Duas da justiça

1) A Justiça de São Paulo rejeitou pedido do presidente Jair Bolsonaro (PSL) para ser indenizado pelo apresentador Marcelo Tas, que em 2017 o chamou de racista, preconceituoso e homofóbico. Continue lendo ›

1) A Justiça de São Paulo rejeitou pedido do presidente Jair Bolsonaro (PSL) para ser indenizado pelo apresentador Marcelo Tas, que em 2017 o chamou de racista, preconceituoso e homofóbico. Continue lendo ›
1 – Suponha que você se chama Jair Bolsonaro e preside um país chamado, digamos, Brasil. Você tomou posse há quatro meses. Embora você admita que não entende bulhufas de economia, já assimilou a avaliação de que a crise fiscal é feia. Porém, você ainda dispõe de três anos e oito meses para mudar o rumo das coisas.Continue lendo ›

O presidente Jair Bolsonaro recebeu ontem Yasmin Alves, 8, no Palácio do Planalto. Ela ficou conhecida após aparecer em um vídeo em que supostamente “se nega” a cumprimentar o presidente durante evento na Escola Classe 1 da Estrutural (DF).Continue lendo ›

De Lauro Jardim, em O Globo:
O Palácio do Planalto derrubou uma campanha publicitária do Banco do Brasil estrelada por atores e atrizes negros e jovens tatuados usando anéis e cabelos compridos.Continue lendo ›

De Renato Aroeira, no site 247.

De Aroeira, no jornal O Dia, do Rio de Janeiro (RJ).
De Josias de Souza:
Eleito graças ao impulso que recebeu do antipetismo, maior força eleitoral de 2018, Jair Bolsonaro realiza uma nova incursão no universo político do PT. Com a criação do 13º do Bolsa Família, o capitão invade a última cidadela do rival: os bolsões de pobreza situados nas regiões Norte e Nordeste e nas periferias das grandes cidades. O movimento coincide com a queda da popularidade do presidente. Continue lendo ›

De Nani, em seu site.

De Reinaldo Azevedo:
Bolsonaro tem, nos três primeiros meses de mandato, uma avaliação muito pior, por exemplo, do que a de Fernando Collor, que tomou posse no dia 15 de março de 1990 e confiscou a poupança dos brasileiros no dia seguinte. Ainda assim, apenas 19% o consideravam ruim ou péssimo nessa fase inicial, contra 30% que dizem o mesmo do atual presidente. Continue lendo ›

De João Montanaro, na Folha de S. Paulo.

De Brum, na Tribuna do Norte, de Natal (RN).
De Josias de Souza:
Quem olha muito para trás acaba ganhando um torcicolo. Ao ordenar às Forças Armadas que fizessem as “comemorações devidas” do golpe militar de 1964, Jair Bolsonaro obteve algo ainda mais grave do que a torção no pescoço: antipatia popular. Continue lendo ›

De Nani, em seu site.

De Miguel, no Jornal do Commercio, de Recife (PE).

De Elio Gaspari, em O Globo:
Jair Bolsonaro superou as marcas de impopularidade de seus antecessores no início do primeiro mandato. Com viés de piora, esse desempenho deve-se em parte a um processo de autocombustão, mas nem tudo pode ser atribuído a Bolsonaro. Ele teve a ajuda de ministros civis e militares.Continue lendo ›
De Lauro Jardim:
O governo segue imbatível na rotina de afastar soldados. O presidente da CCJ, Felipe Francischini, do PSL do Paraná, anda fulo com a falta de articulação e diz abertamente que jamais sequer foi procurado pelo Palácio do Planalto para para conversar.
A CCJ é o ponto de partida na tramitação da reforma da Previdência. Só isso.

De Nani, em seu site.

De José Roberto de Toledo, na revista Piauí:
Jair Bolsonaro perdeu três de cada dez apoiadores do seu governo em apenas dois meses. A proporção de quem considera sua administração boa ou ótima caiu de 49% em janeiro para 39% em fevereiro e chegou a 34% em março, segundo o Ibope. O presidente perdeu 15 pontos percentuais em 60 dias. Continue lendo ›

De Reinaldo Azevedo:
Podem juntar tudo, somar, espremer, reler, virar do avesso… A única coisa positiva decorrente da viagem de Jair Bolsonaro aos EUA foi o discurso de Paulo Guedes feito na noite de segunda na Câmara de Comércio Americana. O resto foi sujeição primária e constrangimento, com o problema adicional de se ter agravado muito a questão venezuelana.Continue lendo ›
Bolsonaro entrega base e visto aos EUA e ganha boné de Trump. Leia aqui.

O deputado federal Ricardo Barros (PP) magoou alguns de seus eleitores, que entenderam que ele fez a postagem acima, no Facebook, tentando ligar o presidente Jair Bolsonaro com a tragédia de Suzano.