado estadual dr. Batista (PMN), o prefeito Silvio Barros II (PP) e o governador Requião (PMDB), na última segunda-feira, na posse da nova presidente do TRE, desembargadora Regina Helena Afonso de Oliveira Portes.

(Foto Everson Bressan/Secs)

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Bateu, levou

Deve ser coincidência, mas depois que insinuou que havia psicopatas no Ministério Público o prefeito de Maringá, Silvio Barros II (PP), teve três vitórias (temporárias, mas vitórias) no Judiciário. Saiu por cima na questão do lixo, da antiga estação rodoviária e da Sanepar.

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Saúde pública

Quando assumiu a prefeitura, Silvio Barros II invocou com as reclamações de que os médicos dos postos de saúde não cumpriam o horário, apenas seguiam uma espécie de cotas de atendimento. No resto do tempo, como dizem no popular, enrolavam. Fez que fez e hoje a situação na área de controle de horário de trabalho piorou: hoje o pessoal não passa mais o cartão, coisa que faziam no primeiro mandato. Além disso, conta um profissional da saúde, como o salário oferecido aos médicos não é atrativo nem para recém-formado, alguns optam pelo Programa Saúde da Família, que paga mais. Mas não é raro acontecer de, ao invés de ir à casa dos pacientes, o médico errar e acabar no consultório. O assunto, claro, é tabu.