Curitiba segue entre as cidades que mais geraram postos de trabalho, ocupando a terceira colocação nacional, com 7.184 vagas. Londrina e São José dos Pinhais completam o pódio no Estado, com 1.231 e 1.079, Maringá ficou em quarto
O Paraná abriu 52.670 vagas de emprego em 2020, mesmo em um ano marcado pela pandemia. Esse foi o segundo melhor resultado do país, com apenas 380 contratações a menos do que Santa Catarina.
Maringá foi a terceira cidade que mais gerou emprego formal em outubro, no Paraná, com 1.413 vagas. Os dados divulgados pelo Caged foram detalhados pelo governo do estado. À frente de Maringá ficaram Curitiba (11.704) e Ponta Grossa (1.771); depois de Maringá, Londrina (1.256), Cascavel (929), Foz do Iguaçu (723), Toledo (597), São José dos Pinhais (546), Pinhais (504) e Apucarana (502). Todas as 25 maiores cidades paranaenses registraram saldos positivos
O Paraná foi o terceiro estado a gerar mais empregos em outubro, de acordo com os números do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, divulgados hoje. “Parabéns paranaenses, pela força do seu trabalho, das nossas empresas, indústrias, dos pequenos empresários, do comércio e todos, que juntos, fazem nosso Estado crescer”, comemorou o governador Carlos Massa Ratinho Junior numa rede social.
O Paraná emplacou o quarto mês consecutivo de saldo positivo na criação de empregos com carteira assinada. De acordo com levantamento divulgado hoje pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), ligado ao Ministério da Economia, o Estado abriu 19.732 novos postos de trabalho em setembro. Maringá foi a terceira cidade com melhor desempenho.
O Paraná criou 8.833 empregos com carteira assinada em julho, um incremento de 214% em relação a junho, quando foram abertas 2.829 vagas. O desempenho é o quarto melhor do País, atrás apenas de São Paulo (22.967), Minas Gerais (15.843) e Santa Catarina (10.044). Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (21) pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), ligado ao Ministério da Economia.
A indústria de transformação do Paraná fechou 2019 com saldo positivo na oferta de empregos. De acordo com os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados hoje, foram criados 1.462 novos postos de trabalho no estado. O resultado condiz com a representatividade do setor em nível nacional.
No Brasil, a mesma indústria teve saldo positivo, com abertura de 18,3 mil novas vagas. O Paraná representa atualmente 8% da indústria nacional. A indústria da construção civil também teve bom desempenho, com criação de 6.036 novos empregos, contra 2.301 registrados durante todo o ano de 2018, gerando um crescimento de 162%. No Brasil, o setor também performou bem, com 71,1 mil novas contratações. No comparativo geral, que inclui todos os setores da economia, o Paraná teve saldo positivo de empregos, com abertura de 51.441 novas vagas, alta de 28% em relação ao ano anterior.
O setor que puxou o crescimento foi o de serviços, com 32.311 vagas, seguido por comércio (13.610), construção civil e indústria de transformação. “O resultado da indústria reforça o resultado que vinha ocorrendo ao longo do ano, com o crescimento da produção industrial do Paraná sendo a maior do país, em 5,4% até novembro, enquanto a nacional registrou retração de 1,1% no mesmo período. Se avaliarmos o resultado da indústria em dezembro, que tem um movimento sazonal de dispensas, o que é comum no mês, vemos que foi o melhor dezembro desde 2006. Este resultado contribuiu para o fechamento do saldo positivo da indústria no ano passado”, comenta o economista da Fiep, Evânio Felippe.
SETORES E MUNICÍPIOS – Os segmentos da indústria de transformação que mais contribuíram para o resultado positivo do ano foram indústria mecânica, com oferta de 1.811 novas vagas; alimentos, com 1.448; e metalúrgico, 1.085. Já os setores que tiveram fechamento de postos de trabalho em 2019 foram da madeira e mobiliário, com -2.289; têxtil e artigos do vestuário, com -1.271; e borracha, -401. De forma geral, avaliando os empregos criados em todos os setores, Curitiba registrou maior oferta em 2019, com 19,3 mil oportunidades. Maringá ficou em segundo, com 3.781; São José dos Pinhais, 3.158; Cascavel, 2.265; e Pato Branco, com 2.159 novas vagas. De acordo com Felippe, a expectativa para este ano é positiva, porém, está atrelada ao crescimento da atividade econômica. E isso depende das medidas que serão adotadas pelo governo federal para estimular o setor produtivo. “Se o governo mantiver a política de priorizar a aprovação das reformas tributária e administrativa, fomentar as privatizações, que pressupõem investimentos em infraestrutura, tudo isso contribui para uma melhora no ambiente de negócios e aumento da confiança dos empresários. E uma das consequências é aumento da competitividade e aquecimento no mercado de trabalho, com maior oferta de empregos”, resume.
QUALIFICAÇÃO – Um ponto de alerta é a escassez de mão de obra qualificada. “Quando o mercado de trabalho tende a crescer e há aumento da oferta de empregos, é preciso que o trabalhador esteja preparado para aproveitar as oportunidades com maior valor agregado e melhor remuneração”, aponta. O ideal é que o trabalhador se antecipe e busque capacitação, treinamentos e cursos em sua área de atuação. “O setor de tecnologia de informação é um dos que têm maior demanda por mão de obra qualificada e oferece boas chances de carreira em todo o país, inclusive no Paraná”, alerta. Setores como alimentos e automotivo também são atrativos para profissionais da indústria com formação específica. (fIEP)
O Paraná teve um saldo positivo de 8.726 novas vagas formais de trabalho em agosto, chegando à marca de 49.704 empregos no acumulado do ano. Maringá, que teve 6.431 admissões formais e 6.197 demissões, abriu 234 vagas, ficou de fora dos quatro municípios que mais abriram vagas; em 12 meses, porém, o saldo é de 4.716 vagas abertas na Cidade Canção.Continue lendo ›
O Paraná manteve a curva de crescimento do emprego e abriu no mês de maio 1.431 novos postos de trabalho. Maringá foi a terceira cidade do estado na geração de empregos. O Paraná foi o único estado do Sul com índice positivo, já que Santa Catarina perdeu 1.159 vagas e o Rio Grande do Sul 11.207. Continue lendo ›
O Paraná abriu 10.653 postos em abril, terceiro maior índice do país e maior do Sul, e fechou o primeiro quadrimestre do ano com 37.876 novos empregos, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, divulgado hoje. Maringá só perdeu para Curitiba na geração de postos.Continue lendo ›
O Paraná segue entre os cinco estados que mais criaram empregos formais no país no primeiro trimestre de 2019, de acordo com dados divulgados hoje pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), vinculado ao Ministério do Trabalho. Maringá foi a segunda cidade na abertura de postos.Continue lendo ›
Em abril, 313 postos de trabalho foram fechados em Maringá, informa o Caged do Ministério do Trabalho. O número, pior saldo de empregos do ano, não é único.
Os quatro primeiros meses do ano também não foram bons para a área de comércio, a se julgar pelos números da Receita Estadual. O movimento de CAD/ICMS (Cadastro de Contribuintes do ICM) mostra que 787 empresas foram excluídas de janeiro a abril, na área jurisdicional da delegacia de Maringá.Continue lendo ›
De Thiago Amâncio e Patrícia Bastos, na Folha de S. Paulo deste domingo:
Após terminar o mestrado em engenharia ambiental na Espanha, Gustavo Papini, 31, sabia que seria difícil achar um emprego em sua cidade natal, Goiânia, e foi parar a 2.000 quilômetros da família, em Arapiraca (AL). O mesmo fez sua colega de trabalho Ângela Cristina Lins, 35, que deixou o Recife por uma oportunidade de trabalho no agreste alagoano.
Não é por acaso que os dois foram tentar a sorte em Arapiraca, uma das cidades que mais gera emprego no Brasil.Continue lendo ›
Maringá em 2015 3,5 mil postos de trabalho, sendo quase 2 mil da indústria de transformação. Foram 75.054 contratações para 78.569 demissões.
Os números são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, do Ministério do Trabalho, segundo o site HNews.Continue lendo ›
Mandaguari superou Maringá em junho passado, na geração de empregos, segundo os números do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho. Entre os municípios paranaenses com mais de 30 mil habitantes, Mandaguari ocupa a 16ª no saldo do emprego. Já entre os 30 municípios da Associação dos Municípios do Setentrião Paranaense (Amusep), ocupa a primeira colocação, superando, inclusive Maringá, que obteve saldo de negativo de 156 vagas, contra um saldo positivo de 84 vagas de Mandaguari.Continue lendo ›
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