ação judicial

Maringá

MP tentará ação judicial para amenizar impacto ambiental do corte de árvores

José Lafaiete Barbosa Tourinho
O Ministério Público do Meio Ambiente vai adotar todas as medidas judiciais possíveis para minimizar o impacto ambiental provocado pela administração Pupin/Barros, que botou abaixo no feriado forense da última sexta-feira dezenas de árvores do Bosque Dois, protegido por legislação específica. A duplicação beneficiará empreendimento imobiliário do ex-coordenador de campanha do prefeito, Ricardo Barros (PP). Em reportagem da RPC TV, o promotor José Lafaiete Barbosa Tourinho fala sobre a ilegalidade da ação, autorizada pelo IAP.

Akino

Cabe uma ação judicial?

Se eu fosse comerciante instalado na Brasil pensaria seriamente numa ação judicial, com pedido de liminar para paralisar as obras. Acredito que uma alteração deste porte só poderia ser feita depois de várias audiências públicas, com detalhamento do projeto.
Sou leigo no assunto, juridicamente falando, e gostaria de saber a opinião de algum advogado. Se bem que ação judicial contra Ricardo Barros é malhar em ferro frio. Depois que ele conseguiu no TSE, diria que é imbatível, apesar de que no TSE houve um amolecimento do jogo, tudo indica. Motivo$, argumento$, não lhe faltam.
Akino Maringá, colaborador