marco rocha loures

Midia

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Elcio Ramalho

Élcio Ramalho (atualmente na Rádio França) entrevista o médico Marco Antonio Rocha Loures, então presidente da Câmara de Maringá. O cinegrafista é Valdir Carniel.
Rocha Loures é o Umberto Crispim do PP, partido que preside desde o século passado.

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Dando uma olhadinha

Quem apareceu na reunião do senador Roberto Requião no final de semana, em Maringá, mas não entrou na sala, foi o presidente municipal do Partido Progressista, ex-vereador Marco Antonio Rocha Loures. Vários peemedebistas maringaenses são cargos comissionados na administração Pupin/Barros, do PP. Rocha Loures, por sinal, rivaliza com o presidente do PMDB, Umberto Crispim, em tempo à frente do partido.

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Uma atrás da outra

Definitivamente, a coisa não anda boa pelos lados da avenida Prudente de Morais, em Maringá. O ex-prefeito Ricardo Barros está numa situação complicada. Ele testou junto à turma a receptividade ao nome do médico Marco Antonio Rocha Loures como candidato a prefeito e o resultado foi catastrófico. Nenhum partido e ninguém do tal conselho político deu sinal verde. Nem sinal amarelo teve. Para tentar melhorar, colocou Rocha Loures no horário eleitoral, abrindo o programa antes mesmo dos candidatos atuais, que estão na corda bamba. Causou a raiva dos que defendem a candidatura de Carlos Roberto Pupin e, como a performance não foi a esperada, ainda piorou sua avaliação no grupo.
Last but not to least, alguns presidentes de partidos coligados, como Umberto Crispim (PMDB) e Wilson Matos (PSDB), também estariam querendo usar o mesmo tempo utilizado pelo presidente do PP.

Akino

Da série “Estude o Onze”

No o papel de cidadão, visando esclarecer o eleitor, que não tem tanto conhecimento dos meadros da política, a interpretar corretamente o horário eleitoral, pergunto: Marco Antonio Rocha Loures foi secretário de Saúde, antes ou depois de Heine Macieira, na primeira gestão Barros/Pupin. Lembro bem que ficou dois ou três meses e não aguentou a pressão, preferindo sair para se dedicar às atividades profissionais como médico. Heine, por seu turno, foi exonerado por incompetência para resolver os problemas, segundo amplamente divulgado pela imprensa, na época, e um dos maiores críticos foi Pupin.Continue lendo ›