Charge

De Jean Galvão, na Folha de S. Paulo.

De Jean Galvão, na Folha de S. Paulo.

De Mandrade, na Folha de S. Paulo.
Da coluna Painel, da Folha de S. Paulo:
Quem… – deputado Ricardo Barros (PP-PR), relator do Orçamento, vem insistindo junto ao governo que não é possível tocar a tramitação da peça com base nas receitas da CPMF em 2016.
…quer dinheiro? – Sugere que a equipe econômica aprofunde os cortes, inclusive em programas sociais, a partir da identificação de fraudes na distribuição de benefícios.

Reportagem de Estelita Hass Carazzai na Folha de S. Paulo desta segunda-feira destaca mais uma governador Beto Richa (PSDB): agora ele passou o fim de semana em Paris, hospedado num hotel cinco estrelas, às custas do erário. Richa deixou o Paraná na noite de sexta-feira (9), rumo a uma missão internacional para atrair investimentos da China, Rússia e França. A viagem irá durar 13 dias. Continue lendo ›

De Jean Galvão, na Folha de S. Paulo.

A Universidade Estadual de Maringá aparece na 24ª colocação no Ranking Universitário Folha, divulgado hoje pela Folha de S. Paulo. No estado, só perde para a Universidade Federal do Paraná, a 9ª, e para a Universidade Estadual de Londrina, a 23ª colocada. Em relação ao ranking do ano passado, a UFPR manteve a posição, UEM caiu uma e a UEL subiu uma.
Com direito a chamada de capa, a Folha de S. Paulo fez reportagem sobre o rombo no Orçamento de 2016, com a nova estimativa de crescimento do PIB (abaixo de 0,5%), citando o relator-geral do Orçamento, deputado Ricardo Barros (PP). O rombo é de cerca de R$ 130 bilhões em relação ao estimado em abril, quando foi encaminhado ao Congresso o projeto da LDO.
“Não gosto da ideia, mas acho que o Brasil vai ter que pensar o que é mais nocivo para a sociedade: um pouco mais de carga tributária ou um sinal de que as contas não vão fechar”, disse Barros. “É uma escolha imperfeita, tem que ver como se perde menos”, disse ele.

Reportagem de Marco Rodrigo Almeida na Ilustrada, da Folha de S. Paulo deste sábado, destaca o paranaense Edyr Augusto e o maringaense Marcos Peres. “Fora do eixo Rio-SP, autores criam literatura policial densa e original”, diz o texto. “Marcos Peres já estava conformado a ser um escritor sem leitores, como existem aos montes. A gaveta vivia entupida de romances e contos que dificilmente sairiam de lá. Tudo mudou quando a sorte de um conterrâneo lhe deu um novo ânimo”, conta, referindo-se a outro maringaense, Oscar Nakasato, que em 2011 venceu o prêmio Benvirá, teve seu romance “Nihonjin” publicado e venceu o prêmio Jabuti.
“Peres então desengavetou “O Evangelho Segundo Hitler”, romance que venceu o prêmio Sesc de Literatura em 2013, foi publicado pela Record e faturou ainda o prêmio São Paulo de Literatura”.
De Demétrio Magnoli, na Folha de S. Paulo:
Sergio Moro transfigurou-se, domingo passado, em ícone político. Nome e rosto estampados em meio às multidões, ele ocupou o lugar que, até há pouco, pertencia a Joaquim Barbosa. Repetindo as injúrias desfechadas contra o ex-presidente do STF, os “jornalistas” palacianos acusam-no de conduzir uma campanha de perseguição política. De fato, o juiz de Curitiba fundamenta seus atos em sólidos argumentos legais, que têm encontrado amparo nas instâncias jurídicas superiores. Contudo, ao mesmo tempo, suas manifestações, bem como as dos procuradores e delegados da força-tarefa da Lava Jato, estão permeadas pelo timing e pela gramática da linguagem política. Existe um Moro político, cujos contornos devem ser buscados na tensão dilacerante entre o ideal da república democrática e a realidade da “república dos companheiros”. Continue lendo ›

O maringaense Edson Galhardi aparece em reportagem veiculada hoje na Ilustrada da Folha de S. Paulo. O texto, que destaca um gaúcho como o favorito no torneio de imitadores de Elvis Presley, diz que Galhardi reside em São Paulo desde 2003 e que imitando o Rei do Rock já comprou quatro apartamentos na região da avenida Paulista e um Ford Fusion com teto solar. Em outubro ele comemora 30 anos de carreira com show no Teatro Itália (e pensar que fui eu quem escrevi a primeira matéria quando ele, adolescente, trocou o ramo de móveis pelo de imitação…). Aqui, o texto da Folha e várias fotos.
A reeleição da presidente Dilma Rousseff (PT) introduziu uma nova forma de campanha eleitoral: ao invés de dizer ao eleitor o que ele quer ouvir, a estratégia agora é inocular nele uma imagem desfavorável do adversário a partir de exaustivos estudos de opinião pública. A avaliação é do sociólogo Rudá Ricci, 52, diretor do Instituto Cultiva, de Belo Horizonte, em entrevista a Fabiano Maisonnave, publicada sábado na Folha de S. Paulo (leia mais). O instituto de Ricci, um dos fundadores do PT, foi contratado na primeira gestão Silvio Barros II (PHS) para implantar o Orçamento Participativo Criança nas escolas locais e a Escola da Cidadania.
Do jornalista Reinaldo Azevedo no artigo “Dilma, a Priscila do Deserto Moral”, publicado hoje na Folha de S. Paulo:
“As esquerdas, que produziram vasta literatura sobre a indústria eleitoreira da miséria, agora pretendem negar as suas próprias constatações. O Nordeste servia como emblema dessa relação quando o quase extinto PFL dava as cartas na região. Hoje, apontar o óbvio seria sinal de preconceito e demofobia. (…) Os imbecis falam em separatismo. Os decentes têm de pensar em como libertar os pobres da chantagem e da vigarice”. Leia mais.
De Monica Bergamo, hoje na Folha de S. Paulo:
Donos de algumas das maiores empreiteiras do país citadas no escândalo da Petrobras mandaram o seguinte recado às campanhas de Aécio Neves e de Dilma Rousseff, e também ao mercado financeiro: as investigações podem parar o país em 2015.
Calma, gente – Todas as grandes empreiteiras foram citadas no escândalo: Odebrecht, OAS, Camargo Corrêa e Andrade Gutierrez. Elas estão em praticamente todas as grandes obras do país. O argumento para as campanhas é o de que, se consideradas inidôneas, não poderão mais tocar os projetos.Continue lendo ›
São Paulo, Minas Gerais, Alagoas, Espírito Santo, Maranhão, Mato Grosso, Piauí, Santa Catarina e Tocantins devem eleger seus governadores no primeiro turno, informa matéria de Diogenes Campanha e Patrícia Britto na Folha de S. Paulo desta sexta-feira. O principal motivo para isso é o mau desempenho de apostas dos grandes partidos e a ausência de um terceiro candidato competitivo. Em São Paulo, o petista Alexandre Padilha não chega em 10% nas pesquisas; no Paraná, Gleisi Hoffmann ainda não decolou. De acordo com a Folha, pelo cenário atual, nove candidatos do PT, sete do PSB e cinco do PSDB não devem ir ao segundo turno.