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O Antagonista diz que Ricardo Barros é acusado de receber mais de 5 milhões em propina da Galvão Engenharia

De Claudio Dantas, do site O Antagonista:

O deputado federal Ricardo Barros (PP-PR), novo líder do governo Jair Bolsonaro, foi delatado por dois executivos da Galvão Engenharia. Segundo eles, o parlamentar teria recebido mais de R$ 5 milhões para intermediar negócios da companhia junto à Copel (a estatal de energia do Paraná).

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Ricardo Barros derrubou o governo…

O prefeito Ulisses Maia (foto) vai despachar de sua casa, neste início de semana. Além dele, o governador Ratinho Júnior, o secretário estadual de Saúde Beto Preto e todos os integrantes da comitiva estadual que tiveram contato com o deputado federal Ricardo Barros (PP), que testou positivo para covid-19, ficarão isolados até que os resultados de exames sejam divulgados.

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Ricardo Barros pode voltar a comandar o ministério mais rico da Esplanada

Reapareceu a conversa de que Ricardo Barros pode voltar a ser ministro da Saúde. Há algum tempo, quando saiu a primeira notícia a respeito, o próprio parlamentar maringaense divulgou nota, que por sinal não desmentia a informação.

O jornal Estado de Minas publicou reportagem, no sábado, confirmando que está em andamento uma tentativa de fazer do deputado federal maringaense Ricardo Barros (PP) ministro da Saúde do governo Jair Bolsonaro.

Antes um crítico do presidente, tendo atuado contra o ministro e conterrâneo Sergio Moro ao relatar o projeto do abuso de autoridade, hoje Barros é um dos vice-líderes de Bolsonaro. Mas pode ter mais poder ainda, se voltar a se apropriar do Ministério da Saúde, de onde saiu sob uma série de críticas e ação de improbidade feita pelo Ministério Público Federal.

“No Ministério da Educação, por exemplo, há uma ala que trabalha com a possibilidade de o senador Izalci Lucas (PSDB-DF), vice-líder do governo no Senado, assumir o comando da pasta em uma eventual exoneração do titular, Abraham Weintraub, que, na quinta-feira, foi criticado pelo presidente da Câmara, Rodrigo Maia, do DEM-RJ. Já o Ministério da Saúde, que detém o maior orçamento da Esplanada, de R$ 136,25 bilhões — segundo o Portal da Transparência —, é outro cobiçado numa eventual reforma ministerial. Alguns partidos tentam emplacar o nome do deputado Ricardo Barros (PP-PR) no lugar de Luiz Henrique Mandetta (DEM)”, conta a reportagem.

Barros foi ministro da Saúde do presidente Michel Temer, desincompatibilizou-se para disputar a reeleição e, reeleito deputado, coincidentemente ressurgiram os boatos de que queria reassumir o ministério no governo Bolsonaro. Até ser indicado vice-líder de Bolsonaro, o maringaense chegou a afirmar que “deputado pode demitir o presidente”, o que causou polêmica.

(Foto Erasmo Salomão/MS)

Akino

Refletindo com Ricardo Barros

‘Sonhar e realizar é  nosso trabalho’ (Deputado Ricardo Barros, hoje no Pan News)

Acompanhei no Pan News entrevista do deputado Ricardo Barros  e confesso que gostei. É preciso reconhecer que o deputado, como diria o Pinga Fogo, ‘ num é fraco não’. Barros tem uma capacidade muito grande de aproveitar oportunidades para faturar e vender o seu peixe, digamos assim.

Não perdeu a oportunidade de entrar na polêmica sobre as compra de vagas em creche e se a ideia começou por Maringá, ou em  Joinville , como disse Emerson Celestino, apressando-se em  dizer que a ideia foi dele quando prefeito, com as escolas cooperativas. Ideia que, segundo ele, tivesse continuado estaria propiciando grande economia no pagamentos  de salários e aposentadoria. Neste caso, somos obrigados a dar-lhe razão, pois seria a privatização de toda educação municipal.  Bem aplicada, sem esquemas de desvios e favorecimento, a ideia pode ser boa.

Falou ainda a sessão de prédios municipais e construção de novos, para a utilização da iniciativa privada oferecer os serviços, ideia que também considero de possível implementação.  E complemento: Não dá mais para continuar contratando servidores públicos. O modelo está esgotado.  E para concluir repito a frase: ‘Sonhar e realizar é o nosso trabalho.’ Nem todo sonho pode ser realizado’, digo eu (Akino). Mas sonho com o dia em que políticos, como muitos que temos, possam aposentar-se e cuidar de suas vidas, deixando o serviço público para outros, afinal, deve ser cansativo trabalhar tanto pelo bem do povo. Vá curtir mais os netos, caro deputado.

Akino Maringá, colaborador

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Lei relatada por Ricardo Barros começa a afetar o jornalismo policial

A lei de abuso de autoridade, relatada pelo maringaense Ricardo Barros, começa a surtir efeito – contra o jornalismo policiais.

Com base na nova lei, a Polícia Militar de alguns estados começou a não divulgar mais os nomes e imagens de presos. Nem mesmo as iniciais de nomes ou fotos em que os rostos aparecem desfocados, como é o caso da PM do Distrito Federal.

Lá, a corporação prepara cursos e material para esclarecer as dúvidas aos policiais diante das novas regras.

A lei entrou em vigor na sexta-feira. De acordo com o artigo 13 da lei, autoridades não podem constranger o preso ou detento ao exibi-lo à “curiosidade pública”, total ou parcialmente. Nesse caso, a pena é de um a quatro anos de prisão.

Conforme o artigo 28, também é crime divulgar gravação ou trecho sem relação com a prova que se pretenda produzir, expondo a intimidade, a vida privada ou ferindo a honra e a imagem do investigado.

Antecipar o responsável pelas investigações, por meio de comunicação, inclusive rede social, atribuição de culpa, antes de concluídas as apurações e formalizada a acusação também é crime a partir de agora. A prática pode resultar em prisão de 6 meses a 2 anos e multa.

Akino

Elogios a Ricardo Barros

José Nêumanne Pinto, em vídeo postado ontem.
Akino Maringá, colaborador