donizete oliveira

Leitura

Na Bienal do Livro

Bienal
O jornalista Donizete Oliveira (foto) está na Bienal do Livro, no Anhembi, em São Paulo. Ele cobre o evento para a Revista Tradição. Railda Masson e Angela Ramalho, escritoras de Maringá, participam oficialmente do evento. Neste momento, Railda participa de lançamento de uma antologia poética na editora Scortecci. Ela tem dois poemas publicados na obra.

Perfil

Jornalista deve ser bom observador, diz Gay Talese

Talese
Considerado um mestre da reportagem e criador do new journalism, o autor de “Fama e Anonimato” falou sobre sua vida e seu método de trabalho em evento realizado em São Paulo
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Texto e foto: Donizete Oliveira
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Com o inseparável chapéu branco, terno e gravata, ele chegou ao Teatro Tucá (em Perdizes SP), onde, numa promoção da revista Cult, foi realizado o 4º Congresso Internacional Cult de Jornalismo Cultural. Simpático, elegante e solícito, nem parece ser o jornalista considerado um dos pais do “New journalism”, estilo conhecido no Brasil por jornalismo literário. Aquele senhor grisalho e bem humorado era Gay Talese. A palestra dele foi a mais concorrida entre dezenas realizadas no evento. Com 80 anos, não perdeu o espírito daquele jovem que nasceu na ilha de Ocean City, Nova Jersey. No encontro, mediado pelo jornalista Ivan Finotti, falou da vida dele, cujo enredo é um exemplo de que o bom jornalismo é feito com humildade e muito senso de observação.Continue lendo ›

Gente

Café com cascavéis

Donizete Oliveira e as cascavéis
O professor e jornalista Donizete Oliveira, que hoje faz aniversário, comemorou a data de forma inusitada. Ele tomou café da manhã com seu amigo Dirley Bortolanza, em Mandaguari. Ele possui dezenas de cascavéis em casa; quando chegam a certo número, ele as despacha para o Instituto Butantan (SP). Dirley sempre convida alguém para esse desafio: tomar café com as cobras sobre a mesa. Donizete aceitou. Aqui, outra foto.

Crônica

O celeiro

De Donizete Oliveira:
Quando era menino, um dos meus afazeres era dar de comer aos porcos e às galinhas. Todo dia, à tarde, tinha uma tarefa ordenada pelo meu pai: debulhar milho no celeiro. Um barracão que havia no imenso quintal da minha casa. Nunca sabia o que significava aquela palavra, mas acostumei-me com ela. Naquele tempo, a gente fazia as coisas sem questionar. Apesar de não ser tarefa fácil manejar o debulhador. Assim chamava a máquina manual que debulhava as espigas de milho.
Cresci naquela rotina. Todo dia logo depois das 18 horas, rumava para o celeiro. Não sem antes rezar a Ave Maria com o saudoso padre Donizete pela Rádio Aparecida. Meu sobrenome vem daí, tamanha a fé da minha mãe naquele que se transformou numa espécie de santo na pequena Tambaú, no interior paulista. Em casa, nada se fazia sem pedir proteção ao padre Donizete. Deu certo. Até hoje me considero abençoado.Continue lendo ›

Midia

Especialista

O jornalista Donizete Oliveira se tornou hoje especialista em Comunicação Popular e Comunitária. Ele concluiu pós-graduação na Universidade Estadual de Londrina. Orientado pela professora Célia Cortez Passetti, da Universidade Estadual de Maringá, Donizete, que elaborou a monografia “O retrato do MST nas capas da Veja”, obteve nota 9,0 em banca composta pelos professores Rozinaldo Miami e Emerson Dias.

Midia

Com Gay Talese

Talese e Doni, 2
O jornalista Donizete Oliveira, free-lancer da Revista Tradição, participa em São Paulo do 4º Congresso de Jornalismo Cultural, promovido pela Revista Cult. Donizete participa de uma oficina de texto ministrada pelo jornalista Gay Talese, do The New York Times. Talese foi um dos fundadores do “New Journalism”, estilo que no Brasil é conhecido por Jornalismo Literário. Ele também é autor de vários livros, entre eles, Fama e Anonimato. Sem dúvida, um dos expoentes do jornalismo mundial, que ainda produz grandes reportagens. Um contador de histórias. Estilo que o jornalismo infelizmente abandonou.

Donizete Oliveira

Viagem insólita

Viagem insólita

Trator esteira arrastando o ônibus virou rotina na rodovia que liga Barra do Garças a São Félix do Araguaia

Depois de percorrer mais de dois mil quilômetros de ônibus, atolar em trechos sem asfalto, chegamos a São Félix do Araguaia, cortamos o rio Araguaia de “voadeira” e desembarcamos na maior ilha fluvial do mundo

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