Urge uma reforma administrativa na CMM
A redução dos cargos de FGs na Câmara de Maringá, efetivamente, não aconteceu. O presidente Ulisses apenas exonerou ocupantes, mas os cargos permanecem, constando como vagos. Ainda notam-se distorções, como o caso de uma zeladora cujo salário base é de R$ 1.559,74 soma das vantagens atingiu em abril R$ 4.848,89, completamente fora da realidade da iniciativa privada. Sua FG de R$ 1.495.06 é incompatível com a função. Há outros casos que destoam, como de copeira R$ 5.137,56; uma telefonista, R$ 5.599,76.
É preciso ter coragem e propor uma reforma que acabe com os cargos, pois deixando-os vagos podem ser preenchidos a qualquer momento.
Akino Maringá, colaborador
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