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Maringá

Meios e fins

O projeto de lei de autoria do vereador Belino Bravin (PP) que autorizava o Molivi a vender uma área de terras no distrito de Floriano, que havia recebido do município, foi motivado por mau cheiro. Isso mesmo. O blog acompanhou, há alguns anos, a briga entre o Molivi e a Solabiá, multinacional que funciona nas proximidades da sede da entidade presidida pelo pastor Nilton Tuller, ex-vereador e ex-presidente da Ordem dos Pastores Evangélicos de Maringá. Tuller chegou a ser condenado a indenizar a Solabiá por danos morais, já que colocou faixas reclamando da poluição à beira da rodovia (leia aqui). O propósito do projeto era permitir que o Molivi vendesse o imóvel e se instalasse longe da fedentina.

Maringá

Liminar proíbe venda de imóvel do Molivi

O juiz Fabiano Rodrigo de Souza, da 1ª Vara da Fazenda Pública de Maringá, em ação cautelar promovida pelo Ministério Público, proibindo a venda de um imóvel pelo Movimento para Libertação de Vidas (Molivi) comandado pelo ex-vereador e pastor Nilton Tuller, que foi doado àquela instituição no distrito de Floriano pelo município de Maringá. O Molivi estava vendendo a propriedade após a alteração de uma lei municipal, realizada através de projeto do vereador Belino Bravin (PP), que reside no distrito, e que retirou a obrigação de reversão dos imóveis doados ao município, caso as entidades beneficiadas não mais necessitassem fazer uso deles.
O inquérito civil instaurado pelo Ministério Público investiga a venda do imóvel e a alteração na lei, que é contrária ao interesse público.

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Poluição imoral

“Poluir o ar é imoral” – diz a faixa colocada na entrada do Movimento para Libertação de Vidas (Molivi), no acesso ao distrito de Floriano, em Maringá. A entidade é presidida por Nilton Tuller, presidente da Ordem dos Pastores Evangélicos de Maringá, e fica defronte a Solabiá. A mensagem tem a ver com a recente vitória de Tuller no Tribunal de Justiça do Paraná, depois de ter sido condenado por injúria e difamação contra a multinacional francesa.

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TJ anula sentença contra Tuller e Molivi

Por unanimidade de votos, os integrantes da Nona Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Paraná reformaram sentença da 2ª Vara Cível de Maringá, que em 2010 condenou o pastor Nilton Tuller (foto), hoje presidente da Ordem dos Pastores Evangélicos de Maringá, e o Movimento para Libertação de Vidas a indenizaram a multinacional Solabiá, localizada no distrito de Floriano, em Maringá, por danos morais. O pastor, ex-vereador maringaense, irritado com o mau cheiro provocado pela empresa de origem francesa, que fabrica medicamentos à base de traqueia bovina, promoveu protesto e fixou faixas no Molivi – que fica quase defronte a Solabiá, à margem da rodovia que dá acesso ao distrito. O juiz Airton Vargas da Silva entendeu que a imagem da empresa foi ofendida, pois funcionava com regularidade, com licença ambiental. Em julho de 2010, Tuller e a entidade que preside foram condenados ao pagamento de indenização de R$ 4 mil, por danos morais, além de ser proibido de utilizar ou publicar o nome da indústria “por qualquer meio”, sob pena de incorrer no pagamento de multa cumulativa de R$ 3 mil por mês.

Em dezembro, o TJ-PR reformou a sentença, considerando ausência de intuito ofensivo ou de abuso no protesto, que  não houve ato ilícito e sim liberdade de expressão e de crítica. O acórdão foi publicado hoje.