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Akino

CCs na campanha. Em campanha?

De um amigo sindicalista que foi ontem de manhã na Prefeitura: “Cheguei lá, tinha pouca gente atendendo e um servidor (concursado), entre irônico e revoltado, me disse que os CCs estavam todos na rua, em campanha”.
Pensei: manda quem pode, obedece quem tem juízo. (do blog do Messias Mendes)
Meu comentário: Mas CCs podem fazer campanha em pleno horário de expediente? Quando fazem estão na campanha do candidato a prefeito, ou em campanha pela manutenção do próprio cargo?
Akino Maringá, colaborador

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“Manda Barros” geral no PMDB

A convenção do PMDB de Maringá, no sábado, foi a mais fraca das últimas décadas. Foi a primeira após o partido ter sido adquirido pelo condomínio de Ricardo Barros (PP). A anterior teve embate entre as chapa “Requião-Pessuti” e a “Manda Brasa”, que era chamada de “Manda Barros”. A primeira venceu, mas agora capitulou ante a fome de sua direção por cargos comissionados; o partido sofreu uma metástase e virou uma grande “Manda Barros” piorada. A situação pode ser revertida pela executiva estadual, talvez ainda hoje.
Nos bastidores, a preocupação chega ao próprio PP: no caso de uma vitória de Pupin, a prefeitura terá que triplicar o número de CCs para abrigar tanta gente faminta de dinheiro público.

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Acordo cumprido com dinheiro público

Um dia depois de assumir a Prefeitura de Maringá por 100 dias, o prefeito em exercício Carlos Roberto Pupin (PP) cumpriu, com dinheiro público, sua parte no acordo que o capo Ricardo Barros fez com Umberto Crispim e nomeou uma leva de peemedebistas em cargos comissionados na administração – recentemente liberada para nomear cabos eleitorais e fazer acertos de campanha a partir de uma decisão do TJ-PR, que havia revogado a exoneração de 158 cargos irregulares, utilizados politicamente.
Do acordo também faz parte o lançamento de uma pré-candidatura laranja a prefeito de Maringá pelo PMDB, para evitar que o tempo de televisão do partido caia nas mãos de adversários (vai que um deles trata o dinheiro público com parcimônia!). O médico Durval Francisco dos Santos Filho decidiu se prestar a esse papel, tornando-se o primeira laranja medicinal da história política local.

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Os novos CCs de Barros e Pupin

O dinheiro do IPTU do maringaense está pagando, desde o início do mês, os vencimentos dos nomeados pelo acordo que levou para a administração Barros-Pupin, além de José Miguel Grillo, as seguintes pessoas: Lucindo Anthero de Oliveira (CC4) e Gilmar Castaldo (CC4), no Gabinete do Prefeito; Emerson Froemming (CC3), na Secretaria Municipal de Serviços Públicos; e José Luiz Nardo (CC2), na Secretaria de Administração. Os decretos foram tornados públicos mais de dez dias após as nomeações.
Na prática, com essas nomeações, o condomínio partidário acredita estar adquirindo o PMDB maringaense para as próximas eleições.

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Aguardando CCs, PP atrasa pré-convenção

O pré-lançamento do prefeito em exercício de Maringá, Carlos Roberto Pupin, nesta manhã na câmara municipal, sofreu um atraso considerável e que fez algumas pessoas irem embora irritadas. O atraso foi proposital: para encher a galeria, esperou-se os cargos comissionados, dezenas dele, saírem da prefeitura. A maioria faz parte dos 158 que deveriam ter sido exonerados, por irregularidades, mas não o foram por decisão do presidente do TJ-PR.
Este é o segundo evento político-partidário em torno de Pupin nos últimos quatro dias. A estratégia do capo Ricardo Barros é claro: manter seu candidato em evidência e ao mesmo tempo realizar pesquisa de preferência de votos, aproveitando o que se convencionou chamar de recall.

Akino

Podemos ficar tranquilos

Li no site de O Diário e reproduzo: “A Prefeitura de Maringá informou no fim da tarde desta terça-feira (24) que vai recorrer no Tribunal de Justiça do Paraná (TJ-PR) contra a sentença que obriga a exoneração de cerca de 150 cargos comissionados (CCs) – aqueles preenchidos sem concurso – no prazo de 48 horas. A determinação judicial atinge assessores comunitários, gerentes, diretores de escolas e subprocuradores de várias áreas da administração.Continue lendo ›

Estadual

Justiça paranaense prefere CCs a concursados

De Luiz Modesto, na Folha de Maringá:
Na última sexta-feira, o presidente do Tribunal de Justiça do Paraná assinou a nomeação de 610 novos assessores para os juízes e desembargadores do Estado. (…). Somadas as gratificações e tudo mais, a remuneração de cada um deles ultrapassará R$ 3 mil, e os cargos são de livre nomeação e exoneração, a critério do juiz ou desembargador a que o assessor estiver vinculado. A criação dos cargos destes assessores é mais uma página de vergonha na história do Judiciário paranaense. A função de um assessor é técnica, objetiva. Em suma, ele vai auxiliar seu chefe na elaboração das decisões nos processos, conforme a orientação recebida. Portanto, não há motivo para que a contratação seja por meio de cargos de confiança, em vez funcionários concursados. Quer dizer, motivo até há. Mas não deveria. Leia mais.