akino maringá

Akino

Só pode ser deboche II

Vejam duas opiniões que batem com a deste modesto colaborador: “Políticos de mandato que estão há anos ostentando condição social que jamais atingiriam com salários, de repente empobreceram. A julgar pela declaração de renda da maioria à Justiça Eleitoral, poucos são os que não zombam da legislação e chamam de trouxas todos aqueles que acreditam no seu estado de pobreza. Como diriam os jovens: “Estão me tirando, é?” (Messias Mendes)“Declaração de bens de candidatos a vereador em Maringá é coisa para trouxas. Como é que candidatos que toda a cidade sabe que estão com a vida equilibrada, com casas, apartamentos, salas comerciais, carros, investimentos, moradias em condomínios e até amantes declaram para a Justiça que não tem bens. Se mentem para a justiça, imaginem então para o eleitor.” (Verdelírio Barbosa) – Vamos ser sinceros: o fato de alguns candidatos declararem que não possuem bens só pode ser deboche da legislação eleitoral que obriga a declaração de bens. Tenha dó, Bravin dizer que não tem nem R$ 100,00 no banco, ou em dinheiro guardado no colchão, é considerar todos nós otários. (Akino)
Meu comentário: Fico envaidecido em compartilhar opinião com dois ícones do jornalismo maringaense, mormente pelo fato de ter emitido a minha sem ter lido a deles. Sobre o fato comentado, acho que merece atenção do MP, pois pode se tratar de falsidade ideológica e com bem escreveu o Verde: se mentem para a justiça, imagine para o eleitor.
Akino Maringa, colaborador

Akino

Bandidos e mocinhos

Li no blog do Diniz Neto a seguinte postagem: “Todos os partidos e pré-candidatos a prefeito de Maringá queriam uma coligação com o PMDB. Na busca por esta coligação, em alguns casos desesperada, assistimos um festival de informações plantadas, cruzadas, de todos os tipos e com diversos objetivos. Definida a coligação do PMDB, atendida a vontade do diretório local, alguns que tanto queriam a coligação saem atirando pedras no partido. Se tivessem conseguido a coligação estará tudo certo, tudo bem? Nos bastidores, em alguns blogs e colunas, boatos foram plantados e trabalhados na tentativa final de melar coligações. As mentiras e boatos não surtiram os efeitos desejados. A campanha promete ser longa e boa para tornar públicas muitas verdades. Contra documentos há menos argumentos. Ainda restará a tentativa das versões das mentiras, mas acho que as pernas estão curtas. A verdade às vezes tarda, mas não falha. Especialmente para bandidos vestidos de bons mocinhos.”
Meu comentário: Confesso que não entendi o que o Diniz quis dizer com estas frases:Continue lendo ›

Akino

Declino

Esta expressão é muito usada na Câmara de Maringá, por alguns vereadores que se inscrevem para falar e quando a palavra lhes é concedida, dizem simplesmente: declino. Assim faço ao seguinte convite, do meu amigo Fuji, que recebi pelo Facebook, se referido a um bar no Jardim Alvorada, que virou atração turística até, graças à postagem que sai aqui no blog do Rigon. Postou o Fuji o seguinte: “Convido o Angelo Rigon, Rogério Mello, Akino Maringá, Enio Verri, Sidnei Telles, Edmar Arruda, Mário Verri, Humberto Henrique, Messias Mendes, Lauro Barbosa, Agnaldo Vieira, entre outros, a tomarem no tobas, hoje à tarde! O que vocês acham?”.
Declino, meu caro Fuji, gostaria de conhecer o tobas, mas hoje tenho um compromisso e não posso. Não faltará oportunidade.
Akino Maringá, colaborador

Akino

Pode haver traição

A propósito da postagem “Estilo Barrento“, é bom lembrar que o maioral dos Barros tem uma ação, aquela da Tenda dos Milagres, no STF, sob a relatoria do ministro Dias Tóffoli, que é muito amigo de Lula, que é amigo de Paulo Bernardo, que é amigo de Enio Verri. Se estivesse do lugar do ‘chefão barroso’ tomaria cuidado, pois bastaria um pedido de agilização do processo para a casa cair definitivamente. O que terá que devolver é incalculável.
Isto é certo? Claro que não, mas no Brasil, infelizmente é assim que funciona. Desconfio, por este e outros motivos, que se alguém não terá vida fácil, será Pupin, que no final pode ter um ‘Joaquim Silvério dos Reis’ na sua vida.
Akino Maringá, colaborador

Akino

Seria injusto

Leitor que se identifica como Luis fez o seguinte comentário: “Akino, desculpe mas que trabalho…vc está tentando para ver se saia uma boquinha “ou melhor cavando uma oportunidadezinha futuramente”, vc foi visto “estava” no grupo vermelho está semana, mas tché que trabalham…” (sic)
Meu comentário: Caro Luis, você me dá a oportunidade de esclarecer, mais uma vez: não sou filiado a nenhum partido, não participei de nenhuma reunião com grupos de qualquer cor, não aspiro qualquer boquinha como CC ou qualquer outro cargo. Trabalho muito, em média 10 horas por dia, dedicando pelo menos umas três para atividade voluntária de cidadania, fazendo o papel de fiscalização, na ausência de atuação, neste sentido, da maioria dos vereadores. Sou empresário numa atividade de prestação de serviço, e não dependo de benesses do poder público. Continue lendo ›

Akino

Sou candidato…

O trabalho intenso que tive nos últimos dias me impediu postar, comentando os esquemas armados para as ‘convenções’, na que na verdade não passam de reunião para cumprir uma formalidade legal. Convenção seria se os filiados aos partidos pudessem efetivamente decidir, o que não acontece, Há um jogo de cartas marcadas,onde os candidatos já estão escolhidos, mais que isto, impostos, muitas vezes. Triste o papel do PSDB e PMDB, lutando pela vice de Pupin. Que situação do partido do governador! A que ponto chegou o PMDB, de Ulysses Guimarães, Alencar Furtado, Walber Guimarães, José Richa , Hélio Duque e tantos nomes de destaque, no passado. Triste fim. Hoje luta desesperado por empregos para seus donos.
O que esperar dos candidados? A Câmara de Vereadores tem tudo para ser melhor, já que certamente não teremos, pelo menos, John e Soni na sua composição. Que o futuro prefeito não seja Ricardo Barros, reeleito para o seu quarto mandato.
Quando a mim, sou candidato. Candidato a fazer o papel de cidadão, fiscalizando e denunciando irregularidades, esteja quem estiver no poder. Só dependo do espaço que tenho tido neste blog. Espero que os vereadores ajudem um pouco mais.
Akino Maringá, colaborador

Akino

“Olho clínico”

Constrangido, envergonhado, cabisbaixo, o líder do prefeito teve que pedir o arquivamento deste projeto de LO 12344/20122 – que concedida incentivos à Sisa Construções Ltda. Sobre o assunto fizemos uma postagem no último dia 6.
Akino Maringá, colaborador

Akino

Uma opinião respeitável

Li no Café com jornalista e reproduzo: ‘Vou dar uma de Akino e tomar a liberdade de reproduzir uma boa postagem aqui, para depois comentar. Segue um texto que li no Blog do Rigon: “A presidente Dilma Roussef (PT) ganha R$ 26.723,13 por mês (ou R$ 19.818,49 liquidos) para administrar os grandes pepinos desta nação e aguentar uma pá de ministros xaropes. Agora, qual o fundamento que justifica o prefeito de Maringá receber R$ 25 mil? (…)” LF: esta é a melhor comparação (contra os supersalários) que vi lançada na blogosfera maringaense, até agora. Cadê o dito princípio da proporcionalidade? Se ele serve para os cargos comissionados, bem que poderia ser aplicado também aos subsídios. Não é admissível um gestor público municipal ganhar quase tanto quanto um presidente da República. É legal? Sim. É imoral, com certeza. E cabe apenas aos vereadores, nesse caso, evitar a imoralidade. Como diria um eleitor sueco: “sou eu que pago os políticos e acho que eles não precisam de mordomia”.
Meu comentário (Akino): Meu caro Luiz Fernando, caro não no sentido que costumo aplicar aos políticos e CCs, que custam caro aos contribuintes. Fico lisonjeado e reproduziria ipsis litteris o seu comentário. Sua opinião é respeitável.
Akino Maringá, colaborador

Akino

Corruptores

Li no blog do Murilo Gatti e reproduzo: “Por meio a lei estadual 17096/2012, os paranaenses ganharam um dia em especial para se combater a corrupção. A data eleita para o “Dia Estadual Contra Corrupção e Impunidade” é 7 de setembro.”
Meu comentário: Esta é mais uma daquelas leis sem o menor sentido. Sugiro uma emenda criado o período de combate a corrupção de 1º de janeiro a 31 dezembro. De minha parte tenho me esforçado, todos os dias, para não ser corruptor, que o primeiro passo para se acabar com a corrupção. Fala-se muito de corruptos e pouco de corruptores. O ‘judas’ que estou malhando hoje é o corruptor.
Akino Maringá, colaborador