gripe espanhola

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A Máscara de Vincent, Paris ano de 1918

Em 15 de outubro de 1918, o dr. Hyacinthe Vincent que era médico-inspetor-geral do Exército, professor do College de France e Membro da Seção de Saúde Pública da Academia de Medicina, com a colaboração do dr. G. Lochon, apresentou uma comunicação à Academia de Medicina de Paris, cujo tema era a respeito da profilaxia mecânica frente à gripe espanhola, -ou seja, 103 anos já se passaram dessa apresentação, mas, vejamos o que podemos recuperar dela.

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O contágio e a desinfecção

O professor e médico Emile Roux foi diretor do Instituto Pasteur em Paris por 20 anos, 1904-1925, e um dos principais colaboradores de Louis Pasteur.

Começou como inoculador de animais, e posteriormente, atuo em diversas pesquisas, dentre as mais importantes estão a que tratou da raiva, inclusive tema da sua tese de doutorado.

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Desde Porto Alegre

Na mensagem do governador do Rio Grande do Sul, presidente do Estado Antônio Augusto Borges de Medeiros, lida na 3ª sessão ordinária da 8ª legislatura em 20 de setembro de 1919, encontramos um relatório extenso a respeito dos efeitos decorrentes da influenza ou gripe espanhola.

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Os motorneiros de Recife

Por Jorge Villalobos:

Perdurava no espírito público, na capital de Pernambuco em outubro de 1918, uma atmosfera de inquietação pela rapidez como se vai alastrando a “gripe”.

E esse natural receio era evidenciado pelo diminuto movimento nas ruas, nos cinemas, cafés, finalmente, em todos os estabelecimentos comerciais, muitos dos quais se fecharam por terem todos os empregados doentes.

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A gripe viajou de navio

Por Jorge Villalobos:

Em 1918, quando a gripe espanhola, influenza, espanhola ou a doença da bailarina, como fora denominada, cruzou os continentes, veio, lentamente, de navio; porém, quando chegou no porto, em poucos semanas os doentes não podiam mais ser contados e que dizer dos mortos que aguardavam dias para serem enterrados.

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Gripe espanhola – Desesperados, doentes procuravam atendimento nas delegacias de polícia do Rio de Janeiro

Por Donizete Oliveira (jornalista e historiador):

Minha infância se passou na roça. Meu pai, José, era contador de causos. Em dias chuvosos, eu sentava na taipa do fogão a lenha para ouvi-lo. Ele nascera em 1915, infelizmente, morreu com apenas 64 anos de um tumor no intestino. Seus causos, muitas vezes, retratavam episódios de sua difícil infância, em pleno auge da chamada gripe espanhola, que, segundo estudos, matou pelo menos 50 milhões de pessoas pelo mundo entre 1918 e 1919.

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