Aeroservice: TJ aprecia recurso
Procuradoria é contra recursos de ex-prefeito e ex-secretários, condenados por improbidade em 2008. Continue lendo ›
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A foto foi publicada n´O Jornal de Maringá de 1º de maio de 1977, está no blog Maringá Histórica e nela aparecem o ex-presidente do Grêmio de Esportes Maringá, Marcos Mauro Pena de Araújo Moreira, Jairo Gianoto e Francisco Momensohn (dir.). Não identifiquei o terceiro (es. p/ dir.). A notícia era sobre a expansão do patrimônio do clube.
O juiz William Artur Pussi, da 3ª Vara Cível da comarca de Maringá, julgou improcedente ação civil pública ajuizada pela Promotoria de Defesa ao Patrimônio Público em 2002 contra os ex-prefeitos Said Ferreira e Jairo Gianoto, os ex-secretários Luis Paolicchi e Osmar Bento Zaninello e o ex-comandante do Corpo de Bombeiros, Wilson Afonso Enes. Eles eram acusados de terem contratado um funileiro, sem concurso público, pago com recursos do Funrebom, por cinco anos. O juiz considerou que não houve má fé na contratação irregular. Sentença.
O Tribunal de Justiça do Paraná manteve a decisão de segunda instância que, em maio do ano passado, condenou o ex-prefeito de Maringá Jairo Gianoto e outras sete pessoas, entre elas integrantes da imprensa local, publicitários e ex-secretários municipais. Os desembargadores da 1ª Câmara Cível do TJ, por unanimidade de votos, não conheceram dos embargos opostos por Editora Central Ltda. e Franklin Vieira da Silva, pela intempestividade e rejeitaram todos os demais recursos – oito, no total -, seguindo o voto do relator Edgard Fernando Barbosa. A sentença prevê o ressarcimento aos cofres públicos de verba publicitária paga irregularmente na gestão de Gianoto, no que se convencionou chamar de mensalinho. Acórdão.
Nota publicada originalmente neste blog em 27 de dezembro de 2009:
– O custo do Novo Centro de Maringá – anunciado na época do ex-prefeito Ricardo Barros como sendo uma obra auto-sustentável – é, no mínimo, intrigante. Já há alguns anos a sociedade não vê mais prestação de contas da obra, como antes. A parte considerada mais difícil, ou seja, a construção do túnel entre as avenidas Paraná e São Paulo, incluindo o túnel Linner que sai dali e vai até o córrego Moscados -, realizada entre 94 e 96, custou menos de R$ 23 milhões. Inclui até uma plataforma, que sai ali nas proximidades da antiga rodoviária. A obra foi entregue com 85% executados pelo ex-prefeito Said Ferreira. Jairo Gianoto, que terminou o restante, fez um aditivo e mais um trecho subterrâneo, da São Paulo até a Pedro Taques.Continue lendo ›
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