funeral home

Maringá

Secretaria nega licença para funeral home

A Associação Comunitária do Bairro Zona 5, de Maringá, realiza abaixo-assinado em que recolhe assinatura contra a instalação de um funeral home na praça Papa Pio XII. A mansão, que pertencia ao engenheiro agrônomo Annibal Bianchini da Rocha, o conhecido jardineiro de Maringá, que trabalhou na Companhia Melhoramentes Norte do Paraná, ao lado de Luiz Teixeira Mendes, foi alugada pelo Sistema Prever para ser o terceiro funeral home do país. As outras ficam em Belo Horizonte (MG), inaugurado em 2011, e São Paulo. Bianchini morreu em 2007, aos 78 anos de idade.  Além do abaixo-assinado, foram feitas reclamações ao Ministério Público. O movimento contra a instalação teria partido de dois vizinhos (um médico e uma empresária). Embora não haja restrição no Plano Diretor, a pressão fez efeito: ontem a Secretaria de Planejamento negou o alvará.

Maringá

Sistema é novo no Brasil; Prever pede reconsideração

Zona 5
Sistema comum nos Estados Unidos, o funeral home nada mais é do que um local de alto luxo para velar entes queridos, dispondo de comodidade para parentes e amigos e, claro, espaço. É uma tendência mundial velar longe dos cemitério; no caso, o local fica entre os dois principais da cidade. O casarão de Bianchini tem cerca de 900 metros de construção, num terreno de 5 mil metros, que abrigaria também amplo estacionamento; o projeto mantém as condições arquitetônicas originais. O de Maringá está programado para ser maior que o primeiro do país, localizado em São Paulo (veja reportagem), inaugurado em 2008. O Prever ingressará com pedido de reconsideração junto à Secretaria de Planejamento. Reginaldo Czezacki, diretor da empresa, diz que houve manipulação de informações junto aos moradores e que tudo foi e será feito regularmente, como determina a legislação, que exige um relatório de impacto de vizinhança.