luizinho gari

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Luizinho Gari agora é Ricardo Barros

(13) Luizinho Gari
O print acima, tirado do perfil de Luizinho Gari no Facebook, é a prova de que o pedetista mudou de lado, coisa que ele havia ensaiado em 2012. Sua mulher, Camila de Lima Tomazoti de Araújo, era assessora do deputado estadual Enio Verri (PT, abaixo), desde 2009, e há dois meses deixou o cargo comissionado; ela recebia R$ 3.317,31 mensais. Gari, que briga na Justiça Eleitoral para assumir uma cadeira na Câmara de Maringá (ele foi o sexto mais votado; até recentemente ele culpava o PV de Alberto Abraão Vagner da Rocha, que hoje é secretário municipal, por não ter assumido), está fazendo campanha para a família Barros. Especula-se que ele não permaneceria na câmara; trocaria o cargo por uma diretoria na Semusp. A entrada de Gari na campanha deixou alguns vereadores da base aliada de orelha em pé, pois ouviram falar em 100 mil motivos para o novo apoio. Antes que alguém faça suposições: Gari virou ricardista depois de sair vitorioso no TSE, e não antes.
Enio Verri e Luizinho Gari

Política

Gari quer protestar em Brasília

Faixa
O servidor público municipal Luizinho Gari (PDT) está disposto a levar suas faixas de protesto ao STF, em Brasília. Ele está inconformado com a nova derrota no TRE e o distanciamento para assumir uma cadeira na Câmara de Maringá, que, em tese, ganhou com a decisão da Justiça Eleitoral de desconsiderar as candidaturas do PV de Alberto Abraão, hoje secretário da administração Pupin/Barros. Ele e o cabo Da Silva estão na mesma situação. O erro teria sido na confecção do primeiro recurso. Resultado: Gari, que fez 3.428 votos, não pode representar seus eleitores no Legislativo maringaense. Ele acredita em discriminação. “Não posso fazer justiça com as próprias mãos, que é pecado, mas [tenho] muita raiva desse povo que me fez perder meu mandato. Só Deus para me ajudar. Arrasado com tanta impunidade”, desabafou no Facebook.

Política

Querendo justiça

gari
Findo o primeiro ano da legislatura eleita em 2012, ainda não se resolveu definitivamente a questão de Luizinho Gari e Da Silva, ambos do PDT. Gari tem protestado a seu modo, como se vê acima. O TSE decidiu que os que disputaram pelo Partido Verde de Alberto Abraão, hoje integrando o grupo político de Ricardo Barros (PP), estavam irregulares, o que importa dizer na nulidade dos votos para vereador; aplicando-se a contagem correta, Carlos Mariucci (PT) e Adilson do Bar (PSB), líder do prefeito Pupin, deveriam deixar suas cadeiras. Por essas coisas que são difíceis de entender, eles ainda não assumiram. No Facebook, José Fuji comentou o assunto e diz que em janeiro pedirá para Akino Maringá interceder no processo porque tem “muitas dúvidas”.

Política

O desabafo de Luizinho Gari

O coletor Luiz Steinle de Araújo, vítima de acidente do trabalho (caiu do caminhão ontem), desabafou ontem no Facebook. Reclamou do ex-presidente do Partido Verde, Alberto Abraão Vagner da Rocha, que está fazendo de tudo para que Luizinho, filiado ao PDT, não assuma como vereador. Ele se diz vítima de um “preconceito vaidoso” e estudo ingressar com ação de indenização, pois já faz tempo que ele e o soldado Da Silva ganharam a ação no TSE e não conseguem assumir. Luizinho acredita que há gente grande por trás disso, que tenta dificultar o cumprimento da decisão só porque ele é gari.  Depois de dizer que está com medo até de trabalhar, que está correndo risco de vida e enfrentando dificuldades com a família (ele tem um filho de 9 meses), pediu que Abraão, que já foi um dos nomes da esquerda local e ganha R$ 10,6 mil como secretário da administração Pupin/Barros, “não judie tanto de mim”. Diante de toda esta situação, Luizinho Gari admite sair até candidato a deputado estadual.

Maringá

Luizinho Gari: TJ pede mídia com depoimento

O desembargador Guido Döbeli, do Tribunal de Justiça do Paraná, determinou a baixa dos autos de apelação cível e reexame necessário à 4ª Vara Cível, para que seja anexado o depoimento em vídeo de testemunhas do caso, a reintegração ao cargo de coletor de Luiz Steinle de Araújo, o Luizinho Gari (PDT). O pedido é considerado imprescindível para analisar o recurso do município de Maringá contra a decisão que determinou sua reintegração e o pagamento de salários desde fevereiro de 2010, com correção monetária e juros de 12% ao ano. A exoneração deu-se em ano eleitoral (Luizinho foi candidato em 2008 e 2010, e está com recurso no TRE-PR para assumir o cargo) por conta de insubordinação, gerada a partir de divergência política e ofensa verbal grave por parte de seu chefe, na Secretaria Municipal de Serviços Públicos. A anexação da mídia digital foi determinada no último dia 5 e publicada na semana passada.

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Dia do Gari

Hoje é o Dia do Gari. Para Luis Steinle de Araújo, o Luizinho Gari (PDT), no entanto, seu dia chegará quando o TRE o colocar na câmara municipal, o que não deve demorar muito. Em 2012 eke fez 3.428 votos, mais que 11 dos 15 vereadores que assumiram cadeiras em Maringá.

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PV ajudou a cooptar Gari

A conversão de Luizinho Gari (PDT), vítima de uma das mais conhecidas perseguições no meio do funcionalismo e agora ricardista desde pequeno, pode resultar em complicação partidária. Se ele for expulso por infidelidade, pode perder a esperada cadeira que surgirá com a solução do caso do Partido Verde. Aliás, para atraí-lo para as hostes do condomínio partidário teria sido decisiva a garantia dada por Alberto Abraão Vagner da Rocha, que trava queda de braço pelo controle do PV, de que a situação seria resolvida em breve – como se sua posse dependesse do mais novo condômino de Ricardo Barros.

Eleições 2012

Luizinho Gari agora apoia seu algoz

(Repostagem) Um assunto que dominou os bastidores políticos de ontem, em Maringá, foi a cooptação do pedetista Luizinho Gari pela trupe do PP. Ele teria recebido promessas de cargos comissionados, incluindo uma diretoria, em caso de da eleição de Carlos Roberto Pupin. Gari foi perseguido e demitido pela administração Barros/Pupin, depois de ter surpreendido com uma expressiva votação para vereador em 2008. Este ano, ficou na primeira suplência na coligação PDT-PV e pode assumir uma cadeira quando terminar o imbroglio que envolve Alberto Abraão Vagner da Rocha, que coincidentemente ontem anunciou seu apoio ao candidato dos Barros. A reação à atitude de Luizinho Gari tem sido grande, especialmente entre os servidores da Secretaria Municipal de Serviços Públicos. Oficialmente, ele não se pronunciou, mas para algumas pessoas teria negado a mudança radical de posição.
PS do Blog: Acho que é isso.

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Candidatura garantida

Luizinho Gari, primeiro suplente do PMDB e filiado ao PDT, será candidato a vereador. A pendência judicial teria sido resolvida com sentença de primeira instância da Justiça, ocorrida nesta tarde, determinando sua reintegração ao quadro de funcionários da Prefeitura de Maringá.

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Aguardando a reintegração

O ex-servidor público municipal Luis Steinle de Araújo, o Luizinho Gari, que em 2008 fez 1.932 votos para vereador, pelo PMDB, aguarda a sentença pela reintegração ao cargo. Ele recorre de resultado de procedimento administrativo que  tirou-o da Secretaria de Serviços Públicos da Prefeitura de Maringá, em 2010. Em abril houve a audiência de instrução e a decisão judicial deve sair a qualquer momento
Luizinho Gari está filiado ao PDT e depende da reintegração para disputar novamente uma cadeira na Câmara de Maringá. De acordo com a Lei da Ficha Limpa, estão impedidos de participar da disputa eleitoral os que forem demitidos do serviço público em decorrência de processo administrativo ou judicial.