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Em defesa da verdade
Gostaria de saber quais os critérios para ser escolhido para a diretoria do BRDE e qual a remuneração de cada um dos membros da relação abaixo, com nomes bem conhecidos. Seria verdade, segundo ouvi, num programa da Band, R$ 45 mil mensais?Continue lendo ›
O candidato

João Luiz Regiani, que foi diretor do Procon de Maringá, se candidatou e espera aprovação do Banco Central do Brasil para assumir cargo de administração no BRDE -Banco Regional de Desenvolvimento Regional do Extremo Sul.Continue lendo ›
Quinteiro deixa cargo no BRDE para disputar a prefeitura

Em nota distribuída há pouco, o atual diretor de operações do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), o advogado maringaense Wilson Quinteiro (PSB) informa que deixará o cargo nesta quarta-feira, dia 1º de junho, para ser candidato a prefeito de Maringá.Continue lendo ›
Unidade e igualdade no Sul: Fundo Constitucional já
Por Wilson Quinteiro:
Quando falamos do Brasil, sem dúvida uma de suas características mais positiva é seu tamanho.
Somos um grande país, o quinto no mundo em extensão territorial. Essa característica faz do nosso Brasil um gigante capaz de despertar a admiração do resto do globo. Entretanto, também se revela uma debilidade ao impor aos governantes a necessidade de trabalhar com realidades muito díspares, que exigem ações específicas para incentivar o desenvolvimento regional e promover o crescimento do país como um todo.Continue lendo ›
BRDE bate recorde

O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul bateu recorde histórico de R$ 1,53 bilhão de reais em financiamentos em 2015, apesar da crise. O montante é 60% maior em relação a 2014. A meta para o ano inteiro era contratar R$ 1bi, e foi atingida já no primeiro semestre. Foram assinados quase 1.900 contratos de concessão de crédito para o agronegócio, indústrias e empresas. De acordo com entrevista do diretor de Operações do BRDE no Paraná, Wilson Quinteiro, para 2016 a meta inicial é ultrapassar R$ 1,35 bi. (Via Jordana Martinez/Paraná Portal)
BRDE Municípios

O diretor de Operações do BRDE (Banco Regional do Desenvolvimento do Extremo Sul), Wilson Quinteiro (PSB), participou ontem de reunião que a Associação dos Municípios do Vale do Ivaí (Amuvi) realizou em Ivaiporã. Ele destacou o BRDE Municípios, programa que pretende incentivar, com recursos financeiros e suporte técnico, projetos de desenvolvimento institucional, saneamento, mobilidade urbana e infraestrutura nos três estados do sul.
BRDE Municípios

O governo do estado anuncia na próxima quarta-feira o BRDE Municípios, com a presença dos governadores do três estados responsáveis pela administração do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul. O programa vai incentivar, com recursos financeiros e suporte técnico, projetos de desenvolvimento institucional, saneamento, mobilidade urbana e infraestrutura nos municípios do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.
“Trata-se de uma grande conquista para o estado”, diz Wilson Quinteiro (foto), diretor de Operações do banco. O anúncio será feito durante reunião do Conselho de Desenvolvimento Sul (Codesul), no Palácio Iguaçu, com a presença de Raimundo Colombo, governador de Santa Catarina, e José Ivo Sartori, do Rio Grande do Sul.
O otimismo de Quinteiro
O maringaense Wilson Quinteiro (PSB), diretor de Operações do BRDE, participou do programa “Economia em Debate” na TV Assembleia, onde falou à jornalista Francielly Azevedo sobre as ações do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul. Ele prevê que o desenvolvimento do estado será “muito grande” a partir de 2016, principalmente em infraestrutura. “Eu tenho estudado muito as parcerias público-privadas”, adiantou.
Posse
O paranaense Jorge Gomes Rosa Filho assumiu ontem a presidência do BRDE – Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul-, posto que é ocupado por rodízio entre os estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. A presidência do BRDE já foi ocupada pelo maringaense Waldemar Allegretti, quando Ricardo Barros foi prefeito de Maringá, e Álvaro Dias era o governador do Paraná.Continue lendo ›
O desafio é o financiamento
Trecho de reportagem em O Diário, assinada por Fabio Linjardi, no último dia 14: “O presidente da empresa suíça Avio International [Group Holding], Luigino Fiocco, passou por ao menos outros dois Estados antes de propor a instalação de uma fábrica de helicópteros e aviões no Paraná. O desafio agora é obter financiamento para a obra. Ele apresentou o projeto ao Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), mas não poderá contar, diretamente, com recursos da instituição financeira. Procurada por O Diário, a assessoria do BRDE disse ontem que a instituição não pode realizar empréstimos para empresas de capital estrangeiro, como é o caso da Avio”. Na entrevista de Luigino a Clóvis Augusto Melo, ontem, em O Diário, ele nega que tenha pedido recursos públicos.
Primeiro, as arcas públicas

A Avio International Group Holding tentou obter financiamento no Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), que tem apenas quatro acionistas: os estados do Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Mato Grosso do Sul. O banco é especializado em financiamentos a longo prazo. No governo Requião, financiou, por exemplo, o Supermercado Cidade Canção (na época, São Francisco) existente na avenida Brasil, perto da praça Rocha Pombo, em Maringá. Se conseguisse o dinheiro – o investimento, anunciou-se, é de R$ 140 milhões -, os investidores não seriam os norte-americanos nem canadenses que constam do site da empresa, nem os ingleses e os russos como está na nota divulgada na segunda-feira, e, sim, nós, os contribuintes. O financiamento não virou porque o banco não pode financiar empresa com capital estrangeiro. Por pouco, muito pouco vice-presidente do BRDE é Jorge Gomes Rosa Filho (na foto com o secretário de Indústria e Comércio do Paraná, Ricardo Barros), também diretor financeiro, ex-tesoureiro do PPS paranaense; o presidente é o gaúcho Carlos Henrique Horn.
Avio já estava buscando financiamento público
Vejam matéria de Fábio Linjardi, publicada em O Diário: “O presidente da empresa suíça Avio International, Luigino Fiocco, passou por ao menos outros dois Estados antes de propor a instalação de uma fábrica de helicópteros e aviões no Paraná. O desafio agora é obter financiamento para a obra. Ele apresentou o projeto ao Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), mas não poderá contar, diretamente, com recursos da instituição financeira. Procurada por O Diário, a assessoria do BRDE disse ontem que a instituição não pode realizar empréstimos para empresas de capital estrangeiro, como é o caso da Avio. Continue lendo ›
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