erro
Verso errado
O vice-presidente da Câmara de Maringá, Luciano Brito (PSB), errou um verso do Hino a Maringá (letra de Ary de Lima, música de Aniceto Matti) ao usar a tribuna do Legislativo na sessão da última quinta-feira. Falando da injustiça do veto ao projeto que reduziu o valor do IPTU do Jardim Oriental, citou que o fato lhe lembrava um verso do hino e que o verso seria “linda flor, a mãe gentil” – quando o correto é “linda flor, a mais gentil”. Trata-se do primeiro verso do estribilho do hino. O erro também foi cometido há alguns anos numa campanha publicitária da própria Câmara de Maringá, num jingle feito por uma agência de Ponta Grossa, e veiculado em emissoras de rádio e televisão da cidade.
Nossos comerciais, por favor!
Embora a assessoria de Carlos Roberto Pupin (PP) não tenha agradecido, este modesto blog livrou o prefeito de Maringá de uma pepinosa com uma postagem feita no último dia 8 sobre a nomeação errada de uma professora para direção de escola. O erro foi corrigido no último dia 12 e, além de Neusa Cristaldo Maciel Ramires, outras três diretoras haviam sido nomeadas com função gratificada diferente da estabelecida pela legislação.
Ah: Pupin está em Brasília, onde fica o TSE.
Erro?: diretora de escola recebe FG maior do que determina a lei

A professora Neusa Cristaldo Maciel Ramires, ex-presidente do Conselho Municipal de Educação de Maringá, foi nomeada diretora da Escola Municipal Midufo Vada, o Parque Residencial Quebec, com FGD1, símbolo de gratificação dada a diretor de escola ou centro municipal de educação infantil de grande porte. O valor, de acordo com a estrutura administrativa da prefeitura, representa R$ 1.176,05 a mais no salário do servidor efetivo em cargo de direção. A questão, porém, é que a Escola Midufo Vada é uma escola de médio porte, de acordo com os critérios adotados pela Secretaria de Educação. Continue lendo ›
PV diz que Alberto Abrão tenta induzir eleitor ao erro
Em nota divulgada nesta tarde, a direção estadual do Partido Verde acusa o ex-presidente do PV de Maringá, Alberto Abraão Vagner da Rocha, de tentar induzir o eleitor ao erro e de ser intransigente ao contrariar a decisão da maioria dos filiados e defender projetos pessoais. A nota cita a “votação pífia” que ele teve como candidato a prefeito e reafirma a postura de apoio da sigla a Enio Verri. Leia a nota:Continue lendo ›
Nóis vai, nóis vem
O programa eleitoral da coligação “A mudança continua” continua espancando o Aurélio. Ouvi hoje pela manhã, achei que tinha entendido errado, mas leitor também notou na televisão. No programa Estúdio 11 o garoto-propaganda diz: “Educação e saúde, dois setores que será prioridade…”.
Uma pegadinha
Lajeado
Release da Prefeitura de Maringá informa que a equipe de basquete da cidade enfrenta o Santa Cruz hoje, no Chico Neto, e que ontem enfrentou o Lageado, também pela Copa Sul. Leitor lembra que não existe a equipe “Lageado” e sim o Univates/Lajeado, com “j”, assim como se escreve o nome daquela cidade gaúcha.
Propaganda troca faixa por “faxa”

Uma das quatro campanhas milionárias da Prefeitura de Maringá que estão sendo veiculadas nos jornais locais é o repeteco da que trata da educação no trânsito. Se a intenção é louvável, o mesmo não se pode dizer sobre o conteúdo, ou, mais precisamente, sobre a construção gramatical da campanha, observa leitor. Em que pese o Código de Trânsito Brasileiro faça referência à expressão “faixa” em 64 ocasiões, a agência de propaganda e a Secretaria de Propaganda da prefeitura optaram pelo neologismo “faxa”, que, “estranhamente” sequer é citada pelo CTB e por todos os dicionários da língua portuguesa.
“Mas, como nem tudo é tão ruim que não possa piorar, hoje o dinheiro público novamente foi usado para veicular campanha idêntica, tanto no formato quanto no conteúdo. De duas, uma: as cabeças pensantes da comunicação oficial da PMM (agência de propaganda e Secretaria de Propaganda) têm absoluta convicção de que não pisaram na “faxa” (digo, na bola), ou, por absoluta incompetência, delegaram a um único neologista a tarefa de criar, aprovar e enviar aos jornais (se é que não foi remetida também a revistas, tabloides, etc…) o material. E pensar que se trata de uma campanha de “educação” no trânsito”, analisa.
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