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Blog

Ricardo Barros no governo Dilma

O secretário de Indústria e Comércio de Beto Richa (PSDB), Ricardo Barros, tem afirmado em conversas nem tão reservadas assim que deixará o cargo em breve. Como a presidente Dilma sinaliza que, mesmo com a saída do ministro Mário Negromonte do Ministério das Cidades, a pasta ficará com o PP, ele, que é vice-presidente nacional da sigla, se prepara para voltar a Brasília. Mas não na condição de ministro, cargo que ultimamente está sob o foco intenso da imprensa, sempre levantando a vida pregressa da turma; Barros iria para Brasília para integrar o segundo escalão do Ministério das Cidades. Aliás, ministério de onde ele cavou milhões para Maringá, conseguindo verba até para desfavelamento, quando a cidade não tem favela.

O cargo no Ministério das Cidades teria sido oferecido ao prefeito Silvio Barros II, que não aceitou por questões familiares.

Akino

Ricardo Barros não quer?

No blog do Lauro Barbosa a seguinte postagem, que a liberdade me permite reproduzir: “Ainda não tem nada certo com relação a possibilidade do suplente de vereador, Negrão Sorriso (PP), assumir por quatro meses e uns dias a cadeira de vereador na Câmara, em substituição ao titular, Bravin, que estaria com um problema no joelho. Ocorre que o Bravin quer, mas, o Ricardo…”

Meu comentário: Seráque Ricardo Barros tem alguma coisa contra o Negrão Sorriso? Até que ponto pode interferir na livre arbítrio do vereador Bravin, que precisa operar o (s) joelho(s)? Terá que ficar de joelhos para Ricardo?

Akino Maringá, colaborador

Akino

Pelas mãos de Ricardo Barros?

Do blog do Milton Ravagnani: “Depois do pedido de licença do vereador João Alves (PMDB), o John, e da mudança de partido de três suplentes (Luizinho Gari, capitão Ideval e William Gentil), o presidente eterno do PMDB local, Umberto Crispim de Araújo, volta para a Câmara de Maringá para um período de quatro meses. Crispim foi vereador uma vez, na legislatura de 1993 a 1996. Foi seu único mandato. O período servirá para acalmar a disputa interna na legenda e deve inovar numa até então improvável aproximação de Crispim com o grupo do prefeito Silvio Barros.”

Meu comentário: Já tinha ouvido que esta “licença de John”, para que Crispim assumisse, teria sido articulada por Ricardo Barros.Enio Verri teria fracassado nas tentativas de conseguir um cargo para Crispim no governo federal e Ricardo não perdeu a oportunidade. Quem sabe depois desta licença, ele próprio não se licencia, passa a secretaria para Mário Hossokawa, para que Crispim assuma mais 4 meses, e assim vamos levando.

Akino Maringá, colaborador

Blog

Ricardo Barros é citado em esquema do PP

Esquema do PP
(Atualizado) Assim como o PR transformou o Ministério dos Transportes em centro de operações partidárias nem sempre republicanas, o Partido Progressista vem atuando de forma similar no Ministério das Cidades, um dos carros-chefe do PAC, dono do terceiro maior orçamento da Esplanada, com investimentos de R$ 7,6 bilhões previstos para este ano. Dos gabinetes do Ministério, o tesoureiro do PP, Leodegar Tiscoski, assim como outros executivos ligados ao partido, libera recursos para obras consideradas irregulares pelo Tribunal de Contas da União, algumas delas com recomendação de “retenção dos pagamentos”, e favorece empreiteiras que contribuem financeiramente para as campanhas eleitorais do PP. O texto acima é de reportagem da revista IstoÉ desta semana, que cita Ricardo Barros entre os beneficiados com polpuda doação, resultado de obras suspeitas. Leia mais.

PS – Só para lembrar: foi do Ministério das Cidades que vieram os recursos do PAC Santa Felicidade, aquele que, depois de apontadas as irregularidades na montagem do projeto, a plutocracia maringaense – incluindo, pasme!, a OAB – assinou documento fechando questão com os fratelli Barros. Será que essa turma dorme com a consciência tranquila?

Estadual

Ricardo Barros é comparado a Carvalhinho

Do blog de  Esmael Morais: O presidente licenciado da Federação das Indústrias do Paraná, Rodrigo Rocha Loures, em entrevista a Rádio CBN Curitiba, nesta sexta-feira, desceu o chinelo no secretário (?) da Indústria e Comércio, Ricardo Barros, a quem chamou de candidato “chapa branca”. “Querem lotear a Fiep, transformá-la em uma entidade pelega. Querem fazer a mesma coisa que fizeram na época de Carvalhinho [José Gomes de Carvalho, falecido em 2003]“, fuzilou, ao comparar o estilo de Barros ao do ex-presidente da Fiep. Rocha Loures lembrou que a Justiça bloqueou R$ 16 milhões de bens familiares de Carvalhinho para ressarcir a Fiep. Ele estima que o valor desviado da entidade pode ultrapassar R$ 100 milhões. O presidente da Fiep se licenciou do cargo ontem para dedicar-se à campanha do empresário Edson Campagnolo. A eleição será na próxima quarta-feira, dia 3 de agosto.

Estadual

Fiep: Ricardo Barros pode ser impugnado por ‘má conduta’

A chapa Fiep Independente, por meio de sindicatos empresariais, entrou com pedido de impugnação da candidatura de Ricardo Barros à presidência da Federação das Indústrias do Paraná. A assessoria jurídica da chapa afirma que Barros fere o artigo 7º do Regulamento Eleitoral da Fiep, que impede a elegibilidade de candidatos com má conduta devidamente comprovada. Pesa contra Ricardo Barros uma decisão do STJ, já transitada em julgado, que condenou o político por improbidade administrativa, por irregularidade cometida quando foi prefeito de Maringá. O STJ recusou as alegações de Barros e manteve condenação por ele ter contratado servidores públicos sem a realização de concurso público, ferindo a Constituição Federal, o que inclusive o torna politicamente inelegível.
“As asserções supracitadas dão conta da conduta do candidato a cargo de presidente da Fiep, enquanto ocupante de um cargo e/ou função da administração pública”, afirma o pedido de impugnação. A impugnação administrativa será apreciada pela diretoria da Fiep na semana que vem.

Política

Ricardo Barros vai passar vergonha, diz jornalista

A jornalista Ruth Bolognese, que é amiga de Ricardo Barros (foi ela quem, nos anos 90, apresentou-o à imprensa estadual), disse hoje no Jornal da Massa (SBT) que o ex-prefeito de Maringá vai passar vergonha na eleição da Fiep. Além do ex-aliado Carlos Walter Pedro, que, destronado da condição de candidato da oposição, aliou-se à situação, ela informou que o governo do estado caiu fora do pleito. No governo, ninguém acredita no sucesso de sua empreitada, para a qual chegou a deixar a Secretaria de Indústria e Comércio.

Barros, que não é industrial, está solito, por isso está propondo consenso – mas cá entre nós deve anunciar a qualquer momento a desistência da candidatura.

Akino

Quem têm a preferência de Ricardo Barros?

Li no blog do Messias Mendes nota sobre uma “rodinha de corneteiros” (aqui).
Meu comentário: Outros possíveis preferidos de Ricardo e Sílvio seriam Ulisses, Bovo, Wilson Matos, Guerlles, e dentre esses nomes o de Ulisses Maia talvez seja o mais forte. Já entre os candidatos de oposição um nome fortíssimo, que teria apoio da Igreja Católica, é o de Humberto Henrique e não podemos esquecer da vereadora Marly (Quem sabe ela vai para o partido do Kassab e possa compor com o PT?)

Akino Maringá, colaborador

Justiça

Condenação de Ricardo Barros no STF, o despacho


Foi publicado hoje no Diário da Justiça o despacho do ministro Dias Toffoli, do STF, negando seguimento a recurso extraordinário apresentado pelo secretário de Indústia e Comércio de Beto Richa, Ricardo Barros, presidente estadual do PP, e mantendo a condenação do famoso caso Tenda dos Milagres, ocorrido no último semestre de seu mandato como prefeito de Maringá, em 1992. Ele cometeu atos ilegais e lesivos aos cofres públicos ao desobedecer lei que estabelecia desconto máximo de 30% no pagamento de IPTU, chegando a dar descontos de até 97,78% a apaniguados e empresários, inclusive financiadores de campanha. No episódio, até vereadores de sua base aliada chegavam a carregar carimbos da prefeitura para dar descontos nos impostos dos contribuintes. Uma ação popular foi ajuizada há mais de 16 anos por José Antonio Francisco de Oliveira (o advogado é Walter Alexandrino). O ex-prefeito foi condenado a ressarcir aos cofres públicos todas as diferenças das isenções concedidas sem apoio na lei nº 3.222/92, com juros e correção. A sentença de primeira instância também declarou a inconstitucionalidade de dispositivo do Código Tributário. Não se tem ainda uma previsão do montante a ser devolvido.

Blog

Tenda dos Milagres: STF nega recurso e mantém condenação de Ricardo Barros

O ministro Dias Toffoli, do STF, negou ontem, em decisão monocrática, recurso extraordinário do secretário de Indústria e Comércio do Paraná, Ricardo Barros, presidente estadual do PP, no caso que ficou conhecido como “Tenda dos Milagres“, e manteve a condenação: ele deverá ressarcir os cofres públicos por ter autorizado redução no valor do IPTU em período pré-eleitoral, em 1992, sem que houvesse lei para tal. À época, quando Barros era prefeito, eram os próprios vereadores da sua base que, munidos de carimbos da prefeitura, davam descontos aos contribuintes, um verdadeiro festival com o dinheiro público não dimensionado sequer na própria ação popular (acórdão). Para auxiliares e financiadores de campanha, Barros chegou a dar descontos que variavam de 70% a 97,78% no IPTU, embora a lei estabelecesse limite de 30%. Além dele, foram condenados seu ex-chefe de Gabinete, Tércio Hilário de Oliveira, e os ex-secretários Álvaro Monteschio e João Celso Sordi (então, gerente municipal).

É a segunda vez em apenas um mês que o secretário de Beto Richa é condenado a restituir dinheiro público. Há exatamente um mês, no início de março, o Tribunal de Justiça do Paraná manteve sua condenação, por fraude na licitação de compactadores de lixo. No mesmo STF, em 2010, ele tem outra condenação, transitado em julgado, também por improbidade administrativa, por ter feito contratações de servidores sem concurso público.

Política

Ricardo Barros quer ser vice?

Do Paçoca com Cebola:

Secretário de Indústria e Comércio, Ricardo Barros (PP) acha que Fernando Nicolau – ex-candidato a vice-prefeito na chapa de Antonio Belinati, em Londrina –  está no posto certo como presidente provisório do PP da cidade. Dá a ele espaço de manobra com os Belinatis (Antonio Casemiro, Antonio Carlos e Marcelo), acreditando que mantendo o acesso em Maringá e Londrina, mais a família em Curitiba com um vereador (seu cunhado e esposo da filha de Rubens Bueno, também vereadora do PPS curitibano) e ainda com a administração da FIEP garantirá ser o vice-governador na chapa de reeleição com Beto Richa em 2014.

Akino

Ordens de Ricardo Barros

Zebrão continua como primeiro vice, Soni é promovido a segundo secretário e Flávio Vicente assume a Terceira Secretaria. No mais, tudo igualna nova Mesa Diretora da Câmara Municipal de Maringá . Esta é a informação sobre a formação da chapa que reelegerá Mário Hossokawa.
Akino Maringá, colaborador

Opinião

Ricardo Barros, presidente da Sanepar

Do leitor:

Imaginemos. Se o prefeito de fato de Maringá, Ricardo Barros (candidato derrotado ao Senado Federal), fosse convidado pelo governador eleito Beto Richa para ser o presidente da Sanepar será que ele, também conhecido como “leitão vesgo” (enquanto mama numa teta já está de olho em outra) aceitaria liderar a mobilização para que o município reassuma os serviços de água e esgoto?
Acho que o  barulho pela retomada dos serviços de água e esgoto pelo município é mais para Barros se cacifar e ficar com um órgão estadual que tenha muita $$$$$$$$$$$. Alguém duvida?

Akino

O cargo dos sonhos de Ricardo Barros

Tenho a informação de que chefe do Escritório de representação do Paraná, em Brasília (algo assim) é o cargo que Ricardo Barros pedirá a Beto Richa. Na prática seria um lobista na liberação de verbas para prefeituras de todo o Estado.
Minha opinião: Este é um cargo que deveria ser extinto, se é que Beto pretende dar mesmo um choque de gestão. Pediria ao pessoal do PSDB de Maringá, especialmente o vereador  Flávio Vicente, que é da área de administração, que alertem o governador para isto.  Representação de Estado deve ser de senadores e deputados, o resto é cabide de CCs.

Akino Maringá, colaborador

Akino

Mais uma ‘entrevista’ com Ricardo Barros

Assisti um trecho de mais uma entrevista de Ricardo Barros ao Pinga Fogo. Entendi que ele foi traído pelo subconsciente ao dizer que o seu partido continuará tendo espaços no governo, talvez com um ministério. Acho que estava falando de um governo Dilma, provavelmente traído pelo subsconsciente, já que trabalha pela eleição de Serra. Outra questão interessante foi quando o apresentador perguntou se Maringá teria algum secretário no Governo Richa e se o nome passaria pela indicação da família Barros. Ricardo tergivisou (verbo muito usado nos debates), dizendo que o PSDB tem seus nomes. O entrevistador foi direto afirmando saber que quem manda é ele (Ricardo).

Akino Maringá, colaborador

Akino

Ricardo Barros se oferece para ser secretário

Segundo matéria de O Diário Ricardo Barros disse, a propósito do seu futuro: ‘ Vou esperar a composição do secretariado do governador Richa e , caso receba algum convite, vou fazer parte do governo. Do contrário, volto para a vida privada e vou cuidar das minhas empresas.(…).’
Minha opinião: Para bom entendedor (…). Não poderia ser mais explícito. Só faltou dizer qual secretaria quer. Há quem diga que gostaria de ser da Fazenda ou dos transportes, por razões óbvias. Quem sabe, acumular as duas.

Akino Maringá, colaborador

Opinião

A respeito de Ricardo Barros, o Ficha Suja

Do leitor:

O deputado Ricardo Barros pode respirar aliviado. Não vai dar tempo para a Justiça Eleitoral julgar a ação proposta contra ele pela Lei do Ficha Limpa. Considerando as pesquisas de intenção de voto, caberá ao eleitorado dar a sentença condenatória, o que é pior: Ricardo Barros escapa da condenação eleitoral, mas certamente não conseguirá escapar da condenação do eleitorado.
Segundo as projeções, dentre os quatro nomes mais citados candidatos ao Senado pelo Paraná, Ricardo Barros deve erguer o troféu… lanterninha… É a Lei da Semeadura, que, além de bíblica, faz parte da ordem natural das coisas. A conferir neste final de semana, durante o Fantástico, que promete um Domingo Espetacular…

Akino

Ricardo Barros e Gustavo Fruet em primeiro

Pesquisa do ‘datacamnpana’ aponta que a dupla Ricardo Barros e Gustavo Fruet está em primeiro lugar na corrida para o Senado com 41%. Requião e Gleisi aparecem em segundo com 27,5%.
Minha opinião: Esta pesquisa, na verdade enquete, é tão confiável quanto a informações, por exemplo, de que a administração local é transparente, que o Observatório Social representa a sociedade e a defende contra os desvios de recursos , que a feira do empreendedor vai dar um retorno muito superior aos R$ 1,1 milhão que se pretende doar, de que Zebrão não tem candidato ao Conselho Tutelar, dentro outras afirmações que se fazem nesta cidade.

Akino Maringá, colaborador

Akino

Ricardo Barros coloca fichas na eleição de Cida

Cada vez mais convencido de que tem poucas chances de continuar com mandato, diante da derrota, quase certa, na eleição para o Senado, há informações de que Ricardo Barros apostaria todas as fichas na eleição da sua esposa Cida Borghetti para deputado federal, pois assim continuaria com deputado. Cida seria de direito e ele de fato. Na prática aconteceria o que acontece na Prefeitura de Maringá. Não teria sido por acaso a opção de lançá-la a federal. Então, a única de possibilidade dos maringaenses se livrarem da influência nefasta é não elegendo, também, a senhora Borghetti.

Akino Maringá, colaborador

Akino

Declaração de bens de Ricardo Barros está errada

Para esclarecer de vez a questão quanto à declaração de bens do candidato Ricardo Barros, apresentada à Justiça Eleitoral, cuja postagem anterior gerou uma polêmica, salutar, entre os leitores Sandro e Marcelo, vou firmar minha posição. Empréstimos bancários não são bens ou direitos e sim obrigações, dívidas, e não poderiam ser relacionados como na declaração de bensl. Pode até ser que o deputado (ou seu contador) tenha considerado um limite de crédito, um cheque especial, por exemplo, que não estivesse usando, e que serviria de disponibilidade financeira, mas não pode ser considerado com bem. No momento que o empréstimo é liberado há um débito na conta de empréstimo (dívida) e um crédito na conta corrente (crédito). Neste caso, os saldos não aparecem na conta corrente do candidato.  Resumindo: Tenho absoluta certeza de que a declaração de bens do candidato, do modo como apresentada, está errada. Não posso afirmar se foi um erro voluntário ou involuntário, mas que há o erro não tenho dúvidas.

PS:  Tenho noções de contabilidade, entendo razoavelmente de declarações de Imposto de Renda. Estou convicto. Desafio qualquer contador a provar que estou errado. Pronto:  Fiquei bravo, mas não quero rixa com os amigos Sandro e Marcelo.

Akino Maringá, colaborador

Akino

Ricardo Barros vota em Dilma?

O vereador Mário Verri, na sessão de hoje, da Câmara de Maringa, disse que diante da disparada da candidata do PT, nas pesquisas, alguns oportunista que teoricamente apoiam o candidato do PSDB já estão dizendo, em suas campanhas, que votam em Dilma. Quem seriam? Verri não disse claramente, mas deixou a entender que Ricardo Barros seriam um. Será? E Heine e Zebrão, que no começo do ano, quando Dilma estava na rabeira, encheram o peito para declarar que eram Serra para presidente e Ricardo Barros para senador? Lembram disso? Está gravado?  Dizem que Ricardo quer ser o presidente da Itaipu, ou ministro das Cidades ou dos Transportes, de olho nas verbas do PAC.  Isto é que se pode chamar de volatilidade na política. Um político de resultados.

Akino Maringá, colaborador

Akino

Furos na declaração de bens de Ricardo Barros

Numa rápida análise da declaração de bens do candidato ao Senado, Ricardo Barros ( PP), apresentada ao TRE-PR, notamos que há furos. Constam como bens dois empréstimos junto ao Banco do Brasil, no valor de R$ 136.366,61, e Sicoob R$ 200.124,23. Igualmente considera bem um depósito que efetuado  em favor da empresa MBR , de sua propriedade, no valor de R$ 120.000,00. Ora, qualquer pessoa com o mínimo conhecimento de contabilidade sabe que empréstimos não são são bens, pelo contrário. Já suas duas fazendas no Piauí com áreas de 1.732 ha e 3.427 ha, declarou valores de  R$ 60.000,00 e R$ 30.000,00, respectivamente, ou seja R$ 34,64 por hectare ou R$ 83,83 por alqueire paulista, no caso da primeira e R$ 8,75 por ha ou R$ 21,18, por alqueire paulista.  Aparecem ainda como bens R$ 488.153,93 de capital na Rádio Jornal que só existe no papel, por conta dos  parcelamentos de impostos atrasados, que motivaram processo na Justiça Federal. Hoje sua sociedade na Nova Ingá é denominanda Frequencial emprendimentos e Comunicação Ltda, onde aparece com apenas R$ 8.000,00 de capital. Ao contrário de 2006, quando não declarou dinheiro em bancos e em caixa. Desta vez, a exemplo da deputada Cida Borghetti, diz possuir R$ 161.000,00 em dinheiro e mais cerca de R$ 9.400,00 em contas correntes.
Em resumo: Dá para acreditar que no Piauí ainda existam terras no valor de R$ 21,18 e  R$ 83,83, por alqueire? Isto mesmo, vinte e um reais e dezoito centavos. Qual seria a atividade? Pecuária, agricultura?  Por que guardar R$ 163.000,00 em casa?  Entendo que há muitos furos nesta declaração e caberia a Receita Federal fazer uma investigação sobre o patrimônio do deputado.

Akino Maringá, colaborador

Blog

A declaração de bens de Ricardo Barros

O deputado federal Ricardo Barros (PP), candidato ao Senado na aliança com Beto Richa (com registro ainda indefinido junto à Justiça Eleitoral), declarou bens no total de R$ 1.921.118,59, dados disponibilizados hoje no site do TSE. Em 2006 ele havia declarado R$ 1.255.746,74. A diferença é que agora ele informa dois empréstimos, no Banco do Brasil e no Sicoob, que totalizam R$ 336.490,82. A lista de bens praticamente dobrou – passou de 10 para 19 pontos – e inclui, além de uma fazenda no Piauí, uma locadora de veículos, a Construtora Magalhães Barros Ltda., a Magalhães Barros Representações Comerciais Ltda. e a AKB Magalhães Barros Locações Ltda., além da sociedade na rádio Nova Ingá e na Mineralizadora Fonte de Luz, conforme o blog antecipou ano passado.

Na declaração de bens apresentada à Justiça Eleitoral, Ricardo Barros diz possuir menos de R$ 10 mil em conta corrente e R$ 161 mil em espécie – o que não surpreende, já que em 2000 ele quitou a aposentadoria antecipada como deputado pagando quase R$ 100 mil em dinheiro vivo ao extinto Instituto de Previdência do Congresso (na mesma ocasião, seu amigo José Borba também quitou a aposentadoria pagando o mesmo valor com cheque da Prefeitura Municipal de Maringá, emitido pelo então secretário de Fazenda Luiz Antonio Paolicchi).

Akino

Candidatura de Ricardo Barros continua pendente

Ao contrário de algumas notícias, inclusive na Folha de Londrina, a candidatura de Ricardo Barros ao Senado continua  pendente de deferimento. Entre todas, só as de  Requião, Ricardo Barros e Valmor Venturini continuam pendentes. No tocante à declarações de bens só a de Ricardo continua aparecendo sem  bens declarados. Será que o deputado não tem nenhum bem em seu nome?

Akino Maringá, colaborador

Akino

Ricardo Barros presidente da Itaipu?

Ouvi dizer que o deputado Ricardo Barros seria o próximo presidente da Itaipu Binacional, seja o eleito Serra ou Dilma, seja eleito senador, impugnado, ou derrotado. Tudo já estaria acertado.
Minha opinião: Não sei se duvido da informação. Quando alguém disse que ele estava cotado para ser vice-líder de Lula, duvidei. Não vou cometer mais o mesmo erro.

Akino Maringá, colaborador

Blog

Suspenso julgamento de Ricardo Barros

O julgamento do registro de candidatura do deputado federal Ricardo Barros (PP) foi novamente suspenso. Por unanimidade, o TRE-PR decidiu suspender o julgamento na sessão que ocorre hoje, por sugestão do relator Prestes Mattar. Contra Barros, que pretende disputar uma cadeira no Senado, há dois pedidos de inelegibilidade, tendo como base a Lei Ficha Limpa. Suspenso inicialmente no último sábado, caberia o voto de desempate hoje à desembargadora Regina Afonso Portes.

O julgamento de José Richa Filho, primeiro suplente de Barros, também foi suspenso. Por unanimidade, foi homologada a renúncia de Bento Batista da Silva, segundo suplente de Barros.

PS – Entre os registros deferidos estão os de Alberto Abraão Vagner da Rocha (PV) e Nedson Micheletti (PT).

Akino

John também não vota em Ricardo Barros?

Ainda sobre a matéria de O Díario, sobre em  quem cada vereador vota, John, com sua experiência, se declarou indeciso até para o Senado, o que é um ‘me engana que eu gosto’. Claro que é Ricardo Barros desde criancinha, mas como o seu partido está na coligação Gleisi/ Requião, não poderia declinar seu voto. A título de curiosidade, se declararam Ricardo: Hossokawa, Macieira, Soni, Sabóia, Luiz do Postinho, Zebrão, Bravin, Evandro, W. Andrade e Flávio Vicente. Dois, John e dr. Manoel, estão indecisos, e Mário Verri, Humberto, e Marly, declararam que não votam em Ricardo. Obviamente se ele for candidato, pois corre o risco de ser barrado pelo ‘ficha limpa’.

Akino Maringá, colaborador

Akino

Dr. Manoel não tem compromisso com Ricardo Barros

Já ouvi dizer que o dr. Manoel não assinaria o requerimento da CEI da Propina por ter compromisso com Ricardo Barros, de quem seria um admirador. Isto é não é verdade, pois lendo matéria de O Diário, publicada na edição de hoje, sobre quem cada vereador apoia  para presidente, governador e Senado, ele se declarou indeciso quanto ao candidato para Presidência, que vota em Osmar para govenador e está indeciso para o Senado. Ora, se tivesse compromisso com Ricardo Barros declararia seu apoio.
Minha opinião: Por esta e outras razões, continuo acreditando na independência do vereador e que ele não decepcionará seus eleitores, fugindo do seu dever de fiscalizador do Executivo. Se confia em Viana, precisa dar-lhe um atestado de boa conduta apurando os fatos. Já Flávio Vicente, que disse que apoia Ricardo Barros, certamente não deixará de assinar, pois é independente.

Akino Maringá, colaborador

Política

Ficha suja: Ricardo Barros por um fio

O julgamento da candidatura de Ricardo Barros (PP) ao Senado foi o mais demorado deste sábado. Entre os sete membros do pleno do Tribunal Regional Eleitoral, 3 votos foram favoráveis ao registro da candidatura do pepista e 3 votos posicionaram-se contrariamente, cabendo agora a decisão à presidente do TRE, que pediu vistas dos autos e os colocará em votação na terça-feira. É o chamado voto minerva da desembargadora Regina Afonso Portes. A impugnação da candidatura foi solicitada por dois paranaenses (entre eles, o maringaense Euclides Zago Alexandre da Silva), que noticiaram a inelegibilidade do presidente estadual do PP.  Além disso, a situação do segundo suplente Bento Batista (PTB) ficou insustentável já que não conseguiu provar a quitação eleitoral e deverá ser substituído, acarretando na apreensão e destruição de todos os materiais de propaganda em que conste o nome dele como integrante da chapa PP/PTB. Um dos trechos da notícia da inelegibilidade é este do Recurso em Apelação Cível, julgado em 8 de março de 2007, na quarta Câmara Cível do TJ do Paraná, presidida pela mulher que decidirá na terça o futuro do chefe do clã Barros: Continue lendo ›