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Ex-chefe de Gabinete e ex-procurador-geral das administrações do PP, o advogado Luiz Manzato disse hoje a Antonio Santos, da Banda 1 de Sarandi, que o chefe de Gabinete do prefeito Ulisses Maia estaria deixando o cargo.Continue lendo ›
Ex-chefe de Gabinete e ex-procurador-geral das administrações do PP, o advogado Luiz Manzato disse hoje a Antonio Santos, da Banda 1 de Sarandi, que o chefe de Gabinete do prefeito Ulisses Maia estaria deixando o cargo.Continue lendo ›
Luiz Carlos Manzato (PMDB) – que passou a chefe de gabinete de Pupin depois de dizer que o prefeito não entende nada de lei – tomou conhecimento ontem do teor do requerimento que pede a CPI do Lixo em Maringá.
Somente depois de analisar todo o texto é que ele decidirá se os vereadores Luizinho Gari (PDT), Tenente Edson Luiz (PMN) e Luiz Pereira (PTC) poderão ou não assinar o documento. Os três têm, de alguma forma, compromissos com o tema – dois com a Igreja Católica e outro com os servidores. De qualquer forma, é um Luiz, que nunca disputou voto para vereador, decidindo por outros três…
… o ‘explicador do inexplicável’. Quando era procurador geral cabia a Manzato dar entrevista tentando explicar situações irregulares denunciadas por reportagens, especialmente da RPC. O então chefe de Gabinete, nem o secretário de Comunicação, que deveriam falar pelo prefeito, não apareciam. Pois agora que mudou para o cargo de chefe de Gabinete, Manzato continua sendo o porta-voz do prefeito Ricardo Barros, digo, Pupin,para explicar como o se gastou R$ 1,5 milhão de reais com torneios de voleil e futsal, salvo engano. Lavagem de dinheiro, como disse um leitor?
Falando em lavagem de dinheiro, nomear e pagar CCs desnecessários, para trabalharem como cabos eleitorais e pagamentos de acertos políticos, não seria uma forma de lavar dinheiro?
Akino Maringá, colaborador

Na ação civil pública ajuizada pelo Ministério Público Estadual por conta das irregularidades nas desapropriações para a implantação do Parque Industrial Cidade de Maringá, na gestão Silvio Barros II (PHS), o promotor Maurício Kalache pede que o ex-prefeito seja condenado por improbidade administrativa por violação dos princípios da legalidade, moralidade, honestidade, lealdade às instituições, impessoalidade e transparência administrativas. O MP pede que ele seja condenado ao ressarcimento integral dos danos causados aos proprietários das áreas desapropriadas, consistente no valor das comissões indevidamente pagas pelas intermediações feitas para os recebimentos das indenizações que o município de Maringá efetuou aos 27 expropriados, além de suspensão dos direitos políticos de 3 a 5 anos, pagamento de multa civil de até cem vezes o valor da remuneração percebida no cargo de prefeito (até R$ 1,5 milhão) e proibição de contratar com o município. Em relação ao procurador geral Luiz Carlos Manzato (PP) e ao secretário de Desenvolvimento Econômico, Valter Viana (PHS), o MP pede queContinue lendo ›

Uma hora isso iria acontecer, um verdadeiro caso para Freud explicar: dois secretários de Ricardo Barros/Pupin (Alberto Abraão Vagner da Rocha, do Saneamento Básico, e Luiz Manzato, procurador geral) defrontando-se nas barras dos tribunais. O despacho está publicado no Diário do STJ desta quinta-feira e refere-se a um agravo em recurso especial, concedido pelo ministro Humberto Martins a um integrante do condomínio da Estação Rodoviária Municipal contra decisão do Tribunal de Justiça do Paraná.