Passeio público de Maringá

Na avenida Brasil esquina com a rua Coelho não há uma só arvore. Moradores pedem que a prefeitura faça o plantio.
Foto: Google Street View

Na avenida Brasil esquina com a rua Coelho não há uma só arvore. Moradores pedem que a prefeitura faça o plantio.
Foto: Google Street View

Na avenida Riachuelo, próximo à Igreja São José, na Vila Operária.

Não é a primeira vez que uma sorveteria localizada na avenida Mandacaru contraria a legislação, e prejudica os transeuntes. A barraca inflável não é permitida em pontos como este, inclusive e principalmente sobre o piso tátil, o que implica em multa.

A foto, de ontem, enviada por leitor, mostra o uso irregular do canteiro central da avenida Alexandre Rasgulaeff. “Sai gestão, entra gestão e o descaso com as leis continua”, registra..

Na avenida Mandacaru, próximo à delegacia de polícia e de dois supermercados regularmente estabelecidos e pagadores de impostos, um ambulante montou uma verdadeira feira-livre na calçada.

O respeito ao piso tátil não parte de todos os comerciantes. A prefeitura deveria intensificar a fiscalização, já que o pessoal se preocupa muito com o lucro e pouco com as pessoas com deficiência. A foto é de uma sorveteria na avenida Mandacaru.

A foto é de hoje. A empresa, praticamente ao lado do paço municipal é alvo de constantes reclamações; na gestão passada, além de pedestres até a Associação de Moradores da Zona 2 denunciaram o uso da calçada como estacionamento pelo estabelecimento.

Mais um pouco o estabelecimento que fica na avenida Tiradentes poderá pedir dois gols no Fantástico. O pedestre, ora, o pedestre. E isso porque é próximo à Prefeitura de Maringá.

Na melhor cidade para se viver, mas que leitor chama de “cidade das irregularidades”, mudam as gestões e os maus costumes permanecem,l aparentemente, impunes.

Há mais de uma semana os armários acima foram colocados na calçada da rua Luis Messias Simino, no Jardim América. Como Maringá possui serviço de coleta programada, imagina-se que seja mesmo descarte irregular. Com a diferença de que agora acrescentaram um sofá de duas peças.

Muda, mas não muda muito.

Na rua Pombal, esquina com avenida Brasil, a situação está assim. Havia uns colchões, mas levaram. O descarte ilegal, aliás, foi um dos temas da entrevista com o secretário Vagner Mussio (confira aqui).

Calçada na avenida Carneiro Leão. Vagner Mussio vai ter muito trabalho no começo de ano.

Ironia ambiental na calçada da avenida dos Palmares, no Jardim Liberdade, na ex-Cidade Verde: árvore cortada e com grama artificial.

Moradores da redondeza deste terreno que pertence à Prefeitura de Maringá, na rua Rio Madeira, no Conjunto Branca Vieira, já fizeram pedido para uma roçada via 156, mas devem ser atendidos em 2025. O transeunte tem dificuldade de passar pela calçada.

Na avenida Mandacaru, o retângulo na calçada era para receber uma árvore… – e nada. O corte foi feito há cerca de 10 anos.

Na avenida Tiradentes, furos na mangueira fazem surgir um chafariz na calçada.

Na rua Santa Efigênia, Zona 6.

Na avenida das Palmeiras, como sempre, o canteiro central está ocupado por empresa privada que comercializa títulos de capitalização. Está liberado para todos?

Sem calçada, mas com grama… e, agora, cadê a acessibilidade? Nas ruas Itamar Orlando Soares e Alencar de Oliveira Paiva. Foto enviada por leitor.

Defronte o antigo Banespa na rua Néo Martins. “Que a Prefeitura de Maringá se apresse em plantar árvores antes que apareça uma farmácia”, comentou leitor.

A foto, do Google Street View, é de fevereiro, mas a barraca continua ocupando o espaço público até hoje, na região central da cidade.

O aproveitamento do toco não deixa de ser educativo.

Avenida Paraná com avenida Tamandaré, região central da cidade, com direito a lixo e toco de árvore.

Da tampa do bueiro para a vida, com muitos frutos. Por falar em natureza: tem mamoeiro masculino, feminino e hermafrodita.

Mais uma árvore seca na cidade árvore, onde não é incomum o envenenamento com produtos químicos
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