akino maringá

Akino

Qual o cargo mais importante: prefeito, vice ou vereador?

Óbvio que o cargo de prefeito é o mais importante. Vota-se no prefeito e à reboque elege-se o vice. Analisemos: Pupin foi reeleito vice-prefeito em 2008, está, portanto, no seu segundo mandato, e não poderia ser candidato a vice novamente. Nem Silvio II poderia ser candidato a vice. Então como explicar que interpretação do Art.14 § 5º , da Constituição Federal, assim redigido: “O Presidente da República, os Governadores de Estado e do Distrito Federal, os
Prefeitos e quem os houver sucedido, ou substituído no curso do mandatos poderão ser reeleitos para um único período subsequente”, permitiria que ele fosse candidato a prefeito em 2012? Em 2008, tanto ser candidato a prefeito, quanto à vice, e ao optar por ser vice,
esgotou a possibilidade de reeleição. Este trecho: “e que os houver sucedido ou substituído no curso dos mandatos”, especialmente a palavra mandatos, se refere ao plural de presidente de República, governadores (…) e prefeitos, e não, como se quer interpretar, aos dois mandatos
do titular ( no caso os de Silvio II). Se assim fosse o cargo de vice estaria sendo privilegiado, considerado mais importante que o de prefeito.Continue lendo ›

Akino

Separadas por 1.525 km, unidas pelo destino

As cidades de Maringá-PR e Guarapari-ES, estão distantes 1.515 km. Guarapari tem 105.286 habitantes e 82.647 eleitores, ou seja, um percentual de 78,50%. Já Maringá tem 357.077 habitantes e e 256.970 eleitores, percentual de 71,96%. Podemos concluir que a população de Maringá é mais jovem. Natural, pois sendo Guarapari uma cidade litorânea, tem mais pessoas idosas, mais aposentados entre os seus moradores. Ambas são cidades turísticas.
Essas duas cidades parecem estar unidas pelo destino desde a última terça-feira. Acredito que ainda ouviremos falar muito de Guarapari. Pretendo conhecê-la e passar alguns dias desfrutando das belezas de suas praias, assim que puder tirar férias.
Akino Maringá, colaborador

Akino

Quem era o prefeito?

copia oom
Vejam cópia de página do OOM, edição de 22 de abril de 2008, dentro dos seis meses anteriores às eleições daquele ano. Naquela data o prefeito de Maringá era Carlos Roberto Pupin. Observem que o documento não diz que era um “Prefeito em Exercício”, era “Prefeito Municipal”. Por ficção jurídica, como acentuou o ministro Marco Aurélio, é como se eleito fosse.Pupin estava exercendo um mandato.
Akino Maringá, colaborador

Akino

Vai vendo, vai vendo…

Postagem de 30.6.08:
Silvio II confirma Pupin na vice – Terminou há pouco a reunião que decidiu que o candidato a vice-prefeito de Silvio II (PP) será… Carlos Roberto Pupin, do PDT. Ricardo Barros armou seu condomínio para 23 cadeiras na câmara e para mudar o vice. Acabou conseguindo um punhado de gente descontente e não conseguiu mudar o vice.
Pupin não se dá com Ricardo; a mulher de Silvio II, Bernardete, não se dá com a mulher do vice, Luíza Pupin, e este teria sido um dos motivos do afastamento. Fico cá me perguntando como será a convivência de todos, em caso de reeleição. O condomínio partidário dos Barros está parecendo um edifício famoso. Aquele que balança… balança… mas não cai!
PS – Dona Luíza Pupin, ex-presidente do Provopar, chamada à mesa, não foi.
Meu comentário: Há quem diga que a relação entre Pupin e Ricardo teria azedado na campanha de 2012, quando o capo quis substituí-lo. Ricardo estaria temeroso que Pupin possa rebelar-se, caso assuma a cadeira de prefeito, e não deixar que ele mande mais. Por esta razão, teria pedido ao Verdelírio e ao Pinga Fogo, que apertasse o prefeito eleito, destacando a importância dele (Ricardo) na sua eleição.
Akino Maringá, colaborador

Akino

Vai vendo, vai vendo…

Postagem do Rigon de 3.7.08:
Um assunto só – Nos meios políticos há uma curiosidade quase mórbida para se saber o que fez Silvio II e Carlos Roberto Pupin estarem juntos novamente.
Meu comentário: Esta postagem foi logo após a convenção que homologou a chapa Sílvio II/ Pupin. Na época falou que Silvio queria o Guerlles como vice, mas uma negociação entre Ricardo e Osmar Dias, visando as eleições para governador e para o Senado, em 2010, viabilizou a aceitação do nome do Pupin. Aquela história de harmonia entre prefeito e vice, desde 2004, era conversa de campanha política e engana eleitor menos atento.
Akino Maringá, colaborador

Akino

A equipe de Pupin

Segundo o competente Paulo Vergueiro, se é que existe, uma das maiores revelações do blogosfera local nos últimos tempos, estes são alguns nomes que Pupin nomearia, caso assumisse como prefeito: Solange Lopes (provavelmente Secretaria da Educação); Claudinei Vecchi; Diniz Neto; Antonio de Paula; Alex Chaves; Willian Gentil; Walter Guerlles; Mário Hossokawa; Carmem Inocente; Valter Viana; Heine Macieira; Professora Gaetana; pastor Célio; Ton Schiavone; Carlos Sica; Miguel Grillo; Umberto Crispim; Silvana Borges; Roe Ling Costa.
Meu comentário: Realmente é um time de técnicos que merecem todo respeito, mas que não teriam lugar na equipe de Enio Verri. Talvez só Ton Schiovone e Heine Macieira com alguma chance. Guerlles, que é do PR, partido aliado que muito colaborou na campanha? Pode ser. Assim como o Jeremais, que não está na lista, mas é um nome que simpatiza bastante com o Partido dos Trabalhadores, poderia ser o assessor para Assuntos Religiosos, caso Ton não fosse escolhido. Os demais, não que não sejam capacitados, mas por incompatibilidade de gênios não dariam certo.
Akino Maringá, colaborador

Akino

Esclarecendo dúvidas

Leitor Paulo levanta uma dúvida que é de muitos: Akino, sei que Ulisses nunca entendeu de lei eleitoral. Agora você aparece citando que o caso de Pupin irá para uma decisão de colegiado. Ótimo, entendi. Aproveito e pergunto: Pupin sendo cassado, automaticamente Enio passa a ser o eleito? – Se a votação de Pupin 53% dos votos válidos passarem a ser considerados nulos e, de Enio 47% dos válidos, são suficientes pela pela lei? Se a votação Pupin for anulada, não teremos um terceiro turno?
Resposta: Não sou advogado, mas tenho uma experiência de autodidata em eleitoral, assistindo pela TV Justiça as sessões do TSE e lendo muito das jurisprudências. Faço isso desde 2004 e com minha experiência, no passado, talvez pudesse ser um rábula (*), mas entendo que não há hipótese de terceiro turno, pois a prevalece o primeiro. Continue lendo ›

Akino

Preconceito contra o PT

Há em Maringá um ‘preconceito burro’ contra o PT. A propósito veja comentário do leitor em outra postagem: Eu acho tão engraçado este povo descer o cacete no PT… Estamos no terceito mandato no governo federal… Não é segredo pra ninguém que este partido mudou o país com seus projetos que beneficiam, principalmente, os mais pobres. Tem um bando de pé rapado que vem aqui falar mal do PT, mas provavelmente hoje tem uma casa que é financiada pelo projeto Minha Casa, minha vida… ou um carro também financiado e beneficiado com a redução do IPI… ou já usou uma UPA que é construída com recursos do governo Dilma assim como os postos de saúde da cidade. Tem até os(as) manés que estão estudando numa universidade particular com bolsa do ProUni e tem o displante de falar mal da Dilma. Sem contar o acesso que tiveram nos ultimos anos aos bens de consumo, a uma vida mais justa… Continue lendo ›

Akino

Uma ofensa ao TRE-PR

Vejam esta opinião do jornalista e advogado Milton Ravagnani, em postagem sob o título: “Para afogado, jacaré é tronco”:  “Inconsolável, a militância petista ainda se agarra na esperança de uma reviravolta no TSE para reverter o resultado das urnas na cidade. A esperança, dizem, é a última que morre. O que não significa que não morra, também. O fato é que as chances de uma reviravolta na justiça são muito improváveis, embora você continue vendo os militantes da atual oposição alimentando a tal possibilidade. Não aposto o meu e sugiro que você não aposte o seu dinheiro nesta imponderabilidade.”
Meu comentário: A postagem, provavelmente uma resposta a este modesto colaborador, é uma ofensa ao TRE-PR, que por 6×0 decidiu pelo não registro da candidatura vencedora ontem. Teriam os desembargadores decidido sem ponderar? De minha parte rejeito a pecha de militante petista, mas também a eles é uma ofensa considerá-los ‘afogados’. Talvez até ao próprio candidato. Prefiro entender que foi uma infeliz manifestação do ponderado jornalista e profissional do direito, agindo, nesta área, como um rábula, traído por paixão pela candidatura dos Barros.
Akino Maringá, colaborador

Akino

Bobagens eleitorais

Um fiscal da coligação “A mudança continua’, impugnou o trabalho de mesária, dizendo que ela não poderia trabalhar que estava de blusa vermelha. Absurdo, se fosse assim todos os funcionários, a serviço da Justiça Eleitoral, que usam camisetas da cor azul, não poderiam trabalhar.
Isto é de bobagem, idiotice, que não dá para qualificar. Imaginar que alguém vai se deixa influenciar por um cor de camiseta é a ter certeza que o povo de maringá é mesmo alienado. Confesso que ‘fico vermelho’, de vergonha.
Akino Maringá, colaborador

Akino

A verdadeira mudança

Repito postagem que fiz no dia 8, com o título “127.775 não querem continuação” (leia aqui).
Meu comentário: Nada mudou, Pupin, confirmou que continuaria tudo com está, caso eleito. Alguns já voltaram, como Viana, Bovo, Ruiz. Leopoldo certamente seria o homem forte, ao lado de Ricardo. Confirmou que nomeará vereadores derrotados, que nomeará condenados em primeiras e segundas instâncias (citou Silvio II como exemplo de condenado bom). Não conseguiu demonstrar que Ricardo Barros não teria influência na sua administração, pelo contrário, isto restou patente. Todos que aqueles, dentre os 127.775 que manifestaram, no primeiro turno, que não queriam continuação, se tiverem o mínimo de bom senso, certamente votarão em Enio, ainda que tenham restrições ao PT e ou ao candidato. Só assim estarão votando pela não continuação, com esperança real de uma mudança verdadeira.
Akino Maringá, colaborador

Akino

Mentira ou incompetência?

O candidato Pupin tem tentado passar a falsa informação de que em 8 anos sua administração concedeu aumento menor, para a tarifa do transporte coletivo, que a gestão José Cláudio/João Ivo em 4. Corrigimos os valores, utilizando a ferramenta calculadora do cidadão, do site do Banco Central. Vejamos os resultados: O Valor de 1,00, em 01/01/2001, corrigido pelo IGP-M até 31/12/2004, dá R$ 1,69. Pelo IGP-DI R$ 1,68. A tarifa deixada na época era R$ 1,65, portanto 2,42% abaixo do valor corrigido .
Já o valor de R$ 1,65, do início da gestão Barros/Pupin até 9/2012, último índice disponível, pelos dois índices, chega a R$ 2,53. Hoje a tarifa, para pagamento em dinheiro é R$ 2,95. Logo a atual gestão concedeu aumento 16,60% maior que os dois índices. Mesmo considerando o valor para pagamento no cartão, o reajuste seria rigorosamente igual nos dois governos. Continue lendo ›

Akino

Relator e revisor

Confesso que não nunca notei a presença o ministro revisor em processos no TSE. Para mim só o relator apresenta o voto ao plenário. Levanto esta questão, com meus parcos conhecimentos jurídicos, diante de postagem do Milton Ravagnani, no seguintes termos: “Só ontem (23) os autos do agravo regimental que tenta impedir o registro de Roberto Pupin e Claudio Ferdinandi foi concluso ao relator, ministro Marco Aurélio. Mesmo assim, os autos ainda não estão no gabinete do ministro, mas na coordenadoria de processamento.(…) é bom esclarecer aos afoitos que o ministro precisa elaborar o seu voto e depois remetê-lo para a apreciação do revisor. E é o revisor quem pede pauta, ou seja, inscreve o recurso para o julgamento. Faltando quatro dias para a decisão das urnas, pouquíssimas, ralas mesmo, as chances do assunto ser apreciado ainda antes das eleições.”
Meu comentário (Akino): Gostaria que alguém da área, ou o próprio Milton esclarecesse. Acho que no TSE é diferente do STF e outros tribunais, e não existe a figura do revisor, o que é uma pena.Continue lendo ›

Akino

Como explicar?

Vejam as alegações do recurso do PSB (Quinteiro) pedindo a impugnação da candidatura de Pupin: “O Partido Socialista Brasileiro-PSB, por sua vez, sustenta que “as abusividades relatadas na inicial restaram amplamente comprovadas pela farta documentação juntada com a inicial” (f. 325), que tais matérias podem ser alegadas em sede de ação de impugnação de registro de candidatura, que o afastamento de cem dias pelo prefeito de Maringá possui como finalidade beneficiar a candidatura do recorrido, que as matérias jornalísticas juntadas ao presente recursos demonstram que o secretário do Governo Estadual e coordenador de campanha do recorrido, Ricardo Barros, interfere “por diversas formas e modos” (f. 325) nas questões relativas ao presente caso, “agindo em franco e evidente abuso de poder político, econômico e de autoridade” (f. 327), que Ricardo Barros, em conversa telefônica interceptada por autorização judicial afirmou que “a publicidade da administração interessa ao processo eleitoral” (f.327), que a empresa “Meta Propaganda, Continue lendo ›

Akino

Só Quinteiro…

…pode explicar sua adesão à candidatura Pupin. A lógica, o bom senso, indicavam que a neutralidade, a não revelação de apoio seria o caminho. Há quem diga que ele estaria , no fundo, fazendo o papel de Judas, apoiando no voto, de olho no TSE, torcendo, mais que isto, orando, pela impugnação da candidatura do seu apoiado, para assim, segundo entendimento de alguns, disputar o terceiro turno. Particularmente interpreto que não há está possibilidade, pois prevaleceria o primeiro turno, onde a soma dos votos de todos os adversários não alcançou a de Enio Verri.
Akino Maringá, colaborador

Akino

Impugnação: vai vendo, vai vendo…

Consulta. Assunção à chefia do Executivo municipal. Candidatura. Reeleição. Possibilidade. Seja qual for a circunstância que conduza à assunção da titularidade do Poder Executivo, ou por qualquer lapso temporal que ocorra, configura o exercício de mandato. Em havendo eleição subsequente para este cargo será caracterizada como reeleição.
(Res. nº 23.048, de 5.5.2009, rel. Min. Ricardo Lewandowski
Meu Comentário (Akino): Observem bem o que diz o texto: ‘ou por qualquer lapso temporal que ocorra’. Pode ser um dia, no caso de Pupin foram 11 ou 13 dias em 2008. Segundo esta resolução, Pupin exerceu mandato em 2008. O fez novamente em 2012, configura exercício do mandato. Pleitear novo mandato significaria um terceiro, o que é vedado. Logo, não aposto meu dinheiro, como disse Milton Ravagnani, que a decisão do ministro Marco Aurélio será mantida. No meu entendimento, a decisão do TRE-PR deve ser mantida, e os votos dados a ele seram anulados.
Akino Maringá, colaborador

Akino

O parecer da PGE

Alguns simpatizantes comemoraram o fato do MP eleitoral não ter recorrido da decisão monocrática. Ora, a PGE deu parecer, antes e o dará agora. Não recorreu, mas faz parte do processo. Vejamos trechos do parecer da vice procuradora geral Sandra Cureau:“Ora, tendo o candidato exercido por 2 (duas) vezes o cargo de prefeito substituto do município de Maringá/PR, dentro dos 6 (seis) meses anteriores aos pleitos eleitorais de 2008 e 2012, respectivamente, a segunda substituição já caracterizou a reeleição para o mesmo cargo. Assim, não há mais a possibilidade de se candidatar a prefeito para o mandato de 2012-2016, sob pena de configurar, na espécie, o terceiro mandato, aliado ao fato de que inexistiu a necessária desincompatibilização. A propósito, a lição de José Jairo Gomes: “o vice de uma chapa vitoriosa por duas vezes pode disputar, em uma terceira eleição, a titularidade, já que, desta feita, não concorre ao cargo de vice, mas, sim, ao de titular. Para isso, não poderá substituir o titular nos seis meses anteriores à eleição. Essa substituição não seria mesmo possível, diante da necessidade de desincompatibilização pelo mesmo prazo” ”
Meu comentário: José Jairo Gomes, citado no parecer, é procurador regional da República (Ministério Público Federal), atuando perante o Tribunal Regional Federal da 1a Região/DF, autor de obras sobre direito eleitoral. Observem bem o que ele escreve:Continue lendo ›

Blog

Evandro Junior pede licença

O deputado Evandro Junior (PSDB) licenciou-se da Assembleia Legislativa para se dedicar à campanha de Carlos Roberto Pupin (PP). Ele retorna à Alep após as eleições.
Assim como Umberto Crispim (Meio Ambiente) e Miguel Grillo (Setran), o parlamentar tem sinalização de uma secretaria em caso de vitória do candidatos dos fratelli.

Akino

Testemunho isento

Vejam este comentário, em uma de nossas postagens: “O meu “pitaco” não visa favorecer ou prejudicar. Apenas, esclarecer. E não sou anônimo não. No começo da administração, o então Prefeito José Claudio, convidou-me para “cuidar” das licitações da PMM. Aceitei, mas, não foi tarefa fácil. Tive que pedir, com a promessa de pagamento em dia, para muitas empresas venderem, pois, praticamente ninguém queria vender para a PMM, porque a maioria dos fornecedores estava sem receber. O Zé Claudio comentava que não podia pleitear recursos externos por falta de certidões negativas. Maringá estava na “Serasa”. Parece-me que os bancos credores tinham autorização para bloquear e sacar o Fundo de Participação dos Municípios que fosse depositado na conta da Prefeitura. A PMM não tinha dinheiro para nada. Faltava de tudo, até cartuchos de tinta. Cafezinho então, cada setor fazia a sua “vaquinha” para ter o seu. Outra coisa, era amigo do Zé Cláudio, mas, nunca fui filiado ao PT, tanto é que, assim que ele faleceu, o João Ivo exonerou-me. Quanto às finanças ao final daquela administração não sei dizer, mas, no começo foi extremamente difícil.”
Meu comentário: Este testemunho de Paulo Kato é isento. Serve para esclarecer, como bem diz ele. Será de Pupin e Silvio II, que têm insistido na comparação de vermelho com o azul, lembram , acusando a gestão do PT de deixar um rombo, sabem disso? Eles precisam esclarecer, se estão tentando enganar a população, fazendo um jogo sujo, ou simplesmente esqueceram. Nunca é demais lembrar que Paolicchi (que Deus o tenha), começou atuar na gestão Ricardo Barros, que deixou a administração pulando a janela.
Akino Maringá, colaborador

Akino

Chupei…

… do blog do Messias Mendes a seguinte postagem: “Lembram do Zeca do PT,ex- governador do Mato Grosso do Sul que levou o casal paranaense Gleisi Hoffmann e Paulo Bernardo para o seu primeiro escalão? Ele acaba de ser eleito vereador mais votado de Campo Grande (13.010). Mais votada de sua cidade também, Heloísa Helena (PSol) se reelegeu vereadora de Maceió com 19.216 votos. E a Amanda Gurgel, aquela professorinha que encantou o Brasil num pronunciamento feito da tribuna da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte em que criticou duramente os governantes do seu estado? Ela foi a vereadora mais votada de Natal (32.819)”.
Meu comentário: O título (chupei, no bom sentido é claro), é mais uma tentativa de usar ‘humor pretensiosamente inteligente e descaradamente limitado’, lembrando a gíria ‘ chupa de é de uva’, que alguns amigos leitores, simpatizantes da candidatura Pupin, escreveram para este modesto colaborador, quando da ‘grande vitória’ do candidato, com a decisão de Marco Aurélio. Vitória de Pirro, não tenho dúvidas, não é verdade, meu caro Messias?
PS: Por favor caros leitores, não vão fazer como o ministro Dias Tóffoli, com Noblat. Nada de usar o título para expressões chulas.
Akino Maringá, colaborador

Akino

Para pensar na cama

Leitor, que não se identificou, fez um comentário que merece a reflexão dos mais pobres, e dos que se preocupam com eles: “Parabéns Maringá, estamos prestes a eleger mais uma vez “Ricardo Barros”. Acredito que boa parte da população que precisa de forma direta de recursos como saúde, educação, habitação e outros mais serviços da esfera municipal, votou no 11. Pense! Ao invés dessa população talvez pensar em uma mudança, arriscar um novo nome, eles simplesmente vão pela classe burguesa que rodeiam esse monopólio que administra Maringá. E triste ver que você que precisa da prefeitura (serviços) está indo no embalo da burguesia. Imagine que se você pensar em mudar, a diferença poderá ocorrer, já se você optar pela burguesia e por essa família “maravilhosa” que monopoliza a cidade, lembre-se que você será mais um que admira e sonha com o que os ricos possuem, e ainda por cima ajuda cada vez mais eles desfrutarem de uma vida sublime nas suas custas!’ (sic)
Meu comentário: Esta é para pensar na cama. A alternância de poder é sempre salutar. Uma reeleição, ótimo. Pode ser que em 4 anos não dê para fazer tudo. Duas reeleições já não é bom. Continue lendo ›

Akino

Doping eleitoral

No esporte o doping é proibido, para manter a igualdade de condições entre os atletas. A prática do uso substâncias que alterem o desempenho é uma deslealdade com os adversários, punida com suspensão e até perda de medalhas e títulos.
Por analogia, na situação de Pupin, que assumiu o cargo de prefeito por 100 dias, numa licença mandraque do titular, dentro dos seis meses antes da eleição, podemos dizer que usou um ‘doping eleitoral’, recurso desleal com os adversários que não tiveram a oportunidade da visibilidade, e a ‘caneta’, que o cargo de prefeito proporciona. É por esta razão que a lei veda a substituição. Por isso teve sua candidatura impugnada. Esta é a verdade. Verdade que Pupin esconde ao culpar o PT, dizendo que foi só por ter assumido por 13 dias, em 2008, que sua candidatura está sendo contestada.
Akino Maringá, colaborador

Akino

E para o ‘parque industrial penal’?

Li em O Diário e reproduzo: “A Colônia Penal Industrial de Maringá vai receber, ainda este mês, mais 230 presos do regime semiaberto que estão em delegacias de polícia do Paraná. Outros 500 presos serão transferidos para a Penitenciária Estadual de Cruzeiro do Oeste, também no noroeste do Estado. Pelo cronograma aprovado durante a reunião de secretários, na tarde desta segunda-feira (1º), as transferências terão início no próximo dia 15 de outubro.”
Meu comentário: Foi inevitável, ao ler penal industrial, lembrei no novo parque industrial, aquele da conversa entre Ricardo e Léo, que é alvo de tantas denúncias e suspeitas. Continue lendo ›

Akino

Posturas cautelosas

Observo que alguns blogueiros têm mantido postura cautelosa nessas eleições. Sinto falta das opiniões de Milton Ravagnani, por exemplo, no tocante à situação jurídica da candidatura Pupin. Ravagnani, como sabemos, além de jornalista é advogado, em outras situações emitiu opiniões consistentes, juridicamente falando. Outro que não tem tocado no assunto e na campanha, de maneira geral, é Diniz Neto, sempre combativo na eleição anterior.
Talvez isto seja mau sinal para Pupin.
Akino Maringá, colaborador

Akino

Que fim levou?

Lembram que no começo dos programas do horário eleitoral Pupin falava de um tal programa ‘mobilidade em ação’. Pois não é que sumiu? Questionamos o que seria e ele, não mais tocou no assunto. A bem da verdade era mais uma falácia, retórica, factoides, nem sei qual a palavra adequada, como tantas outras que estão sendo usadas. Agora vem com promessa de construção do terminal multimodal dizendo de boca cheia que é um projeto de R$ 88 milhões. Teria até túnel por baixo da UEM. Conta outra? Quem foi o autor do projeto? Como surgiu? Um especialista em computação gráfica faz milagres, em matéria de imagens para televisão. Como diria o caipira: “Ceis tá pensando que nois é troxa”. Até o povo menos esclarecido não cai mais nessas.
Akino Maringá, colaborador

Akino

O voto é do eleitor

Vou insistir na discussão sobre a frase da campanha de Pupin: ‘Meu voto é do onze, meu voto é do Pupin’. É bem típico de um grupo que quer se perpetuar no poder. Eles se consideram os donos da cidade e por esta razão procuram induzir o eleitor que o seu voto é deles.Percebam no tal ‘giro com prefeito’, que eles dizem: aqui fizemos isso, fizemos, aquilo, aqui eu vou fazer o asfalto, tudo como se donos fossem. Nem usam primeira pessoa do plural.
A propósito vejamos o trecho final do artigo do padre Orivaldo para refletirmos: “Em poucos dias, elegeremos 17 homens e mulheres para os nossos Executivo e Legislativo. Vamos confiar-lhes parte considerável do nosso destino comum. Então, senhor(a) prefeito(a) e vice, senhores e senhoras vereadores e vereadoras que elegeremos, vamos combinar? Que tal continuar sorrindo e visitando os bairros? Continue lendo ›

Akino

Pupin continua firme

Tenho informações seguras de que Pupin não se deixou abater pelo parecer contrário da PGE. Continua firme como candidato e aguarda, com serenidade, o julgamento no TSE. Este é o mesmo sentimento de Ricardo Barros e toda a cúpula da coligação “A mudança continua”. Segundo Paulo Vergueiro, pessoas próximas o têm incentivado a permanecer na luta, pois o povo é quem o motiva a querer ser prefeito. Heine Macieira, como líder do prefeito atual, e candidato a continuar sendo de Pupin, tem sido um dos mais entusiasmados pela não substituição do candidato. Abrir mão, antes do julgamento, seria um ato de covardia. ‘Vamo que vamo prefeito’, como diria sua turma de assessores no facebook.
Akino Maringá, colaborador

Akino

O eleitor pode impugnar

Li no blog do Luiz Fernando Cardoso e tomo a liberdade de reproduzir ipsis litteris: “Eis o verbo mais mal utilizado nestas eleições: impugnar. E o uso incorreto desse verbo se dá pelo simples fato de as pessoas – inclusive muitos editores de sites e jornais – não terem o hábito de consultar o dicionário. O uso do verbo impugnar, durante o pleito eleitoral, pode ser comparado ao verbo pôr em sua versão mais coloquial. A cada dia que passa tem mais gente falando “ponhar”. Impugnar significa contestar; ser contrário a algo ou a alguém; declarar algo como falso, não válido. Sendo assim, um candidato ou partido/coligação não pede a impugnação de outrem, ele impugna.”
Meu comentário (Akino): Caro Luiz Fernando, você está certo do ponto de vista linguístico, mas talvez o uso do “pedir a impugnação” seja por se entender que só a Justiça Eleitoral pode barrar o registro, ou seja, impugnar. Mas independentemente do TSE cabe ao eleitor impugnar, literalmente, certos candidatos. Os meus impugnados já estão definidos. Segui o conselho do ‘estude o onze’ (som do estúdio onze), e estudei cuidadosamente todos os oito a prefeito. Cheguei à conclusão que só um não merece, sob hipótese alguma, o meu voto. Como não vou dizer quem é, só adianto que não se trata de Hércules nem de Débora.
Akino Maringá, colaborador

Akino

Voto útil ou inútil?

Depois de sete dias sem postar, Messias Mendes comenta a pesquisa do Ibope. Li no seu blog, e tomo a liberdade de reproduzir: “A pesquisa do Ibope, que Iraclésia e Quinteiro tentaram impugnar trazia alguns vícios de origem na sua metodologia, que a comprometia de fato. Por exemplo: uma concentração muito grande das entrevistas na Zona Norte da cidade e a ausência dos dois candidatos na simulação do segundo turno. Além disso, foi ostensiva a presença de carros adesivados e a maciça presença de cabos eleitorais de uma das candidaturas do pelotão de frente, exatamente no período pesquisado e na região onde os coletadores dos dados estavam circulando. Como explicar isso?Continue lendo ›