“Voto em mim mesmo”


A posse dos primeiros eleitos por Maringá deu-se em 14 de dezembro de 1952, com uma festiva programação
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A posse dos primeiros eleitos por Maringá deu-se em 14 de dezembro de 1952, com uma festiva programação
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Houve tempo em que os bons poetas conseguiam status de celebridades no Brasil, quase tanto quanto os mais famosos atores, cantores e atletas. Gonçalves Dias, Castro Alves, Olavo Bilac, Alberto de Oliveira, Drummond de Andrade, Manuel Bandeira, Cecília Meirelles e mais alguns são lembrados ainda hoje, porém como gente do passado. Os dois últimos bastante conhecidos em todo o país foram Mário Quintana e Manoel de Barros.
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Segunda eleição municipal em Maringá, 1956. Residente havia menos de dois anos na cidade, eu procurava, entre os candidatos a vereador, alguém a quem dar meu voto. Escolhi Antenor Sanches. Conhecia-o pouco ainda, porém ouvira um discurso dele e sentira que ali estava um homem intrinsecamente apaixonado por Maringá.
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Quase um século de heroísmo, talento, generosidade. Belíssima história inserida na fascinante história do Sul – Rio Grande, Santa Catarina, Paraná
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Assim cantarolava / meu bom mestre de latim: / frango, fregi, fractum, frangere / (fracionar, quebrar, partir). / Desde então tenho pedido / licença para pensar / que é de fractum que vem frater / (ou em português “irmão”).
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Em meados de 1952, quando começou a primeira campanha eleitoral em Maringá, o candidato a prefeito Inocente Villanova Júnior foi buscar em São Paulo um jovem radialista para coordenar e animar os seus comícios. Era um paulista nascido em Itápolis no dia 28 de maio de 1925, Antônio Mário Manicardi, recém-aprovado num concurso para compor o elenco de radionovelas da Rádio América. A proposta do candidato era bem atraente. Manicardi aceitou, mas com o trato de que, após a campanha, voltaria para São Paulo. Até hoje não voltou.
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Na terceira eleição municipal de Maringá, João Paulino Vieira Filho e Vanor Henriques disputaram voto a voto a prefeitura. João Paulino venceu e foi, por duas vezes, um ótimo prefeito. Mas se Vanor tivesse sido o vitorioso teria sido um prefeito ótimo também. Porque era ótima pessoa. Aliás uma das melhores pessoas que conheci.
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Nascido paulista em 1933 na cidade de Dois Córregos, Said Felício Ferreira formou-se em medicina na Universidade Federal do Paraná, em Curitiba. Em 1957 veio para Atalaia, cidade vizinha nossa, e ali instalou sua primeira clínica. Dois anos após mudou para Maringá.
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Por motivos fartos e facilmente compreensíveis, ele acabou ganhando status de atração turística – um dos pontos de parada obrigatória para todo grupo que visite Maringá pela primeira vez. Ali o guia aproveita para contar como começou a história da cidade: é o local do encontro entre o Maringá Velho e o Maringá Novo. Oficialmente, o nome do charmoso espaço é Praça Sete de Setembro. Mas na boca do povo é Praça do Peladão.
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A Cantina do Zitão, como vocês sabem, era um animado lugar onde os solteiros da recém-nascida Maringá se encontravam para saborear a comidinha gostosa de Dona Maria José. Desde janeiro de 1955, quando aqui cheguei, e por mais alguns anos, fui um dos clientes da casa. Ali, por afinidades várias, meus mais frequentes companheiros de mesa eram dois dos nossos mais ilustres pioneiros do ensino: José Hiran Sallé e Aniceto Matti. Do bom Hiran já lhes falei; hoje vou falar do bom Aniceto, o querido maestro Matti, do qual sentimos todos uma saudade enorme.
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Um jornalista de São Paulo, amigo do Aristeu Brandespim (diretor da revista NP), de passagem por Maringá, almoçou conosco e a certa altura indagou: “Onde fica a Rua Joubert de Carvalho? Eu gostaria de fotografá-la”.
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