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Maringá

Beijaço cobra execução de lei de 2010

O segundo beijaço de Maringá (hoje, às 18h, na praça Raposo Tavares) deve cobrar a implementação de programa Escola sem Homofobia. A lei que instituiu o programa é de 2010 e prevê R$ 25 mil anuais para ações de enfrentamento ao preconceito por orientação sexual. Até hoje, nada foi realizado. De acordo com Luiz Modesto, um dos organizadores, o ato de hoje tem um carater independente, tendo sido chamado pela comunidade e recebido o apoio de diversos movimentos sociais. “É fundamental levarmos como reivindicação a implementação imediata do programa Escola sem Homofobia, que prevê cursos de formação para professores da rede municipal sobre o enfrentamento ao preconceito além de campanhas de conscientização”. A ideia é cobrar a execução do programa do prefeito Carlos Roberto Pupin e da secretária de Educação Solange Lopes.

Comportamento

Beijaço defronte a prefeitura de Maringá

Na próxima quinta-feira, a partir das 17h, defronte o paço municipal de Maringá, haverá um beijaço “por mais amor e respeito no trato da coisa pública”, uma forma de protesto pelo fechamento do bar Dvinyl pela gestão preconceituosa do prefeito Silvio Barros II. A foto mostra Luiz Modesto e seu companheiro defronte o estabelecimento. Leia mais.