milhões
Milhões em dinheiro
Li no Estadão online e reproduzo: ‘Candidatos aos cargos em disputa nas eleições 2018 declararam à Justiça Eleitoral possuir R$ 304 milhões em dinheiro vivo – R$ 3 milhões mais do que no pleito de 2014 se considerado o valor nominal. Continue lendo ›
R$ 8,1 milhões desviados
Fizemos um levantamento, com base na posição divulgado em 30/09/2016, e apuramos a existência, dentre os 325 CCs de fora do quadro da Prefeitura de Maringá, de 15 assessores I, com salários de R$ 7.140,00; 32 assessores II, com salários R$ 4.509,89; 41 assessores III, com salários de R$ 3.613,43; e 52 assessores IV, com salários de R$ 1.970,00.
Com encargos, o custo anual chega ao aproximadamente R$ 8.132.000,00. Continue lendo ›
ONGs de prefeitos e vereadores do Paraná consumiram mais de R$ 13 milhões em 2015
Diversas ONGs ligadas a agentes públicos – como associações de prefeitos e vereadores – consumiram em 2015 mais de R$ 13 milhões de recursos públicos, dinheiro que poderia ter sido aplicado para atender a população carente.
Segundo os Vigilantes da Gestão, que fizeram o levantamento, essas entidades são um disfarce para abrigar agentes políticos sem mandato, um balcão de negociações políticas, que desrespeitam os princípios administrativos e em nada ajudam o interesse público. Leia mais.
Lixo: Administração Pupin/Barros quer jogar…
… R$ 16 milhões nos bolsos de uns e outros. São cálculos que o Vereador Humberto Henrique apresentou na sessão de terça-feira.
Segundo ele, se a prefeitura comprar 17 caminhões, contratar todos os funcionários que sugere que a terceirizada que ganhar a licitação tenha, gastaria R$ 14 milhões por ano, mas pretende gastar R$ 30 milhões com a iniciativa privada.Continue lendo ›
TCE identifica desvio de quase R$ 30 milhões em obras de escolas
A fiscalização do Tribunal de Contas do Estado na construção, reforma e ampliação de 14 escolas em todo o Paraná resultou na impugnação de despesas que totalizam R$ 29,7 milhões.
O órgão de controle emitiu 13 comunicações de irregularidade, envolvendo seis empresas, 23 agentes públicos e 13 privados. “A impugnação significa que os recursos terão de ser devolvidos, pois foram pagos por obras não realizadas”, explica o presidente do TCE, conselheiro Ivan Bonilha.Continue lendo ›
Ele está capitulando
Um conhecido e respeitado maringaense, uma das pessoas mais ricas da cidade, está sendo forçado a entrar na política. Terá que desembolsar alguns milhões, para isso, mas, acreditem, não está sendo impulsionado pela vaidade.
Além da pressão exercida por um partido político – que notabiliza-se pelo gosto pelo churrasco e empregos públicos -, tem o aspecto empresarial. O blog soube que ele tem encontrado na prefeitura dificuldades para regularizar loteamentos imobiliários. As dificuldades só irão sumir se ele aceitar seu vice-prefeito no grupo comandado pelo capo Ricardo Barros (PP).
Milhões para o PP
Na mesma página sobre os gastos do governador Beto Richa (PSDB) em nova viagem internacional, Janio de Freitas informa, sob o título “Delatores“:
Já como delator premiado, Renato Duque acertou em cheio o PP: disse haver entregue ao deputado Ciro Nogueira R$ 8 milhões, que não eram só para ele. Continue lendo ›
Lixo, dinheiro, lixo, dinheiro
A administração Pupin vai realizar duas contratações na área do lixo; a emergencial, para suprir os 60 apenados que eram coletores, coisa que pode durar seis meses, e a principal, que agora vai que vai com a aprovação da turma obediente da câmara municipal. Está acertado, no mesmo escritório de sempre, que quem ganhar a primeira não levará a segunda e milionária licitação, que deve custar entre R$ 7 milhões e R$ 14 milhões a mais do que o custo atual, dinheiro que sairá dos impostos que o cordato maringaense costuma pagar sem questionar. Há dois brigando para levar, e olha que nem audiência pública houve. Levará a empresa que agradar melhor, sabe como é. Nestas horas não tem como não se lembrar do papa Francisco, que costuma criticar o fato de que, para algumas pessoas, o poder, o luxo e o dinheiro se tornam ídolos.
Mais emoções pela frente
Os problemas do prefeito de Maringá, Carlos Roberto Pupin (PP), estão longe de terminar. Mais dois dos 515 cargos comissionados que ele e Silvio Barros II (PHS) criaram para garantir a aliança política em 2012 envolveram-se em encrenca. Ambos estão sendo acusados de dar um golpe de milhões de reais na praça.
Obras da Copa receberão mais R$ 39 milhões do governo estadual
Anunciou-se há pouco, em Curitiba, que o governo do estado injetará R$ 39 milhões para a execução de obras da Copa do Mundo no Paraná, que seguem em ritmo preocupante. Os recursos suprirão os valores que já excederem a meta programada. A aplicação da verba será acompanhada pelo poder público. O anúncio foi feito pela Fomento Paraná, em forma de empréstimo. Três medidas serão adotadas para que as obras sejam finalizadas: o aumento do número de trabalhadores, com a adoção de um terceiro turno de trabalho; liberação dos R$ 39 milhões pelo erário; e auditorias para garantir o cumprimento dos prazos.
Quem pode, pode…
A coisa tomou tamanho proporção que não se sabe mais o que é verdade e o que não é no caso do político mais rico da região. As mais recentes informações são de que ao patrimônio – que há poucos anos não alcançava R$ 2 milhões – teria sido agregado um terreno de 8 mil metros no Jardim Beth, adquirido por R$ 15 milhões, além de 50 alqueires nas proximidades da Fazenda São Paulo (em sociedade com uma empreiteira) e outros 120 alqueires perto do aeroporto; a isso se somem outras aquisições na região do Contorno Sul, também em sociedade com eminências pardas, e também com cifra milionária. Ainda teria dado as dicas, a grandes financiadores de campanhas, para investimento em terras devidamente valorizadas por projetos de empreendimentos públicos e privados. Em qualquer outro lugar do planeta isso configuraria ilícito, menos por aqui, onde, como se diz?, só falta praia.
O presente de Pupin para Maringá: milhões para desvalorizar servidores

O blog do Sismmar traz mais uma confirmação de que a tal valorização do funcionalismo público municipal de Maringá foi só conversa de campanha de Pupin. Por meio de edital, a prefeitura está contratando uma empresa privada de engenharia para, ao custo de aproximadamente R$ 7,5 milhões, realizar um serviço que na visão do sindicato deveria ser prestado por trabalhadores concursados. O valor é para contrato de um ano. De acordo com cálculos do jurídico do Ssimmar, essa soma seria suficiente para pagar os salários (com base em rendimentos atuais) de 227 engenheiros e arquitetos concursados por um ano. Leia mais. Enquanto isso, o fantoche de Ricardo Barros relota engenheiros da Secretaria de Planeamento, por mera perseguição política. Teremos chegado ao fim do poço da imoralidade?
Administração dos 300
Leitor percebe que a administração Barros/Pupin parece ter uma fixação por 300. Lembra que o incinerador de lixo, orçado em R$ 300 milhões, e agora a transposição da UEM, que chega ao mesmo valor. Sem contar o terminal intermodal interplanetário, orçado um pouquinho mais caro.
Uma pergunta
O que dá mesmo pra fazer com R$ 7,5 milhões?
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