airton donizete
Saí-andorinhas dão show
no Centro de Maringá
De repente, os olhares foram direcionados para as árvores. Sábado de manhã, um bando de pássaros em tons verde e azul pousou nas árvores da rua Santos Dumont, em frente à Padaria Açucapê, centro de Maringá. Quem estava tomando café foi para fora de celular em punho tentando fotografá-los. Continue lendo ›
O isqueiro do pai
Por Airton Donizete:
Meu pai era o José Alves de Oliveira. Alves, nunca diria. Sempre ouvi chamá-lo de “Zé Arvi”. Pronúncia comum naquela São José do Rio Pardo, interior paulista, onde ele nascera. A convivência com os pais elegem coisas que nos fazem lembrá-los. Eu não sou afeito a comemorar datas, Dias dos Pais, das Mães, entre outros. Continue lendo ›
Novo desafio

O jornalista e atleta maringaense Airton Donizete correu hoje em Maracaí (SP). Foram 6 quilômetros, na Maracaí Running, da qual participaram mais de mil corredores. Seu tempo foi de 28m 45s.
O dia em que um time do Paraná desbancou os gigantes soviéticos

O ex-goleiro Maurício exibe lembranças do jogo entre o time de Maringá e a seleção da antiga União Soviética, uma história que o jornalista Airton Donizete conta no site da Folha de S. Paulo:
“Seleção Soviética vem disposta a esmagar o Galo”. Manchete do extinto “O Jornal”, de Maringá, no interior do Paraná, anunciava o confronto entre Grêmio Esportivo Maringá (GEM) e seleção da antiga União Soviética (URSS), em 13 de fevereiro de 1966.Continue lendo ›
Padre Quevedo (1930-2019)


O padre Oscar Gonzalez Quevedo Bruzan, que morreu hoje aos 88 anos em Belo Horizonte (saiba mais), foi capa da edição de outubro de 1997 da extinta revista Maringá M9.
Continue lendo ›Biografia em fase final

O jornalista Airton Donizete informa que foram realizadas 30 entrevistas para o livro biográfico do segundo prefeito de Maringá, Américo Dias Ferraz (1956-1960), em parceria com Dirceu Herrero Gomes. “Só tenho mais três entrevistas agendadas, creio que paramos por aí”, conta. Continue lendo ›
Raridade à venda

O radialista Rogério Rico, que trabalhou por mais de 30 anos no rádio em Maringá, hoje afastado do meio, está vendendo alguns livros interessantes sobre a histórica local, avisa o jornalista Airton Donizete. Continue lendo ›
Maringá sem médico para atender portadores de hepatite B e C
Hoje fui ao Posto de Saúde Zona Sul, em Maringá, carimbar requisições para realizar exame de contagem viral e de rotina para prevenção de hepatite B. Para minha surpresa, a médica especialista, uma das melhores profissionais da especialidade no Paraná, não atende mais pelo SUS, em Maringá. Continue lendo ›
Caravana de Lula ignora mídia local
Trocando palavras no ‘Feicebuque’ com o colega e brilhante jornalista Ricardo Kotscho, lembrávamos das caravanas de Lula, em 1994. Ele era coordenador de imprensa daquelas viagens e sempre organizava uma entrevista coletiva exclusiva para a mídia dos locais visitados. Continue lendo ›
Dom Pedro Casaldáliga

Dom Pedro Casaldáliga completou 90 anos há uma semana. Infelizmente, não anda mais. Continue lendo ›
Cuidando da nascente do Pirapó

Matéria de Airton Donizete publicada na Folha de S. Paulo de hoje destaca o aposentado Luiz Fukomoto, que cuida há 60 anos da nascente dr um rio, no quintal de sua casa. Continue lendo ›
Prova Santo Trevisan
O jornalista Airton Donizete participou ontem da Prova Pedestre Santo Trevisan, em Apucarana. Ficou em 12º lugar na categoria 51 anos a 60 anos. Foi um percurso de 6 quilômetros e 400 metros contornando o Lago Jabuti, levando o slogan da Silver Náutica, de Enio Ferreira Lopes, de Maringá. (Foto Josias Pinto)
A sobrevivente

A mais recente edição da revista Tradição traz entre os assuntos uma entrevista com Anita Prestes, filha de Olga Benário e Luiz Carlos Prestes. Continue lendo ›
Com Mujica
O jornalista Airton Donizete acompanhou ontem, em Curitiba, a visita do ex-presidente do Uruguai e atual senador José Mujica.
A cobertura completa do evento será publicada na Revista Tradição, em agosto.Continue lendo ›
A morte de Cauby

O jornalista Airton Donizete entrevistou, em 2011, o cantor Cauby Peixoto, que morreu ontem à noite em São Paulo, aos 85 anos de idade. Entre os fãs de carteirinha dele, em Maringá, está Frank Silva.
Sintomas de uma febre tropical
Por Airton Donizete:
O Brasil é um país singular pela sua condição geográfica e seu povo. Mas, ao mesmo tempo, desigual, dominado por uns poucos que se acham donos de tudo e de todos. Com isso, sofremos com velhos problemas, que se arrastam e nos ameaçam. Um desses problemas que nos perseguem são as tentativas de golpe de Estado.
Volta e meia, somos surpreendidos pelos mesmos golpistas de plantão. Basta uma nuvem cinzenta no horizonte, que eles se unem para derrubar o presidente da vez.Continue lendo ›
Cinema no DNA
Airton Donizete fez uma reportagem de quatro páginas, na revista Tradição de novembro (quando eu estava no nordeste), resgatando o trabalho e a importância do More para a sétima arte maringaense. A reportagem pode ser lida em PDF aqui.
Morimassa Miyazato foi o responsável pela mostra de cinema que trouxe grandes nomes do cinema nacional a Maringá, no final dos anos 70. A cidade havia sediado algo semelhante nos anos 50.Continue lendo ›
Conferindo a edição
Osvaldo Reis, vivendo numa casa de repouso, confere a última edição da revista Tradição, ao lado de Airton Donizete e Antero Rocha. Há uma reportagem de três páginas sobre o escritor, onde se revela, por exemplo, que ele abandonou os remédios de uso contínuo e se queixa de um ex-amigo que recebeu sua ajuda para viajar ao exterior e que nunca pagou o empréstimo feito em seu nome.
O rio já foi mais rico
Airton Donizete esteve recentemente em Porto Rico e agora finaliza uma reportagem sobre a situação do rio Paraná por aqueles lados. O panorama não é nada bom. O rio tem hoje 4 metros em seu local mais fundo. Os peixes sumiram. O local de pesca e de veraneio predileto do maringaense aparentemente não é mais aquele. (Foto: Robison Burim)
Um bêbado diplomado
A vida é uma cópia, uma realidade ou um espelho? Vinha eu de Londrina. Entrou no ônibus um sujeito aparentando uns 45 anos. Totalmente, bêbado. Discutiu com o cobrador e, no solavanco, apoiando-se nos bancos, foi sentar lá atrás, perto de onde eu estava. Tirou uma soneca rápida e ganhou um pouco de consciência. Puxei papo, e ele sacou de uma bolsa encardida um diploma. Sim, um diploma de odontologia bastante sujo. Tentou rasgá-lo, mas não conseguiu.
Era de couro. O bêbado se formara em odontologia, em 1993, na Universidade de Marília. Puxou uma carteira do bolso cheia de papéis amassados. Com dificuldade achou a carteira de identidade. Fez questão de confirmar que era dele mesmo. Na bolsa havia outra garrafa de cachaça. Daquelas de plástico.
Não consegui entender muito o que dizia. Às vezes, divagava. Disse que vinha de Camboriú (SC). Eu cheguei ao meu destino, na Praça Raposo Tavares, centro de Maringá. Ele desceu e perguntou onde era o Albergue. Expliquei, mas duvido que conseguiu chegar lá. Antes, pedi-lhe o diploma e o fotografei. Está comigo a foto, mas não vou divulgá-la para não expô-lo. Não conheço o caso a fundo.
Airton Donizete
Antigos carnavais agitavam Maringá e região
Tanto riso,
Oh! quanta alegria,
Mais de mil palhaços no salão
Arlequim está chorando
Pelo amor da Colombina
No meio da multidão
(“Máscara negra”, Zé Kéti e Hildebrando Matos – 1967)
O carnaval não é mais o mesmo. Até por que não existem mais marchinhas como “Máscara Negra”, do saudoso Zé Kétti. Entre tantas outras, claro. É preciso recorrer ao passado para mostrar que houve bons carnavais em Maringá e região.
Em Maringá, até o fim da década de 1980, a folia tinha Rei Momo. Sebastião Carabina, que morreu em 1981, estreou o trono.Continue lendo ›
‘Folha’ destaca crochê de Barbosa Ferraz

Reportagem do jornalista maringaense Airton Donizete, publicada ontem na Folha de S. Paulo, destaca o crochê em Barbosa Ferraz, cidade do Vale do Ivaí. Um quarto da população daquela cidade (de 12,6 mil habitantes) sobrevive de peças de crochê, inclusive com forte presença masculina. Leia mais.
Donizete e Dino Franco

O jornalista maringaense Airton Donizete, mestrando em Comunicação Visual na Universidade Estadual de Londrina, durante entrevista com o sertanejo Dino Franco, encontrado morto hoje em Rancharia (SP).
As laranjas do meu pai e a sanha da ditadura
O golpe e os presos políticos
“O dia que durou 50 anos” é o título de reportagem feita pelo jornalista Airton Donizete em duas páginas do semanário Tribuna do Ivaí. Ele detalha o caso de dois presos políticos daquela região – o médico Osvaldo Alves, de Mandaguari, e o ex-vereador Pedro Agostinetti Preto, de Apucarana.
O certo, o errado e a língua portuguesa
Quando eu morava no sítio, ainda menino, ia com minha mãe levar almoço ao meu pai e irmãos, que trabalhavam na roça. Eles derriçavam café, plantavam arroz, feijão e milho, conforme a época. No sistema de porcentagem, a produção era divida com o patrão. A cada dia estavam num lugar da imensa roça. Minha mãe cortava caminho e chegava rápido ao eito de trabalho. Ela nunca fazia o trajeto normal. Sempre desviava das habituais trilhas.
Certa vez, perguntei como os encontrava. Minha mãe explicou que antes de sair de casa fazia um traçado mental do terreno. Ela calculava aonde eles haviam chegado de acordo com o trabalho do dia anterior. E seguia, desviando de possíveis obstáculos até chegar ao lugar desejado.
Usei essa metáfora para dizer que quem escreve, antes de se atentar à gramática normativa, deve aprender a formar frases, imaginar um roteiro, saber aonde chegar e conhecer o que vai dissertar.Continue lendo ›
O arquivo do Donizete
Morre um personagem de Maringá

Certamente, você, que mora em Maringá, já passou muitas vezes pela esquina entre a rua Joubert de Carvalho e a travessa Júlio de Mesquita Filho, ao lado da praça Raposo Tavares. Reparou que ali existia uma barraquinha? Pois é, aquele senhor vendia frutas nela desde 1972. Fluminense de Itaperuna (RJ), Juvencil Aurélio Pereira, 82 anos, chegou a Maringá em 1950. De tanto ouvir falar naquela região próspera, resolveu conhecê-la. Veio, gostou e ficou.Continue lendo ›
Paixão pelos índios

“Um fotógrafo apaixonado pelos índios” é o título da reportagem de duas páginas sobre o fotógrafo Tabajara Marques, publicada na edição de outubro da revista Tradição, de Jorge Fregadolli. Acima, Tabaja numa foto de 1975. “Funcionário público aposentado, Tabajara aprendeu a fotografar em São Paulo e transformou a fotografia e a pintura em instrumentos de luta em prol da causa indígena em Maringá”, diz o texto de Airton Donizete.
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