Luis Nassif, do GGN, ao analisar a detenção do advogado Roberto Bertholdo (foto) no caso que envolve o governador afastado Wilson Witzel ressalta que o principal operador político do presidente Jair Bolsonaro “tem o seu principal operador financeiro detido em uma operação da Lava Jato”. Detalha:
Líder do governo Bolsonaro na Câmara Federal, Ricardo Barros (PP) minimizou a questão dos depósitos de R$ 89 mil feitos pela família de Fabrício Queiroz à primeira-dama do país, Michele. Pronto, esta era a notícia: Barros falando de cheques.
Para o cientista político, sociólogo e pesquisador Alberto Carlos de Almeida, o governo Bolsonaro está ficando cada vez mais normal. Diz que o presidente tem novos filhos: Arthur Lira é o 05, Ciro Nogueira é o 06 e Ricardo Barros é o 07.
O deputado federal Ricardo Barros (PP-PR), novo líder do governo Jair Bolsonaro, foi delatado por dois executivos da Galvão Engenharia. Segundo eles, o parlamentar teria recebido mais de R$ 5 milhões para intermediar negócios da companhia junto à Copel (a estatal de energia do Paraná).
O jornalista Rubens Valente, que tem coluna no UOL, a respeito do novo líder do governo Bolsonaro na Câmara, Ricardo Barros, disse que não sabe se ele é um grande articulador, “mas nas finanças pessoais é um craque, conforme contei em 2017 numa viagem a Maringá”.
No Twitter, Ricardo Barros agradeceu o presidente Jair Bolsonaro pela confiança ao indicá-lo líder do governo na Câmara Federal. Barros realizou um sonho graças à nova política implantada por Bolsonaro.
O deputado federal Ricardo Barros (PP) foi um dos parlamentares recebidos pelo presidente Jair Bolsonaro nos últimos dias. Ele está entre as 49 pessas com as quais ele se reuniu oficialmente desde a última semana, antes de apresentar os sintomas da covid-19, segundo levantamento do jornalista Guilherme Amado.
A imprensa curitibana anuncia que com a mudança da data da eleição municipal o deputado federal Ricardo poderá ser candidato a prefeito do PP, como no início de sua próspera carreira na política, em 1988. Motivo: em 15 de novembro ele completará 61 anos de idade e acha que a cidade pode lhe dar de presente o sétimo mandato eletivo.
O prefeito Ulisses Maia (foto) vai despachar de sua casa, neste início de semana. Além dele, o governador Ratinho Júnior, o secretário estadual de Saúde Beto Preto e todos os integrantes da comitiva estadual que tiveram contato com o deputado federal Ricardo Barros (PP), que testou positivo para covid-19, ficarão isolados até que os resultados de exames sejam divulgados.
O deputado federal Ricardo Barros (PP) testou positivo para o novo coronavírus. Ontem ele foi hospitalizado na Santa Casa de Maringá, depois de sentir tosse; fez tomografia e, seguindo recomendações médicas, permaneceu no hospital, sob obervação.
O deputado federal Ricardo Barros (PP), ex-ministro da Saúde na gestão Michel Temer e atual vice-líder do governo Bolsonaro, dersmentiu através de vídeo divulgado nesta manhã que estivesse sido hospitalizado com suspeita de ter contraído coronavírus.
O deputado federal Rubens Bueno, a propósito de postagem sobre a filiação do ex-vereador Valdir Pignata, confirmou, agora à noite, que as direções nacional e estadual do Cidadania realmente estão priorizando as candidaturas próprias a prefeito, incluindo Maringá.
Reapareceu a conversa de que Ricardo Barros pode voltar a ser ministro da Saúde. Há algum tempo, quando saiu a primeira notícia a respeito, o próprio parlamentar maringaense divulgou nota, que por sinal não desmentia a informação.
O jornal Estado de Minas publicou reportagem, no sábado, confirmando que está em andamento uma tentativa de fazer do deputado federal maringaense Ricardo Barros (PP) ministro da Saúde do governo Jair Bolsonaro.
Antes um crítico do presidente, tendo atuado contra o ministro e conterrâneo Sergio Moro ao relatar o projeto do abuso de autoridade, hoje Barros é um dos vice-líderes de Bolsonaro. Mas pode ter mais poder ainda, se voltar a se apropriar do Ministério da Saúde, de onde saiu sob uma série de críticas e ação de improbidade feita pelo Ministério Público Federal.
“No Ministério da Educação, por exemplo, há uma ala que trabalha com a possibilidade de o senador Izalci Lucas (PSDB-DF), vice-líder do governo no Senado, assumir o comando da pasta em uma eventual exoneração do titular, Abraham Weintraub, que, na quinta-feira, foi criticado pelo presidente da Câmara, Rodrigo Maia, do DEM-RJ. Já o Ministério da Saúde, que detém o maior orçamento da Esplanada, de R$ 136,25 bilhões — segundo o Portal da Transparência —, é outro cobiçado numa eventual reforma ministerial. Alguns partidos tentam emplacar o nome do deputado Ricardo Barros (PP-PR) no lugar de Luiz Henrique Mandetta (DEM)”, conta a reportagem.
Barros foi ministro da Saúde do presidente Michel Temer, desincompatibilizou-se para disputar a reeleição e, reeleito deputado, coincidentemente ressurgiram os boatos de que queria reassumir o ministério no governo Bolsonaro. Até ser indicado vice-líder de Bolsonaro, o maringaense chegou a afirmar que “deputado pode demitir o presidente”, o que causou polêmica.
‘Sonhar e realizar é nosso trabalho’ (Deputado Ricardo Barros, hoje no Pan News)
Acompanhei no Pan News entrevista do deputado Ricardo Barros e confesso que gostei. É preciso reconhecer que o deputado, como diria o Pinga Fogo, ‘ num é fraco não’. Barros tem uma capacidade muito grande de aproveitar oportunidades para faturar e vender o seu peixe, digamos assim.
Não perdeu a oportunidade de entrar na polêmica sobre as compra de vagas em creche e se a ideia começou por Maringá, ou em Joinville , como disse Emerson Celestino, apressando-se em dizer que a ideia foi dele quando prefeito, com as escolas cooperativas. Ideia que, segundo ele, tivesse continuado estaria propiciando grande economia no pagamentos de salários e aposentadoria. Neste caso, somos obrigados a dar-lhe razão, pois seria a privatização de toda educação municipal. Bem aplicada, sem esquemas de desvios e favorecimento, a ideia pode ser boa.
Falou ainda a sessão de prédios municipais e construção de novos, para a utilização da iniciativa privada oferecer os serviços, ideia que também considero de possível implementação. E complemento: Não dá mais para continuar contratando servidores públicos. O modelo está esgotado. E para concluir repito a frase: ‘Sonhar e realizar é o nosso trabalho.’ Nem todo sonho pode ser realizado’, digo eu (Akino). Mas sonho com o dia em que políticos, como muitos que temos, possam aposentar-se e cuidar de suas vidas, deixando o serviço público para outros, afinal, deve ser cansativo trabalhar tanto pelo bem do povo. Vá curtir mais os netos, caro deputado.
A lei de abuso de autoridade, relatada pelo maringaense Ricardo Barros, começa a surtir efeito – contra o jornalismo policiais.
Com base na nova lei, a Polícia Militar de alguns estados começou a não divulgar mais os nomes e imagens de presos. Nem mesmo as iniciais de nomes ou fotos em que os rostos aparecem desfocados, como é o caso da PM do Distrito Federal.
Lá, a corporação prepara cursos e material para esclarecer as dúvidas aos policiais diante das novas regras.
A lei entrou em vigor na sexta-feira. De acordo com o artigo 13 da lei, autoridades não podem constranger o preso ou detento ao exibi-lo à “curiosidade pública”, total ou parcialmente. Nesse caso, a pena é de um a quatro anos de prisão.
Conforme o artigo 28, também é crime divulgar gravação ou trecho sem relação com a prova que se pretenda produzir, expondo a intimidade, a vida privada ou ferindo a honra e a imagem do investigado.
Antecipar o responsável pelas investigações, por meio de comunicação, inclusive rede social, atribuição de culpa, antes de concluídas as apurações e formalizada a acusação também é crime a partir de agora. A prática pode resultar em prisão de 6 meses a 2 anos e multa.
Dos deputados federais paranaenses pela região de Maringá, apenas Ricardo Barros (PP) votou contra reduzir o valor de R$ 2 bilhões para o Fundo Eleitoral.
“Os deputados Arthur Lira e Aguinaldo Ribeiro, líderes do PP e da Maioria na Câmara, respectivamente, trabalharam incansavelmente contra a indicação do ex-ministro da Saúde Ricardo Barros (foto) para a primeira vice-liderança do governo no Congresso.
Por maioria de votos, na sessão desta segunda-feira, o Tribunal Regional Eleitoral do Paraná decidiu aplicar multa de 5 mil Ufirs e cassar os mandatos dos deputados Jonas Guimarães (estadual) e Ricardo Barros (federal).
O maringaense Ricardo Barros é o líder da bancada dos corruptos. A opinião é do jornalista Augusto Nunes, um dos jornalistas mais conhecidos do país, e foi expressada hoje no programa Pingos nos Is, o de maior audiência hoje do rádio brasileiro.Continue lendo ›
Na entrevista à Jovem Pan, Ricardo Barros, além de descer o sarrafo no Ministério Público e relevar a lerdeza da justiça brasileira, confirmou o que se fala nos bastidores: vai mesmo apoiar três candidatos a prefeito em 2020, nas eleições municipais de Maringá.Continue lendo ›
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