cotas

Akino

TCE não analisa contas da SBMG…


… desde 2005. Vejam acima o acórdão com analise das contas de 2005, que por sinal forma reprovadas. Eis um trecho do acórdâo: “Já quanto ao item transferência de saldo (R$ 117.822,87) da conta de Lucros Acumulados para a conta Reserva de Capital sem anuência dos acionistas, tenho entendimento diferente. Veja-se que, segundo a Instrução n.º771/09-DCM, a composição societária no exercício financeiro tratado era de participação acionária de 99,9996% do Município de Maringá e apenas 0,0004% de outros acionistas. Nessas circunstâncias, difícil crer que o Município de Maringá não teve conhecimento do procedimento e não o aprovou à época. Quanto aos outros acionistas, na prática, ainda que não aprovassem o procedimento, não teriam poder de veto, tendo de recorrer a outros recursos para evitar a citada transferência.Assim, ainda que o fato seja aparentemente grave em sua origem, não considero que o mesmo deva fundamentar a irregularidade das contas do gestor, lembrando que a comunicação tardia do ocorrido, que seria realizada na Assembleia Geral prevista para junho de 2009, possibilitaria que os acionistas minoritários tomassem as medidas cabíveis, sendo o caso.”
Não dá para entender como as prestações de contas de 2006 a 2012, não foram analisadas até o momento. Outro erro que nota é que por lei o Município de Maringá deveria ter 99,9998 % do capital e tem só 99,9996%
Akino Maringá, colaborador

Blog

Mensalidade reajustada

A mensalidade no Clube Hípico de Maringá passou de R$ 280,00 para R$ 430,00 (R$ 400,00, se for paga em dia), deixando sócios irritados. É que o aumento teria sido decidido pela atual diretoria sem a convocação de uma assembleia, como seria de praxe. O que corre nos bastidores é que há interesses ocultos – algo semelhante ao verificado quando parte do Hípico foi vendida ao Catuaí, de Londrina, e que teria feito a alegria de alguns.
O aumento na mensalidade seria uma forma de provocar inadimplência, fazendo com que as cotas com dívidas sejam compradas a preço de banana. Um título hoje varia entre R$ 15 mil e R$ 20 mil. O restante do clube hoje interessaria a dois grupos: a família Matsubara, de Ibiporã, que teria oferecido R$ 88 milhões, e o próprio Catuaí.

Justiça

Cotas

A nota do colunista Cláudio Humberto (neste blog) sobre o ministro Joaquim Barbosa soa como demagógica. Ele diz que basta esforço, pois Barbosa é negro e chegou ao cargo de ministro do STF. Quantos negros chegaram lá? Pesquisas sérias demonstram que o negro é discriminado no Brasil. Portanto, as cotas raciais é o mínimo para reparar tamanha injustiça. Sem dizer que o passado foi cruel com os negros.
Donizete Oliveira