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Esportes

Não faz parte, mas é dono

Ricardinho
Ano após anos, a fama de que Maringá possui um grande laranjal só se consolida. Em seu blog, acima, o levantador Ricardinho escreveu que Ricardo Barros (PP) não faz parte da diretoria do ModaMaringá, que, para todos os efeitos, é ele, o jogador, que preside. No portal Terra (abaixo), porém, a informação é outra: Barros é “dono do ModaMaringá”. Barros é pré-candidato a deputado federal e distribuiu centenas de cortesias dos jogos da Superliga que lotaram o Ginásio Chico Neto, tornando o time recordista de público no campeonato.
Terra

Maringá

Denúncias sobre derrame de cortesias

Em relação à reclamação abaixo: foram feitas denúncias de campanha eleitoral antecipada contra Ricardo Barros por causa da distribuição em massa de cortesias para jogos do ModaMaringá e do Maringá Futebol Clube. Seus advogados, na semana passada, também estavam discutindo uma defesa junto ao Ministério Público Federal, diante da denúncia de que, com o derrame de cortesias, frauda-se também o recolhimento de ISS. Detalhou-se até que existe uma máquina de imprime as cortesias (em nome da Ok Ingressos, de Cascavel, oficialmente a empresa responsável pela confecção e venda) dentro do escritório do ex-prefeito e dono da cidade, o que é uma barbaridade, já que no papel ele nada é dos dois times. Fosse nos Estados Unidos, a polícia já teria dado uma batida no escritório denunciado, mas…
Por conta disso o torcedor que reclamou do sumiço dos ingressos pode ficar tranquilo: eles deverão aparecer, e em forma de convite a ser dado pelos mais de 400 candidatos a vereador que apoiaram a coligação de Pupin nas eleições de 2012, dirigente partidário dos partidos do condomínio ou por algum ocupante dos 515 cargos comissionados, já que praticamente todos recebem cortesias a cada jogo. Isso capitaliza a todos, politicamente, e, claro, o chefe de todos.

Geral

O instigante caso das cortesias

Leitor que se identifica como torcedor do ModaMaringá, a propósito de postagem sobre a farta distribuição de cortesias, escreveu: “Você duvida que essas pessoas tenham pago pra assistir? Pois pode ter certeza! Só pro joguinho de ontem, foram distribuídas mais de 4.000 cortesias, das quais muitas foram redistribuídas na calçada do Chico Netto, bem na cara da bilheteria! Eu estava saindo de lá, acabado de comprar três ingressos, e um cara me abordou, dizendo que tinha ingressos pra vender. Eu disse que tinha acabado de comprar e ele retrucou: “Preciso passar essas cortesias adiante, mas não quero ficar no prejuízo!” Que prejuízo, me perguntei? No final das contas, fico me sentindo um completo idiota por querer contribuir pro bom andamento do esporte local, mas pelo visto, os patrocinadores e organizadores do Moda Maringá preferem encher o ginásio de gente desinteressada pra ficar bonito na TV a cabo do que viabilizar a compra de ingressos a preços mais acessíveis. Fica assim, então. O time fica desacreditado, e os fãs verdadeiros do voleibol ficam desapontados com tanta besteira desses dirigentes”. A ser verdadeira a informação, o ginásio se transformaria numa imensa lavanderia.