controle biométrico

Maringá

UEM quer biometria só para servidores técnicos

No último dia 21 o reitor Julio Santiago Prates Filho, reitor da Universidade Estadual de Maringá, assinou a resolução 179/2013, aprovada pelo CAD (Conselho de Administração), que implanta a nova sistemática de controle de frequência e permanência dos servidores técnico-universitários. A resolução, divulgada no último dia 24, aprova a implantação de nova sistemática de controle, “adotando-se o sistema de controle por computador ou biométrico, consideradas as peculiaridades de cada setor”, e aprova a criação de uma comissão para normatização e implantação do sistema de controle de frequência, com prazo de 180 dias para a conclusão dos trabalhos e implantação do referido sistema.
De acordo com o texto, a adoção do controle de frequência vale apenas para os servidores técnicos, o que está provocando polêmica na UEM.

Maringá

Reunião com MP tinha decidido pela inclusão dos docentes

Há quem defensa a implantação do controle biométrico na UEM para todos os servidores, incluindo professores. “Os alunos que não conseguem encontrar os professores que ganham pela dedicação exclusiva agradecem. Não queremos outro trem da alegria”, diz um deles. No último dia 3 o promotor Maurício Kalache encaminhou ofício ao reitor solicitando informações cobrando a implantação do controle, conforme havia sido pré-definido durante reunião em 22 de abril passado. Na reunião, com representantes do MP, reitor, vice-reitora, procuradora-geral e os membros do Conselho de Administração, ficou definido que o corpo docente seria incluído no controle, o que não fica claro na resolução do CAD. Kalache pediu a cópia do novo ato normativo – o que só foi feito 18 dias depois de encaminhar o ofício ao reitor – “e os locais em que foram implantados os novos meios de controle”.
A propósito, no Ministério Público vez ou outra são feitas denúncias de professores que têm Tide (Tempo Integral e Dedicação Exclusiva) e dão expediente até em estabelecimentos privados.