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Edição 1.269 do semanário Impacto Paraná, de Curitiba.
Edição 1.269 do semanário Impacto Paraná, de Curitiba.
Do Impacto Paraná:
Parceiros desde 1988 quando elegeram Antonio Casemiro Belinati contra José Tavares a família Janene, com os irmãos José, Faiçal e Assad, retornam ao agrupamento dos Belinati com afinco nesta campanha.
Continue lendo ›O semanário Impacto Paraná, editado em Curitiba, destacou a sociedade do maringaense José Adriano da Silva Dias (foto) com o deputado federal Ricardo Barros (PP), na edição que circula a partir de hoje. Adriano, ex-presidente do Clube Olímpico, possui 10 empresas; Barros, 13. Diz a matéria, que pode ser acessada aqui:Continue lendo ›

Da edição do semanário Impacto Paraná, que começa a circular hoje.
O jornal Impacto Paraná, de Curitiba, noticiou em sua edição que circulou no último final de semana que a governadora Cida Borghetti poderá ser a primeira mulher a integrar o Tribunal de Contas do Paraná. A indicação ao futuro governador Ratinho Júnior e a Assembleia, teria partido da Adjori – Associação dos Jornais do Interior. O JORNAL DO POVO, é bom que se diga, não integra referida Associação e não indica ninguém para cargo algum. Não é função da imprensa fazer indicações políticas.Continue lendo ›

A mais recente edição do semanário Impacto Paraná traz uma homenagem ao deputado federal Luiz Carlos Hauly, não reeleito este ano. Continue lendo ›
Paulino Mexia (IAP), Carlos Roberto Pupin (Planejamento), Jefferson Nogaroli (Fazenda), Sasha Reck (Celepar), Fernando Antonio Maia Camargo (Ciência e Tecnologia/foto) são alguns dos cotados para cargos no governo Cida Borghetti, na segunda relação divulgada pelo Impacto Paraná, que circula neste final de semana.Continue lendo ›

O Impacto Paraná fez uma relação de secretariáveis do governo Cida Borghetti, a segunda maringaense a chegar ao Palácio Iguaçu (o primeiro foi Leon Peres). Diz que tem 99% de confiabilidade. Continue lendo ›

Capa do jornal Impacto Paraná (de Curitiba) desta semana, que começa a circular hoje. Acesso aqui.
A mais recente edição do semanário Impacto Paraná questiona o desabamento de uma operação que tinha na mira o pagamento de propina e o Tribunal de Contas do Paraná. Um ex-deputado estadual teria sido o intermediário.Continue lendo ›
A residência do colunista político Wilson Cordeiro, do jornal Impacto Paraná, foi alvo de tiros disparados por homens em um automóvel VW Gol por volta das 20h30 da noite deste domingo (27). Segundo as informações da Polícia Militar, o veículo tem a cor vermelha e não possui placas.Continue lendo ›
O Impacto Paraná informa que o ex-prefeito Silvio Barros II (PP) estaria se preparando para voltar a integrar o governo de Beto Richa (PSDB).
Tinha leitor do blog jurando que ele falou na TV Maringá que, se perdesse a eleição, como perdeu, iria ser pastor porque gostava de “ajudar as pessoas”.
Uma das matérias do Impacto Paraná, edição desta semana, reproduzida a partir deste blog, é sobre as relações entre o dono da Sial, que constrói a obra pública mais cara hoje de Maringá, e o ex-prefeito Silvio Barros II (PP).Continue lendo ›
O semanário Impacto Paraná informa que o ministro da Saúde, Ricardo Barros (PP), está mesmo é muito preocupado com a saúde política de seu irmão mais velho, candidato a prefeito em Maringá, que subestimou o eleitorado local e se deu mal. Leia aqui.
A capa do semanário Impacto Paraná, de Curitiba, destaca que a derrota de Silvio Barros II (PP) em Maringá alavancará a candidatura do deputado estadual licenciado Ratinho Junior (PSD), tendo em vista 2018 (aqui).Continue lendo ›
O semanário Impacto Paraná, de Curitiba, deu uma página para reportagem sobre os candidatos que escondem o sobrenome. Leia aqui.
Da coluna Aplausos e Vaias, da mais recente edição do Impacto Paraná:
Aplausos – Para uma possível delação premiada que está sendo aguardada para confirmar-se, por parte de João Claudio Genu, que andou tentando através de habeas corpus se livrar da cadeia.
Considerado um dos principais operadores do esquema de corrupção envolvendo o PP, desde os tempos de José Janene, Genu vier de fato fazer uma delação premiada fará muita gente do partido de Ricardo Barros tremer na base. Continue lendo ›
Da mais recente edição do semanário Impacto Paraná.
Será que alguém ficará pelo menos corado em Maringá?
A mais recente edição do Impacto Paraná dá duas colheres de chá para Ricardo Barros. Primeiro, acima, que cobra a origem de tanto gasto da família de políticos com a mídia. Continue lendo ›
A mais recente edição do Impacto Paraná fala dos sapos que Ricardo Barros terá que engolir depois de tornar-se ministro da Saúde.
Ricardo Barros está na capa do semanário Impacto Paraná, de Curitiba (leia aqui).
Ao se assumir um pau mandado, deixou menos triste o irmão Silvio Barros II e o prefeito Carlos Roberto Pupin, dois conhecidos PMs do capo.
Da mais recente edição do curitibano Impacto Paraná. Os paranaenses vão conhecendo, a cada episódio, como funciona a família de políticos de Maringá.
Cida Borghetti e Ricardo Barros na cama, ela sonhando com o finado José Janene, com quem o marido teve grande afinação.
Diz ele, na ilustração publicada no Impacto Paraná desta semana:Continue lendo ›
Do jornal Impacto Paraná, de Curitiba, a respeito do comportamento da bancada federal paranaense: “Outra decepção é o deputado Enio Verri, que deixou o Paraná como uma das principais lideranças do PT e desapareceu do noticiário, inclusive do seu próprio partido. Não se ouve falar do representante de Maringá e região em termos de Brasília, parece que está de férias no planalto central”.Continue lendo ›
Recente edição do semanário curitibano Impacto Paraná concluiu que o discípulo (o maringaense Ricardo Barros, o conhecido leitão vesgo) superou o mestre (José Janene, o homem do mensalão e do petrolão). Independentemente de existir quem acredite que isso é algo elogioso, serve a pergunta: alguém duvida?
Da coluna de Verdelírio Barbosa, hoje no Jornal do Povo:
Está no jornal Impacto Paraná, de Curitiba: “José Aparecido da Cruz, Promotor de Justiça, deverá ser candidato a sucessão municipal em Maringá e já vem assustando o time de Ricardo Barros”. Leia a coluna aqui.

O dono de Maringá, Ricardo Barros (PP), está na capa da edição desta semana do Impacto Paraná, com o apropriado título de “Aproveitador”. Na interna, a informação: ele corre o risco de ser expulso do partido, ficando de fora das eleições deste ano.

O governador Beto Richa (PSDB) consolidou sua fama de rico em potássio e perdeu a chance de fazer uma limpeza com o final do prazo de desincompatibilização. Ele permanece, de acordo com reportagem do semanário Impacto Paraná (leia aqui), sob o domínio de grupos políticos que se instalaram em seu governo e cada um jogando por si.
Nota publicada no jornal Impacto Paraná, de Curitiba: “Em Maringá andaram fazendo um Big Brother, fechando-se numa luxuosa residência quatro casais da alta sociedade que filmaram tudo para depois assistirem em conjunto. A “suruba social” está dando o que falar porque elas ficaram com eles das outras e vice-versa. A curiosidade agora é da sociedade local para ver que dá melhor nesse tipo de reality show muito particular dos endinheirados e endinheiradas maringaenses”.Continue lendo ›
Nota publicada no jornal Impacto Paraná, de Curitiba: “Ricardo Barros e Luiz Cláudio Romanelli não aceitam qualquer outro nome para substituí-los nas pastas que deixarão vagas no governo Beto Richa para concorrerem às próximas eleições. Tem que ser gente indicada pelos mesmos, inclusive mantendo seus empregados nos mesmos cargos para garantir cabos eleitorais bem pagos na campanha”.Continue lendo ›

A coluna de Naym Libos, no semanário Impacto Paraná, que começou a circular hoje, volta a destacar a falta de compromisso com o coletivo, o tudo por dinheiro da política estadual. No balão, Ricardo Barros diz: “Cheguem… cheguem… nosso apetite é grande… fazemos qualquer negócio!”. O texto informa que Maria Victoria, filha do casal Cida-Ricardo, vai substituir na política o tio Juliano Borghetti, aquele que foi preso por conta da violência no futebol. A fome da “famiglia”, como intitula a nota, virou piada estadual

A página 14 do semanário Impacto Paraná dedica espaço ao secretário de Indústria e Comércio de Beto Richa (PSDB), Ricardo Barros (PP), dono de Maringá. Compara-o ao ex-deputado José Janene, de quem foi “sócio” no PPB, e para muitos o criador do mensalão adotado pelo PT, e lembra-o, depois de colocar na política a mulher, o irmão mais velho e a filha, cada um em um partido diferente, a chamar também Juliano Borghetti para a disputa. O retrato é o básico, o mesmo feito pelo finado José Cláudio: ele só pensa em interesses pessoais e familiares. Clique para ampliar.
Nota publicada no jornal Impacto Paraná, de Curitiba: “Episódio parecido com aquele que já apareceu em filme, ocorreu numa residência chique de Maringá, onde a família guardava com o maior carinho uma caixinha com as cinzas de um falecido. Visitante descuidado bateu no altar e desequilibrou a jóia que ao cair no chão esparramou o conteúdo. A família jura que o visitante nunca mais deve aparecer por aqueles lado. É gente ligada a político da região”.Continue lendo ›

O semanário Impacto Paraná volta a destacar que Ricardo Barros (PP), que apesar do currículo manda em quase tudo em Maringá, está se preparando para trair Beto Richa (PSDB). O jornal lembra que ele tem o estilo do londrinense José Janene (falecido); a dupla mandava no PPB/PB paranaense, tendo negócios desde que o partido deu apoio à reeleição de Jaime Lerner. Beto Richa, que tem medo de RB, finge que nada acontece.

Está na última página do semanário Impacto Paraná: o que Ricardo Barros, que não é deputado nem líder de partido, só marido de deputada, fazia na reunião de líderes que tratou da votação do Orçamento da União? Isso elmbra a história dos anões do orçamento. O jornal também lembra que Barros é secretário de Beto Richa, mas é como se não fosse.
Está no mais recente Impacto Paraná, semanário curitibano: “Esse tal de Carlos Amastha [eleito prefeito de Palmas, Tocantins, amicíssimo dos fratelli] é bastante conhecido dos paranaenses. Em outros tempos ele atuou em negócios no porto de Paranaguá e também como um dos sócios de um shopping em Maringá, que deixou um rombo no saudoso Banestado. Depois em Florianópolis, onde tem shopping, envolveu-se com escandalosa operação onde esgava também o dono do Costão do Santinho. Essa nova persença mostra que essa pedra colombiana continua rolando por esse país”.