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Geral

Prefeitura de Maringá decide cancelar alvará de usina de compostagem


A Prefeitura de Maringá decidiu cancelar o alvará de funcionamento provisório da CCGP – Usina de Compostagem Ltda., localizada na Estrada Santo Inácio, próximo ao rio Pirapó. A empresa já foi notificada pela Diretoria de Fiscalização e deverá ser multada em R$ 10 mil. Em setembro do ano passado o blog publicou que a empresa funcionava de forma irregular e havia suspeita, confirmada posteriormente, de que recebia descartes irregulares, em caminhões autofossas. No último dia 20 o procurador geral do município, Luiz Carlos Manzato, deu parecer pelo cancelamento do alvará, concedido de forma provisória mediante decisão liminar do juízo da 2ª Vara Pública da Fazenda, mesmo com a existência de parecer da promotora de justiça Kréty Teixeira dos Santos Braz. Uma ação da ONG Anjos dos Animais também busca a cassação do alvará. De acordo com o parecer, a empresa não cumpriu o termo de compromisso ambiental firmado com o município em outubro do ano passado, que visava a obediência às leis ambientais e a redução do impacto no meio ambiente. Manzato considerou que os fiscais da Secretaria Municipal do Meio Ambiente constataram que as reclamações dos vizinhos em relação ao mau cheiro insuportável e moscas eram procedentes e que havia descarga de carcaças de frango ao ar livre, restos orgânicos despejados por caminhões de autofossa, descargas de restos de construção, inclusive gesso, altamente poluente. Tanto o MP quanto a Proge entenderam que a Promotoria do Meio Ambiente deve averiguar e tomar providências em relação à prática de crime ambiental.

Maringá

Sanepar faz tratamento… da sua imagem

sanepar2Depois de fornecer água com cor e sabor ruins no final de 2013 e início deste ano, a Sanepar de Maringá corre atrás de limpar sua própria imagem, manchada também pela intromissão política na indicação de cargos comissionados. Amanhã a gerência da Sanepar convidou presidentes de associações de bairro da cidade para uma visita às unidades da empresa (irão à captação no rio Pirapó, estação de tratamento de água e estação de tratamento de esgoto). O périplo vai durar das 8h30 às 15h, com direito a um almoço oferecido pela companhia.
Enquanto isso, o pedido feito por uma ONG para que se dê desconto de 50% na tarifa de água e esgoto, para compensar o que aconteceu recentemente, caminha a passos de tartaruga na justiça…

Geral

Análise laboratorial não encontra alga na água de Maringá

sanepar2A segunda análise das amostras de água, coletadas em Maringá, não identificou a presença de algas, como justificou a Sanepar em relação à cor, gosto e cheiro do líquido, detectados pelos consumidores durante a semana do Natal e primeira quinzena de janeiro. Conforme André Aparecido Machado, responsável técnico do laboratório São Camilo, o primeiro teste indicou que a água era objetável, isto é, não atendia as exigências de consumo em função, principalmente, do gosto de terra. Alguns moradores reclamaram do cheiro desagradável e da cor. “Realmente, é possível que a quantidade de algas no rio Pirapó (fonte de captação) tenha excedido o mínimo aceitável em determinado período. Continue lendo ›

Maringá

Microalgas na água: ONG quer desconto de 50% na conta da Sanepar

flavioA Associação Anjos dos Animais, de Maringá, ajuiza nesta quarta-feira uma ação cível contra a Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar), por causa da água com mau cheiro, gosto de barro e com cor escura que está sendo distribuída pela empresa desde a segunda quinzena de dezembro aos consumidores maringaenses. A entrega do líquido com aparência de sujeira tem feito a população recorrer à aquisição de água mineral, substituição de filtros, limpeza de caixas d´água, além de gastos extras com produtos de limpeza, com aferição normal do consumo, mesmo sem seu uso. De acordo com a Sanepar, foram microalgas encontradas no rio Pirapó que causaram o problema, que, segundo ela, não interfere no padrão de potabilidade da água. Para o advogado da entidade, Flávio Mantovani (foto), o consumidor tem direito ao abatimento proporcional do preço, como estabelece o Código de Defesa do Consumidor, “comprovadamente no mês de janeiro onde o serviço foi prestado com baixa qualidade”. O valor, referente à água e esgoto, “é ínfimo perto do patrimônio da empresa, que em 2012 teve lucro liquido de R$ 336 milhões, e seus sócios privados tiveram seus lucros aumentados em 200%. Ou seja, dar desconto ao consumidor lesado representa apenas ter “menos lucro” no curto período”, assinala a inicial, assinada também pelo advaogado Edjalma Alves da Silva.

Opinião

Água: só agora?

Do leitor:
Eu pergunto os pesqueiros construídos nas margens do rio Pirapó nunca deram descargas anteriormente? como eles vão fazer para manter as suas empresas, já que foi autorizado pelo IAP. Em todo território do Brasil, tem esse tipo de agronegócio, só aqui,apareceu as algas? Isso é uma vergonha, o que faltava para eliminar o gosto ruim e o cheiro de barro era a quantidade certa de carvã0o ativado no tratamento da água, isso é primário e necessário quando ocorre essa situação, o IAP e nem a Sanepar não vão poder eliminar os pesqueiros da região.

Maringá

Sem surpresas

Na coletiva encerrada há pouco, na Sanepar, confirmou-se que a origem da água com gosto e cheiro ruins foi uma propriedade rural que possui vários tanques às margens do rio Pirapó, em Sabáudia. Não descartam que as algas tenham vindo também de outras propriedades ribeirinhas. O representante da Sanepar disse que parte da imprensa foi responsável pelo que chamou de histeria coletiva. Disse que a empresa não é obrigada a fornecer água cristalina e, sim, potável – e ela teria sido potável mesmo com o cheiro e gosto de barro. Aguardemos agora a propaganda da Sanepar trazer uma torneira fornecendo água com cor de barro…

Maringá

Água: força-tarefa marca coletiva

sanepar2Os integrantes da força-tarefa criada para fiscalizar, mapear e analisar a água do rio Pirapó e seus afluentes marcaram para as 10h de amanhã uma entrevista coletiva, na Sanepar. Nos últimos dias, a força-tarefa procurou identificar a origem das microalgas Oscillatoriales, presentes no rio Pirapó, principal manancial de abastecimento público de Maringá. A Sanepar diz que as microalgas não representam riscos à saúde humana, apesar de provocarem odor e sabor na água tratada. Na reunião, técnicos da Sanepar e representantes da Polícia Ambiental, do Instituto Ambiental do Paraná e demais órgãos (Defesa Civil Estadual e Municipal, Corpo de Bombeiros, e Secretaria Estadual de Meio Ambiente) vão repassar informações sobre as ações realizadas e encaminhamentos definidos.

Blog

Querendo filmagem

sanepar2
Ontem, o pessoal da Sanepar de Maringá – cuja direção é toda montada a partir de indicação de políticos ligados ao governador Beto Richa, de Ricardo Barros (PP) a Valter Viana (PHS), passando por Umberto Crispim (PMDB), Evandro Junior (PSDB) e Carlos Roberto Pupin (PP) – ligou para várias produtoras da cidade. Estava atrás de contratar um cinegrafista para embarcar no helicóptero que saiu pela manhã para “achar” a origem das microalgas no rio Pirapó, que provocou o gosto e cheiro ruins na água consumida pelo maringaense. A semana que vem, a propósito, promete.

Blog

Uma situação preocupante

oscilatoria
Uma das preocupações do professor Jorge Villalobos no relatório sobre a questão da água da Sanepar em Maringá, que será entregue amanhã ao Ministério Público, reside na repercussão do fato junto à saúde pública. De acordo com a própria companhia, as algas que apareceram no rio Pirapó e que causariam o gosto e cheiro ruins na água fornecida ao consumidor maringaense são “oscillatoriales”, que produzem cianotoxina (Anatoxina-a). Veja o que diz o parágrafo 4º do artigo 41 da portaria 2914, do Ministério da Saúde, de setembro de 2011, que dispõe sobre os procedimentos de controle e de vigilância da qualidade da água para consumo humano e seu padrão de potabilidade: “Quando detectada a presença de cianotoxinas na água tratada, na saída do tratamento, será obrigatória a comunicação imediata às clínicas de hemodiálise e às indústrias de injetáveis”.

Maringá

ONG quer cassar alvará de usina de compostagem

Usina de compostagem
Tramita na 2ª Vara da Fazenda Pública ação que busca cassar a liminar que concedeu alvará provisório da Prefeitura de Maringá à CCGP Usina de Compostagem, instalada na Estrada Santo Inácio, próximo ao rio Pirapó. A concessão do alvará à empresa contraria o Plano Diretor do município, segundo o qual ela só poderia ser fornecida se tivesse parecer favorável do Conselho Municipal de Planejamento e Gestão Territorial (laudo de viabilidade) e também Estudo de Impacto de Vizinhança (EIV). Para a ONG Anjos dos Animais, “é inadmissível que o município descumpra o próprio Plano Diretor, firmando TCA para obrigar ela mesma a fornecer alvará de funcionamento para uma atividade impactante ambientalmente sem laudo de viabilidade.Continue lendo ›

Maringá

“Materiais ameaçam bacia do Pirapó”

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Em setembro, quando a Prefeitura de Maringá embargou a CCGP Usina de Compostagem, o secretário de Meio Ambiente do prefeito Pupin, Umberto Crispim (PMDB), disse que os materiais depositados no local “ameaçam a bacia do rio Pirapó” e que, por exalar mau cheiro e atrair moscas, possibilita a transmissão de doenças. “Quem não se lembra do mal da vaca louca, na Europa? A secretaria tem que fazer um trabalho preventivo”, disse ele à época. No entanto, mesmo sem alvará a empresa constava do cadastro de fornecedores do município como recebedor de resíduos, sem oposição da Sema. Pior: mesmo com a fala do secretário sobre a poluição provocada pela usina (que pertence a membros de tradicional família local), a secretaria que comanda não cobrou nem acompanhou a realização de vistoria fiscal e coleta dos materiais para análise técnica quanto a contaminação do solo, o que não foi feito até hoje.Continue lendo ›

Geral

IAP deve investigar cheiro e gosto ruim da água de Maringá

Oficialmente, a principal suspeita da Sanepar sobre a origem do cheiro e gosto de barro na água fornecida pela Sanepar aos maringaenses, por esses dias, é que algum tanque de piscicultura nas proximidades do rio Pirapó tenha sido esvaziado. O IAP foi acionado para investigar (saiba mais). O blog soube, porém, que a empresa demorou para fazer a chamada descarga nas pontas da rede, o que expurgaria mais rapidamente a água com problema. Há até uma conversa de que tudo seria resultado da briga política interna vivida na Sanepar, e que teria ocorrido um erro no processo de tratamento da água, especificamente na filtração.

Geral

Algas no rio causariam gosto de barro na água de Maringá

O gosto de barro na água fornecida pela Sanepar em Maringá nos últimos dias seria resultado de um fenômeno provocado por algas no rio Pirapó, onde é captado o líquido. Oficialmente a Sanepar não emitiu nenhuma nota, apesar do grande número de reclamações. O forte calor e a baixa quantidadede chuvas seriam os fatores do surgimento das algas. No Facebook, ontem, o vereador Ulisses Maia (Solidariedade), diante das reclamações, prometeu buscar explicações da empresa; hoje ele postou que a água mantém sua potabilidade e que o problema foi resolvido. O gosto ruim ainda verificado em alguns bairros da cidade se dá por conta da rede, mas é questão de horas e ele desaparecerá.

Maringá

Sanepar aplicará mais R$ 12,3 milhões em 2014

Maringá será contemplada pela Sanepar em 2014 com mais R$ 12,350 milhões em obras no sistema de abastecimento público. Os recursos foram assegurados na manhã de hoje pelo governador Beto Richa, o presidente da companhia, Fernando Ghignone, e o superintendente da Caixa Econômica Federal, Arielson Bittencourt. Os recursos são do FGTS e os contratos fazem parte do PAC 2 no Paraná. “A Caixa tem sido grande colaboradora para o desenvolvimento dos municípios do Paraná”, disse o governador Beto Richa. De acordo ainda com Ghignone, os novos investimentos em Maringá, demonstram a “preocupação com a qualidade do produto distribuído e a saúde e qualidade de vida da população maringaense”. Continue lendo ›

Blog

Lerdeza e quietude

Embargada desde meados de setembro, a Maringá Resíduos ainda não conseguiu voltar a funcionar, na Estrada Santo Inácio, próximo ao rio Pirapó.  Um alvará provisório chegou a liberar as atividades da usina de compostagem, na Secretaria do Meio Ambiente, mas parou na análise da viabilidade. Um relatório de impacto de vizinhança foi aprovado. De outro lado, tramita há uma semana na Prefeitura de Maringá solicitação feita por uma ONG local para que seja feita uma vistoria fiscal e coleta de materiais para análise técnica, quanto à contaminação do solo, antes da liberação do alvará provisório da CCGP Usina de Compostagem Ltda. Como a denúncia de irregularidades foi feita em setembro, imaginava-se que a coleta de materiais já tivesse sido feita, mesmo porque o estabelecimento é próximo ao rio que abastece a cidade. Além da lerdeza do poder público, chama a atenção a quietude do Ministério Público em relação ao caso, tanto para avalizar, no caso de estar tudo ok, ou para cobrar providências.

Maringá

Usina continua embargada

Maringá Resíduos
A Maringá Resíduos, usina de compostagem localizada na Estrada Santo Inácio, próximo ao rio Pirapó, em Maringá, continua embargada pela prefeitura municipal. A empresa, que funcionava sem a devida documentação municipal, não pode exercer as atividades até que se cumpram as exigências feitas pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Secretaria de Gestão. Os principais documentos exigidos são o Plano de Gerenciamento de Resíduos e Relatório de Impacto de Vizinhança.

Maringá

Assunto quase proibido

O proprietário da usina de compostagem denunciada por coleta de esgoto sanitário (cocô humano) esteve ontem com o prefeito Carlos Roberto Pupin (PP). À tarde, estava programada a visita de fiscais da prefeitura à empresa, que fica próximo ao rio Pirapó, que abastece Maringá. Nem toda a mídia local está dando atenção ao assunto, que é grave e pode se configurar em crime ambiental. A Maringá Orgânicos trabalhava sem alvará de localização. Suspeita-se que seja pelo fato de o proprietário ser sobrinho de irmãos famosos da política brasileira. (Repostagem)

Utilidade pública

Sanepar faz manutenção preventiva

A Sanepar informa que, nesta terça-feira, serviços de manutenção preventiva no sistema de bombeamento da captação de água no rio Pirapó poderão interromper, no período das 20 às 24 horas, o abastecimento na região central de Maringá. A previsão é que a normalização no fornecimento de água ocorra durante a madrugada de quarta-feira.

Utilidade pública

Sanepar reduz capacidade de abastecimento

A Sanepar informa que o sistema de bombeamento de água na unidade de captação do rio Pirapó foi totalmente restabelecido, mas devido ao alto índice de turbidez (excesso de barro) na água, provocado pelas fortes chuvas dos últimos dias, a empresa precisou reduzir, hoje, a sua capacidade de tratamento em cerca de 20%, afetando o abastecimento em parte da cidade. Nesta tarde foi interrompido o fornecimento de água para a região do Maringá Velho, Zonas 4 e 5, jardins Guaporé e Alvorada III. A empresa pede a colaboração de todos e orienta para que a população utilize a água com racionalidade, evitando desperdícios. Técnicos da empresa estarão realizando manobras no sistema de distribuição visando minimizar a falta de água. A previsão é que a normalização do sistema ocorra durante a noite.Continue lendo ›

Cidades

Tanque de frigorífico rompe e polui o Pirapó


A Promotoria de Defesa ao Meio Ambiente de Apucarana recebeu no último domingo denúncia de poluição na nascente do rio Pirapó, que abastece Maringá. A equipe policial militar ambiental (o BPMA da cidade é comandado pelo tenente-coronel Chehade Elias Geha) foi até a chácara aonde funciona um frigorífico especializado no abate de cavalos, sendo constatado que às margens do rio existem vários tanques destinados à decantação de material sólido resultante do abate dos animais. Verificou-se que a terceira lagoa de estabilização de efluentes havia se rompido, levando resíduos para a leito do rio Pirapó, localizado a cerca de 40 metros deste tanque. O rompimento, que provocou a poluição, aconteceu provavelmente entre a sexta-feira e o domingo, sem que a empresa houvesse comunicado as autoridades ambientais a respeito. O promotor Vilmar Fonseca abriu investigação para o caso e a lagoa de estabilização de efluentes foi imediatamente reconstruída para evitar maiores danos ambientais ao rio Pirapó.

Cidades

Sarandi quer mudar captação da água

A Autarquia Águas de Sarandi está trabalhando em um projeto, que será executado a longo prazo, que pretende usar a água do rio Pirapó ou do rio Ivaí para abastecer aquela cidade. Segundo Valdir Silva, superintendente da autarquia, o prefeito Carlos Alberto de Paula Junior (PDT) está aguardando uma reunião que será feita em Maringá com os técnicos e o prefeito Silvio Barros II (?).  Hoje a cidade é abastecida com água de poço artesiano. “A intenção é fazermos dois macros reservatórios e uma barragem, construirmos um posto avançado no rio Pirapó ou no rio Ivaí, fazermos o tratamento desta água neste posto avançado e a partir daí fazermos a distribuição, utilizando a rede que já existe. Não tenho dúvidas que será o fim da falta de água em Sarandi”, disse o superintendente.

Geral

Morre Rolf Joaquim Georgi

Está sendo velado na capela 3 do Prever, em Maringá, o corpo do engenheiro Rolf Joaquim Georgi, falecido hoje aos 82 anos. O sepultamento acontecerá amanhã no cemitério municipal, em horário ainda não confirmado. Rolf Joaquim Georgi, que em 2008 por homenageado pelos seus 50 anos na Maçonaria, foi o responsável pela construção da rede de captação de água do rio Pirapó, que abastece Maringá.

Cidades

Um cemitério na Bacia do Pirapó


A foto acima foi feita há cerca de duas semanas em lotes localizados na bacia do rio Pirapó, em Apucarana, onde se constroi o Cemitério Portal do Céu, empreendimento da família do vereador Mauro Bertoli (PTB), ex-presidente daquele Legislativo. O rio nasce no meio da cidade e abastece a Cidade Alta e Maringá. A liberação dada pelo IAP para a obra provocou revolta da população, em 2008, já que o Instituto Ambiental do Paraná não submeteu o fato à consulta popular. Um relatório feito na época pelo professor Jorge Ulises Guerra Villalobos, da UEM, destacava que as características construtivas da obra, “realizada essencialmente no subsolo, em área de alta vulnerabilidade das águas subterrâneas”, reforçava o temor da localização em manancial de abastecimento. A própria Unidade Regional da Sanepar em Apucarana atestou em ofício que, no futuro, por fatores psicológicos, a qualidade da água poderá ser questionada.
No Estudo de Impacto Ambiental emitido, técnicos do órgão afirmaram que a “profundidade está relativamente adequada para a disposição dos jazigos”. A foto, porém, mostra que o jazigos estão implantados nas pedras (neossolo).

Boa notícia

Sanepar amplia capacidade de captação no Pirapó

A Sanepar iniciou os testes para colocar em funcionamento a nova subestação de energia construída na captação do rio Pirapó, em Maringá. A unidade, em fase de conclusão, possui 34.500 volts e vai garantir a ampliação futura do sistema de bombeamento de água bruta, dos atuais 900 litros por segundo para 1.400 l/s. Nesta obra, a empresa investiu cerca de R$ 2 milhões, por meio de recursos próprios e financiamento do BNDES. A construção da nova subestação transformadora foi o primeiro passo para aumentar a capacidade da Estação de Tratamento de Água de Maringá. A estação, responsável por 85% do abastecimento da cidade, passa atualmente por uma grande reforma e ampliação. “Após a conclusão das obras, e com o incremento no sistema de bombeamento proporcionado pela nova subestação, a ETA estará preparada para atender a demanda da população de Maringá até 2024”, enfatizou o diretor de Investimentos da Sanepar, João Martinho Cleto Reis Júnior.