De José Luiz Boromelo:
O Governo Federal vem sistematicamente veiculando na mídia o incremento dos diversos programas sociais que patrocina, nitidamente com a intenção de associar a prática que foi herdada de governos anteriores com uma suposta capacidade de gerenciamento dos problemas que assolam o país. È sabido que as iniciativas de cunho assistencialista (em tese) haveriam de promover o socorro imediato àqueles desprovidos de condições mínimas para sua subsistência e moradia, sobressaindo-se então a característica emergencial de benefício transitório. Cessada a necessidade do usuário, automaticamente o benefício seria destinado a outros contemplados e assim sucessivamente. Ocorre que nesse País o temporário se torna permanente e o mais grave, sem que se tenha o devido controle, requisito número 1 para a necessária lisura do processo.Continue lendo ›