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Maringá

Lei prorroga vencimento do ISS

A lei complementar nº 1.223/2020, de autoria da Câmara de Vereadores de Maringá, sancionada pelo prefeito Ulisses Maia, prorroga por 90 dias o vencimento do Imposto Sobre Serviços (ISS) de autônomos, micros e pequenas empresas não inscritas no Simples Nacional. Trata-se de mais uma medida de responsabilidade e respiro à economia local diante do cenário de isolamento instituído para prevenção do coronavírus que une Executivo e Legislativo.

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Maringá

Boa expectativa

cifrão

A Prefeitura de Maringá arrecadou 2,8% a mais de ISS nos oito primeiros meses deste ano, comparados com o mesmo período do ano passado. Isso representa quase R$ 2,5 milhões a mais nos cofres municipais e abre expectativa de que a arrecadação fechará o ano com recorde.Continue lendo ›

Maringá

Sem muita questão

EAB Air Show 2014

A desistência da Expo Air Exposições e Eventos Ltda. de realizar a edição deste ano da EAB Air Show, que seria a vigésima, só confirma as suspeitas que cercaram a vinda do evento para cá, operação da administração Pupin/Barros com intervenção do hoje ministro da Saúde.Continue lendo ›

Maringá

Tarifa: convocação para a sessão no Legislativo

No Facebook, a convocação é para as 17h de hoje, na câmara municipal. Os vereadores apreciarão a esticada da isenção do ISSQN para a concessionária do transporte público por mais doze meses. Pupin ignorou todo o resultado dos protestos do ano passado, quando o pessoal parava defronte o luxuoso prédio em que reside e gritava um famoso bordão.

Maringá

Setrans faz balanço de isenção do ISS

Os vereadores de Maringá reúnem-se hoje com o secretário Ideval de Oliveira, do Trânsito e Segurança, que apresentará o balanço da isenção do ISS para o transporte coletivo urbano nos últimos 12 meses. Esta prestação de contas foi a condição da câmara Mmunicipal para continuar a votação do projeto de autoria do Executivo que prorroga por mais 12 meses o beneficio à concessionária do serviço. O encontro está marcado para 17h30, no gabinete do presidente Ulisses Maia.

Cidades

Tela quente

A situação continua quente em Floresta – onde, logo depois de confirmada a eleição do atual prefeito, que os adversários chamam de Zé Marvadeza, do PP, encurralaram a candidata a prefeita do PT (lembram desta reportagem de Carlos Ohara?). A discussão em torno da isenção de ISSQN para a construção de casas populares foi novamente o assunto principal da sessão de ontem da câmara municipal e a Polícia Militar teve que pedir reforço para conter os mais exaltados. A sessão foi interrompida.

Akino

Passageiros de Maringá continuam pagando ISS

É preciso deixar claro que os passageiros do transporte coletivo de Maringá continuam pagando o valor do ISS, que está embutido do preço de R$ 2,55. O que acontece é que a concessionária não precisa mais recolher aos cofres da prefeitura o valor que soma cerca de R$ 2 milhões por ano, dinheiro que poderia ser aplicado na saúde, educação, em benefício de todos os maringaenses. O que aconteceu é que com a aprovação da isenção do recolhimento, Ricardo Barros, Pupin e outros, negociaram com a empresa que em troca de não recolher esses R$ 2 milhões, que, repito, continuam sendo pagos por quem anda de ônibus em Maringá, a empresa daria um desconto na segunda passagem para passageiros de Paiçandu e Sarandi. A meu ver isto é ilegal e se não for é imoral, reitero. Pupin queria que este não recolhimento virasse lei permanente e os vereadores autorizaram por um ano. Acredito que o movimento pode pressionar pela redução, pelo desconto do dos 3% na passagem. Nada contra a integração. Acho justo, mas que não seja paga por quem anda de ônibus em Maringá, e sirva para propaganda política.
Akino Maringá, colaborador

Akino

Câmara enquadra Pupin

Ao derrubar, na primeira sessão após a desastrada fala do prefeito de direito, o veto do limite o de 12 meses de validade, para análise dos resultados da isenção do ISS à TCCC, a Câmara de Maringá o ‘enquadrou’, mostrando quem manda de fato neste caso. Quem deve ter ficado ‘fulo da vida’, foi o prefeito de fato, Ricardo Barros, pois se não fosse aquela fala, acredita que poderia convencer todos os vereadores que geralmente lhe dizem amém, assim como fez  Jones Dark, de que o veto poderia ser mantido.
Akino Maringá, colaborador

Maringá

Vereadores derrubam veto de Pupin

Os vereadores de Maringá derrubaram, por unanimidade por 14 votos a 1 (Negrão Sorriso, pra variar), o veto parcial do Executivo à isenção do Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISSQN) à TCCC. O Executivo discordou do artigo 2º, do projeto de lei complementar 947, de 12 de Junho de 2013, limitando a 12 meses o benefício fiscal com a possibilidade de prorrogação por igual período mediante autorização legislativa. A justificativa enviada pelo Executivo é que esta possibilidade levaria insegurança à população após o término do benefício. Com o fim da isenção, a empresa poderia incluir no valor da tarifa o gasto com o ISS pago à prefeitura. A posição do Executivo levou muitos vereadores à tribuna para defender a emenda dos 12 meses criada e aprovada pelo Legislativo. O próprio presidente da Câmara, Ulisses Maia (PP), fez questão de manifestar seu apoio à população votando pela derrubada do veto. Leia mais.

Akino

Acho imoral…

…bancar a redução, pela metade, da segunda passagem de passageiros que venham de Sarandi e Paiçandu, com isenção de ISS, que deve ser recolhido em Maringá. E os passageiros de Mandaguaçu e Marialva, que pagam o mesmo valor ? Por que não terão o mesmo direito? Como apurar se todos os passageiros de Sarandi e Paiçandu utilizam a segunda passagem. Tenho uma diarista que vem de Sarandi e não utiliza. Quantos estão nesta situação e entrarão na conta? Qual a planilha de custo, que nunca foi apresentada? Por que este interesse agora. Acredito que a empresa pode bancar só com a redução do custo do corte dos cobradores. São muitas questões que precisam ser debatidas. Repito, se não for ilegal, é imoral. Se é para isentar, que se baixe a passagem para R$ 2,40. Nada contra a redução, mas não pode ser bancada por Maringá, com tantas dúvidas. Ainda tenho esperanças que Pupin peite Ricardo Barros e baixe para R$ 2,40 o preço da passagem,em Maringá,deixando a questão da integração para discussão mais aprofundada. Bem estudado da para incluir.
Akino Maringá, colaborador

Maringá

Projeto da isenção já está no Executivo

O projeto que isenta do Imposto Sobre Serviço a empresa Transporte Coletivo Cidade Canção, concessionária do transporte coletivo urbano de Maringá, foi enviado na manhã de hoje para a prefeitura, após ser aprovado em terceira discussão pela câmara municipal. Segundo a câmara, os vereadores irão continuar discutindo os problemas enfrentados pelos usuários do transporte coletivo como a lotação nos ônibus, a precariedade das instalações do terminal entre outros. No dia 1º de julho será realizada uma audiência pública, às 19h, no plenário da Câmara de Maringá para dar prosseguimento à discussão.

Akino

Menos mal…

…que o vereador Edson Luiz apresentou aquela emenda limitando a um ano a isenção do ISS para o transporte coletivo. Este negócio cheira mal, pois não há dados para saber quantos passageiros de Paiçandu e Sarandi realmente utilizam a segunda passagem e se o custo é realmente de R$ 0,15. Por que uns e outros se interessaram tanto nessa integração? Além do mais, parece ilegal que o passageiro de Maringá banque os de Paiçandu e Sarandi e não venham com essa de ser social a medida, pois se assim fosse os de Mandaguaçu, Marialva, e de outras cidades, que trabalham e Maringá, teriam o mesmo direito. Espero que o Ministério Público e os vereadores sérios fiquem em cima, apurem, não deem folga. Há quem desconfie que haja um esquema e desvio de recursos. Falta transparência.
Akino Maringá, colaborador

Akino

Também quer isenção do ISS

Um amigo que tem uma empresa de prestação de serviços e recolhe cerca de R$ 300,00 mensais de ISS à Prefeitura de Maringá está pleiteando isenção, por questão de isonomia com a concessionária do transporte coletivo, a mesma isenção que foi concedida. Como tem dois funcionários, um de Sarandi e outro de Paiçandu, e lhes paga R$ 850,00 de salários, se propõe a usar esses R$ 300,00, para lhes conceder um aumento de R$ 100,00 cada um. Questão de justiça social, diz, mesmo argumento usado por alguns vereadores para justificar o subsídio no transporte coletivo. Os R$ 100,00 que lhe sobrará poderá dividir com algum político que se interessar em lutar pela sua causa. Quem sabe poderá dar até 70%, e ficará com restante, afinal todos precisam ganhar algum coisa. Qual vereador abraçará a sua causa? Ou será o Executivo?
Se todos são iguais perante a lei, você não acha, Fuji, que o meu amigo e todos os prestadores de serviço que apresentarem justicativas plausíveis, têm o mesmo direito?
Akino Maringá, colaborador

Akino

Agora pode abrir mão de R$ 2 milhões de receita?

Recentemente o Executivo vetou projeto dos vereadores prevendo a redução do IPTU do Jardim Oriental e entrou com Adin, alegando que não poderia abrir mão de R$ 1,5 milhão de receita prevista no orçamento. Agora apresenta um projeto para abrir mão de R$ 2 milhões de ISS da TCC, a pretexto de fazer a integração do transporte coletivo da região metropolitano, beneficiando moradores de cidades fora de Maringá. Alguma coisa está estranha. Tem algo que não se fala. Qual o interesse? Não seria para mascarar, esbaralhar as planilhas e permitir que este dado( integração) conste da planilha elevando o preço, diminuindo a redução. O MP precisa ficar atento. Imagine R$ 0,10 a mais no preço da passagem? Quanto não renderia? Tenho sérias dúvidas sobre os interesses e não se pode acusar a empresa. A impressão fica é que tem gente de fora da empresa que prefere que o preço seja maior. Repito. Não tenho dúvidas da lisura da TCCC. Não acredito que ela queira lesar o contribuinte. Só não confio plenamente nos nossos representantes do Executivo. Espero que os vereadores e o MP façam a diferença.
Mudando de assunto, quem assiste a novela das nove, da globo, viu que o Felix trata da renegociação com fornecedores? Ele pede o maior preço possível, ao contrário do que seria normal, depois sugere que se rache a diferença. Ainda bem que isto não existe no setor público, pois seria prejuízo para o contribuinte.
Akino Maringá, colaborador